Rock cristão

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Rock cristão
Origens estilísticas Rock
Música cristã contemporânea
Contexto cultural Depois de 1960 no Estados Unidos e maior parte do mundo.
Instrumentos típicos Vocal
Guitarra elétrica
Baixo elétrico
Bateria
Teclados
Piano
Popularidade Mundial
Subgêneros
Punk cristão, Metal cristão, Death cristão
Gêneros de fusão
Hardcore cristão, Hip hop cristão
Formas regionais
Várias partes do mundo

Rock cristão é um estilo musical que procura combinar a musicalidade e o ritmo do Rock and roll com a temática de letras cristãs.[1]

Características[editar | editar código-fonte]

Musicalmente é difícil definir o Rock Cristão. Dentro deste termo co-existem diversos grupos, cada um seguindo um subgênero do Rock. Por isso o termo Rock cristão é uma espécie de "guarda-chuva", englobando bandas muito diferentes, mesclando tendências que vão do Blues tradicional ao Rock alternativo e do Pop ao Heavy Metal.

Além desse problema na definição, as bandas de Rock cristão, não raro, mudam de estilo ao longo da carreira, adequando-se ao gosto do público ou adaptando-se conforme ocorrem mudanças em suas formações.

Mudando as formas de ver o rock, o rock cristão leva a palavra com um ritmo juvenil

Origens[editar | editar código-fonte]

O Rock Cristão surgiu nos meados dos anos 60, acompanhando as tendências musicais dos anos 60 e o movimento Hippie. Muitos dos primeiros grupos eram integrantes do Jesus Movement, movimento que surgiu no rastro da contra-cultura hippie e que buscava oferecer uma perspectiva de vida cristã aos jovens desestimulados com as propostas de paz e amor baseados em drogas e sexo livre. Logo, figuras como Larry Norman, Randy Stonehill, Mylon Lefevre, Bruce Cockburn, Phil Keaggy e os integrantes das bandas E Band, Petra e Resurrection Band teriam grande projeção através de trabalhos musicais pautados em diversas vertentes do rock.[1]

As primeiras bandas foram mal recebidas pelas igrejas protestante e associado com um comportamento socialmente repreensível.

Com o tempo a música foi ganhando credibilidade por, entre outros motivos, ser meio de aproximação dos jovens ao cristianismo.

A partir dos anos 1980 as bandas do Rock cristão foram gradualmente se contextualizando e angariando uma aceitação do público protestante cada vez maior.[1]

Começaram a atrair o interesse da mídia e de gravadoras seculares, conseguindo grandes contratos, maior exposição e sucesso internacional. Muitas bandas novas surgiram e continuam surgindo, consolidando o gênero e dissociando-o cada vez mais do seu ambiente eclesiástico original.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Portal do Rock.

Ligações exterrnas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Jônathas Sant'Ana. Rock e Religião: por que raios existe rock cristão? Whiplash. Visitado em 15 de março de 2014.


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