Glam rock

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Glam Rock
Origens estilísticas Art rock, pop rock, hard rock, folk, rock psicodélico
Contexto cultural Meados da década de 1970, Reino Unido
Instrumentos típicos Guitarra - baixo - Bateria - Piano - saxofone - Sintetizadores
Popularidade Mainstream no Reino Unido durante os anos 1970 e níveis variáveis de sucesso em muitos países desenvolvidos.
Moderada em 1980s e underground, desde então, mas com bastante influência desde a ascensão.
Formas derivadas Gothic rock, New Romanticism
Gêneros de fusão
Glam metal - Glam punk - Punk rock
Outros tópicos
Protopunk
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O Glam rock (abreviação de Glamour Rock) é um gênero musical (sendo um subgênero do rock) criado na Inglaterra , conhecido também como glitter rock. Foi um estilo de música nascido no final dos anos 60 e popularizado no início dos anos 70. Era principalmente um fenômeno inglês que foi difundido em meados de 1971 e 1973. Nos EUA, o Glam rock teve um menor impacto e foi apenas difundido por fãs de música nas cidades de Nova Iorque e Los Angeles.

O Glam foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia sexual. A ênfase lírica abordava a "revolução adolescente" (T. Rex - “Children of the Revolution “, Sweet - “Teenage Rampage“) assim como uma ampla notoriedade na direção de temas heterosexuais, sobre a decadência e fama.[1]

Os cantores de Glam freqüentemente vestem-se de forma andrógina, com maquiagem vistosas, trajes extravagantes não diferentes ao que Liberace vestia quando tocava em cabarés. Um exemplo famoso seria David Bowie durante a fase de Ziggy Stardust e Aladdin Sane. E talvez, quem sabe Twisted sister . O Glam Rock se diferencia do Glam Metal, por ter um som menos pesado.

Glam rock no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, o grande ícone do Glam rock foi o Secos & Molhados.[2] Destaque também para o primeiro disco solo de João Ricardo, mais conhecido como "disco rosa", bem como o primeiro disco de Rita Lee & Tutti Frutti, o "Atrás do Porto tem uma Cidade". O primeiro representante do Glam Rock no Brasil, foi, no entanto, o cantor Edy Star.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Ian Inglis. Performance and popular music: history, place and time. [S.l.]: Ashgate Publishing, Ltd., 2006. 71 a 73 pp. 0754640574, 9780754640578
  2. Ana Maria Bahiana. Almanaque anos 70. [S.l.: s.n.], 2006. 50 pp. 8500017880, 9788500017889
  3. Pedro Alexandre Sanches. Como dois e dois são cinco: Roberto Carlos (& Erasmo & Wanderléa). [S.l.]: Boitempo Editorial, 2004. 197 pp. 8575590588, 9788575590584
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