Sequoia sempervirens
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Sequoia.
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| Classificação científica | ||||||||||||||
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| Sequoia sempervirens (D. Don) Endl. |
A sequoia é um gênero da família Cupressaceae (alguns autores podem ainda classificá-la na família das Taxodiaceae, que, entretanto, foi substancialmente alterada, após novos dados filogenéticos). Em nossos dias contém apenas uma única espécie sobrevivente, a "Sequoia sempervirens", nativa da América do Norte, especialmente na costa oeste dos Estados Unidos onde, na Califórnia, existem exemplares entre 1200–1800 anos. Uma delas, chamada Hyperion, é a árvore mais alta da Terra, com 115 m de altura.1
O nome sequoia também é usado como um termo comum para a subfamília Sequoioideae na qual este gênero é classificado junto com a Sequoiadendron (Sequoia Gigante) e a Metasequoia.
A espécie destaca-se pelo seu grande porte e longevidade. Pode viver por milênios e, neste período, ultrapassar os 100 metros de altura e algumas dezenas de metros de circunferência em sua base. Alguns exemplares nos Estados Unidos possuem troncos de cor avermelhada, tão robustos que permitiram escavar um túnel para a passagem de carros em suas bases. Outra característica da espécie, além do porte, é o tamanho relativamente curto de seus ramos laterais, concentrados na região apical da árvore, e as folhas estreitas distribuídas disticamente no ápice dos ramos.
Tem sido plantada em Portugal e na região Sul do Brasil, principalmente para fins ornamentais.
Em Portugal existem alguns exemplares classificados como de Interesse Público:
Lisboa, Jardim Teófilo de Braga
Penacova, Quinta de Santo António
Viseu, Silgueiros
Vila Nova de Famalicão, São Tiago da Cruz
Notas
Ver também[editar]
- Sequoiadendron (gigante)
- Metasequoia