Final Fantasy Type-0

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Final Fantasy Type-0
Desenvolvedora(s) Square Enix
1º Departamento de Produção
[1]
Publicadora(s) Square Enix
Diretor(es) Hajime Tabata[2]
Produtor(es) Yoshinori Kitase[2]
Tetsuya Nomura[3]
Escritor(es) Hiroki Chiba[4]
Sarah Obake[5]
Hajime Tabata[6]
Compositor(es) Takeharu Ishimoto[7]
Artista(s) Yusuke Naora[8]
Yusaku Nakaaki[8]
Tetsuya Nomura[3]
Plataforma(s) PlayStation Portable
Série Final Fantasy
Fabula Nova Crystallis
Data(s) de lançamento
  • JP 27 de outubro de 2011[9]
Gênero(s) RPG eletrônico de ação[10]
Modos de jogo Um jogador, multijogador
Página oficial
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o jogo original. Para a versão remasterizada, veja Final Fantasy Type-0 HD.

Final Fantasy Type-0 (ファイナルファンタジー零式, Fainaru Fantajī Reishiki?) é um jogo eletrônico do gênero RPG de ação desenvolvido e publicado pela Square Enix exclusivamente para o PlayStation Portable. Ele foi lançado no Japão em 27 de outubro de 2011 e faz parte da Fabula Nova Crystallis, uma subsérie dentro da série Final Fantasy com jogos que compartilham a mesma mitologia. A jogabilidade coloca o jogador no controle de vários personagens em combates em tempo real durante missões pelo mundo de Orience. O jogador também participa de batalhas estratégicas em grande escala no mapa de jogo, tendo acesso a uma opção multijogador tanto em missões principais quanto secundárias.

A história se foca na Classe Zero, um grupo de catorze estudantes da Vermillion Peristylium, uma academia de magia no Domínio de Rubrum. A classe é mobilizada pela defesa de Rubrum quando o Império Militesi lança um ataque contra os Estados Cristal de Orience a fim de tomar o controle de seus respectivos cristais. Eventualmente, o grupo se envolve nos segredos por de trás da guerra e dos motivos de suas existências. O mundo e sua apresentação foram inspirados em documentários históricos, com a história em si tendo sido escrita para ser um pouco mais sombria que jogos anteriores de Final Fantasy.

Final Fantasy Type-0 foi originalmente anunciado como um jogo para celulares e PSP chamado Final Fantasy Agito XIII. Ele foi dirigido por Hajime Tabata, que assumiu o projeto depois de completar Before Crisis: Final Fantasy VII. Inicialmente projetado para permitir fácil acesso dos jogadores ao universo da Fabula Nova Crystallis, as versões móveis acabaram canceladas e o título alterado para distanciá-lo do carro chefe da subsérie, Final Fantasy XIII. Type-0 foi um sucesso de vendas ao ser lançado, recebendo elogios por sua história e jogabilidade, porém sendo criticado pelos controles de câmera e inteligência artificial. Ele nunca chegou a ser lançado fora do Japão, apesar de planos para isso acontecer. Outros jogos relacionados foram desenvolvidos, incluindo uma remasterização em alta definição para Microsoft Windows e os consoles da oitava geração.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy Type-0 é um jogo eletrônico do gênero RPG de ação em que o jogador controla os catorze membros da Classe Zero. O mundo de jogo é navegado através de um mapa fora de escala, com a exceção de ambientes como a Vermillion Peristylium (a base da Classe Zero) e lugares relacionados com missões. A Classe Zero é enviada em missões pelo mundo de Orience durante o decorrer do jogo. O jogador inicialmente viaja para destinos pré-determinados em um dirigível da Peristylium, porém consegue ganhar sua própria aeronave após derrotar um determinado inimigo e assim viajar livremente pelo mapa.[11] [12] A jogabilidade é apresentada em uma estrutura baseada em missões.[10] Existem dois tipos de missões em Type-0: missões de história e missões de "exercício", que servem como objetivos secundários.[13] Ordens opcionais são dadas durante missões e podem ser obedecidas ou ignoradas de acordo com a vontade do jogador. Os personagens recebem um aumento temporário de poder caso aceitem, com a realização desses objetivos gerando recompensas.[10] [13] Os jogadores também podem entrar em batalhas estratégicas em tempo real no mapa de jogo, com o jogador assumindo o controle de divisões militares aliadas. As missões se focam na libertação de cidades e vilas das mãos inimigas.[14] Missões aéreas também estão disponíveis e envolvem o jogador abatendo dragões com as armas da aeronave.[15]

Os jogadores podem criar chocobos, aves galiformes recorrentes em Final Fantasy, enquanto estiverem fora de combate. Eles precisam capturar dois animais no mapa de jogo e levá-los para uma fazenda especial dentro da Peristylium; um chocobo especial pode ser criado para uso ao se juntar certos tipos de chocobos e adicionar itens específicos. Os jogadores também podem visitar a Peristylium Crystarium e rever inimigos derrotados, informações sobre outros personagens, histórias do mundo de jogo e clipes de vídeo.[11] Moogles, outra criatura recorrente da série, podem passar missões para o jogador e seus objetivos podem mudar durante o jogo. Lojas administradas por personagens não jogáveis, tanto dentro da Peristylium e por Orience, vendem itens e equipamentos que podem ser comprados. Cidades liberadas durante missões dão acesso a outros tipos de lojas.[14] Os jogadores podem desbloquear uma opção "Novo Jogo+" ao completarem Type-0 uma vez: as habilidades e equipamentos são mantidos nesse modo, com a liberação de novas cenas da história e missões específicas de certos personagens.[3] O jogo possui três níveis de dificuldade: "normal", "difícil" e "impossível".[16]

Combate[editar | editar código-fonte]

O combate em Type-0, com Ace, Machina e Rem enfrentando um dos monstros do jogo.

Type-0 emprega um sistema de combate em tempo real similar ao usado em Crisis Core: Final Fantasy VII. O jogador recebe acesso até três personagens, que podem ser trocados em qualquer momento. Os dois que não estão sendo controlados são comandados pela inteligência artificial do jogo.[10] Cada personagem possui uma arma específica e ataques especiais únicos que são desbloqueados a medida que ganham pontos de experiência.[15] Os personagens podem travar a mira em alvos durante o combate enquanto atacam.[10] Eles são capazes de realizar ataques precisamente cronometrados durante o período em que unidades inimigas também estão atacando: "Breaksight", que inflige grandes danos, e "Killsight", que mata um inimigo comum com um único golpe.[17] Os três personagens podem receber um comando a fim de realizarem uma "Manobra em Tríade", combinando seus ataques para infligir maior dano no oponente.[18] Além dos inimigos humanos, o jogo possui vários monstros recorrentes da série Final Fantasy.[11] Existem também inimigos especiais que podem ser encontrados durante a exploração do mapa de jogo, além dos inimigos enfrentados durante missões.[13]

Inimigos derrotados deixam cair uma substância chamada Phantoma; sua cor indica que aspecto do personagem ela vai reabastecer, apesar dela geralmente reabastecer uma quantidade específica de pontos de magia. A Phantoma é usada no Altocrystarium, o sistema de nivelamento do jogo, para fortalecer as habilidades mágicas do personagem.[19] As habilidades mágicas do jogo estão divididas em cinco grupos básicos nomeados a partir de armas: por exemplo, "Rifle" dispara o encantamento em linha reta, enquanto "Míssil" persegue inimigos.[13] [20] Manter o botão da ação pressionado aumenta o poder do ataque.[21] Muitas situações de combate envolvem desafios cronometrados. O sucesso oferece recompensas ao jogador, porém o fracasso diminuí a vida do personagem. O jogador pode instantaneamente selecionar outro personagem para substituir um que tenha sido derrotado em batalha, com este precisando se recuperar fora da missão.[17] O jogo possui uma arena em que acontecem exercícios de lutas. Apesar desses combates não serem contra inimigos reais, os personagens mesmo assim continuam a subir de nível e ganhar Phantoma, com as batalhas podendo ser marcadas em qualquer momento.[15] Cada personagem tem acesso a monstros convocáveis chamados Eidolons, que atuam como personagens jogáveis temporários e possuem suas próprias habilidades únicas. Convocar um monstro drena toda a barra de vida do personagem selecionado, com ele saindo da batalha até ser revivido. Essas convocações também são afetadas pelo ambiente: por exemplo, os poderes de Shiva são maiores em lugares cobertos de neve. Os Eidolons vão embora depois de um período limitado dentro da batalha. Dentre os monstros disponíveis para os jogadores estão recorrentes da série Shiva, Ifrit, Golem, Odin, Diablos e Bahamut.[13] [17] [22] [23] Cada Eidolon possui uma variante de sua forma original, muitas das quais são destravadas ao progredir no jogo.[21]

Os personagens continuam a subir de nível dentro do Peristylium enquanto o PlayStation Portable está em modo de repouso, o UMD ainda está funcionando e o console carregando. A função multijogador é ativada a partir da tela de configurações e permite que outros dois jogadores entrem no jogo do jogador principal através de conexão com a internet. O tempo permitido para o multijogador é de apenas alguns minutos, com transições entre zonas encerrando a seção. O limite pode ser ampliado pelos jogadores ao auxiliar o jogador principal. O primeiro e último segmentos do jogo não estão abertos para o modo multijogador.[3] [15] [23] [24] Existe também a função Assistência Mágica Acadêmica, em que um personagem não jogável nomeado a partir de algum membro da equipe de produção é convocado para a batalha a fim de ajudar os cadetes.[25]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Mundo[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy Type-0 se passa em Orience, um continente dividido em quatro nações ou "Estados Cristal". Cada nação possui um cristal de poder baseado nos Quatro Símbolos das constelações chinesas, que por sua vez formam seus emblemas nacionais. O Domínio de Rubrum usa o cristal do Pássaro Vermelho, que controla a magia; o Império Militesi controla o cristal do Tigre Branco, contendo o poder da ciência e das armas; o Reino da Concórdia utiliza o cristal do Dragão Azul, detentor do poder dos dragões; e a Aliança Loricana mantém o cristal da Tartaruga Negra, contendo o poder do escudo. Cada nação possui uma academia, ou Peristylium, com o objetivo de pesquisar seus respectivos cristais.[26] Os cristais possuem a habilidade de marcar humanos em seus países como servos, chamados de l'Cie, recebendo um símbolo e um "Foco", uma tarefa que precisa ser completada. Apesar de abençoados com uma vida longa e a habilidade de virarem cristais, os l'Cie são amaldiçoados a perderem suas memórias com o passar do tempo.[27] O povo de Orience também perde as memórias dos mortos a fim de não serem impedidos por nenhum arrependimento passado e continuarem a fortalecer suas almas através do conflito, um mecanismo empregado pelos cristais para a conveniência dos deuses que os criaram.[3] [28] O objetivo dos personagens principais é se tornarem o Agito, uma figura lendária que irá aparecer para salvar o mundo do Tempus Finis, um evento apocalíptico que irá destruir Orience.[29]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Os membros da Classe Zero. Esquerda para direita: Sice, Eight, King, Cater, Cinque, Trey, Rem, Machina, Queen, Ace, Nine, Seven, Jack e Deuce.

A Classe Zero, um grupo de elite de catorze estudantes da Vermillion Peristylium, forma os personagens principais de Type-0. Cada um possui uma arma mágica específica, com os doze primeiros cadetes sendo Ace com um baralho, Deuce com uma flauta, Trey com um arco, Cater com um revólver, Cinque com uma maça, Sice com uma foice, Seven com um chicote, Eight com artes marciais, Nine com uma lança, Jack com uma katana, Queen com uma montante, e King com duas pistolas. Os últimos dois membros, Machina Kunagiri e Rem Tokimiya, também atuam como narradores e o foco do subenredo principal do jogo.[28]

Apoiando a Classe Zero estão seu mentor Kurasame Susaya e Arecia Al-Rashia, ex-mentora e supervisora do desenvolvimento mágico da Vermillion Peristylium. Outros personagens importantes de Rubrum são Khalia Chival VI, o líder da nação e diretor da Vermillion Peristylium, e a l'Cie Caetuna. Os principais antagonistas do jogo são as figuras do Império Militesi, lideradas pelo marechal Cid Aulstyne. Outros personagens importantes incluem Andoria, a rainha de Concórdia; Gala, líder do Exército Rursus e instigador do Tempus Finis; e Joker e Tiz, duas figuras misteriosas que observam os eventos da história.[28]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

O marechal Cid Aulstyne invade as outras nações de Orience com o exército do Império Militesi, lançando um ataque devastador contra a Vermillion Peristylium e neutralizando o cristal do Pássaro Vermelho com um bloqueador. A Classe Zero se mantém imune aos efeitos do bloqueador e consegue repelir o ataque.[30] Izana Kunagiri, irmão mais velho de Machina, é morto durante o conflito ao realizar uma missão para a Classe Zero. Esse evento acaba depois criando uma richa entre Machina e seus colegas. A Classe Zero realiza um importante papel na libertação dos territórios de Rubrum sob a coordenação Kurasame e Arecia Al-Rashia, lançando contra-ataques com a ajuda de Concórdia, enquanto a capital de Lorica é destruída por uma bomba de Militesi. A rainha de Concórdia força um cessar-fogo entre as nações restantes.[31] A Classe Zero acaba sendo acusada do assassinato de Andoria durante as negociações de paz, fazendo com que o governo marionete de Concórdia se junte à Militesi em um ataque conjunto contra Rubrum.[32] Machina foge durante a fuga após brigar com seus colegas, tornando-se um l'Cie do Tigre Branco com o Foco de manter Rem longe do destino do seu irmão.[33]

Rubrum consegue destruir as forças de Concórdia e Militesi com a ajuda da Classe Zero e soldados l'Cie, unificando Orience sob sua bandeira.[34] [35] Isso acaba iniciando a chegada do Tempus Finis, com o Exército Rursus emergindo da fortaleza mágica de Pandæmonium para exterminar a população de Orience.[36] Cid e a Classe Zero viajam para Pandæmonium: Cid tenta se transformar no Agito e acaba transformado por Gala no Árbitro de Rursus, enquanto ao mesmo tempo a Classe Zero tenta interromper o Tempus Finis. Os cadetes enfrentam os desafios do Árbitro e o cristal do Pássaro Vermelho lhes oferece a chance de se tornarem l'Cie. Eles recusam a oferta e Rem acaba sendo transformada em uma l'Cie. Machina e Rem acabam lutando entre si no Pandæmonium, com ela sendo mortalmente ferida e os dois se transformando em cristais. A Classe Zero fica enfraquecida pelos desafios e desmoralizada pela condição de Machina e Rem, inicialmente falhando em derrotar o Árbitro. Entretanto, os espíritos dos seus colegas transformados em cristal lhes dão a força necessária para finalmente vencer o Árbitro e parar o Tempus Finis. A Classe Zero é fatalmente ferida no embate e passa seus últimos momentos imaginando sobre como seriam suas vidas no pós-guerra.[37] Eles são encontrados por Machina e Rem, restaurados a forma humana, que, junto com o resto de Orience, recebem a permissão para se lembrarem dos mortos. A sequência pós-créditos afirma que os Estados Cristal entraram em colapso ao mesmo tempo que os cristais perderam seu poder. Machina e Rem uniram e reconstruíram o mundo, com o primeiro registrando a história da Classe Zero antes de morrer ao lado da segunda.[28] [38] [39] Jogar a história uma segunda vez revela que Orience está presa dentro de um looping temporal criado por Arecia e Gala, servas dos deuses Pulse e Lindzei, como parte de um experimento a fim de encontrar o portão para o Mundo Invisível.[39] Elas competiram entre si para abrir o portão de maneiras diferentes, falhando e reiniciando o mundo para uma nova tentativa. Esse experimento já havia sido repetido mais de seiscentas milhões de vezes na época dos eventos de Type-0.[40]

O jogo possui finais diferentes. Se a Classe Zero aceitar a oferta do cristal do Pássaro Vermelho para se tornarem l'Cie, eles enfrentam Rursus em batalha e morrem, condenando Orience a ser destruída pelo Tempus Finis e renascer em uma outra espiral da história.[41] É revelado em uma sequência destravada se Type-0 for jogado uma segunda vez que Cid desejava libertar Orience do controle dos cristais, se matando em uma tentativa mal-sucedida de impedir que Gala o usasse. Joker e Tiz conversam com Arecia depois da derrota do Árbitro para mostrar a ela as memórias da Classe Zero e fazê-la reconsiderar recomeçar o experimento.[42] Arecia decide abandonar o experimento após falar com Machina e Rem, devolvendo os dois para a forma humana.[43] Em um final alternativo, Arecia decide retirar os cristais da história de Orience, criando uma nova linha do tempo em que a guerra nunca ocorreu e que a população do mundo vive feliz.[44]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy Type-0 foi originalmente pensado como um jogo para celulares com o nome de Final Fantasy Agito XIII. Ele foi concebido em 2005 como parte da Fabula Nova Crystallis, uma subsérie dentro da franquia Final Fantasy com jogos conectados por uma mitologia em comum. Agito XIII foi o último jogo original criado para a subsérie. A decisão de fazê-lo um jogo móvel foi baseada no sucesso de Before Crisis: Final Fantasy VII. Hajime Tabata estava procurando por um projeto novo após completar Before Crisis e acabou escolhido como o diretor do jogo, tendo anteriormente contribuído para a mitologia da Fabula Nova Crystallis.[45] [46] Kosei Ito, que havia trabalhado como produtor de Before Crisis, também trabalhou na mesmo posição em Agito XIII antes de ir para a Capcom em 2009.[47] [48] O jogo foi anunciado pela primeira vez na Electronic Entertainment Expo (E3) de 2006 e seu desenvolvimento começou pouco depois. Foi dito que ele daria acesso fácil ao universo da Fabula Nova Crystallis, usando funções de jogabilidade exclusivas para celulares da época.[47] [49] [50] O conceito era entregar um jogo para plataformas móveis equivalente aos títulos principais de Final Fantasy para os consoles, sendo disponibilizado em sua totalidade no lançamento ao invés de em um formato episódico.[51]

Já que os celulares disponíveis na época não podiam oferecer todas as capacidades que os desenvolvedores queriam, eles começaram a planejar o lançamento para a geração seguinte.[51] Apesar de anunciado originalmente como um exclusivo para telefones móveis, uma versão para PlayStation Portable também estava em desenvolvimento e foi anunciada depois da primeira versão já estar suficientemente avançada.[52] Os membros originais da equipe eram Tabata, Yusuke Naora e Tetsuya Nomura, com o último atuando como desenhista de personagens e produtor criativo.[3] O desenvolvimento de Agito XIII alternou entre períodos de inatividade e indolência de 2006 a 2008 já que a maior parte da equipe estava focada em finalizar Crisis Core: Final Fantasy VII. Foi dito em 2008 que o projeto estava enfrentando problemas devido sua escala.[6] [8] Uma questão em que os desenvolvedores lutaram foi ter ou não ter os botões de comando visíveis na tela do celular.[53] Agito XIII foi descrito como um RPG eletrônico online renderizado totalmente com gráficos 3D similares aos dos consoles, além de possuir elementos de jogabilidade tirados de vários gêneros como MMORPGs, jogos menores multijogador e RPGs tradicionais.[6] [51] [54] [55] Outros conceitos foram desenvolvidos porém abandonados, como um ciclo de dia e noite, um sistema de calendário ligado ao mundo real e uma história influenciada pelo voto popular.[28] [56]

Foi decidido em 2008 fazer de Agito XIII um exclusivo de PlayStation Portable, cancelando a versão para celulares já que os desenvolvedores não queriam esperar que a tecnologia móvel alcançasse um nível para poder lidar com a visão total que tinham para o jogo. O desenvolvimento começou naquele ano com a mesma equipe que havia desenvolvido Crisis Core, porém foi novamente prejudicado já que a maioria ainda estava finalizando The 3rd Birthday.[3] [57] [58] [59] [60] Agito XIII chegou perto de ser cancelado devido esses projetos conflitantes.[61] Ele foi alterado entre 2009 e 2011 para distanciá-lo de Final Fantasy XIII, já que desde a mudança de plataforma os dois jogos tinham pouco em comum além da mitologia. Um dos novos títulos considerados e rejeitados foi Final Fantasy Live, que fazia referência ao elemento multijogador. O nome Final Fantasy Type-0 foi eventualmente escolhido e tinha a intenção de indicar a separação do jogo em relação à série principal.[62] [63] [64] O jogo fez sua primeira aparição pública sob sua nova forma em Tóquio durante um evento da Square Enix, com um novo trailer sendo lançando em 27 de janeiro de 2011.[65]

Desenho[editar | editar código-fonte]

Arte representando os temas e atmosfera de Type-0, criada pelo diretor de arte Yusuke Naora, que se inspirou em experiências pessoais e nos temas do jogo sobre guerra e morte.[66]

O mundo de Type-0 foi concebido por Tabata e escrito por Hiroki Chiba e Sarah Obake.[4] [5] [6] Tabata descreveu o jogo enquanto ele ainda era chamado Agito XIII como "um grande título [...] formado a partir de uma variedade de conceitos" que incluíam a colisão de quatro fantasias (a visão do jogo de Orience), uma batalha entra mágica e armas e os dois lados da realidade.[67] O conceito inicial da história foi fortemente inspirado por mangás e animes populares, porém pouco disso sobreviveu após a mudança de plataforma. Ao invés disso o diretor escolheu um novo estilo similar a documentários e filmes históricos.[28] O novo conceito veio da ideia de uma história de guerra contada por jovens pegos no meio do evento, com os temas envolvendo morte e seu impacto nos outros.[3] Uma grande inspiração foi a série de documentários Centuries of Picture, com a história final do jogo sendo mais sombria que outros títulos da série Final Fantasy.[28] Type-0 se manteve dentro da Fabula Nova Crystallis apesar da mudança de nome.[65] [68] A abordagem escolhida foi interpretar o papel das divindades a partir de um ponto de vista histórico, enquanto ao mesmo tempo se focando no lado humano dos eventos.[3] [57] [69] A natureza cíclica do universo do jogo foi criada para auxiliar na incorporação de aspectos da mitologia.[70] Tabata comentou após o lançamento de Type-0 que ele gostaria de ter sido mais minucioso ao escrever a história para que assim ela fosse mais fácil de compreender.[71]

A arte do logotipo do jogo foi desenhada por Yoshitaka Amano, artista regular da série.[72] O símbolo kanji utilizado no logo foi desenhado por Naora, que anteriormente também havia criado o logotipo da Shinra em Final Fantasy VII. Naora pediu especificamente para poder desenhar o logotipo devido suas experiências anteriores.[69] Ele realizou uma viagem para uma ilha japonesa que havia visitado anos antes a fim de conseguir alcançar uma atmosfera mais "pesada", adicionando elementos no jogo como destroços de um navio para simbolizar seu medo do mar. Naora também foi influenciado por um incidente ao ver um gato morto sendo cercado por outros gatos, algo que lhe ajudou a mostrar em artes promocionais os temas do jogo e o laço entre os membros da Classe Zero.[66]

Os personagens foram desenhados por Nomura, Naora, o co-diretor de arte Yusaku Nakaaki e o sub-desenhista de personagens Roberto Ferrari. Nomura e Naora cuidaram dos personagens principais, enquanto Nakaaki e Ferrari ficaram com o elenco secundário.[2] [8] [28] Cada personagem jogável inicialmente recebeu de Nomura um traço de desenho básico que foi gradualmente expandido durante o processo criativo, com atenção especial para evitar que eles ficassem parecidos. Parte disso veio de dar uma arma única para cada um: a flauta de Deuce e o baralho de Ace foram os mais difíceis de realizar a partir de um ponto de vista técnico.[28] As personalidades e os traços de cada personagem foram finalizados depois do mundo de jogo ter sido criado: para cada um a equipe planejou como cada membro do elenco se originou e que eventos ocorreram ao seu redor.[73] O sistema de nomeação, baseado nas cartas do baralho, foi escolhido porque a equipe gostou da ideia. [74] Os personagens foram criados com alturas e tipos físicos diferentes a fim de enfatizar tanto o realismo do jogo quanto o fato do elenco ser adolescente.[75]

A jogabilidade foi inspirada no sistema multi-personagem de Before Crisis, enquanto o nome dos estilos de magia com armas de guerra fazia referência à jogos de tiro em primeira pessoa.[20] O combate foi projetado para ser repleto de tensão e representar no campo de batalha a personalidade de cada personagem.[71] Originalmente os Eidolons não seriam controlados em tempo real, porém Tabata realizou alguns testes durante o desenvolvimento de Ifrit. Ele ficou impressionado pelos resultados e decidiu superar as dificuldades técnicas envolvidas e deixar os Eidolons controláveis.[76] A inteligência artificial para personagens jogáveis teve que ser limitada para curar, sobreviver e outras ações menores por causa de restrições técnicas e a presença da função Assistência Acadêmica.[77] O componente multijogador foi projetado deliberadamente ao redor dessas restrições. Sua produção ainda estava ocorrendo durante o meio de 2011, com a interrupção temporária da PlayStation Network afetando negativamente seu desenvolvimento.[23] A depuração do jogo demorou muito mais do que o antecipado por causa do tamanho do projeto. Ajustes foram feitos entre o lançamento do demo e o jogo final nas áreas da mecânica de jogabilidade e câmera.[3] Tabata comentou após a finalização de Type-0 que ele gostaria de ter expandido mais o modo multijogador e a jogabilidade cooperativa, criando uma melhor curva de aprendizado para os jogadores.[71]

Música[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy Type-0
Original Soundtrack
FF Type-0 Trilha sonora.jpg
Banda sonora de Takeharu Ishimoto
Lançamento 26 de outubro de 2011 (2011-10-26)
Duração Disco 1: 56min54s
Disco 2: 1h04min21s
Disco 3: 1h07min34s
Total: 3h09min2s
Gravadora(s) Square Enix
Produção Takeharu Ishimoto

A música de Type-0 foi composta por Takeharu Ishimoto, que anteriormente já havia trabalhado para a Square Enix em Before Crisis, Crisis Core e The World Ends with You. Ishimoto fez com que a música assumisse um clima mais pesado e sombrio, descrevendo os temas da trilha sonora como "guerra, vida e morte". Ele empregou bem menos elementos de rock do que em seus jogos anteriores a fim promover um sentimento de imersão. Um dos principais instrumentos utilizados foi a guitarra, que o próprio Ishimoto tocou durante as gravações.[7] [78] A equipe não queria ficar contida apesar de Type-0 ser um jogo de PlayStation Portable, dessa forma gravando uma quantidade incomum de faixas para um título spin-off de Final Fantasy. A gravação era feita ao vivo sempre que possível.[78] Os elementos orquestrais e de coral foram tocados pela Orquestra Sinfônica de Sydney e o Coral Cantillation, com a gravação e mixagem dessas faixas sendo realizada na Ópera de Sydney. A gravação das outras faixas ocorreu no estúdio de Ishimoto no Japão.[78] [79] [80] O compositor combinou os elementos orquestrais e de coral após as gravações, rearranjando os temas principais para criar maior variedade na trilha.[7] Kentaro Sato realizou arranjos para músicas orquestrais, enquanto o arranjo de outras faixas ficou a cargo de Rieko Mikoshiba.[80]

A canção tema do jogo, "Zero", foi composta e interpretada pela banda japonesa Bump of Chicken.[72] A banda já era uma fã da série Final Fantasy antes de ser contatada pela Square Enix, concordando imediatamente. Ela foi trazida depois da mudança de plataforma para o PlayStation Portable, mas ainda enquanto o jogo se chamava Agito XIII. Os membros puderam ver imagens em desenvolvimento da jogabilidade, pedaços do roteiro e ilustrações dos personagens para servirem de inspiração.[81] A banda recebeu praticamente carta branca na composição da canção, com a única guia dada sendo a sugestão de Tabata para que eles usassem a música "Is Paris Burning?", de Takeshi Kako e tema da série Centuries of Picture, como uma inspiração. Várias versões de "Zero" foram compostas a fim de serem usadas em diferentes partes do jogo.[28] [81] A pedido do líder da banda Motoo Fujiwara, a arte de Amano para o logotipo de Type-0 também foi usada para a capa da edição limitada da single.[81]

A trilha sonora original da Type-0 foi lançada em 26 de outubro de 2011 em duas versões diferentes: uma edição comum e outra limitada que poderia ser comprada separadamente ou junto com a edição de colecionador do jogo.[82] A Square Enix também vendeu um álbum promocional com cinco faixas da trilha em seu estande durante a Odaiba Expo de 2011.[83] O álbum completo permaneceu nas tabelas de mais vendidos da Oricon durante sete semanas, alcançando a 25ª posição.[84] O álbum recebeu críticas positivas de sites ocidentais especializados em músicas de jogos eletrônicos, com tanto a trilha como um todo quanto faixas individuais sendo muito elogiadas.[85] [86] "Zero" foi lançada em 19 de outubro como uma single ao invés de junto com a trilha principal, recebendo edições normal e limitada.[81] A canção permaneceu nas tabelas da Oricon durante 32 semanas, alcançando a 2ª posição.[87]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Type-0 foi lançado no Japão em 27 de outubro de 2011, recebendo edições físicas e digitais.[9] [89] O jogo tinha sido originalmente anunciado para o meio do ano, porém dificuldades não reveladas com o desenvolvimento e a interrupção da PlayStation Network forçaram um adiamento.[23] Ele então foi anunciado para 13 de outubro, porém acabou adiado em mais duas semanas. Nenhuma informação sobre o motivo foi dada além da Square Enix desejar melhorar a qualidade do produto. Foi especulado que isso ocorreu devido reclamações sobre o controle de câmera e outros elementos de jogabilidade. O lançamento da trilha sonora e da canção tema também foram adiadas.[9] Type-0 foi um dos poucos jogos para PlayStation Portable a ser lançado em dois UMDs, já que Tabata queria cortar o mínimo de conteúdo possível, o que seria impossível caso tivessem usado apenas um UMD.[24] Um demo foi lançado em agosto de 2011, contendo sete personagens jogáveis e quatro missões.[16] [90] Os dados salvos podiam ser transferidos para o jogo completo, desbloqueando figurinos e itens especiais, mantendo também os pontos de experiência.[91] Um segundo demo foi lançado em 22 de novembro, um mês após a estreia do jogo. Ele substituiu o demo original e deu aos jogadores acesso a itens e figurinos exclusivos.[92] Uma edição de colecionador do jogo foi vendida exclusivamente através da loja online oficial da Square Enix, contendo ilustrações, a edição limitada da trilha sonora, cartões e um livro com descrições dos personagens.[93] Type-0 foi posteriormente adicionado à coleção de "Ultimate Hits".[94]

Type-0 nunca recebeu uma localização oficial fora do Japão em sua forma original.[57] Durante o desenvolvimento, enquanto o jogo ainda era chamado de Agito XIII, Tabata disse que estava tentando deixá-lo atraente para jogadores norte-americanos.[95] Apesar da localização ter sido confirmada como em desenvolvimento, a versão original do jogo nunca foi lançada no ocidente.[96] Os sites norte-americanos 1UP.com e Joystiq especularam na época do lançamento que Type-0 poderia ser levado para o ocidente de forma bem sucedida através de uma conversão para PlayStation Vita.[97] [98] Tabata mais tarde comentou que a diminuição do mercado ocidental do PlayStation Portable e incertezas sobre o sucesso do PlayStation Vita foram as principais razões por Type-0 nunca ter deixado o Japão.[57]

Uma tradução não-oficial feita por fãs foi anunciada no meio de 2012. O trabalho de tradução ocorreu durante os dois anos seguintes, durante o qual a Square Enix permaneceu evasiva sobre um lançamento oficial no ocidente.[99] O conteúdo foi originalmente anunciado para um lançamento em 8 de agosto de 2014, porém acabou sendo lançado em 9 de junho. A tradução foi baixada mais de cem mil vezes durante os primeiros quatro dias de acordo com o líder do projeto.[99] [100] Ela foi retirada do ar no mês seguinte após a Square Enix ter supostamente ameaçado tomar ações legais, originalmente pensado ser uma ordem de cease and desist.[101] Declarações posteriores revelaram que a tradução foi lançada antes do que o anunciado porque o tradutor chefe do projeto queria que os fãs vissem suas realizações, com isso criando uma rixa entre ele e o resto da equipe envolvida. A Square Enix e a equipe de tradução haviam se comunicado amigavelmente antes do lançamento. O pedido formal para a retirada da tradução foi feito algumas semanas depois do lançamento, pouco antes da empresa anunciar Type-0 HD.[99]

Merchandise[editar | editar código-fonte]

Várias peças de merchandising foram criadas para Type-0. Uma Ultimania, série de livros guias, foi lançada no mesmo mês que o jogo. Ela tinha resumos da história e personagens, artes conceituais e entrevistas com os desenvolvedores.[102] Outro livro chamado Final Fantasy Type-0 World Preview também foi lançado em outubro. Ele continha biografias dos personagens, detalhes do mundo de Orience e entrevistas com os dubladores da Classe Zero.[103] Um livro de arte foi lançado no ano seguinte contendo ilustrações dos personagens e monstros do jogo, além de uma entrevista com Tabata.[104] Personagens como Ace, Machina e outros membros da Classe Zero apareceram na quarta série de lançamentos da Final Fantasy Trading Card Game.[105] Uma adaptação em mangá de Type-0, ilustrada por Takatoshi Shiozawa, começou a ser serializada na revista Young Gangan em novembro de 2011.[106] O mangá foi reunido em um volume único lançado em 21 de abril de 2012.[107] Outro mangá intitulado Final Fantasy Type-0 Side Story: Reaper of the Icy Blade, também ilustrado por Shiozowa, começou a ser serializado na Young Gangan também em abril de 2012.[108] Ele se encerrou em janeiro de 2014,[109] com um capítulo bônus publicado no mês seguinte[110] e toda coleção sendo posteriormente reunida em cinco volumes. A Yen Press começou a publicar os mangás no ocidente em julho de 2015.[111] A Square Enix também lançou duas romantizações em abril e junho de 2012, mostrando uma versão alternativa da história: Final Fantasy Type-0: Change the World -The Answer- e Final Fantasy Type-0: Change the World Volume 2 -The Penultimate Truth-, ambos escritos por Sōki Tsukishima.[112] [113]

Recepção[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Famitsu 39/40[114]
Dengeki PlayStation 91,25/100[115]
PlayStation LifeStyle 8/10[116]
RPG Site 9/10[12]


Final Fantasy Type-0 vendeu 472.253 unidades durante sua primeira semana de lançamento, chegando em primeiro lugar dos jogos mais vendidos no Japão e esgotando 79,08% de sua remessa inicial.[117] [118] Ele já havia vendido 746.203 cópias até 16 de janeiro de 2012.[119] Type-0 foi o jogo mais vendido do Japão em 2011 na loja Tsutaya, vencendo Monster Hunter Portable 3rd e Final Fantasy XIII-2. Também foi o jogo de PlayStation Portable mais vendido do ano, seguido por Monster Hunter e Dissidia 012 Final Fantasy.[120]

As publicações japonesas Famitsu e Dengeki PlayStation elogiaram sua história, com a primeira dizendo que ela "retrata vividamente o fato de que esta é uma experiência Final Fantasy profunda e intensa, algo além do que apenas uma história paralela".[114] [115] Heath Hindman do site ocidental PlayStation LifeStyle ficou impressionado pela apresentação mais sombria, chamando-a de "poderosa e bem feita", elogiando também os personagens apesar de achar algumas cenas de introdução embaraçosas.[116] Erren Van Duine, escrevendo para o RPG Site, afirmou que os fãs iriam gostar da escala da narrativa, também elogiando como o jogo lida com a mitologia da Fabula Nova Crystallis. Ela mesmo assim disse que alguns pontos do enredo pareciam ter sido incluídos apenas por conveniência, criticando que o final forçava o jogo ser jogado novamente para que toda a história fosse desbloqueada.[12]

A Famitsu chamou a jogabilidade original de uma "experiência sem pressão", elogiando o tamanho do jogo e afirmando que seu sistema de combate voltado para a ação lhe fez "uma experiência Final Fantasy bem diferente".[114] A Dengeki PlayStation similarmente elogiou seu tamanho e combate, porém a resenha achou que elementos da navegação não eram tão bons.[115] Hindman de forma geral foi bem positivo sobre a maioria dos aspectos da jogabilidade e do valor de se jogar novamente, porém encontrou falhas com a abertura do mundo e dos segmentos de estratégia em tempo real.[116] Van Duine falou que a jogabilidade encorajava a imersão e era severa com novatos; ela elogiou diversos pontos da jogabilidade, entretanto achou "complicado" o sistema de nivelamento.[12] A função multijogador foi universalmente elogiada no Japão.[114] [115] As opiniões se dividiram sobre a câmera de jogo, com a Famitsu elogiando seu movimento enquanto Van Duine e a Dengeki acharam problemas com ela ficando presa no ambiente ou impedindo a visibilidade.[12] [114] [115] A inteligência artificial também recebeu críticas.[12] [116]

Legado[editar | editar código-fonte]

Final Fantasy Type-0 afetou outros títulos da série Final Fantasy de diversas maneiras. Vários membros da equipe e dubladores que haviam trabalhado em Final Fantasy X se reencontraram durante o desenvolvimento de Type-0, com sua reunião impulsionando o começo da produção de Final Fantasy X/X-2 HD Remaster.[121] A Square Enix revelou Final Fantasy Agito em uma edição de setembro de 2013 da Famitsu Weekly, um jogo online no mesmo universo de Type-0 para celulares iOS e Android.[122] Ele foi lançado em maio de 2014, com sua localização sendo anunciada junto com a de Type-0.[123] [124] Seus servidores foram desativados em novembro de 2015, com a localização sendo cancelada como resultado.[125] [126] Final Fantasy Type-0 Online, um novo jogo online no mesmo universo, está para ser lançado em 2016.[127]

Tabata decidiu fazer uma remasterização de Type-0 para os consoles da oitava geração enquanto trabalhava em Final Fantasy XV. Final Fantasy Type-0 HD foi desenvolvido em parceria com a HexaDrive e foi originalmente anunciado durante a E3 de 2014, com seu lançamento mundial ocorrendo em março de 2015.[128] [129] O diretor afirmou em uma entrevista após o lançamento de Type-0 que ele gostaria de explorar a história distante de Orience após os eventos do jogo.[71] Foram registradas marcas para Type-1, Type-2 e Type-3 pouco depois da de Type-0, porém foi sugerido que isso era simplesmente uma medida de precaução.[130] Tabata comentou durante entrevistas em 2014 que gostaria de trabalhar em Type-1 após completar XV, posteriormente explicando que o conceito da série Type era publicar jogos Final Fantasy experimentais demais para a série principal. Ele espera continuar com a série se Type-0 HD for um sucesso comercial.[131] [132]

Referências

  1. «「FINAL FANTASY XIII-2」が2011年発売予定,「Agito」は「FINAL FANTASY 零式」と名称変更して2011年夏発売。「SQUARE ENIX 1st Production Department Premiere」をTwitterで実況». 4Gamer.net. 18 de janeiro de 2011. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  2. a b c Sahdev, Ishaan (19 de janeiro de 2011). «Who’s Working On Final Fantasy Type-0?». Siliconera. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  3. a b c d e f g h i j Gantayat, Anoop (26 de outubro de 2011). «Tabata, Nomura and Kitase Discuss Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  4. a b Gantayat, Anoop (30 de novembro de 2011). «Tetsuya Nomura Talks Final Fantasy Versus XIII Moogles». Andriasang. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  5. a b Obake, Sarah (24 de outubro de 2011). «Creator's Message - シナリオライター岡部 -». Type-0 Official Blog. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  6. a b c d Peterson, Joseph (19 de junho de 2008). «Final Fantasy Versus XIII Not Put On Hold». PlayStation Lifestyle. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  7. a b c Leo, Jon (11 de dezembro de 2011). «Sound Byte: Meet the Composer - Takeharu Ishimoto». GameSpot. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  8. a b c d Gantayat, Anoop (26 de julho de 2011). «Hajime Tabata and Yusuke Naora Discuss Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  9. a b c Hindman, Heath (28 de agosto de 2011). «Final Fantasy Type-0 Delayed, As Expected». PlayStation Lifestyle. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  10. a b c d e Parish, Jeremy (14 de setmebro de 2011). «TGS: Final Fantasy Type-0 is Dark, Ambitious, Promising». 1UP.com. Consultado em 16 de dezembro de 2015. 
  11. a b c Gantayat, Anoop (25 de outubro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Update». Andriasang. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  12. a b c d e f Van Duine, Erren (11 de agosto de 2012). «Final Fantasy Type-0 Import Review». RPG Site. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  13. a b c d e Gantayat, Anoop (24 de agosto de 2011). «Final Fantasy Type-0 Gameplay & Summon Systems». Andriasang. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  14. a b McNeice, Kiera (27 de maio de 2011). «Final Fantasy Type-0 -- New Details». IGN. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  15. a b c d Yip, Spencer (3 de outubro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Characters Level Up While You And Your PSP Sleep». Siliconera. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  16. a b Yip, Spencer (2 de agosto de 20111). «Final Fantasy Type-0 Demo Detailed». Siliconera. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  17. a b c McNeice, Kiera (24 de agosto de 2011). «Final Fantasy Type-0: Teamwork, Magic, and Gods of War». IGN. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  18. Yip, Spencer (22 de agosto de 2011). «A Magic Gun Is This Final Fantasy Type-0 Character’s Weapon Of Choice». Siliconera. Consultado em 21 de janeiro de 2016. 
  19. Gantayat, Anoop (26 de julho de 2011). «Final Fantasy Type-0's Crystarium and Magic Systems Detailed». Andriasang. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  20. a b Ward, Robert (11 de setembro de 2014). «How First-Person Shooters Influenced Final Fantasy Type-0». Siliconera. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  21. a b Gifford, Kevin (26 de janeiro de 2011). «All About The Reinvented Final Fantasy Type-0». 1UP.com. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  22. Sahdev, Ishaan (2 de outubro de 2011). «Diablos Is Another One Of Final Fantasy Type-0’s Summons». Siliconera. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  23. a b c d Gantayat, Anoop (5 de julho de 2011). «Tetsuya Nomura and Hajime Tabata on Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  24. a b Gantayat, Anoop (31 de janeiro de 2011). «Latest on Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  25. «『FF零式HD』&『FFXV』最新情報に関して気になる点を田畑Dに直撃». Famitsu. 29 de dezembro de 2014. Consultado em 23 de janeiro de 2015. 
  26. Gantayat, Anoop (20 de março de 2011). «A Few Final Fantasy Type-0 Details». Andriasang. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  27. Gantayat, Anoop (3 de agosto de 2011). «A Tour Around the World of Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 23 de janeiro de 2016. 
  28. a b c d e f g h i j ファイナルファンタジー零式 公式設定資料集 朱ノ秘史 Square Enix [S.l.] 2012. pp. 250–253. ISBN 978-4757535190. 
  29. Cquote1.png Diva: But when nine and nine meet nine, Tempus Finis shall be willed upon them. For without the Agito, their world—called Orience—must persist in its spiral Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. (2015)
  30. Cquote1.png Narrador: Six hours into the operation. Rubrum's Agito Cadet Class Zero achieved its objective and the dominion succeeded in taking back its territory Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 1: War—Three Hours that Changed the World. (2015)
  31. Cquote1.png Andoria: I hereby invoke the Fabula Pact. The tripartite peace talks shall commence. In the name of the Divine Pulse, I order you to cease fire and put down your weapons. I, Queen Andoria of Concordia, declare this battle ended Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 3: Weapons of Mass Destruction. (2015)
  32. Cquote1.png Narrador: Glacemens, 842. Andoria, Queen of Concordia, was assassinated in the Militesi capital city amidst peace talks. In regards to this tragic event, the kingdom prepared a statement for all of Orience to hear, which claimed that Rubrum's Agito Cadets were involved, and publicly condemned them. In the same month, Concordia's provincial government formed an alliance with Milites. [...] Now Milites and Concordia made preparations to simultaneously attack Rubrum as allies. Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 4: The Last Queen's Return to Oblivion. (2015)
  33. Cquote1.png Rubicus/Historical Persoane: Incognitus - Machina the l'Cie: Dreading the mere thought of losing Rem and his memories of her, Machina sought the strength to protect her, and he was willing to obtain it by whatever means necessary. Thus, he made no objections when Qun'mi chose him to be the next servant of the White Tiger Crystal. Machina foolishly believed he would be able to control the powers granted him, but even after he had returned to Rubrum, he could still sense the Will of the White Tiger Crystal, faintly present in his mind. That soft voice gradually grew to a deafening roar, commanding Machina to abstain from participating in any and all campaigns that might negatively affect the empire Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. (2015)
  34. Cquote1.png Narrador: The First Battle of Judecca waged on along the Rubrum-Concordia border. Rubrum forces maintained the advantage with valiant efforts from its cadet forces. Meanwhile, Rubrum's second force, deployed to the Militesi border, was failing to hold back the imperial forces which greatly outnumbered them Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 6: Terra Mortis — Khalia's Decision. (2015)
  35. Cquote1.png Narrador: The Militesi forces crumbled before Alexander, the Eidolon summoned by the l'Cie Caetuna, and began withdrawing troops from the border. Upon hearing the news, the Concordian forces in the east began falling back. Victory belonged to Rubrum on this day Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter6: Terra Mortis — Khalia's Decision. (2015)
  36. Cquote1.png Rem': On this day, the world changed. All of a sudden, the sky turned red, and the ocean was dyed black. Out of the cimmerian seas arose a temple like none the world had ever seen, from which the Rursus would wreak havoc on all of Orience Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 8: Verdict: Finis. (2015)
  37. Cquote1.png Eight: Hey, the war is over now, right? / King: That's right. / Eight: Well then, let's think about what comes next. / Cinque: Next? We don't have a "next"... / Trey: But we're free to think about it, Cinque. / Cinque: Yeah. Good point! Then let's think of a future...a big happy future! Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 8: Verdict: Finis. (2015)
  38. Cquote1.png Texto: After the war's end, the light gradually faded from the world's Crystals. Now bereft of their beacons of hope, the civilizations of Orience descended into an age of darkness and destruction. Yet in the midst of this chaos, a young man entreated the denizens of Orience to seek hope in the blessings of nature around them; to rebuild this broken world with their own hands and breathe life anew into the land. The people turned to him as their new beacon of hope, the leader of their new Orience. That man's name was Machina Kunagiri. And, at the age of 67, with a smile on his face and his loving wife at his side, he took one last look at the world he saved Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter 8: Verdict: Finis. (2015)
  39. a b ファイナルファンタジー零式 アルティマニア Studio Bentstuff [S.l.] 2011. pp. 790–793. ISBN 4-7575-3432-9. 
  40. Cquote1.png Tiz: Are you returning the world back into its spiral again? / Arecia: Yes. This makes it 600,104,972 times Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter of Truth: Beyond the Horizon of Six Hundred Million. (2015)
  41. Cquote1.png Diva: Caelusmens, 842 RG. The world once again fell into the spiral. / Arecia: Looks like you darlings didn't make it. And so the curtain closes on another spiral. Until the next Tempus...sleep well Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter of Darkness: The Place of Final Judgement. (2015)
  42. Cquote1.png Joker: Did you know? They took out the Judge, and then... / Tiz: They died—while facing the fear of death. It was not only them, but many souls in this world, willingly chose the path of death over that of life. I've come to deliver all of that along with the memories of the Crystals Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter of Truth: Beyond the Horizon of Six Hundred Million. (2015)
  43. Cquote1.png Arecia: You can hear my voice, can't you? Please tell me all about yourselves. Tell me about my children... [a forma de cristal de Machina e Rem se comunica com Arecia] I understand. Then you two shall go forth. [Machina e Rem retornam para a forma humana] The world will change to one where death cannot be forgotten. So please, I ask that you remember my children Cquote2.png // Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: Chapter of Truth: Beyond the Horizon of Six Hundred Million. (2015)
  44. Final Fantasy Type-0 HD. Square Enix, HexaDrive. (Square Enix). PlayStation 4, Xbox One. Nível: In Another Spiral – Créditos. (2015)
  45. «SQUARE ENIX UNVEILS THE NEXT GENERATION OF FINAL FANTASY». Square Enix. 8 de maio de 2006. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  46. «インタビュー"ファイナルファンタジーXIII». Dengeki Online. 2 de junho de 2006. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  47. a b «FINAL FANTASY Agito XIII for Mobile Phones». Square Enix. Arquivado desde o original em 5 de julho de 2007. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  48. «「UEはUIに勝る」――カプコンが考えるiPhoneゲームの味付け». ITMedia. 4 de dezembro de 2009. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  49. Buchanan, Levi (9 de maio de 2006). «E3 2006: Square Seriously Mobile». IGN. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  50. Gantayat, Anoop (31 de maio de 2006). «Gaimaga Blows Out Final Fantasy XIII». IGN. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  51. a b c Gantayat, Anoop (2 de março de 2007). «Final Fantasy Agito XIII Goes Next Gen». IGN. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  52. Tanaka, John (18 de agosto de 2008). «Final Fantasy Agito XIII Update». IGN. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  53. «An Interview with the People behind Final Fantasy XIII». QJ.net. 2 de junho de 2006. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  54. Gantayat, Anoop (17 de maio de 2006). «Famitsu with More on Fabula Nova». IGN. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  55. «ファブラ ノヴァ クリスタリス FFXIII"3人のキーマンにインタビュー». Famitsu. 19 de janeiro de 2007. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  56. «Final Fantasy Agito Producer Talks All About The Game And Its Story». Siliconera. 12 de setembro de 2013. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  57. a b c d Parish, Jeremy (17 de setembro de 2013). «TGS: Agito, Type 0, Fan Support, and the Intimacy of Portables». USGamer. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  58. «【速報】『ファイナルファンタジー アギトXIII』のPSP版発売が決定 DKΣ3713リポート». Famitsu. 2 de agosto de 2008. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  59. (22 de agosto de 2008) "Square Enix Presents: DKΣ3713 Private Party 2008 - 参加者の声 : クリスタルを守る少年たちの". Famitsu PS3 (XIII) p. 29. Enterbrain.
  60. Kamen, Matt (13 de novembro de 2014). «Final Fantasy XV is a 'bromance'. We ask its director why». Wired. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  61. Moser, Cassidee (15 de março de 2015). «Tabata: Final Fantasy Type-0 Was Almost Cancelled». IGN. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  62. ファイナルファンタジー零式 アルティマニア Studio Bentstuff [S.l.] 2011. p. 837. ISBN 4-7575-3432-9. 
  63. Gantayat, Anoop (28 de janeiro de 2011). «Kitase and Toriyama Talk FFXIII-2 and Fabula Nova Crystallis». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  64. Gantayat, Anoop (26 de janeiro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Detailed». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  65. a b Gantayat, Anoop (18 de janeiro de 2011). «Square Enix 1st Production Dept. Premier Live Blog». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  66. a b Naora, Yusuke (26 de fevereiro de 2015). «SMU Guildhall: The Visual Evolution of Final Fantasy». Twitch. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  67. Gantayat, Anoop (25 de novembro de 2010). «A Few Bits about Final Fantasy Agito XIII Via The 3rd Birthday Twitter». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  68. Gantayat, Anoop (26 de janeiro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Detailed». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  69. a b Gantayat, Anoop (31 de janeiro de 2011). «Latest on Final Fantasy Type-0». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  70. Yip, Spencer (2 de setembro de 2014). «Final Fantasy Type-0’s Story Comes From Its Director’s Love For History». Siliconera. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  71. a b c d Leo, John (1 de novembro de 2012). «Fantasy Star: Talking to Final Fantasy Scenario Director Hajime Tabata». GameSpot. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  72. a b Gantayat, Anoop (12 de agosto de 2011). «Yoshitaka Amano Artwork Featured on Final Fantasy Type-0 Soundtrack». Andriasang. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  73. Yip, Spencer (30 de abril de 2014). «On Creating Art For Final Fantasy X And Final Fantasy Type-0». Siliconera. Consultado em 25 de janeiro de 2016. 
  74. Rad, Chloi (13 de março de 2015). «Director Explains the Origin of the Name Final Fantasy Type-0"». IGN. Consultado em 28 de abril de 2016. 
  75. «「FINAL FANTASY XIII-2」「FINAL FANTASY 零式」のクリエイターがトークを披露。「『スクウェア・エニックス メンバーズ』クリエイターキャンペーン」レポート». 4Gamer.net. 10 de dezembro de 2011. Consultado em 28 de abril de 2016. 
  76. «JPGAMES.DE: Unser Interview mit Hajime Tabata». JPGames. 24 de fevereiro de 2015. Consultado em 26 de janeiro de 2016. 
  77. Romano, Sal (23 de janeiro de 2015). «Every answer from today’s Reddit AMA with the director of Final Fantasy Type-0 HD». Gematsu. Consultado em 26 de janeiro de 2016. 
  78. a b c Kotowski, Don (24 de março de 2015). «Takeharu Ishimoto Interview: Returning to Final Fantasy Type-0». Video Game Music Online. Consultado em 26 de janeiro de 2016. 
  79. «『FF零式HD』コンポーザー石元丈晴氏インタビュー 新世代機用に音楽もクオリティーアップ». Famitsu. 29 de dezembro de 2014. Consultado em 26 de janeiro de 2016. 
  80. a b Final Fantasy Type-0 Original Soundtrack Limited Edition liner notes (2011). Square Enix. SQEX-10277~80.
  81. a b c d «『FF』シリーズ&『FF零式』への熱い思いを語る、BUMP OF CHICKENロングインタビュー». Famitsu. 27 de outubro de 2011. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  82. Napolitano, Jayson (19 de outubro de 2011). «Unboxing Final Fantasy Type-0's LE soundtrack». Destructoid. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  83. Gantayat, Anoop (13 de julho de 2011). «Final Fantasy Type-0 Gets its First Soundtrack». Andriasang. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  84. «FINAL FANTASY零式 オリジナル・サウンドトラック». Oricon. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  85. Friedman, Marc. «Final Fantasy Type-0 Original Soundtrack Regular Edition». Game-OST. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  86. Napolitano, Jayson (27 de outubro de 2011). «Beginning a New and Excitingly Different Story: Final Fantasy Type-0 (Review)». Original Sound Version. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  87. «ゼロ / Bump of Chicken». Oricon. Consultado em 27 de janeiro de 2016. 
  88. a b c «FINAL FANTASY TYPE-0 Original Soundtrack». VGMdb. Consultado em 26 de janeiro de 2016. 
  89. Gantayat, Anoop (27 de outubro de 2011). «Yasumi Matsuno didn't get the memo about PSP Go's lack of UMD support». Andriasang. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  90. «Final Fantasy Type-0 demo lands for download». Quick Jump. 11 de agosto de 2011. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  91. Yin-Poole, Wesley (18 de janeiro de 2011). «Final Fantasy Agito XIII renamed Type-0». Eurogamer. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  92. Gantayat, Anoop (18 de novembro de 2011). «New Final Fantasy Type-0 Demo Coming Next Week». Andriasang. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  93. Romano, Sal (9 de setembro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Collector’s Edition unveiled». Gematsu. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  94. Yip, Spencer (28 de setembro de 2012). «Final Fantasy Type-0 & Kingdom Hearts: Birth By Sleep Final Mix Become Ultimate Hits». Siliconera. Consultado em 28 de janeiro de 2016. 
  95. «Exclusive Q&A with Director Hajima Tabata». Square Enix. 7 de abril de 2008. Arquivado desde o original em 30 de abril de 2008. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  96. Goldfarb, Andrew (30 de novembro de 2011). «Report: Final Fantasy Type-0 Headed West». IGN. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  97. «The Top PSP and PS Vita Games of 2012». 1UP.com. 17 de janeiro de 2012. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  98. Bailey, Kat (13 de junho de 2012). «Ranking Japanese RPG publishers after E3 2012». Joystiq. Engadget. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  99. a b c Schreier, Jason (21 de julho de 2014). «Final Fantasy Fan Translation Has Become A Fiasco». Kotaku. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  100. «Final Fantasy Type-0 Fan Translation Is Out Now». Siliconera. 9 de junho de 2014. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  101. Williams, Katie (18 de julho de 2014). «Square Issues Legal Threats to Fans Working on Translation of Final Fantasy Type-0». IGN. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  102. «ファイナルファンタジー零式 アルティマニア». Square Enix. Consultado em 29 de janeiro de 2019. 
  103. «ファイナルファンタジー零式 ワールドプレビュー». Square Enix. Consultado em 29 de janeiro de 2019. 
  104. «ファイナルファンタジー零式 公式設定資料集 朱ノ秘史». Square Enix e-Store. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  105. Yip, Spencer (21 de dezembro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Characters Summoned For Final Fantasy: Trading Card Game». Siliconera. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  106. Gantayat, Anoop (9 de setembro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Gets Manga Conversion». Andriasang. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  107. «ファイナルファンタジー零式». Square Enix e-Store. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  108. Sahdev, Ishaan (15 de abril de 2012). «Final Fantasy Type-0 Gets A Second Manga Series». Siliconera. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  109. «Final Fantasy Type-0 Spinoff Manga Ends in January». Anime News Network. 7 de dezembro de 2013. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  110. «Final Fantasy Type-0 Spinoff Manga Gets Bonus Chapter». Anime News Network. 9 de fevereiro de 2014. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  111. «Yen Press Licenses Horimiya, Rose Guns Days Season One, Final Fantasy Type-0 Side Story». Anime News Network. 2 de março de 2015. Consultado em 29 de janeiro de 2016. 
  112. «ファイナルファンタジー零式 Change the World-The Answer-». Square Enix. Consultado em 29 de janeiro de 2019. 
  113. «ファイナルファンタジー零式 2巻 Change the World ~最後から二番目の真実~». Square Enix. Consultado em 29 de janeiro de 2019. 
  114. a b c d e Gifford, Kevin (19 de outubro de 2011). «Japan Review Check: Final Fantasy Type-0». 1UP.com. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  115. a b c d e (27 de outubro de 2011) "Dengeki Review: ファイナルファンタジー 零式 (PSP)". Dengeki PlayStation (505) p. 221. ASCII Media Works.
  116. a b c d Hindman, Heath (2 de dezembro de 2011). «PSP Import Review – Final Fantasy Type-0». PlayStation LifeStyle. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  117. Gantayat, Anoop (3 de novembro de 2011). «Final Fantasy Type-0 Sells Nearly 500,000». Andriasang. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  118. Sahdev, Ishaan (30 de março de 2015). «Final Fantasy Type-0 HD Didn’t Do So Well In Japan». Siliconera. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  119. Gantayat, Anoop (16 de janeiro de 2012). «2011 Game Sales Chart and Sales Trends». Andriasang. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  120. Yip, Spencer (30 de dezembro de 2011). «Japanese Mega Retailer Tsutaya’s Best Selling Game Is…». Siliconera. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  121. Gifford, Kevin (27 de março de 2013). «A few questions and answers for the Final Fantasy X and X-2 HD remasters». Polygon. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  122. (10 de setembro de 2013) "『FF零式』の"六億を越える螺旋"は、ここから始まった". Famitsu Weekly (1293) p. 112–115. Enterbrain.
  123. Yip, Spencer (14 de maio de 2014). «Final Fantasy Agito Is Out Right Now». Siliconera. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  124. Shimizu, Issei (10 de junho de 2014). «FINAL FANTASY AGITO Announced». Square Enix. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  125. «サービス終了のお知らせ(11/30)». Square Enix. 30 de agosto de 2015. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  126. «FINAL FANTASY XV TGS Recap!». Square Enix. 21 de setembro de 2015. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  127. Romano, Sal (19 de setembro de 2015). «Final Fantasy Type-0 Online announced for PC and smartphones». Gematsu. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  128. Sahdev, Ishaan (19 de setembro de 2014). «The 3rd Birthday Developer, Hexadrive, Are Working On Final Fantasy Type-0 HD». Siliconera. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  129. Minamida, Sakura (10 de junho de 2014). «Final Fantasy Type-0 HD Coming to PS4». PlayStation Blog. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  130. Yip, Spencer (16 de janeiro de 2011). «Final Fantasy Type-1, Type-2, And… Type-3?». Siliconera. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  131. Seto, Dan (3 de novembro de 2014). «Paris Games Week Type-0 HD Interview with Hajime Tabata». Square Enix. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 
  132. Romano, Sal; James, Thomas (22 de setembro de 2014). «Final Fantasy XV director talks development, open world, combat, demo, and more». Gematsu. Consultado em 30 de janeiro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]