Serafina Corrêa

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Vespasiano Corrêa.
Serafina Corrêa
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Serafina Corrêa
Bandeira
Brasão de armas de Serafina Corrêa
Brasão de armas
Hino
Gentílico serafinense
Localização
Localização de Serafina Corrêa no Rio Grande do Sul
Localização de Serafina Corrêa no Rio Grande do Sul
Serafina Corrêa está localizado em: Brasil
Serafina Corrêa
Localização de Serafina Corrêa no Brasil
Mapa de Serafina Corrêa
Coordenadas 28° 42' 43" S 51° 56' 06" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Sul
Municípios limítrofes Guaporé, União da Serra, Montauri, Casca, Nova Araçá e Nova Bassano
Distância até a capital 215 km
História
Fundação 22 de julho de 1960 (62 anos)
Administração
Prefeito(a) Valdir Bianchet (MDB, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 163,287 km²
População total (IBGE/2021) 18 074 hab.
Densidade 110,7 hab./km²
Clima subtropical (Cfa)
Altitude 509 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[2]) 0,832 muito alto
PIB (IBGE/2008[3]) R$ 327 413,224 mil
PIB per capita (IBGE/2018) R$ 38 580,62
Sítio www.serafinacorrea.rs.gov.br (Prefeitura)

Serafina Corrêa[nota 1] é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Está localizado na região geográfica imediata de Nova Prata-Guaporé, no Nordeste Rio-Grandense. Está distante 220 km da capital Porto Alegre. Sua população estimada é de 18.074 pessoas (IBGE/2021).

As línguas oficiais do município são o português e a variante da língua vêneta chamada Talian.[4][5][6]

Sua economia tem por base a indústria, o comércio e a agricultura, com destaque para a produção leiteira, a suinocultura e a indústria alimentícia.

História[editar | editar código-fonte]

Entre as 22 linhas da Colônia Guaporé, encontrava-se a Linha 11, que anos mais tarde se tornou o município de Serafina Corrêa. A denominação do município é uma homenagem a Dona Serafina Corrêa, esposa do primeiro Intendente de Guaporé, Vespasiano Corrêa. Nascida em 14 de maio de 1880, na Estância dos Vieira de Castro, localidade onde hoje está a Reserva Ecológica do Taim, município de Rio Grande, Serafina era filha de Luiz de Castro e de Dona Cantídia Corrêa Vieira de Castro. Casou-se na cidade de Rio Grande com Vespasiano Rodrigues Corrêa. Após o casamento, o casal mudou-se para Porto Alegre. Vespasiano trabalhava na Secretaria de Obras Públicas como agrimensor e, mais tarde, exerceria um cargo de confiança no governo de Borges de Medeiros. Serafina e Vespasiano tiveram um único filho, Luiz Vespasiano. O marido faleceu aos 38 anos de idade, de tuberculose. Nesse momento, a família já morava em Porto Alegre, após ter vivido um curto período em Guaporé. No ano de 1915, Serafina Corrêa casou-se com o Deputado e Senador Ildefonso Simões Lopes, irmão, por parte de pai, do conhecido escritor gaúcho João Simões Lopes Neto. Com o segundo esposo, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde viveu até sua morte, em 23 de dezembro de 1945. Em 25 de julho de 1985, data do jubileu de prata do município, os restos mortais de Dona Serafina foram transladados do Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, para o mausoléu erigido em sua homenagem, na cidade que leva seu nome.

A colonização da antiga Linha Onze ou Rosário de Guaporé iniciou-se por volta de 1892 com a chegada dos primeiros imigrantes italianos, oriundos do norte da Itália e da região colonial italiana gaúcha. Esta teve como seus primeiros povoadores: José Franciosi, Orestes Assoni, Antônio Marin, João Variani, Achyles Cervieri, Anibal Fornari, Francisco Pan e as famílias Soccol, Corso e Martinelli. Esses pioneiros traziam em si um grande ideal e o desejo de fazer desta terra sua nova pátria.

A Paróquia de Nossa Senhora do Rosário da Linha XI foi criada em 10 de novembro de 1905 por Dom Cláudio José Ponce de Leão, tendo como primeiro pároco, Padre Stefano Noce, subordinada a Diocese de Porto Alegre até 1959, quando passou a constituir o território da Diocese de Passo Fundo.

Em 3 de maio de 1911, de acordo com o Ato Municipal nº 40, Lucano Conedera, Intendente de Guaporé, usou das atribuições que lhe conferiu a Lei Orgânica do município e criou o distrito de nº 5, tendo como sede o povoado Dona Fifina Corrêa, com os seguintes limites: ao norte, pelos fundos da linha Carlos Gomes (Linha 16) com a General Osório (Linha 17); ao sul, pelos fundos da linha Moreira César (Linha 9) com a Marechal Floriano (Linha 8) a leste pelo rio Carreiro e oeste pelo rio Guaporé. Porém, em 9 de junho de 1924, através do ato nº 39, o Coronel Agilberto Atílio Maia, Intendente de Guaporé, extinguiu o 5º distrito com sede no povoado Dona Fifina Corrêa, por motivos econômicos.

Devido a importância comercial e industrial que vinha se desenvolvendo no povoado Dona Fifina, em 7 de janeiro de 1925 pelo ato nº 17, criou-se novamente o distrito, desta vez de nº 8, com sede no mesmo povoado. Mas, em 17 de outubro de 1929, o Coronel Maia vem a extinguí-lo uma segunda vez pelo ato nº 63. Finalmente, na data de 7 de agosto de 1930, recriou-se o distrito de Dona Fifina Corrêa como 9º distrito de Guaporé, com sede no mesmo local. O Decreto Estadual nº 7.199, de 31 de março de 1938, elevou o distrito de Serafina Corrêa à categoria de vila.

Na década de 1950, o desejo de emancipação surgiu e formou-se uma comissão para pleitear a criação do município. A comissão emancipacionista foi composta por:

  • Pedro Soccol (Presidente);
  • Guerino Antônio Massolini (Vice-presidente);
  • Antônio Rotta (1º secretário);
  • Nelson Assoni (2º secretário);
  • José Modelski (1º tesoureiro);
  • Armando Canton (2º tesoureiro).

Foi comprovado que o distrito de Serafina Corrêa representava 48% da arrecadação de impostos do município de Guaporé, daí as dificuldades em emancipar-se. Feito o processo, como determina a legislação, foi encaminhado a Assembleia Legislativa. Aprovado pela Comissão de Constituição, foi à votação. Com a minoria, o projeto foi derrotado. Em cada votação batalhavam para coletar assinaturas de deputados, o suficiente para não ser arquivado, do contrário teriam que começar desde o início. O projeto tornou a ser derrotado, até que surge o pedido de emancipação de Nova Palma. Como a maioria da Comissão de Constituição da Assembleia Legislativa pertencia ao PDS, só se aprovaria o pedido de Nova Palma, se aprovassem o de Serafina Corrêa.

Então, em 22 de julho de 1960, pela Lei nº 3.932, criou-se o município de Serafina Corrêa, constituído pelo distrito-sede e pelos territórios de Montauri, parte do distrito de Oeste, pertencente a Guaporé, e parte do distrito de Evangelista, pertencente ao município de Casca. Segundo o Art. 3º, a Câmara seria composta de sete membros e de acordo com Art. 4º os mandatos do primeiro prefeito, vice-prefeito e vereadores extinguir-se-iam a 31 de dezembro de 1963.

Em 20 de maio de 2015, Serafina Corrêa recebeu o título de "Capital nacional do Talian".[7]

O município é constituído de dois distritos: Serafina Corrêa e Silva Jardim.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1905: Criação da paróquia.
  • 1911: É criado o distrito de Dona Fifina Corrêa, extinto em 1924.
  • 1916: Instalam-se bicos de luz à querosene; em 13 de janeiro é fundado o tiro de guerra 224, sendo presidente Pedro Zambenedetti e o instrutor o 2º Sargento Virgílio Cardoso, com tropa de 160 soldados.[8][9]
  • 1925: Recriado o distrito de Dona Fifina Corrêa, extinto em 1929.
  • 1925: Nomeado o Sr. Osvaldo Ribeiro para subintendente.[8][9]
  • 1926: Faz-se presente a agência do correio, sendo agente Vitório Rotta.[8][9]
  • 1930: Recriado o distrito de Dona Fifina Corrêa.
  • 1930: Nomeado como subintendente o Sr. Edgar Feijó.[8][9]
  • 1942: Construído o novo prédio do Grupo Escolar Carneiro de Campos (atual Pré-Escolar Castelinho do Saber); Construída a subprefeitura (atual APAE).[8][9]
  • 1960: Inauguração do Ginásio Nossa Senhora do Rosário (atual Escola Rainha D'Paz), em 28 de fevereiro.[8][9]
  • 1962: Os restos mortais do Pe. Luiz Pedrazzani são levados à Igreja Matriz, em 31 de maio.[8][9]
  • 1965: Nevasca no município de Serafina Corrêa, em 20 de agosto.[8][9]
  • 1966: Inauguração do Clube Familiar Serafinense (atual Salão Paulo VI), em 30 de outubro.[8][9]
  • 1987: Realiza-se a primeira Romaria, com o Pe. Giovanni Simonetto, em 29 de maio.[8][9]
  • 1988: Desmembra-se Montauri pela Lei Estadual n° 8.607, de 09 de maio; A Lei Estadual nº 926, de 16 setembro, cria o Distrito de Silva Jardim.[8][9]

Política[editar | editar código-fonte]

Lista de prefeitos municipais de Serafina Corrêa: [10]

Prefeito Início do mandato Fim do mandato Vice-prefeito
1 Amantino Lucindo Montanari 01/01/1961 31/12/1963 João Arroque Filho
2 Guerino Antônio Massolini 01/01/1964 31/01/1969 Nelson Assoni
3 Amantino Lucindo Montanari 01/02/1969 31/01/1973 João Arroque Filho
4 Irceu Antônio Gasparin 01/02/1973 31/01/1977 Laurindo Cadore
5 Egydio Chiarello 01/02/1977 31/01/1983 Adivo Crema
6 Sérgio Antônio Massolini 01/02/1983 31/12/1988 vago
7 Luiz Antônio Grechi Gheller 01/01/1989 31/12/1992 Álvaro Ângelo Cervieri
8 Sérgio Antônio Massolini 01/01/1993 31/12/1996 José Valdemir Braz Castro
9 Jacir Antônio Salvi 01/01/1997 31/12/2000 Valcir Segundo Reginatto
10 Valcir Segundo Reginatto 01/01/2001 31/12/2004 Ademir Antônio Presotto
11 Valcir Segundo Reginatto 01/01/2005 31/12/2008 Luiz Antônio Grechi Gheller
12 Ademir Antônio Presotto 01/01/2009 31/12/2012 Flavio José Breda
13 Ademir Antônio Presotto 01/01/2013 31/12/2016 Francisco Bernardo Mezzomo
14 Maria Amélia Arroque Gheller 01/01/2017 31/12/2020 Valdir Bianchet
15 Valdir Bianchet 01/01/2021 31/12/2024 Eduardo Zamprogna Matielo

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 28º42'42" sul e a uma longitude 51º56'06" oeste, estando a uma altitude de 509 metros. Sua população estimada em 2018 é de 17.198 habitantes. Seu bioma é a Mata Atlântica.

O município tem como principal acesso rodoviário a ERS-129. A VRS-351 faz a ligação com o município de Nova Bassano.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Seu maior curso d'água é o Rio Carreiro, afluente do Rio Taquari, que serve de limite com o município de Nova Bassano.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Atrativos turísticos do município [11]:

  • Camping Carreiro: situado no limite com Nova Bassano e banhado pelo Rio Carreiro, oferece infraestrutura para acampamento, prática de esportes e lazer.
  • Cristo Redentor: em 08 de dezembro de 1957, em local doado por Genovino Migliavacca, foi lançada a pedra fundamental do monumento a Cristo Rei, construído com doações feitas pelos homens da paróquia que realizaram as nove primeiras sextas-feiras do mês, uma festa em honra ao Sagrado Coração de Jesus. O monumento foi inaugurado em 23 de fevereiro de 1958. A altura do monumento é de 12,5 metros e a largura entre os braços é de 7,5 metros. A partir de 2003, foi introduzida a caminhada penitencial na sexta-feira santa, rezando, no caminho, a Via Sacra, encenada e animada pelas comunidades. Do monumento Cristo Redentor é possível observar uma bela paisagem do centro e arredores do município de Serafina Corrêa. O monumento do Cristo Redentor está situado no Bairro Cristo Rei, com acesso pela ERS-129.
  • Gruta Nossa Senhora de Lourdes: no final de década de 1920, houve um movimento para a construção de uma gruta, em homenagem à Nossa Senhora de Lourdes, liderado por três mulheres: Adelaide Crivelli, Angela Sabadin e Virginia Arroque. Elas percorreram a cidade para juntar fundos e procurar pessoas que se dispusessem a trabalhar de graça na construção. A inauguração aconteceu nos primeiros anos de 1930. O terreno foi doado pela família Zanini. No início da década de 70, houve uma reinauguração. No mês de fevereiro, sempre havia novenas, procissão luminosa e culminava no dia 11 do mesmo mês com uma festa solene. A Gruta Nossa Senhora de Lourdes possui diversos objetos representando as graças alcançadas, provando que a fé de seus devotos se mantém viva ao longo dos anos.
  • La Nave Degli Immigranti: a nave dos imigrantes é o monumento mais representativo da imigração italiana. Construído em 1986, chama a atenção principalmente por sua originalidade. É a expressão ímpar da coragem, da beleza e da história construída pelas pessoas que aportaram no Brasil, fazendo deste lugar sua nova pátria. É de autoria de Paulo Batista de Siqueira. Está situado em frente ao Centro Administrativo Amantino Lucindo Montanari.
  • Marco Inaugural: é um monumento constituído por um leão alado, símbolo da Região do Vêneto – antiga República de Veneza, sobre um bloco de pedra, ladeado por outros blocos. No bloco central, sobre o qual está o leão alado, está fixada a placa que é o marco inaugural da Via Gênova: dentro desse bloco há uma urna contendo mensagens que serão divulgadas nos 200 anos de imigração italiana em Serafina Corrêa. O monumento contém uma placa com os nomes das famílias pioneiras que colonizaram o município. Foi inaugurado em 30 de julho de 1994.
  • Mausoléu: erguido no ano de 1985 para abrigar os restos mortais de Dona Serafina Corrêa, transladados do Rio de Janeiro, possui uma obra em metal intitulada "Cristo Liberto", do escultor Paulo Batista de Siqueira.
  • Pórtico: localizado na Rua Ipiranga, trevo norte, o pórtico de entrada de Serafina Corrêa foi construído em 2001, sendo sua inauguração em dezembro do mesmo ano. Feito de alvenaria, projetado pelo arquiteto Rony Roberto Grechi, é inspirado na arquitetura militar, unindo traços da arquitetura colonial italiana. Possui duas torres com 10,7 metros de altura cada e 16,8 metros de largura.
  • Santuário de Nossa Senhora do Rosário: a igreja matriz teve sua pedra fundamental lançada em 3 de outubro de 1921 e a primeira missa celebrada em 14 de outubro de 1924. Nas décadas de 1950 e 1980, o templo passou por três reformas. Em 13 de fevereiro de 1983 foi consagrada por Dom Urbano Allgayer como santuário diocesano. Passou por novo processo de revitalização interna em 2019 e 2020, com o acréscimo de pinturas sacras.
  • Via Gênova: É formada por um conjunto de réplicas de prédios históricos da Itália. As réplicas foram construídas sobre o Arroio Feijão Cru que atravessa a cidade, juntamente com La Nave Degli Immigranti. Compõem a Via Gênova: Il Colosseo; La Rotonda; Castello Inferiore di Marostica; Casa di Giulietta; Casa di Romeo.
  • Via Sacra: os capiteis da Via Sacra foram concluídos no ano de 2013, sendo construídos através de parceria entre a prefeitura e a iniciativa privada. A “Via Sacra” representa a dolorosa caminhada de Jesus Cristo em direção ao calvário, carregando a cruz na qual iria ser crucificado.

Ferrovia do Trigo[editar | editar código-fonte]

O município é cortado pela Ferrovia do Trigo da Rede Ferroviária Federal, que segue em direção norte à Passo Fundo, onde se encontra com a Linha Marcelino Ramos-Santa Maria, pela qual permite-se o acesso à Santa Maria e em direção sul, segue até a cidade de Roca Sales, onde se encontra com o Tronco Principal Sul, que permite o acesso às cidades de Montenegro e Triunfo. No trecho correspondente a Serafina Corrêa, a ferrovia possui 4 túneis e 1 viaduto (Viaduto 21). A estação ferroviária foi demolida nos anos 2000, restando apenas a caixa d'água e parte da plataforma. Encontra-se atualmente concedida à Rumo Logística.[12][13]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  2. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  4. «Vereadores aprovam o talian como língua co-oficial do município.». Consultado em 21 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 21 de agosto de 2011 
  5. Placas em Talian - Serafina Correa
  6. Perímetro urbano de Serafina Correa é sinalizado na lingua talian
  7. Talian em Serafina Corrêa, breve histórico
  8. a b c d e f g h i j k COFCEWICZ, Geraldo. ZAMBENEDETTI, Dino. Serafina Corrêa: História e Estórias. D.C. Luzzatto Editora.;1988. 185 p.
  9. a b c d e f g h i j k MAESTRI, Mário. Breve História do Rio Grande do Sul: da Pré-história aos dias atuais. UPF Editora; 2010. 461 p.
  10. «Legislaturas». Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa - RS. 3 de junho de 2019. Consultado em 19 de maio de 2022 
  11. «Arquivos Pontos Turísticos». Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa - RS. Consultado em 19 de maio de 2022 
  12. «Ferrovia do Trigo: você vai querer conhecer». www.spader.eng.br. Consultado em 11 de fevereiro de 2022 
  13. Barbosa, Fidélis Dalcin (22 de outubro de 2013). História do Rio Grande do Sul. [S.l.]: Projeto Passo Fundo 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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