Angels & Demons (filme)
| Angels & Demons | |||||
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| Anjos e Demónios (PT) |
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2009 • Cor • 146 minutos min |
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| Produção | |||||
| Direção | Ron Howard | ||||
| Roteiro | Akiva Goldsman | ||||
| Criação original | Dan Brown | ||||
| Elenco original | Tom Hanks Ayelet Zurer Ewan McGregor Slim Khezri Pierfrancesco Favino |
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| Género | suspense, ficção científica, terror | ||||
| Idioma original | inglês italiano alemão suíço-alemão Francês espanhol polonês Latim |
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| Lançamento | |||||
| Orçamento | US$ 150 milhões | ||||
| Receita | US$ 485.900.330 | ||||
| Cronologia | |||||
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Página no IMDb (em inglês) |
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Angels & Demons (br: Anjos e Demônios / pt: Anjos e Demónios) é um filme americano baseado no romance homônimo (Anjos e Demônios), escrito por Dan Brown. O filme foi lançado mundialmente no dia 15 de maio de 2009, distribuído pela Sony, produzido por Brian Grazer e adaptado ao cinema por Akiva Goldsman. Ron Howard voltou a direção, Tom Hanks interpreta novamente o professor Robert Langdon, Ayelet Zurer interpreta a física italiana Vittoria Vetra e Ewan McGregor interpreta Patrick McKenna, o camerlengo do papa, que ajudará Langdon nas investigações.
A equipe de produção do filme trabalhou intensamente para conseguir lançar um teaser trailer na mesma altura do lançamento do quinto romance de Dan Brown, The lost simbol/português do Brasil O símbolo perdido. Entretanto o lançamento do livro foi adiado para setembro de 2009. Antes de THe lost simbol, foram lançados o Código da Vinci, Anjos e Demônios, Ponto de Impacto (A Conspiração em Portugal) e Fortaleza Digital.
Índice |
Sinopse[editar]
Depois de um bizarro homicídio no CERN, na Suíça, Robert Langdon é chamado para investigar um desaparecimento meticulosamente planejado de uma substância perigosa conhecida como antimatéria. Para além disso, um emblema Illuminati queimado sobre o cientista morto reaviva a hipótese dessa sociedade secreta ainda existir, lançando Langdon numa procura às respostas das questões levantadas pelos recentes acontecimentos. A história é desenrolada durante o Conclave, diante de uma Roma que acompanha de perto a eleição papal e os misteriosos assassinatos de Cardeais.
Comparações com o livro[editar]
O longa de Anjos e Demônios apresenta algumas "pequenas" diferenças em relação ao livro, embora a trama principal permaneça a mesma. A comparação estabelecida aqui não revela detalhes da trama principal. Se você ainda não leu o livro, nem viu o filme, pode continuar sem medo.
No livro, Vittoria Vetra é filha do pesquisador assassinado, que se chama Leonardo Vetra. No longa, não há essa relação de parentesco e o personagem tem outro nome, Silvano Bentivoglio.
O diretor do CERN, Maximilian Kohler, que tem função importante no livro (ele é quem convoca Robert Langdon para o caso e também tem participação no desfecho da trama), não existe no filme. Suas ações são executadas por outros personagens.
Além de Leonardo Vetra, outros personagens - como o camerlengo - também tem nomes diferentes. No livro, o camerlengo é um italiano chamado Carlo Ventresca. No filme, é um americano (ou irlandês) chamado Patrick McKenna.
Elenco[editar]
- Tom Hanks — Robert Langdon
- Ayelet Zurer — Vittoria Vetra
- Ewan McGregor — Carmelengo Patrick McKenna (Carlo Ventresca no livro)
- Stellan Skarsgård - Comandante Maximilian Richter
- Armin Mueller-Stahl - Cardial Strauss
- Pierfrancesco Favino - Inspetor Ernesto Olivetti do Corpo da Gendarmaria do Estado da Cidade do Vaticano
- Nikolaj Lie Kaas - O Assassino
- Thure Lindhardt - Lieutenant Chartrand
Boicote[editar]
O L'Osservatore Romano, jornal oficial do Vaticano, publicou um artigo, dizendo que a Igreja "não poderia aprovar" um filme tão problemático[carece de fontes]. O jornal de Turim La Stampa disse que o Vaticano iria em breve convocar um boicote contra o filme, ainda que no mesmo artigo o arcebispo Velasio De Paolis tenha advertido contra o "efeito bumerangue", que poderia chamar mais a atenção ao filme e até torná-lo mais popular.
Produtores pediram permissão a autoridades da Igreja para filmar cenas de Anjos e Demônios no Vaticano, mas os pedidos foram negados.
Membros da Igreja defenderam um boicote contra O Código da Vinci quando foi lançado em 2006, mas teve um efeito muito pequeno na popularidade do filme, baseado no best-seller de Dan Brown.