Decapitação

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A decapitação dos Santos Cosme e Damião, obra de Fra Angelico.

Decapitação é a remoção da cabeça de um ser vivo, que invariavelmente resulta em morte, na grande maioria dos seres vivos - com algumas exceções, como minhocas, baratas e planárias.

Método de execução[editar | editar código-fonte]

A decapitação é muitas vezes intencional, com o intuito de assassinar ou executar uma pessoa - através do uso de uma faca, espada, machado ou foice, sendo essa ferramenta a mais própria para essa prática, além de um executor e/ou carrasco exímio na prática. Decapitação também pode acontecer por acidente, através de uma explosão, acidente automobilístico ou industrial ou outro acidente violento.

A separação da cabeça do resto do corpo resulta invariavelmente em morte nos humanos: a rápida perda de sangue tanto da cabeça quanto do corpo causam uma queda drástica da pressão sanguínea, seguida de perda de consciência e morte cerebral em segundos.

Pena de morte[editar | editar código-fonte]

A decapitação foi largamente utilizada na Europa como pena de morte, sempre com caráter político: era reservada geralmente para líderes de rebeliões. Na atualidade ainda é utilizado na Arábia Saudita com o uso de espadas[1] .

Decapitações Famosas[editar | editar código-fonte]

Pessoas
Ana Bolena
Jorge Bolena
São Paulo
São João Batista
São Tiago
Carlos I
Luis XVI
Tomás Moro
Maria Antonieta
Daniel Pearl
Barzan Ibrahim al-Tikriti
Nick Berg
Eugene Armstrong
James Foley

Decapitações Na Arábia[editar | editar código-fonte]

É comum associar decapitações nos tempos modernos aos árabes. São existentes muitos vídeos na internet em que estão presentes extremistas islâmicos e rebeldes, isso pode se dar ao fato da tradição árabe de execução por este modo, pois como maior parte da Arábia é deserta e a forma de locomoção mais usada era e ainda é por animais, o melhor modo de comprovar a morte de alguém é mostrando sua cabeça. Porém, ainda hoje, esta tradição é costumeira em países como Síria, Tunísia, Paquistão, Líbia e Arábia Saudita onde é permitida a execução de condenados, com o uso de espadas. Os principais motivos destes atos são a intolerância religiosa, xenofobia ocidental, questões politicas como a Guerra Civil Síria e o Terrorismo.

Decapitações no Brasil[editar | editar código-fonte]

Hoje são raros casos de decapitações no Brasil, mas ainda são existentes em rebeliões prisionais, revoltas populares, linchamento e casos de Serial Killers. Como o pais lidera o número de mortes no trânsito, é nessa condição onde mais ocorre esse tipo de fato, e também nas prisões do Brasil. Isso demonstra a crueldade de facções e revoltas entre presos, bem frequentes no estado do Maranhão, onde o maior exemplo é o Complexo Penitenciário de Pedrinhas, uma das prisões mais temidas do Brasil.

Caso Mike[editar | editar código-fonte]

Entre 1945 e 1947 foi observado um frango decapitado que sobreviveu por 2 anos sem cabeça.

Referências

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