Jediísmo

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Jediísmo é um novo movimento religioso não-teísta baseado nas ideias filosóficas e espirituais dos cavaleiros Jedis de Star Wars.

Em 2001, um censo no Reino Unido revelou que 390.000 pessoas declararam sua religião como sendo "Jedi", o que a tornaria a quarta maior religião do Reino Unido, após o Cristianismo, Islamismo e Hinduísmo. Também se estima haver 70.000 professos cavaleiros Jedi na Austrália, 53.000 na Nova Zelândia e 20.000 no Canadá.[1]

Índice

[editar] Código Jedi

Baseado na meditação de Odan-Urr:

  • Não há emoção, há paz
  • Não há ignorância, há conhecimento
  • Não há paixão, há serenidade
  • Não há caos, há harmonia
  • Não há a morte, há a Força.

[editar] Interpretando o Código Jedi

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No seu nível mais básico, o Código é uma série de princípios explicando quais virtudes deve se valorizar e quais defeitos devem se evitar. Os instrutores Jedi pedem a seus estudantes que sempre mantenham em mente essas palavras.

A primeira regra a se considerar: “Não há emoção; há paz”. É claramente um contraste, distinguir as confusas considerações emocionais do pensamento claro da pacífica meditação, obviamente, uma qualidade valiosa.

Mas se a paz é baseada em simplesmente estar desatento a algum fator que poderia causar alguma reação emocional num Jedi, então isso não é paz, e sim ignorância. É por isso que o Código possui a segunda regra: “Não há ignorância, há conhecimento”.

Isso ensina ao Jedi tentar entender todas as situações – particularmente antes de agir – para evitar erros de julgamento. Mas conhecer uma coisa bem pode levar a outra complicação. Uma concentração obsessiva pode levar ao radicalismo (nublar a mente). Assim, vem a terceira regra: “Não há paixão, há serenidade”. Conhecer uma coisa objetivamente é conhecer como a Força a conhece.

Ainda sim, estudantes discutem que a única verdadeira objetividade é a não-existência – a morte. É por isso que existe a quinta regra: “Não há morte, há a Força”. A Força conhece todas as coisas objetivamente; é serena e não é balançada por emoções.

Assim, o Código Jedi ensina que antes de tomar qualquer ação, o Jedi deve considerar a vontade da Força. Se um Jedi for capaz de agir sem emoção, sabiamente e serenamente, então ele está agindo de acordo com a vontade da Força.

[editar] Filosofia do Jediísmo

Para adeptos do Jediísmo, ele não se define como uma religião e sim como um código de conduta. Jediístas compreendem que a crença na Força é natural, seguindo a lógica filosófica de que Deus é imensurável e inominável. A filosofia jediísta tem sido desenvolvida com base em teorias comparativas com relação a uma espécie muito particular de humanísmo, utilizando se de caracteristicas presentes em outras culturas como o bushido, o zen budismo e o movimento monástico europeu.

Não existe entre os atuais jediístas um consenso sobre uma organização, portanto não caracteriza se como religião e nem tem pretensões a respeito. O mais natural são teorias que colocam os cultos jediístas como células, ou pilares, buscando primeiro o desenvolvimento pessoal para depois um desenvolvimento social.

No Brasil existem algumas dessas células jediístas nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Neste caso em específico elas se distinguem das demais organizações existentes pois não baseiam se no universo de Star Wars e sim na experiência humanista de cada adepto, pautando o desenvolvimento pessoal sob uma óptica universalista porém tentando aplicar o modelo Jedi de comportamento e estudo.

Referências

  1. Jedi Knights demand Britain's fourth largest 'religion' receives recognition (em inglês). Daily Mail (16 de novembro de 2006). Página visitada em 5 de agosto de 2010.

[editar] Ligações externas

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