Língua egípcia

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Língua
Falado em: Antigo Egito
Total de falantes: Língua extinta. Evoluiu para o demótico em cerca de 600 a.C., para o copta em cerca de 200 d.C., sendo extinta por volta do século XVII. Sobrevive como língua litúrgica da Igreja Ortodoxa Copta.
Família: Afro-asiática
 Afro-asiática
  Egípcio
   
Escrita: Hieróglifos, hierático, demótico e copta (depois, ocasionalmente alfabeto árabe em traduções do governo.
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: egy
ISO 639-3: egy

O egípcio é a língua nativa extinta do Egito e um ramo da família de línguas afro-asiáticas. Há registros escritos da língua egípcia que têm sido datados em cerca de 3400 a.C,[1] tornando-a uma das mais antigas línguas registradas conhecidas. O egípcio foi falado até o final do século XVI d.C. na forma do copta. A língua nacional do Egito moderno é o árabe egípcio, que gradualmente substitutiu o copta como a língua cotidiana nos séculos após a conquista muçulmana do Egito. O copta ainda é usado como a língua litúrgica da igreja copta. Ela supostamente tem alguns falantes nativos atualmente.[2] [3]

Períodos[editar | editar código-fonte]

Especialistas agrupam a língua egípcia em seis divisões cronológicas:

Papiro Ebers detalhando tratamento da asma.

O egípcio escrito na forma de símbolos e sinais são datados até 3200 a.C. Estes antigos textos são geralmente agrupados sob o termo "egípcio arcaico".

Em 1999, a Archaeology Magazine relatou que os mais antigos hieróglifos egípcios datam de antes de 3400 a.C. os quais "...desafiam a crença geralmente mantida de que as primeiras palavras escritas, símbolos pictográficos representando um lugar específico, objeto ou quantidade, primeiro evoluíram para símbolos fonéticos mais complexos na Mesopotâmia."

O egípcio antigo foi falado por cerca de 500 anos, a partir de cerca de 2600 a.C. O egípcio médio foi falado de cerca de 2000 a.C. em diante quando o egípcio antigo surgiu; o egípcio médio, todavia, sobreviveu até os primeiros séculos depois de Cristo como uma língua escrita, similar ao uso do latim durante a Idade Média e ao árabe clássico atualmente. O egípcio demótico apareceu inicialmente em cerca de 650 a.C. e sobreviveu como língua falada até o século V d.C. O egípcio copta apareceu no século IV d.C. e sobreviveu como uma língua viva até o século XVII d.C., quando acadêmicos europeus viajaram ao Egito para aprendê-la com os falantes nativos durante o Renascimento. Ela provavelmente sobreviveu no interior do Egito como uma língua falada por vários séculos após isso. O dialeto bohairico do copta ainda é usado pelas igrejas cristãs egípcias.

As formas do egípcio antigo, médio e tardio foram todas escritas usando-se hieróglifos e hierático. O demótico foi escrito usando-se uma escrita derivada do hierático; sua aparência é vagamente similar à moderna escrita árabe e também é escrita da direita para a esquerda (embora as duas não sejam relacionadas). O copta é escrito usando-se o alfabeto copta, uma forma modificada do alfabeto grego com vários símbolos emprestados do demótico para sons que não ocorriam no grego antigo.

O árabe se tornou a língua da administração política do Egito logo após a conquista árabe no século VII, e gradualmente substituiu o copta como a língua falada pelo povo. Atualmente, o copta sobrevive como a língua litúrgica da Igreja Ortodoxa Copta e da Igreja Católica Copta.Devido ao processo de colonização do país também são falados o francês e o inglês.

Estrutura da língua[editar | editar código-fonte]

Inscrição copta do século III.

O egípcio é claramente uma típica língua afro-asiática. No coração do vocabulário egípcio está uma raiz de três consoantes (raíz semítica). Às vezes havia apenas duas, por exemplo <rʕ> /riʕa/ "sol" (onde o [ʕ] representa uma fricativa faríngea sonora), mas raízes maiores também são comuns, algumas tendo até cinco consoantes, como /sḫdḫd/ "estar de cabeça para baixo". Vogais e outras consoantes era então inseridas no esqueleto consonontal para fazer derivar diferentes significados, da mesma forma que o árabe, hebreu e outras línguas afro-asiáticas fazem atualmente. No entanto, como as vogais (e às vezes sons semivocálicos) não eram escritos em nenhuma escrita egípcia exceto o copta, pode ser difícil reconstruir a forma real das palavras; portanto, a ora ortográfica <stp> "escolher", por exemplo, poderia representar as formas verbais condicional (conforme as terminações condicionais podem ser deixadas subententidas) e imperfectiva ou até um substantivo verbal (por exemplo, "a choosing" - escolha, em inglês).

Do ponto de vista fonológico, o egípcio contrastava consoantes labiais, alveolares, palatais, velares, uvulares, faríngeas e glotais, numa distribuição bastante similar ao árabe. Ela também contrastava consoantes surdas e enfáticas, como outras línguas afro-asiáticas, embora exatamente como as consoantes enfáticas eram realizadas não é precisamente conhecido. Na transcrição, <a>, '' e <u> representam consoantes; por exemplo, o nome Tutankhamon (1341 a.C. - 1323 a.C.) era escrito em egípcio twt-ʕnḫ-ỉmn. Especialistas determinaram sons genéricos para estes valores como uma questão de conveniência, mas esta pronúncia artificial não deveria ser confundida com a pronúncia como o egípcio era na verdade pronunciado em qualquer época. Por exemplo, twt-ʕnḫ-ỉmn é geralmente pronunciado aproximadamente /tutanˈkamən/ no inglês moderno, mas na sua época era provavelmente pronunciado aproximadamente como *tVwaːt-ʕa:nix-ʔaˈmaːn, onde V é uma vogal de característica indeterminada.

A ordem das palavras básica do egípcio clássico é verbo sujeito objeto; o equivalente a "o homem abre a porta" seria uma sentença correspondente a "abre o homem a porta" (wn s ˁȝ). Ele usa o assim chamado status constructus para combinar dois ou mais substantivos para expressar o genitivo, semelhante às línguas semíticas e berberes. Os estágios iniciais do egípcio não possuiam artigos, sem palavras para "o, a" ou "um, uma"; formas posteriores usavam as palavras (pa), (ta) e (na) para este propósito. Como outras línguas afro-asiáticas, o egípcio usa dois gêneros gramaticais, masculino e feminino, similarmente ao árabe e ao tamasheq. Ela também usa três números gramaticais: as formas singular, dual e plural, embora haja uma tendência à perda do dual como uma forma produtiva no egípcio tardio.

Escrita egípcia[editar | editar código-fonte]

sẖȝ n mdw nṯr em hieroglifos é
Y4 n R8 S43 Z1
Z1
Z1

A maioria dos textos remanescentes na língua egípcia estão principalmente escritos em pedra na escrita hieroglífica. Todavia, na antiguidade, a maioria dos textos eram escritos em papiro perecível em hierático e (depois) em demótico, os quais agora estão perdidos. Havia também uma forma de escrita hieroglífica cursiva usada para documentos religiosos em papiro, tai como o Livro dos Mortos do período ramessida; esta escrita era mais simples de escrever que os hieróglifos nas inscrições em pedra, mas não era tão cursiva quanto o hierático, sendo desprovida do uso amplo de ligaduras. Adicionalmente, havia uma variedade de hierático talhado em pedra conhecido como hierático lapidário. No estágio final do desenvolvimento da língua, o alfabeto copta substituiu o antigo sistema de escrita. O nome nativo para a escrita hieroglífica egípcia é sẖȝ n mdw nṯr ou "escrita das palavras de deus". Os hieróglifos são empregados de duas maneiras nos textos egípcios: como ideogramas que representam a idéia descrita pelas figuras; e mais comumente como fonogramas denotando seu valor fonético.

Fonologia[editar | editar código-fonte]

Enquanto a fonologia consonantal da língua egípcia pode ser reconstruída, sua fonética exata é desconhecida, e há várias opiniões sobre como classificar s fonemas individuais. Uma peculiridade compartilhada com as línguas semíticas é a existência de uma "série enfática". Supôs-se no passado que a oposição binária nas pausas que podia ser reconstruída para o egípcio era de vocalização, mas agora acredita-se que esteja entre pausas surdas e enfáticas.[4]

Visto que as vogais não eram escritas originalmente, reconstruções do sistema de vogais egípcio são muito mais duvidosas, baseando-se principalmnte nas evidências do copta e de transcrições estrangeiras de nomes de lugares e pessoas.

Visto que o egípcio também foi escrito durante dois milênios, os estágios arcaico e tardio sendo separados pela mesma quantidade de tempo que separa o latim antigo do italiano moderno, deve-se supor que mudanças fonéticas significativas teriam ocorrido durante esse tempo.

A vocalização do egípcio é parcialmente conhecida, amplamente com base na reconstrução a partir do copta, no qual as vogais são escritas. Registros de palavras egípcias em outras línguas fornecem uma fonte adicional de evidência. Erros de escrita fornecem evidências de mudanças na pronúncia através do tempo. As pronúncias atuais reconstruídas por tais meios são usadas apenas por uns poucos especialistas na língua. Para todos os outros propósitos a pronúncia egiptológica é usada, a qual é, naturalmente, artificial e muitas vezes possui pouca semelhança com o que se conhece de como o egípcio era falado.

Plosivas

Egípcio antigo

  bilabiais alveolares palatais velares uvulares
  transliteração valor fonético aproximado transliteração valor fonético aproximado transliteração valor fonético aproximado transliteração valor fonético aproximado transliteração valor fonético aproximado
surdas p [p] t [t] [c] k [k] q () [q]
sonoras b [b]
enfáticas d [t'] [c'] g [k']

O g egípcio pode representar dois fonemas (g1 and g2),[5] ambas continuando o /g/ afro-asiático.

O palatal /c/ ṯ (enfático /c'/ ḏ) continua o /q/ e o /k/ afro-asiáticos (fundidos com t e d no demótico)

Copta antigo

  bilabiais alveolares palatais velares
  ortográfico valor fonético aproximado ortográfico valor fonético aproximado ortográfico valor fonético aproximado ortográfico valor fonético aproximado
surdas [p] [t] ϭ [c] [k]
sonoras [d] [g]
enfáticas [t'] ϫ [c'] [k']
Fricatives
labiais alveolares velares faríngeas glotais
f
f
s
s (ś)
S
š
X
H
h
h
z
z
x
(x)
a
ˁ
A
Egyptian 3 symbol.png (3, ȝ)

O s e o z colapsaram no Reino Médio.

ˁ deve ter sido /d/ no Reino Antigo, evoluíndo para uma faríngea no Reino Médio. è chamada de "ayin egípcia" por causa da fricativa faríngea semítica.

A natueza do vs. é discutível, possivelmente uma oposição sonora vs. surda.

3, frequentemente identificado como o "aleph egípcio" (uma oclusiva glotal), ou alternativamente um remanescente de um fonema r ou l.

i

ı͗, provavelmente um Aleph ouvido [ʔ].

i i

y (ı͗ı͗) [j]

w

w, ou [w] ou [u]

Nasais
m

m

n

n

Líquidas
r

r

l, na escrita espressada como n, r, j, nr ou 3[6] ou frequentemente como a biliteral em forma de leão rw.

O alef tradicional (3) deve também ter sido uma aproximante alveolar /ɹ/.

Pronúncia egiptológica[editar | editar código-fonte]

Como convenção, os egiptologistas fazem uso de uma "pronúncia egiptológica" na qual são dados valores fixos às consoantes e vogais são inseridas de acordo com essencialmente regras arbitrárias. Duas consoantes distintas diferentes, o alef egípcio e o ayin egípcio, são ambas frequentemente pronunciadas como [a]. O yodh é pronunciado como [i], e similarmente, w como [u]. Entre outras consoantes, [e] é então inserido. Assim, por exemplo, o rei egípcio cujo nome é mais precisamente transliterado como Rˁ-ms-sw, é transcrito como Ramesses, significando " o moldou" (lit. "nascido").

Transformação em copta[editar | editar código-fonte]

Egípcio (Médio) consoante Copta (Sahídico) consoante
3 y, i
t
t, d
k k, g
, , š š, , h,

Gramática[editar | editar código-fonte]

Como a maioria das outras línguas afro-asiáticas, o egípcio antigo e o egípcio médio tem uma ordem de palavras verbo-sujeito-objeto. Isto não se manteve verdadeiro para o egípcio tardio, o demótico e o copta.

Substantivos[editar | editar código-fonte]

Os substantivos egípcios podem ser masculinos ou femininos (indicado como em outras línguas afro-asiáticas pela adição de um -t) e singulares, plurais (-w/-wt) ou duais (-wy/-ty).

Os artigos (definidos e indefinidos) não se desenvolveram até o egípcio tardio, mas foram usados amplamente desde então.

Pronomes[editar | editar código-fonte]

O egípcio tinha três tipos diferentes de pronomes pessoais: sufixo, enclítico (chamado "dependente" pelos egiptólogos) e independentes. Também havia várias terminações verbais adicionadas ao infinitivo para formar o estativo, que são consideradas por alguns linguístas[7] como um "quarto" conjunto de pronomes pessoais. Elas tinham certa semelhança com as línguas aparentadas semíticas e berberes. Os três principais conjuntos de pronomes pessoais são os seguintes:

Sufixo Dependente Independente
1ª sing. -ı͗ wı͗ ı͗nk
2ª sing. masc. -k tw ntk
2ª sing. fem. -t tn ntt
3ª sing. masc. -f sw ntf
3ª sing. fem. -s sy nts
1ª pl. -n n ı͗nn
2ª pl. -tn tn nttn
3ªa pl. -sn sn ntsn

Havia também pronomes demonstrativos (este, aquele, estes e aqueles), masculinos, femininos, e plural comum:

Mas. Fem. Pl.
pn tn nn "este, aquele, estes, aqueles"
pf tf nF "aquele, aqueles"
pw tw nw "este, aquele, estes, aqueles" (arcaico)
p3 t3 n3 "este, aquele, estes, aqueles" (coloquial [antigo] e egípcio tardio)

Finalmente, havia pronomes interrogativos (o que?, quem?, etc.)

mı͗ "Quem? O quê?" (dependente)
ptr "Quem? O quê?" (independente)
i "O quê?" (dependente)
ı͗šst "O quê?" (independente)
zı͗ "Qual?" (independente e dependente)

Verbos[editar | editar código-fonte]

A morfologia verbal do egípcio pode ser dividida em formas finitas e não finitas.s verbos finitos transportam pessoa, tempo/aspecto lexical, modo e voz. Cada um é indicado por um conjunto de morfemas afixos ligados ao verbo - a conjugação básica é sḏm.f "ele escuta". As formas não finitas ocorrem sem um sujeito e elas são o infinitivo, os particípios e o infinitivo negativo, que Alan Gardiner chama de "complemento de negação". Há dois principais tempos|aspectos lexicais no egípcio: o passado e as formas temporariamente não registradas imperfectiva e aorista. Estas últimas são determinadas por seu contexto sintático.

Adjetivos[editar | editar código-fonte]

Os adjetivos concordam em gênero e número com seus substantivos, por exemplo: s nfr "(o) homem bom" e sf nfrt "(a) mulher boa".

Adjetivos atributivos usados em frases são colocados após o substantivo que eles estão modificando, tal como em "(o) grande deus" (nṯr ˁ3). Todavia, quando usados independentemente como um predicado numa frase adjetiva, como em "(o) deus (é) grande" (ˁ3 nṯr) (literalmente "grande (é o) deus"), os adjetivos precedem os substantivos.

Preposições[editar | editar código-fonte]

As preposições egípcias precedem os substantivos.

m "em, como, com, de, desde"
n "para"
r "para, em"
ı͗n "por"
ḥnˁ "com"
mỉ "como"
ḥr "sobre, sob"
ḥ3 "atrás, em volta de"
ẖr "abaixo"
tp "no topo de"
ḏr "desde"

Advérbios[editar | editar código-fonte]

Os advérbios são palavras como "aqui" e "onde?". No egípcio, elas são posicionadas no final de uma sentença, por exemplo: zỉ.n nṯr ỉm "o deus foi para lá", sendo ỉm ("lá") o advérbio.

ˁ3 "aqui"
ı͗m "lá"
ṯnỉ "onde"
zy-nw "quando" (lit. "que momento")
mı͗-ı͗ "como" (lit. "como o quê")
r-mı͗ "por quê" (lit. "para o quê")
nt "antes"

Fontes atuais[editar | editar código-fonte]

O interesse na língua egípcia antiga continua, e é ensinada em muitas universidades pelo mundo. Muitas fontes estão em francês, alemão, árabe e italiano além do inglês, podendo ser útil conhecer uma dessas línguas para estudar egípcio.

Para o filme Stargate, o egiptólogo Stuart Tyson Smith foi encarregado de desenvolver um idioma artifical para simular a língua de egípcios antigos vivendo sozinhos em outro planeta por milênios. Ele também criou o diálogo egípcio para o filme A Múmia. Na comédia francesa Asterix e Obelix - Missão Cleópatra, uma tentativa similar foi aparentemente feita.[8] Insultos e respostas em egípcio também são ouvidos enquanto se joga a campanha egípcia de Age of Mythology. O egípcio antigo também é usado para alguns diálogos no filme francês Immortel (ad vitam).

Enquanto a cultura egípcia é uma das influências da civilização ocidental, poucas palavras de origem egípcia nas línguas ocidentais. Até aquelas associadas ao Egito antigo foram geralmente transmitidas em formas gregas. Alguns exemplos de palavras egípcias que sobreviveram incluem ébano no português (ḥbny, via grego e depois latim), ivory ("marfim") no inglês (abw / abu, literalmente "marfim; elefante"), fênix no português (bnw, literalmente "garça", transmitida através do grego), faraó no português (pr-ˁʒ, literalmente "grande casa", transmitida através do hebraico), assim como os nomes próprios Finéas (pʒ-nḥsy, usado como um termo genérico para estrangeiros núbios) e Susana (sšn, "flor de lótus", provavelmente transmitida primeiro do egípcio para o hebraico - Shoshanah).

Referências

  1. [1]
  2. A língua deve ter sobrevivido em bolsões isolados no Alto Egito até o século XIX de acordo com When did Coptic become extinct?, de James Edward Quibell in: Zeitschrift für ägyptische Sprache und Altertumskunde, 39 (1901), p. 87).
  3. Daily Star Egypt. 23 January 2007
  4. see Egyptian Phonology, de Carsten Peust para uma análise da história do pensamento sobre o assunto. Observe que suas reconstruções de palavras não são padronizadas.
  5. Wolfgang Schenkel: Glottalisierte Verschlußlaute, glottaler Verschlußlaut und ein pharyngaler Reibelaut im Koptischen, Rückschlüsse aus den ägyptisch-koptischen Lehnwörtern und Ortsnamen im Ägyptisch-Arabischen. In: Lingua Aegyptia 10, 2002. S. 1-57 ISSN 0942-5659. S. 31 ff.
  6. outra interpretação é sugerida por Christopher Ehret: Reconstructing Proto-Afroasiatic (Proto-Afrasian): Vowels, Tone, Consonants, and Vocabulary. University of California Publications in Linguistics 126, California, Berkeley 1996. ISBN 0-520-09799-8
  7. Loprieno 1995, p. 65
  8. (Fonte em francês)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Visão geral[editar | editar código-fonte]

  • Antonio Loprieno, Ancient Egyptian: A Linguistic Introduction, Cambridge University Press, 1995. ISBN 0-521-44384-9 (hbk) ISBN 0-521-44849-2 (pbk)
  • Carsten Peust, Egyptian phonology : an introduction to the phonology of a dead language, Peust & Gutschmidt, 1999. ISBN 3-933043-02-6

Gramática[editar | editar código-fonte]

  • Allen, James P., Middle Egyptian - An Introduction to the Language and Culture of Hieroglyphs, first edition, Cambridge University Press, 1999. ISBN 0-521-65312-6 (hbk) ISBN 0-521-77483-7 (pbk)
  • Collier, Mark, and Manley, Bill, How to Read Egyptian Hieroglyphs : A Step-by-Step Guide to Teach Yourself, British Museum Press (ISBN 0-7141-1910-5) and University of California Press (ISBN 0-520-21597-4), both in 1998.
  • Gardiner, Sir Alan H., Egyptian Grammar: Being an Introduction to the Study of Hieroglyphs, Griffith Institute, Oxford, 3rd ed. 1957. ISBN 0-900416-35-1
  • Hoch, James E., Middle Egyptian Grammar, Benben Publications, Mississauga, 1997. ISBN 0-920168-12-4

Dicionários[editar | editar código-fonte]

  • Faulkner, Raymond O., A Concise Dictionary of Middle Egyptian, Griffith Institute, Oxford, 1962. ISBN 0-900416-32-7 (capa dura)
  • Lesko, Leonard H., A Dictionary of Late Egyptian, 4 Vols., B.C. Scribe Publications, Berkeley, 1982. ISBN 0-930548-03-5 (hbk), ISBN 0-930548-04-3 (pbk).
  • Shennum, David, English-Egyptian Index of Faulkner's Concise Dictionary of Middle Egyptian, Undena Publications, 1977. ISBN 0-89003-054-5

Dicionários online[editar | editar código-fonte]

Nota importante: os antigos dicionários e gramáticas de E. A. Wallis Budge são considerados obsoletos pelos egiptologistas, embora estes livros ainda estejam disponíveis para compra.

Há mais informações sobre livros disponíveis em Hieróglifos e Gramática.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]