Marco Fúrio Camilo

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Marco Fúrio Camilo (em latim: Marcus Furius Camillus; 446 a.C.365 a.C.) foi um militar e político de ascendência patrícia que viveu nos inícios da República Romana. Segundo Tito Lívio e Plutarco, Camilo celebrou quatro triunfos, foi eleito ditador em cinco ocasiões, e foi honrado à sua morte com o título de Segundo Fundador de Roma.[1]

Vida[editar | editar código-fonte]

Segundo Tito Lívio e Plutarco foi eleito censor em 403 a.C. Foi recompensado com um triunfo em quatro ocasiões e nomeado cinco vezes ditador. Foi honrado com o título de Segundo Fundador de Roma.

Quando foi acusado de ter distribuído injustamente o terreno da cidade de Veios, que capturara após um assédio de dez anos, exilou-se voluntariamente em Ardea. Dizia-se de ele ser um altivo patrício que quando fez a sua entrada triunfal em Roma recordava os tempos dos reis. Quando os Romanos foram derrotados na Batalha do Ália e os Gauleses saquearam Roma, Marco Fúrio Camilo foi restaurado como ditador e general do exército. Com o seu exército, Camilo expulsou os Gauleses da devastada Roma para depois derrotá-los a sul da cidade.

Camilo dissuadiu os romanos, desanimados pela devastação do território, de emigrar para Veios e convenceu-os para que reconstruíssem a cidade. Lutou posteriormente com sucesso contra os Équos, os Volscos e os Etruscos e depois repeliu uma nova invasão gaulesa em 367 a.C. Embora fosse de condição patrícia, Camilo viu a necessidade de fazer concessões aos plebeus e apoiou a aprovação das Leges Liciniae-Sextiae. Morreu por causa de uma praga aos 81 anos de idade (365 a.C.).

Referências

  1. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Camilo, 1.1

Bibliografia[editar | editar código-fonte]