Qui-Gon Jinn

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Qui-Gon Jinn
Personagem de Star Wars
Nascimento Desconhecido,
Falecimento 32 ABY, Naboo
Espécie Humano
Cabelo Castanho
Olhos Azuis
Actividade(s) {{{atividade}}}
Afiliações Ordem Jedi, República Galáctica
Armas Sabre de Luz Verde
Interpretado por Liam Neeson, Rodrigo Lupi
Veículos Cruzador Republicano
Projecto Cinema  · Portal Cinema

Qui-Gon Jinn (92 BBY - 32 BBY), venerável Mestre Jedi, mentor de Obi-Wan Kenobi e ex-Padawan de Conde Dooku. Qui-Gon Jinn foi acima de tudo um estudante da Força Viva.

Diferente de outros Mestres Jedi, que freqüentemente se focam na meditação da Força Unificadora, Qui-Gon Jinn viveu pelo momento, expondo a filosofia de "sinta, não pense – use seus instintos". Qui-Gon é conhecido como dissidente entre os membros da Ordem Jedi (no fim de Episódio I, Yoda diz a Obi-Wan Kenobi: "A rebeldia de Qui-Gon, eu sinto em você"). Provavelmente seu comportamento seja uma influência de seu antigo mestre, Conde Dooku. Nos filmes é mencionado por Obi-Wan o fato que Qui-Gon faria parte do Conselho se não não fosse por sua ações obstinadas, contra a opinião dos demais mestres integrantes.

Sob o comando do Supremo Chanceler Valorum, Qui-Gon e seu aprendiz Padawan Obi-Wan Kenobi viajaram até Naboo para apaziguar a disputa comercial que ameaçava o pacífico mundo. A bordo de uma nave de batalha da Federação de Comércio, os Jedi foram emboscados, mas conseguiram conduzir uma fuga à superfície de Naboo.

Nos pântanos de Naboo, Qui-Gon resgatou um Gungan, Jar Jar Binks, que assumiu uma dívida de vida com o Jedi. A natureza compassiva de Qui-Gon foi o suficiente para tomar o alien sob sua proteção. Eles então viajaram à cidade de Theed. Lá, eles libertaram a Rainha Amidala e sua comitiva das garras da Federação de Comércio, e se dirigiram para Coruscant.

Durante a viagem para a capital, danos no Royal Starship causados na fuga os forçaram à uma parada não planejada num mundo dos Anéis Exteriores: Tatooine. Lá, Qui-Gon descobriu um jovem escravo chamado Anakin Skywalker, que era forte na Força. Sentindo o potencial do garoto, Qui-Gon libertou Anakin da escravidão. Durante sua partida de Tatooine, Qui-Gon foi atacado por um guereiro negro, que ele suspeitou ser um Lord Sith.

O Mestre Jedi viajou então para Coruscant e apresentou Anakin ao Conselho Jedi. O Conselho, entretanto, sentiu que o futuro de Anakin era obscuro e incerto, e consideraram o garoto muito velho para iniciar o treinamento e perigosamente cheio de medo e raiva. Eles se recusaram permitir que Qui-Gon treinasse Anakin, mas o Mestre Jedi, todavia, manteve o garoto sob sua guarda e retornou à Naboo.

Em Naboo, Qui-Gon e Obi-Wan confrontaram o Lorde Sith Darth Maul, o atacante de Qui-Gon no deserto de Tatooine. Maul provou ser um oponente temível e mortal. Juntos, Mestre e Padawan rechaçaram os ataques do Lorde Sith, mas conforme a batalha progredia, eles se viram separados. Maul aproveitou sua vantagem e pressionando as defesas de Qui-Gon acabou por matá-lo. Então Obi-Wan (perigosamente tomado por sua ira) derrotou Maul, mas não pôde salvar seu Mestre. Em seu último suspiro, o Mestre Jedi pediu que Obi-Wan treinasse Anakin, um pedido que seu ex-Padawan aceitou.

Pouco tempo depois, o corpo do Mestre Jedi foi cremado em um funeral pranteado por muitos, incluindo Anakin, Obi-Wan, a Rainha Amidala e muitos membros do Conselho Jedi.

No Universo Expandido[editar | editar código-fonte]

Qui-Gon Jinn hesitou muito em tomar um aprendiz Padawan, dada à sua falha com seu segundo estudante. Xanatos era o filho de Crion, o homem mais próspero do planeta Telos. Ele possuía uma contagem muito alta de midi-chlorians em sua corrente sanguínea, induzindo Jinn a tomá-lo como aprendiz. Crion concordou, relutantemente, em deixar seu filho partir para o treinamento Jedi. Embora os talentos de Xanatos serem inegáveis, seu "nascimento em berço de ouro" e atitude o levou a entrar em conflito com seus companheiros estudantes. Para o teste final de Xanatos, o Mestre Jedi Yoda o enviou, junto com Qui-Gon, de volta à Telos, onde uma guerra civil era planejada. O pai de Xanatos implorou ao filho que se unisse às suas forças em uma tentativa de controlar o planeta. Xanatos concordou e Qui-Gon se viu em guerra com seu próprio estudante. Jinn foi forçado a matar Crion em batalha, e um Xanatos enfurecido lutou com seu mentor.Apesar de Qui-Gon derrotar Xanatos, ele não pôde matar seu próprio Padawan. A fuga de seu ex-aprendiz e a obsessão de anos de Qui-Gon por sua falha, o fez rejeitar seu sucesso anterior como professor e freqüentemente ele se referia a Xanatos como seu "primeiro" aprendiz.

Apesar de jurar solenemente nunca mais treinar outro Padawan, Qui-Gon, eventualmente, formou uma conexão com o adolescente Obi-Wan Kenobi em uma missão em Bandomeer. Yoda expressou sua vontade de que Obi-Wan se tornasse o terceiro aprendiz de Qui-Gon. Mais tarde, Qui-Gon foi capaz de superar sua mágoa, e tomou Kenobi como seu Padawan.O caminho percorrido por ambos não foi fácil, e seu relacionamento se deteriorou quando Obi-Wan abandonou a Ordem Jedi para ajudar a pôr um fim na guerra civil em Melida/Daan. Eventualmente, e com dificuldade, os dois se reuniram. Eles puderam crescer juntos e formar um time formidável.

A Força Viva[editar | editar código-fonte]

Um poderoso poder da Força é a habilidade de sentir o futuro. Darth Sidious parece ser o personagem mais habilidoso nessa arte, mas Yoda é também um praticante muito capaz. Qui-Gon encoraja Obi-Wan a procurar se concentrar mais no momento (a Força Viva) do que contemplar o futuro (a Força Unificadora). A Força Viva se foca mais no uso da emoção, onde a Força Unificadora (o Código Jedi) ensina uniformidade e emoções restritas.

Padawans[editar | editar código-fonte]

É sabido que Qui-Gon Jinn teve três aprendizes Padawans desde que passou nos testes e se tornou um Cavaleiro Jedi. O nome do primeiro Padawan de Qui-Gon é Serra Heto,ele foi bem sucedido em completar seu treinamento, conseguindo assim o título de Mestre Jedi, porém sua vida foi curta e gloriosa. Seu segundo Padawan foi Xanatos, que eventualmente foi seduzido pelo Lado Negro da Força, nunca completando seu treinamento Jedi. Seu terceiro Padawan foi Obi-Wan Kenobi que além de completar com sucesso seu treinamento, tornou-se eventualmente um Mestre Jedi e membro do Conselho. O último aprendiz do Mestre Jinn teria sido Anakin Skywalker se tivesse sobrevivido ao duelo contra Darth Maul.

Influência[editar | editar código-fonte]

Apesar de na época das Guerras Clônicas ele estar morto a mais de uma década, Qui-Gon não foi esquecido (principalmente por Plo Koon,com quem tinha uma amizade muito forte), particularmente por aqueles que forma próximos a ele. Conde Dooku usa as memórias de Obi-Wan sobre Qui-Gon em uma tentativa de ganhar a ajuda do jovem Jedi para “destruir os Sith”. O espírito de Qui-Gon – agora um com a Força – tenta sem sucesso se comunicar com Anakin quando este em um momento de fúria mata os Tusken Raiders responsáveis pela morte de sua mãe. Mais tarde, em uma cena no fim de A Vingança dos Sith (cena essa cortada na edição final), Yoda e Obi-Wan, em seus exílios, se tornam aprendizes de Qui-Gon para aprender o segredo de preservar suas identidades após se tornarem unos com a Força.

Habilidades[editar | editar código-fonte]

Qui-Gon Jinn é um guerreiro filosófico que possui conhecimentos de arquitetura e engenharia de diversos naves e transportes espaciais. Ele também possui uma rara atenção aos detalhes, como quando vestiu um poncho de fazendeiro de umidificação ao se misturar com os locais de Mors Espa. Um respeitável Mestre Jedi, Qui-Gon brandia seu sabre de luz com graça e elegância (aparentemente na 4ª Forma de combate em que era mestre). O mestre em instruiu Qui-Gon no combate com sabre o considerava o melhor duelista que ele havia visto nos mais de 400 anos de ensino na Ordem Jedi. Qui-Gon eventualmente descobriu o segredo da imortalidade, e partilhou esse enigma com Yoda, que por sua vez o confiou à Obi-Wan. Isto é conseguido aparentemente através de extrema compaixão, rejeição ao egoísmo e ligações pessoais ao ponto que o ser físico desvanece, mas a consciência permanece una com a Força.

O destino final de Qui-Gon é desconhecido. Apesar de ser dito que sua consciência existia em Tatooine, onde presumivelmente treinou Obi-Wan nos eventos que se seguiram aos vistos em A Vingança dos Sith, não há indicação de que seu espírito esteja presente em momento algum durante a segunda metade da saga Star Wars.

Personalidade e Aparência[editar | editar código-fonte]

O obstinado sexagenário Qui-Gon tem um olhar fixo e penetrante e feições marcantes. Um nobre Mestre Jedi, ele também possui um grande conhecimento e uma compaixão natural. Essa compaixão por todas as formas de vida o leva a salvar Jar Jar Binks de sua punição nas mãos de seus companheiros Gungans, e contribuiu muito na libertação de Anakin, onde Obi-Wan exasperadamente comentou: "Por que tenho a sensação de que pegamos outra forma de vida patética?" Ele é reconhecido por ter pontos de vista liberais sobre a Ordem Jedi, algo que seu pupilo mais reservado, Obi-Wan, não demostrava na primeira trilogia.

Qui-Gon é amigo de longa data de Plo Koon. Ele também é muito próximo à Yoda, Ki-Adi-Mundi,Plo Koon e Adi Gallia, e possui uma relação de grande respeito mútuo com Mace Windu, apesar de não terem tido muito contato. Freqüentemente discutia com os Mestres Windu e Anoon Bondara e seu amigo mais próximo (além de Obi-Wan) era Tahl. Ele ficou muito abalado quando ela caiu no Lado Negro e posteriormente foi morta.

Por sua sabedoria e seu entendimento único além de sua maestria na Força, Qui-Gon era muito estimado por seus pares; São seus pontos de vista dos políticos e da política da República em geral, e da Ordem Jedi em particular, que freqüentemente o colocavam em desacordo com o Conselho Jedi. Ele ignorou por duas vezes o convite de se unir ao Conselho Jedi: primeiro, após a morte do Mestre Tyvokka (que tinha suas próprias dúvidas quanto à presença de Qui-Gon no Conselho) que teve como sucessor o amigo íntimo de Qui-Gon, Plo Koon; e segundo, com a morte do Mestre Giett, Ki-Adi-Mundi foi escolhido por insistência do Mestre Windu a despeito das opiniões dos demais membros do Conselho.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • Nos primeiros esboços do script para “The Phantom Menace”, Qui-Gon não se unia à Obi-Wan até bem mais tarde no filme, significando que muito da ação inicial (como a tentativa de negociação a bordo da nave da Federação de Comércio) era controlada somente por Kenobi. O script final descrevia Qui-Gon com sessenta anos, bem mais velho que o ator Liam Neeson.
  • George Lucas usa a sabedoria reverenciada de Qui-Gon para introduzir muitos conceitos importantes para o universo Star Wars, incluindo midi-chlorians, a Profecia e a Força Viva.
  • Durante a produção de A Ameaça Fantasma, os sets foram construídos baseados na altura comum dos atores. Mais $150.000 foram gastos para refazê-los devido à altura de Liam Neeson.
  • Qui-Gon aparece apenas em A Ameaça Fantasma apesar de sua voz ser ouvida em O Ataque dos Clones por Yoda em sua meditação.
  • George Lucas planejou a aparição de Qui-Gon como um fantasma da Força em A Vingança dos Sith, similar à aparição de Obi-Wan em O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi, mas Neeson quebrou sua perna pouco antes de filmar suas cenas e a idéia foi arquivada. Como uma homenagem à Neeson, um dos Youglings em O Ataque dos Clones recebeu o nome de Liam.
  • Liam Neeson estava tão ansioso por estar em A Ameaça Fantasma que nem se importou em ler o script antes de assinar o contrato. Ironicamente, ele declarou não ter gostado de trabalhar no filme uma vez que a fotografia principal começou.
  • Circula há muito tempo, a ideia de que Qui-Gon, seria ninguém menos que Darth Plagueis, um velho e sábio sith, que se transformou em força pura, antes de gerar com ela um novo corpo, a ideia continua, dizendo que Qui-Gon teria fecundado a mãe de Anakin através dos midiclorianos, gerando assim um bebê diretamente da força, além disso, em vários momentos, olhares e gestos de Yoda, demonstram uma certa desconfiança do Jedi, já que Yoda e Plagueis teriam lutado no passado.

Outras hontes[editar | editar código-fonte]