The Pirate Bay

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde julho de 2010).
Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
The Pirate Bay
Logotipo do The Pirate Bay
Captura de tela

Slogan "We love free software!" "Nós amamos programas (de computador) livres!"
Requer pagamento Não
Cadastro Público / Não necessita cadastro
Gênero Índice de arquivos torrent
País de origem Suécia Flag of Sweden.svg
Idiomas Inglês
Português
Diversos
Desenvolvedor Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij e Peter Sunde
Proprietário PRQ.se
URL thepiratebay.se
Portal Tecnologias da informação

The Pirate Bay (TPB) é o auto-intitulado "O tracker BitTorrent mais resiliente da galáxia", sendo também o índice para os arquivos .torrent que rastreia. Um arquivo .torrent, em conjunto com um cliente BitTorrent, proporciona ao cliente as informações necessárias para se copiar um arquivo ou conjunto de arquivos de outras pessoas que estão copiando ou compartilhando o mesmo arquivo. Devido a capacidade do protocolo BitTorrent de gerenciar grandes arquivos, é uma escolha popular para compartilhar grandes arquivos de multimédia (muitas vezes ilegalmente na maioria dos países de onde se conectam os seus usuários), assim como CDs de distribuições Linux (compartilhadas legalmente, vale ressaltar).

The Pirate Bay foi criado pela organização anticopyright sueca Piratbyrån no começo de 2004, mas desde Outubro de 2004 se tornou uma organização independente.

Índice

[editar] TPB e as leis suecas

Devido às leis suecas, o serviço disponível no site (indexação de arquivos) não é ilegal, e por isso o The Pirate Bay enfrentou poucos problemas com a justiça durante sua história, tendo inclusive a fama de responder ironicamente aos departamentos jurídicos das empresas que os ameaçam.[1]

No dia 31 de maio de 2006, no entanto, o site sofreu o seu maior golpe. A empresa onde ficam hospedados os servidores do site (o host) foi invadido por policiais e teve os computadores ligados ao TPB apreendidos.

Protesto em Estocolmo contra a ação da polícia em 3 de junho de 2006.

Outros sites pessoais e de empresas tiveram seus dados e conteúdos apreendidos também, sem qualquer acusação formal. O fato é questionado pelo Partido Pirata da Suécia que também não aceitou a retirada do site Piratbyrån, que por sua vez não fazia distribuição de conteúdos com copyright, dedicando-se apenas a discussões sobre o assunto. Dois dias depois, o site voltou ao ar com um back-up hospedado em território holandês, mas ficou claro que a organização não pretende ter seu site em apenas um local, uma vez que isso seria uma péssima estratégia, como afirmaram os seus colaboradores. No dia seguinte, o site da polícia sueca ficou fora do ar devido ao grande número de acessos em pouco tempo [2].

No dia 3 de Junho, o site do governo sueco ficou fora do ar às 23h40min e durante um longo período ninguém conseguiu acedê-lo.[3]. Ambos os ataques são reconhecidos como DDoS e não têm origem confirmada, mas a ligação com o site pirata e usuários do mesmo é muito provável.

Protestos contra a ação da polícia ocorreram no dia 3 de Junho em Gotemburgo e Estocolmo, organizados pelo Piratbyrån e o "Partido Pirata" em cooperação com outros partidos. Não houve nenhum incidente violento, todas as precauções e consultas legais foram tomadas para a manifestação. Aproximadamente 600 pessoas compareceram no protesto em Estocolmo, e cerca de 300 em Gotemburgo.

[editar] Condenação

Em 17 de abril de 2009, os fundadores do site sueco, Frederik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Carl Lundstrom, Peter Sunde e um Brasileiro não identificado, foram considerados culpados da acusação de violar leis de direitos autorais, e condenados pela justiça sueca a um ano de prisão e a pagar o equivalente a R$8 milhões (US$ 3,55 milhões) a algumas das maiores empresas de entretenimento do mundo, como a Sony e a Warner.[4] Esta não é a última instância e seus advogados afirmaram que irão recorrer. Em 22 de outubro de 2009, os responsáveis pelo site foram obrigados a remover torrents protegidos por direitos autorais no prazo de três meses e bloquear buscador para holandeses.[5].

Referências

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons
Ferramentas pessoais
Espaços nominais
Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas