The Reign of the Superman

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The Reign of the Superman
The Reign of the Superman" no fanzine Science Fiction: The Advance Guard of Future Civilization #3 (Junho de 1933). O Superman desta história é um vilão, com bastante semelhança a Lex Luthor, criado anos depois por Siegel e Shuster
Participantes Jerry Siegel (roteirista)
Joe Shuster (ilustrador)
Localização  Estados Unidos
Data 1932 — 1933
Eventos relacionados Criação de Superman
Sucessão Action Comics #1

The Reign of the Superman (janeiro de 1933) foi conto escrito por Jerry Siegel e ilustrado pelo canadense Joe Shuster, a mesma dupla que criou o Superman publicado no fanzine Science Fiction: The Advance Guard of Future Civilization. Essa primeira história fez a primeira aparição de um personagem nomeado Superman.[1]

Antecedentes e contexto[editar | editar código-fonte]

Numa extensa entrevista concedida em 1983 à editora Fantagraphics Books para o segundo número da revista Nemo, Siegel e Shuster detalharam os eventos que os levaram a se tornarem amigos, mas foram incapazes de precisar o ano em que isso teria ocorrido, embora acreditassem que tinham cerca de 16 anos à época. Shuster estudara no Alexander Hamilton Junior High School, e integrou a equipe do jornal escolar, onde trabalhou ao lado de um primo de Siegel. Pouco depois, numa conversa sobre histórias em quadrinhos, o primo de Siegel mencionaria a ele que conhecia um rapaz que desenhava muito bem, e que ele iria se mudar para outro bairro. Siegel aceitaria a sugestão de conhecer Shuster, e aí começou a amizade dos dois, que estudariam juntos no Glenville High School e trabalhariam no jornal escola dali, o Glenville Torch.[2] Em 1998, em seu livro Superman: The Complete History, o historiador Les Daniels colocaria esses eventos ocorrendo em 1931. Tanto Siegel quanto Shuster eram fãs de ficção científica e Daniels descreveria o relacionamento dos dois como "uma amizade forjada pelo interesse comum nas primeiras revistas a publicar regularmente histórias do gênero, incluindo a 'Amazing Stories' e a 'Weird Tales' "[nota 1] [3]

Quando Hugo Gernsback publicou a primeira revista de ficção científica, Amazing Stories em 1926, permitiu que a sessão de cartas divulgasse endereços de leitores, que passaram a trocar correspondências.[4] Siegel trocava correspondências com outros fãs de ficção científica, como Julius Schwartz e Mort Weisinger[5] e criaria em 1929, aos 14 anos, um dos candidatos a primeiro fanzine de ficção científica dos Estados Unidos, Cosmic Stories, um publicação produzida de forma amadora pelo próprio Siegel usando uma máquina de escrever e um hectográfo. Como os demais fanzines, a revista era distribuída através dos correios, para outros fãs de ficção científica, numa época em que essas histórias ainda eram considerados um gênero inferior e marginalizado da literatura.[2]

Não havia muita profissionalização ou estudo do que estava acontecendo à época - o termo fanzine, cunhado para designar essas publicações amadoras, só surgiria em outubro de 1940, assim denominado por Russ Chauvene. Em 1930, a Science Correspondence Club, produziria The Comet em Chicago. O fanzine era editado por Raymond A. Palmer e Walter Dennis[6] e era um dos vários fanzines que surgiriam nos anos seguintes. Siegel era assinante de várias dessas publicações, e em 1932, surgiria a Science Fiction Digest, editada por Weisinger e Schwartz. Os fãs, ora atuando como compradores, ora como criadores de fanzines, estabeleciam uma ampla rede de contatos entre si através da troca de correspondências. Siegel escrevia à Schwartz falando sobre o quanto gostava dos contos publicados em Digest. O material facilmente disponibilizado para aqueles por dentro do meio da ficção científica, mas escondidos do público em geral. Siegel, em 1932, já estava produzindo diferentes contos de ficção científica, mas estes eram rejeitados pelas publicações profissionais, por isso, ele resolveria seguir o exemplo dos colegas e criar um fanzine[5] e assim surgiria Science Fiction, produzida pelo próprio Siegel e por Joe Shuster.[7]

1932-1933: Concepção e publicação independente[editar | editar código-fonte]

A revista americana Amazing Stories teve um papel crucial na popularização da ficção científica e ajudou a formar a literatura pulp, bem como o conceito de fandom. Os leitores trocavam correspondências, e isso contribuiria para a criação dos fanzines, incluindo Science Fiction, criado por Jerry Siegel e Joe Shuster em 1931.

Com o subtítulo The Advance Guard of Future Civilization, a revista amadora Science Fiction trazia em seu interior várias histórias produzidas por Siegel, sempre acompanhadas por ilustrações de Shuster.[4] [7] Além das histórias, Siegel incluía também resenhas de outros fanzines e de livros de ficção científica.[8] O roteirista era fã do material de H.G. Wells e já produzia ao lado de Shuster algumas propostas para tiras de jornal que se enquadrassem no gênero de "ficção científica", como Interplanetary Police, sobre o departamento de polícia do futuro[9] e Queeriosities, com quadros que ocupavam uma página inteira mostrando vislumbres do futuro. Esa última foi incluída em Science Fiction. Schwartz se tornaria um dos assinantes do fanzine e, eventualmente, também um dos colaboradores. Weisinger e Forrest Ackerman também produziriam material para o fanzine de Siegel.[10]

O historiador Sam Moskowitz, em Explorers of the Infinite, conduziria uma entrevista com o escritor de ficção científica Philip Wylie, e segundo este, o seu trabalho no livro Gladiator teria sido uma influência determinante para Siegel e Shuster. O livro de Wylie, à época do seu lançamento, foi disponibilizado numa tiragem limitada de dois mil exemplares, e a suposta "inspiração" é considerada controversa. Siegel negava ter lido o trabalho de Moskowitz, mas na segunda edição do fanzine, teria incluído uma resenha de sua própria autoria acerca do livro.[8]

Segundo Gerard Jones, Wylie teria ameaçado processar os autores por plágio em 1940.[4] Não, há entretanto, registros de nenhuma disputa judicial. A afirmação feita por Jones de que Siegel teria produzido uma resenha acerca de Gladiator, entretanto, carece de provas substanciais. Não há exemplares dessa revista em específico, e o próprio Jones admitiria, ao seu consultado pelo jornalista Erik German da revista Esquire, que não conferira a fonte primária, mas sim teria se baseado em relatos de pessoas que teriam lido o fanzine e afirmavam que ali haveria essa suposta resenha. Independente da existência dessa resenha, impossível de ser verificada pelo desaparecimento do material original, Jones afirmou à reportagem que acredita haver um "consenso" entre estudiosos de que Siegel deve ter lido o trabalho de Wylie e se inspirado[nota 2] ainda que os personagens tenham caractéristicas bastante diferentes e as histórias apresentem temáticas opostas.[11]

As evidências para a tese sustentada por Wylie são consideradas "incertas", mas a influência da história é considerada "admissível".[12] Os dois trabalhos possuem significativas diferenças: Wylie propõe um "super-homem" que assume integralmente sua superioridade e, apesar de acumular conquistas sexuais, é rejeitado pela população, enquanto Siegel e Shuster estabeleceriam, na terceira e definitiva versão de Superman, um herói que mantém uma identidade secreta, é aceito pela população e se apaixona por uma colega de trabalho.[11]

No início de 1933 seria publicada a terceira edição de Science Fiction, e fazendo parte do conteúdo dessa edição, uma história curta, intitulada The Reign of the Superman.[7] Escrita por de Siegel, a trama tinha como cenário os Estados Unidos durante a Grande Depressão, e apresentava a primeira versão de "Superman": um indigente chamado "Bill Dunn", que enquanto aguardava na fila de uma ação social era abordado por um cientista, o professor "Ernest Smalley", que o convence a participar como cobaia de um experimento em troca de comida e roupas. Smalley havia encontrado um meteoro, extraído da rocha substâncias químicas que não correspondiam à nada encontrado na tabela periódica, e pretendia aplicar essas substâncias estranhas em Dunn. O teste químico acaba por conceder poderes telepáticos à cobaia, que escapa e o que inicialmente se revela como telepatia começa a progredir cada vez mais, ao ponto de Dunn se tornar capaz e dominar mentalmente outras pessoas. Decidido a enriquecer, Dunn usa seus poderes inicialmente para "assaltar" outras pessoas, fazendo com que elas entreguem suas bolsas e carteiras para ele. Com o tempo, começa a fazer apostas, sempre garantindo a própria vitória, e a manipular o mercado de ações, obtendo grandes lucros. Quando Smalley observa o sucesso de sua cobaia, tenta aplicar o mesmo teste químico em si, mas é assassinado por Dunn, que não quer rivais. Megalomaníaco, Dunn decide intervir numa conferência, controlando os políticos e estadistas ali presentes de forma a criar uma guerra mundial, um cenário que lhe permitiria surgir como um novo governante e dominar o planeta. O plano, entretanto, não chega à sua conclusão porque os efeitos do teste químico eventualmente se dissipam, e Dunn volta a ser uma pessoa comum.[13]

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Temas e influências[editar | editar código-fonte]

O conceito do "Übermensch", conforme estabelecido por Nietzsche em seu livro Assim Falou Zaratustra, é comumente apontado como uma das influências de Siegel em The Reign of the Superman, entretanto, o autor mencionaria o bíblico Sansão e os autores Winsor McCay e H.G. Wells como suas influências ao ser questionado em 1983.

Anteriormente, o personagem Doc Savage, também conhecido como "o homem de bronze", já chegara a ser descrito durante uma história como sendo "super", mas esta não era uma alcunha que ele adotava, ao contrário de Dunn, que na história atendia pelo nome de "super-homem".[7]

The Reign of the Superman marca a primeira vez que uma publicação trazia um personagem com nome "Superman". Alguns dos elementos que posteriormente seriam associados à mitologia do personagem já se faziam presentes: o vilão era careca, como Lex Luthor seria; uma rocha alienígena com propriedades extraordinárias alterava a fisiologia das pessoas, como a kryptonita faria; e o papel do herói era desempenhado por um repórter, o personagem "Forrest Ackerman", que aparecia brevemente na história para confrontar um cada vez mais poderoso Dunn. Ackerman era um repórter aparentemente pacato, mas que não era tão indefeso quanto parecia - características que seriam posteriormente associadas a Clark Kent - e seu nome era uma homenagem ao autor de mesmo nome, na época, ainda um fã de histórias de ficção científica como Siegel.[13]

Em 1983, Siegel declararia que a história havia sido integralmente escrita em 1932, e tinha como objetivo brincar com a temática dos homens considerados "super", como Sansão ou Hércules, colocando esse tipo de personagem como um vilão, diferentemente dos "super-homens" até então estabelecidos.[10]

Little Nemo, de Winsor McCay, e o trabalho de H.G. Wells foram apontados por Siegel como influências diretas para os seus primeiros trabalhos, incluindo Reign of the Superman.[9] Vários relatos, entretanto, colocam Friedrich Nietzsche como uma inspiração adicional para a história curta. Nietzsche havia concebido o termo "Übermensch" para se referir a um conceito detalhado em seu livro Assim Falou Zaratustra, e uma possível tradução para o inglês do termo alemão é "Superman".[14] [15] [16] A personagem Jane Porter já havia chamado Tarzan de "super-homem" em Tarzan of the Apes, publicado em 1912. Edgar Rice Burroughs é citado como uma influência posterior de Siegel, e seus personagens - não apenas Tarzan, mas também John Carter, capaz de pular grandes distâncias por causa da gravidade diferente em Marte, são dois personagens que influenciaram as versões posteriores e heroicas de Superman.[17] [18] [19]

A influência pode ser encontrada ainda no Ensino Médio, quando Siegel em 1931, criou Goober the Mighty, um paródia de de Tarzan para o jornal The Torch do Glenville High School.[4]

1933-1938: Reformulação do personagem "Superman"[editar | editar código-fonte]

Tarzan em Tarzan of the Apes (versão de 1912)
Tarzan em Tarzan of the Apes (versão de 1912)
John Carter (versão de 1940)
John Carter (versão de 1940)
O trabalho de Edgar Rice Burroughs foi a principal influência de Siegel na reformulação do personagem "Superman", que deixaria de ser o vilão da versão original e em 1938 se tornaria o primeiro super-herói das histórias em quadrinhos. A segunda versão do personagem, The Superman, já tinha essa influência.

A partir de 1933, o personagem passaria por uma série de reformulações nas mãos dos dois autores, que passariam a oferecê-lo a diversas empresas, sempre com resultados negativos[20] Siegel reescreveria a personagem como um herói, mantendo pouca ou nenhuma semelhança com o vilão de mesmo nome, e começou a procurar uma editora que o publicasse. Paralelamente, trabalhava em outros conceitos e personagens ao lado de Shuster, com o objetivo de produzir não mais contos, mas uma tira de jornal. O primeiro desses projetos foi a série Interplanetary Police, que chegara a ser elogiada por editoras, mas não era contratada. Uma crítica comum ao trabalho dos dois era de que seus conceitos não eram sensacionais o suficiente para chamar a atenção do público - e era justamente isso que eles pretendiam fazer com a segunda versão de Superman.[21]

Revisionismo e homenagens[editar | editar código-fonte]

Com a publicação, na 123ª edição da revista The Flash, da história "Flash of Two Worlds", surgiria o conceito do "Multiverso DC", uma representação ficcional da interpretação da mecânica quântica que propõe a existência de universo paralelos. A partir da história, ficaria estabelecido que os personagens surgidos durante o período denominado "Era de Ouro dos Quadrinhos" (entre 1938 e 1955), bem como as histórias por eles protagonizadas, pertenceriam a um universo paralelo denominado Terra 2, distinto daquele em que ocorriam as histórias publicadas pela editora durante a década de 1960.[22] Como as histórias de Superman vinham sendo publicadas ininterruptamente, era preciso esclarecer quais históriam pertenceriam ao cânone estabelecido, e em 1969 ficou decidido que o personagem surgido em Action Comics #1 era Kal-L, o Superman da Terra 2 e somente as histórias publicadas durante a década de 1960 poderiam ser consideradas como protagonizadas pelo "Superman da Terra 1".[23]

Em 1997, a DC Comics publicaria a série Tangent Comics, onde era estabelecido um outro universo paralelo, listada posteriormente como sendo a "Terra 9". Nessa terra, "Superman" apresentaria algumas das características de Bill Dunn.

[24] [25]

Notas

  1. Traduzido de "Their friendship was forged out of a shared enthusiasm for the first magazines to publish the genre regularly, incluindo Amazing Stories and Weird Tales".[3]
  2. Para mais detalhes, ver JONES, Men of Tomorrow: Geeks, Gangsters, and the Birth of the Comic Book. New York: Basic Books, 2004 (ISBN 0465036562), p.80; e MOSKOWITZ, Explorers of the Infinite: Shapers of Science Fiction, Cleveland, Ohio: The World Publishing Co., 1963 (ISBN 0-88355-130-6), pp.278–295

Referências

  1. Afinal, quem é dono do Superman? (em português) Universo HQ (17/08/09). Visitado em 25/04/2010.
  2. a b Tom Andrae, Geoffry Blum e Gary Coddington. (Agosto de 1983). "Of Supermen And Kids With Dreams". Nemo: The Classic Comics Library (2): 1. Estados Unidos: Fantagraphics Books. (Arquivo do site americano "Superman Through the Ages")
  3. a b Daniels (1998), p. 11.
  4. a b c d Gerard Jones. Homens do Amanhã - geeks, gângsteres e o nascimento dos gibis. [S.l.]: Conrad Editora, 2006. 85-7616-160-5
  5. a b Daniels (1998), p. 12.
  6. Henrique Magalhães. In: Marca da Fantasia. O rebuliço apaixonante dos fanzines - 3a. edição. [S.l.: s.n.], 2013. ISBN 978-85-7999-077-9
  7. a b c d Daniels (1998), p. 13.
  8. a b Alex Buchet (5 de novembro de 2013). Prehistory of the Superhero (Part Seven): Reign of the Superman (em inglês) The Hooded Utilitarian. Visitado em 10 de maio de 2015.
  9. a b Tom Andrae, Geoffry Blum e Gary Coddington. (Agosto de 1983). "Of Supermen And Kids With Dreams". Nemo: The Classic Comics Library (2): 2. Fantagraphics Books. (Arquivo do site americano "Superman Through the Ages")
  10. a b Tom Andrae, Geoffry Blum e Gary Coddington. (Agosto de 1983). "Of Supermen And Kids With Dreams". Nemo: The Classic Comics Library (2): 3. Fantagraphics Books. (Arquivo do site americano "Superman Through the Ages")
  11. a b Erik German (21 de junho de 2013). The Real Original Superman (em inglês) Esquire. Visitado em 12 de maio de 2015.
  12. Gregory Reece (31 de julho de 2014). Secret Origin of the Superhero: On Philip Wylie’s “Gladiator” (em inglês) PopMatters. Visitado em 12 de maio de 2015.
  13. a b Daniels (1998), p. 14-15.
  14. Blair Kramer. Superman (em inglês) The Jewish Virtual Library. Visitado em 9 de maio de 2015.
  15. The Reign of the Superman (em inglês). Visitado em 9 de maio de 2015.
  16. William Safire (22 de junho de 2003). The Way We Live Now: 6-22-03: On Language; Hyperpower (em inglês) The New York Times. Visitado em 9 de maio de 2015.
  17. Peter Sanderson (16 de maio de 2006). Comics in Context #133: Swinging Down Broadway (em inglês) IGN. Visitado em 9 de maio de 2015.
  18. Tom Andrae, Geoffry Blum e Gary Coddington. (Agosto de 1983). "Of Supermen And Kids With Dreams". Nemo: The Classic Comics Library (2): 4. Fantagraphics Books. (Arquivo do site americano "Superman Through the Ages")
  19. Leonardo Vicente Di Sessa (27/05/2010). Review - Uma Princesa de Marte HQManiacs.
  20. Manoel de Souza; Antônio Santos. (Agosto de 2006). "Super Dossiê". Revista Mundo dos Super-Heróis (1): 20-24. 97711676609101 ISSN 16766091.
  21. Daniels (1998), p. 15.
  22. André Morelli. (Setembro/Outubro de 2010). "Dossiê 75 Anos de DC Comics. Anos 1960: Heróis em alta". Revista Mundo dos Super-Heróis (23): 24-27. ISSN 9771980523001.
  23. Claudio Murena e Antonio Santos. (Setembro/Outubro de 2009). "Dossiê Superman. Anos 1960: Mito em ascensão". Revista Mundo dos Super-Heróis (18): 30-31. ISSN 9771980523001.
  24. http://hqmaniacs.com/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=13912
  25. http://www.universohq.com/reviews/tangent-comics-the-atom-1/

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Daniels, Les. Superman: The Complete History. 1 ed. [S.l.]: Titan Books, 1998. ISBN 1-85286-988-7
  • Fine, Herbert S (agosto 1983). "The Reign of the Superman" (em inglês). Nemo, the Classic Comics Library (2) p. 20–28. ISSN 07469438.
  • Overstreet, Robert M. The Official Overstreet Comic Book Price Guide. 18 ed. [S.l.]: House of Collectibles, 1988.
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