História de Action Comics

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A História de Action Comics, uma revista em quadrinhos americana, teve início em 1938 e desde então confunde-se com a história de seu principal protagonista, o super-herói Superman. Lançada originalmente em abril de 1938[1] — sendo posterior à Adventure Comics (dezembro de 1935) e à Detective Comics (março de 1937), que, apesar da menor quantidade de edições, é a mais longeva revista publicada continuadamente, pelo período em que já vem sendo lançada ininterruptamente[2] — é considerada uma das mais importantes e emblemáticas revistas em quadrinhos existentes, e é atualmente comercializada em edições lançadas mensalmente e simultaneamente de forma digital e impressa. Apesar das alterações em suas periodicidade e formato, inclusive com a suspensão de sua publicação em mais de uma oportunidade, já teve mais de 900 edições lançadas, o que a torna, em quantidade de edições, a maior série de seu gênero na história dos Estados Unidos.[3] [4]

Dentre as histórias publicadas desde seu surgimento destacam-se, além do trabalho original de Jerry Siegel e Joe Shuster nas décadas de 1930 e 1940, responsável por estabelecer Superman como um personagem popular nos Estados Unidos e no mundo, as histórias Luthor Unleashed e Rebirth!, publicadas em Action Comics #544 (1983), uma edição comemorativa que celebrou o 45° aniversário da publicação, e responsáveis por reformular, respectivamente, os vilões Lex Luthor e Brainiac, e estabelecer algumas características que os acompanhariam a partir dali, Whatever Happened to the Man of Tomorrow?, escrita pelo britânico Alan Moore e considerada uma das melhores e mais importantes histórias de Superman, cuja conclusão foi publicada em Action Comics # 583 (1986) e What's so Funny about Truth, Justice & the American Way?, escrita por Joe Kelly, publicada em Action Comics #775 (2001) e considerada pela Revista Wizard como uma das mais bem escritas da década de 2000. Mais recentemente, escritores como o americano Geoff Johns e os britânicos Paul Cornell e Grant Morrison estiveram envolvidos de forma significativa na produção da revista.

Antecedentes e contexto[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 1935, a então "National Allied Publications" lançou sua segunda série mensal, sob o título New Comics. Tal qual a revista em formato tablóide New Fun, publicada pela editora desde fevereiro daquele ano, a revista se dedicava à publicação de histórias cômicas e de aventura. Em sua décima-segunda edição, publicada em janeiro de 1937, o título foi alterado para New Adventure Comics e assim seguiria até novembro de 1938, quando seu título foi novamente alterado para Adventure Comics, o qual manteria por todo o restante de sua publicação.[5]

Nesse ínterim, Malcolm Wheeler-Nicholson, proprietário da National, visando quitar um débito com Harry Donenfeld, um dos donos da distribuidora de revistas Independent News, tornou-se sócio de Jack Liebowitz, contador de Donenfeld, formando a empresa "Detective Comics". A fusão com Liebowitz possibilitou o lançamento, em março de 1937, de uma terceira revista, intitulada Detective Comics e a continuidade de dois títulos publicados até então pela National. No início do ano seguinte, Donenfeld assumiu o controle da editora e foi sob a sua gestão que fora lançado aquela que se tornaria a mais emblemática série da editora — Action Comics, responsável por lançar em sua primeira edição o personagem Superman.[5]

Histórico de produção[editar | editar código-fonte]

Veja também: História do Superman
Jerry Siegel, um dos criadores de Superman.
Foto:Alan Light/1976

Jerry Siegel e Joe Shuster viram sua criação, Superman, ser lançada em Action Comics #1 em abril de 1938 — a capa não aponta a data de lançamento, mas de recolhimento da edição: junho de 1938 — após por anos tentar, sem sucesso, encontrar uma editora para seu personagem, originalmente concebido para ser publicado como uma tira de jornal. Superman foi originalmente um louco careca criado por Siegel e Shuster, que usou suas habilidades telepáticas para destruir a humanidade. Esta versão apareceu em um fanzine americano intitulado "Science Fiction"[1] na história The Reign of the Super-Man. Siegel, em seguida, comentou:

Cquote1.svg E se o Superman fosse uma força para o bem ao invés de para o mal? Cquote2.svg

No ano seguinte o personagem passaria por uma série de reformulações nas mãos dos dois autores, que passariam a oferecê-lo à diversas empresas, sempre com resultados negativos[6] , até que em 1938 a "National Periodical Publications" — com quem os dois já haviam trabalhado anteriormente, tendo sido os responsáveis por uma das história publicadas na primeira edição de Detective Comics, criando o detetive Slam Bradley — os convidou para contribuir com um novo personagem para a mais recente publicação da National. Mostraram Superman para apreciação, e uma vez aprovado, passaram a recortar e colar as tiras de jornal da amostra que tinha preparado no formato de páginas de uma revista em quadrinho.[5] [7]

A escolha de Superman como o personagem que figuraria na capa, em meio aos vários personagens que também apareceriam no interior daquela primeira edição, seria posteriormente citada por Liebowitz como "quase acidental", em razão do escasso prazo de fechamento da revista, mas se mostraria acertada: toda a tiragem seria vendida rapidamente[2] e, a partir de sua quarta edição, Action já começaria a apresentar um significativo aumento em suas vendas, em comparação com os demais títulos da National: entre 1938 e 1939, já possuía uma tiragem de mais de 500 mil exemplares[8] — mais que o dobro da tiragem inicial da primeira edição, de 200 mil exemplares.[9]

Décadas de 1940 e 1950: De antologia para publicação de Superman[editar | editar código-fonte]

A icônica[10] capa de Action Comics #252, com a primeira aparição da Supergirl. O surgimento da personagem, em 1959, seria citado como determinante para que Action Comics deixasse de ser uma antologia e se focasse nas histórias de Superman.

Originalmente, Action Comics era uma antologia com uma série de outras histórias, além daquelas protagonizadas por Superman. Zatara, o mágico, era um dos outros personagens que tiveram suas próprias histórias publicadas nas primeiras edições[11]Zatanna, uma heroína introduzida na década de 1960, é filha de Zatara[12] — e havia também o super-herói Tex Thomson, que eventualmente adotou as alcunhas de "Mr. América" e depois "Americommando"[11] . Vigilante também teve uma longa participação na revista[13] . Às vezes as histórias de personagens mais humorísticos eram incluídas, como os de Hayfoot Henry, um policial que falava por meio de rimas. Gradualmente, a quantidade de páginas da revista foi sendo reduzida, como forma de evitar com que o preço de capa de 10 centavos por edição fosse aumentado. Diminui-se a quantidade de histórias publicadas por edição e, consequentemente, havia menos espaço para outros personagens que não Superman — por um tempo, apenas as histórias de Congo Bill e de Tommy Tomorrow eram também publicadas na revista, mas logo após a introdução da Supergirl na edição #252 (maio de 1959)[14] as histórias não relacionadas ao Superman ficariam completamente esquecidas.[15]

Se no final da década de 1930 a revista já vendia cerca de 500 mil exemplares, na década de 1940 esse número já havia quase dobrado, com cada exemplar vendendo 900 mil cópias, um tiragem à época superada apenas pela revista Superman, lançada em 1939. Action passaria a focar-se majoritariamente nas histórias de Superman, e as tramas iriam evoluindo, refletindo o cotidiano dos Estados Unidos. Se nas suas primeiras aparições Superman enfrentava criminosos comuns e políticos corruptos, com o tempo suas histórias passariam a ganhar um viés mais "extraordinário" com o surgimento dos primeiros "supervilões" a enfrentar o personagem. O Ultra-Humanoide já havia aparecido numa história isolada em 1939, mas seria na década seguinte que personagens dessa categoria se tornariam mais populares: Lex Luthor surgiria em Action Comics #23, publicada em 1940, o Galhofeiro surgiria em 1942, em Action Comics #42 e o Homem dos Brinquedos em 1943, em Action Comics #64.[8]

Em 1947 teria início a disputa de Siegel e Shuster com a editora pelos direitos do personagem, o que resultaria em um julgamento desfavorável aos criadores, bem como na perda de seus empregos.[8] O afastamento dos dois representaria uma significativa queda na qualidade das histórias durante a primeira metade da década seguinte. O surgimento do Comics Code Authority, em 1954, impondo uma série de regras que visavam impedir que as histórias influenciassem negativamente as crianças americanas, também seria visto como um dos fatos que contribuiriam para que a década de 1950 fosse considerada uma "década perdida" para o personagem.[16]

A necessidade de se criar histórias "mais leves" para a revista seria imperiosa na caracterização do personagem: os conceitos de "bom-mocismo" começariam a ser fortemente representados[6] [16] e os atos do personagem fariam com que ele fosse visto de forma pouco elogiosa como um "super-escoteiro".[17]

Apesar dos contratempos, os anos de 1958 e 1959 seriam importantes para a revista, pois marcariam a publicação de histórias que estabeleceriam importantes elementos da mitologia de Superman: em Action Comics #241 seria publicada a primeira história envolvendo a Fortaleza da Solidão — então conhecida como "Forte Superman"[10] — e na edição seguinte surgiria Brainiac, que viria a se tornar um dos mais importantes antagonistas.[16] Conforme apontaria o escritor Geoff Johns anos mais tarde, ao escrever um arco de história que reintroduziria o personagem, publicado também em Action Comics: "[Lex] Luthor representa o que há de pior na humanidade, e Brainiac, o que há de pior nos extraterrestres".[nota 1] Em março do ano seguinte seria publicada Action Comics #252, responsável por apresentar Kara Zor-El, a prima de Superman, a primeira personagem a adotar a alcunha de Supergirl e continuar aparecendo de forma recorrente nas histórias da editora. Em maio do mesmo ano surgiria Bizarro, uma versão defeituosa de Superman inspirada numa história publicada no ano anterior na revista Superboy #68.[16]

Década de 1960: Surge o Multiverso e Supergirl se destaca[editar | editar código-fonte]

Veja também: História de Supergirl

Com a publicação, na 123ª edição da revista The Flash, da história Flash of Two Worlds, surgiria o conceito do "Multiverso DC", uma representação ficcional da interpretação da mecânica quântica que propõe a existe de universos paralelos. A partir daquela história ficaria estabelecido que os personagens surgidos durante o período denominado "Era de Ouro dos Quadrinhos" (entre 1938 e 1955), bem como as histórias por eles protagonizadas, pertenceriam a um universo paralelo denominado "Terra 2", distinto daquele em que ocorriam as histórias publicadas pela editora durante a década de 1960.[19] Como as histórias de Superman vinham sendo publicas ininterruptamente, era preciso esclarecer quais edições de Action Comics pertenceriam ao cânone estabelecido, e em 1969 ficou decidido que o personagem surgido em Action Comics #1 era Kal-L, o Superman da Terra 2 e somente as histórias publicadas durante a década de 1960 que poderiam ser consideradas como protagonizadas pelo "Superman da Terra 1".[20]

A década de 1960 marcaria também o surgimento do vilão Parasita - na 340ª edição de Action[20] — bem como a primeira vez em que a editora exploraria alterar a periodicidade da revista, publicando, entre 1966 e 1969, quatro edições "extras", todas protagonizadas pela Supergirl. A primeira vez em que a revista ganharia uma 13ª edição seria em março de 1966, quando duas edições foram lançadas num mesmo mês: a edição 334 — que contou com 80 páginas de história e um formato diferenciado, republicando histórias antigas protagonizadas pela Supergirl, que inclusive figurava em destaque na capa[21] — e a edição 335, que seguiu o padrão que vinha sendo adotado pela revista: uma história de Superman ocupando a maior parte da revista e uma história curta de outro personagem nas demais páginas.[22] No ano seguinte novamente Supergirl protagonizaria uma edição extra com 80 páginas dedicadas exclusivamente à republicação de histórias antigas: seria a edição 347, publicada em março de 1967.[23] As edições 360 e 373, lançadas em 1968 e 1969, também adotariam o mesmo formato.[24] [25]

Década de 1970 e primeira metade da década de 1980[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 1968 seria publicada a primeira alteração significativa alteração na formatação das capas de Action Comics: Ao invés de exibir apenas o logo da revista, a edição 369 inclui, acima do logo, uma indicação expressa de que a revista possuía histórias de "Superman e Supergirl" na revista, bem como uma imagem dos dois ao lado do título da revista.[26] Este padrão continuaria sendo adotado por todas as edições publicadas não apenas em 1969 - após as histórias da Supergirl serem substituídas pelas da Legião dos Super-Heróis, o nome da personagem foi substituído pelo da equipe, e sua imagem suprimida[27] - mas também nas primeiras edições publicadas durante a década de 1970. Em outubro de 1970, a imagem de Superman na capa foi levamente alterada, e as indicação acima do logo tratava do enredo daquela edição.[28] À época, a revista ainda publicava histórias de outros personagens, mas eles recebiam pouca atenção nas capas.[14] A partir da edição 419, publicada em 1972, isso foi alterado: tais histórias receberam o título de "Action Plus" e passariam a ser mencionadas nas capas da publicação. O primeiro personagem a figurar nesse "novo" segmento foi Christopher Chance, o Alvo Humano.[29] [30]

O inglês Alan Moore escreveu Whatever Happened to the Man of Tomorrow?, história cuja conclusão foi publicada em Action Comics #583.

Durante a década de 1970, outros personagens teriam histórias suas publicadas na revista, como o Arqueiro Verde, Ray Palmer e o Superman da Terra 2, que, em 1978 foi o protagonista da 484ª edição de Action, que comemorava o aniversário de 40 anos de publicação da revista e do personagem. Na história, após ter sua memória temporariamente apagada por um vilão, Clark Kent esquece que é o Superman e, passando seus dias integralmente como repórter, acaba finalmente se envolvendo romanticamente com Lois Lane, a quem pede em casamento. Lois acaba deduzindo que Clark e Superman são a mesma pessoa, e após fazer com que o personagem recobre sua memória, casa-se com ele. À época, a revista já era lançada sob o título Superman's Action Comics,[31] que havia sido adotado pela primeira vez em dezembro de 1975, em Action Comics #454[32] e continuaria sendo utilizado até maio de 1979, quando passou a ser adotado na capa da revista o título Superman starring in Action Comics.[33]

Dentre as histórias publicadas nesse período destaca-se a série de confrontos entre Superman e Amazo, escritos por Cary Bates, desenhados por Curt Swan e publicados entre Action Comics 480 e 483, e as histórias "Luthor Unleashed" e "Rebirth!", ambas publicadas em Action Comics #544, edição comemorativa que celebrou o 45° aniversário da publicação, e responsáveis por reformular os vilões Lex Luthor e Brainiac, respectivamente. Luthor desenvolve uma armadura que lhe equipara a Superman e Brainiac converte toda a sua massa corporal em energia, transformando-se num ser robótico.[34]

Sob o título de Superman starring in Action Comics a revista continuaria sendo publicada até setembro de 1986, quando encerraria-se, por causa da conclusão do evento "Crise nas Infinitas Terras", a continuidade ficcional iniciada na década de 1960. Naquele mês foi publicada a 583ª edição, com a conclusão de Whatever Happened to the Man of Tomorrow?, história escrita por Alan Moore e desenhada por Curt Swan com a colaboração de Kurt Schaffenberger e George Pérez, e a última publicada na revista sob o comando do editor Julius Schwartz. Produzida com o objetivo de representar qual seria "a última" história da revista e do personagem, encerrando tudo que havia sido escrito até então, a história seria inicialmente roteirizada por Jerry Siegel, que, embora tenha se mostrado bastante entusiasmado com a ideia, declinou o convite.[34] [35] [36] Em resenha publicada no site brasileiro Universo HQ, as duas partes da história foram apontadas, ao lado de outras histórias escritas por Moore com o personagem, como bons exemplos que "reforçam a idéia de que as idéias anteriores ao evento não estavam desgastadas - eram os autores que tinham perdido o jeito de fazê-las brilharem de novo".[37]

Segunda metade da década de 1980: Hiato e Action Comics Weekly[editar | editar código-fonte]

Durante sua história, Action Comics foi publicada de forma regular, mensalmente e ao lado de Adventure Comics e Detective Comics. Se a mudança na periodicidade de Detective na década de 1970 - a revista deixou de ser publicada mensalmente e passou a ser lançada bimestralmente a partir de sua edição 435, lançada em maio de 1972, até a edição 445, lançada em janeiro de 1975 - havia permitido que Action a ultrapassasse em quantidade de edições lançadas, o cancelamento de Adventure, em 1983, possibilitaria que a revista ultrapassasse sua outra antecessora. Quando Adventure foi cancelada em sua 503ª edição, os outros dois títulos seguiram com sua publicação inalterada. Em 1986, Action passaria pela primeira alteração na sua periodicidade: Durante três meses a revista deixou de ser publicada, por sua relação com Superman. Entre outubro e dezembro daquele ano o único título protagonizado pelo personagem seria a minissérie The Man of Steel, escrita e desenhada por John Byrne.[38]

Byrne fora contratado pela editora para reformular o personagem, criando inclusive uma uma nova origem após o evento "Crise nas Infinitas Terras" e seria a partir de The Man of Steel que seriam contadas as novas histórias do personagem, estabelecendo um novo cânone. Como parte dessa reformulação, toda a linha de revistas foi reformulada em janeiro de 1987. uma nova revista intitulada Superman foi lançada, com roteiros e desenhos de Byrne, e as duas outras revistas do personagem foram alteradas, a revista Superman original, mantendo sua numeração, teve seu título alterado para Adventures of Superman e passou a ser escrita por Marv Wolfman, enquanto Action Comics, também mantendo sua numeração original, passou a partir da edição 584 a ser uma revista dedicada à histórias do gênero team-up[38] [39] [40] .

Em 1988, após a revista atingir a histórica marca de 600 edições publicadas, Byrne deixaria o cargo de roteirista e desenhista e a DC Comics tentaria, a partir de agosto daquele ano, retomar o formato de antologia, publicando a revista numa periodicidade semanal. A mudança duraria até junho do ano seguinte, e compreenderia as edições 601 à #642.[38] Dentre os personagens que tiveram histórias curtas publicadas na revista durante este período estão, além de Superman, Asa Noturna,[41] Canário Negro,[10] Deadman, Falcão Negro e o Vingador Fantasma.[42]

À época, a editora havia cancelado a revista Green Lantern Corps, e o personagem Hal Jordan passou a ter suas histórias publicadas exclusivamente em Action Comics Weekly. Quando a DC Comics decidiu encerrar a experiência, o editor da revista, Mark Waid, contratou o então desconhecido escritor inglês Neil Gaiman para escrever a última edição, numa história que reunisse Jordan, Superman e outros dos personagens publicados durante aquele período. Um dos elementos do roteiro, entretanto, impediu que a história fosse publicada: Jordan e Superman sabiam a identidade secreta um do outro, mas a reformulação promovida por John Byrne havia estabelecido o oposto. Quando Mike Carlin, editor do personagem, pediu à Gaiman que alterasse seu roteiro, este preferiu não modificar a história, então Elliot S! Maggin acabou sendo contratado para escrever a última edição e a história de Gaiman, conforme originalmente concebida, só seria publicada mais de dez anos depois, em A Lenda da Chama Verde.[41]

Década de 1990: Roger Stern, segundo hiato e numeração extraordinária[editar | editar código-fonte]

Roger Stern trabalhou como roteirista de Action Comics entre 1989 e 1996 e foi um dos responsáveis pela morte de Superman e suas consequências.

Embora certos historiadores apontem a década de 1990 como parte da "era moderna" dos quadrinhos, série de eventos que compreenderia as revistas lançadas desde 1986 até a atualidade, muitos estudos a separam numa "era" distinta, denominada "Era de Ferro" ou "Era Sombria", por seu conteúdo sombrio e dramático. Nem Superman e, consequentemente, nem Action Comics passariam incólumes: após confrontar o monstro Apocalypse, Superman, embora bem-sucedido em derrotá-lo, faleceria.[43] [44] As duas edições de Action que foram publicadas após o evento retrataram em sua capa uma versão distinta de seu título. Com Superman morto, a revista não mais se chamou Superman in Action Comics, mas sim Supergirl in Action Comics pelas duas edições lançadas como parte da história Funeral for a Friend em novembro e dezembro de 1992. A partir de janeiro de 1993, a publicação da revista foi suspensa, e só foi retomada quatro meses depois, com o início do arco Reign of the Supermen, que mostrou quatro diferentes personagens buscando substituir Superman - Action Comics seria protagonizada pelo Erradicador até que Superman retornasse.[45]

Reign of the Supermen representou significativas mudanças para o elenco de apoio do personagem - o próprio Erradicador, que passou a agir como herói durante a saga, apoiando Superman, havia surgido meses antes como um antagonista, e os personagens Aço e Superboy fizeram suas primeiras aparições - e para o Universo DC - a fictícia cidade americana de Coast City, lar do Lanterna Verde Hal Jordan foi completamente destruída pelo vilão Superciborgue - e foi um sucesso de vendas.[43] [45]

A perda de Jordan seria utilizada pela editora como pretexto para o lançamento, em 1994, do crossover Zero Hora. O objetivo da DC Comics com o evento era corrigir incongruências cronológicas na história do fictício universo das publicações surgidas após a "Crise nas Infinitas Terras" - parte delas decorrentes das alterações que John Byrne havia promovido na origem de Superman.[44] Jordan buscava "corrigir" a história, impedindo o desastre que dizimou Coast City, e para tanto buscava destruir o universo e recriá-lo. A minissérie que deu nome ao evento foi publicada em cinco edições, lançadas com uma numeração decrescente. A última edição, de número "0", representou o início do "Mês Zero", em que todas as revistas então publicadas pela editora ganharam também edições assim numeradas, mas retomando sua numeração comum no mês seguinte.[46] [47] Assim, entre as edições 703 e 704, há a edição 0 de Action Comics.[48] [49] [50]

Em setembro de 1998, novamente um evento implicaria na publicação de uma edição numerada extraordinariamente: "DC Um Milhão". Idealizada por Grant Morrison, então escritor da revista JLA, a história narrava o encontro de Superman e da Liga da Justiça com Kal Kent e a "Legião da Justiça", seus sucessores do século 853 - data escolhida por Morrison justamente por ser o ano em que seria publicada Action Comics #1,000,000. Como parte do evento, não apenas Action, mas todas as revistas da editora tiveram edições especiais numeradas desta forma, cada uma retratando qual seria "o legado" deixado por cada personagem naquele século.[51] [52] [53] [54] [55] [56] [57] [50]

De 1999 a 2004: Joe Kelly e uma reavaliação dos ideais de Superman[editar | editar código-fonte]

Quando Eddie Berganza assumiu as funções de editor responsável pelas histórias de Superman, incluindo as publicadas em Action Comics, o personagem vinha passando por baixas vendas, e suas histórias tinham pouca repercussão. Uma equipe capitaneada por Jeph Loeb, que se tornou o escritor de Superman, e Joe Kelly, que assumiu os roteiros de Action, tomou para si a responsabilidade de "revitalizar" o personagem, e a partir de outubro de 1999 começou a promover inúmeros questionamentos acerca das várias facetas que o definiam. Segundo Marcus Medeiros, do site brasileiro Omelete, "o objetivo dos roteiristas era evoluir as bases estabelecidas por John Byrne e seus seguidores para conseguir um Super-Homem mais humano - conseqüência de sua criação por Jonathan e Martha Kent - ao mesmo tempo em que resgatariam a magia e a grandeza perdida da Era de Prata dos super-heróis".[58]

Se em Superman #178, Loeb escreveu uma controversa história, onde Lex Luthor, o maior oponente de Superman, tomava conhecimento da identidade secreta do personagem,[59] Kelly escreveu em Action uma das mais emblemáticas histórias do personagem: What's so Funny about Truth, Justice & the American Way?, onde o personagem enfrenta "A Elite", um grupo de super-heróis liderado por Manchester Black, que questiona os valores morais do personagem[60] , desafiando-o "não apenas como homem, mas como um conceito"[61] Vista tanto pelo público quanto pela crítica como uma das melhores já publicadas em toda a história do personagem, a história seria posteriormente listada pela Revista Wizard como uma das mais bem escritas da década,[59] tendo inclusive sido selecionada para fazer parte da coleção Superman: The Greatest Stories Ever Told[62] .

Kelly contribuiria ainda com dois notórios eventos, Mundos em Guerra e A Batalha Final. Enquanto o primeiro abordou se os ideais defendidos por Superman "resistiriam" quando o personagem se visse participando de uma guerra, o segundo analisou a fragilidade que a descoberta da identidade secreta de um herói poderia representar.[63] [64] Kelly permaneceria nos roteiros de Action até dezembro de 2003, com o lançamento da 810ª edição,[58] mas retornaria à revista em fevereiro e março do ano seguinte para coescrever com Michael Turner o arco de história Godfall - O Fim dos Deuses.[65]

Segunda metade da década de 2000 e início da década de 2010[editar | editar código-fonte]

Geoff Johns (esquerda) escreveu uma série de histórias significativas na revista a partir da segunda metade da década de 2000 - parte delas em conjunto com o cineasta Richard Donner (direita).

A partir da 814ª edição de Action Comics, lançada em abril de 2004, Chuck Austen[66] passaria a ser o escritor regular da revista, que deixaria de estampar em sua capa o título "Superman in Action Comics", adotado continuadamente desde o fim de Action Comics Weekly, em favor somente de "Action Comics". Ivan Reis seria o desenhista da revista até a edição 819, e receberia muitos elogios por seu trabalho.[67] [68] [69] [70]

A primeira edição da dupla, em particular, foi muito bem-recebida pela crítica: "Another Day in the Office", uma história contada apenas nas 22 páginas daquela revista, sem a necessidade de leitura adicional alguma, mostrando "um simples dia" na vida de Superman[71] foi apontada como "uma leitura inteligente tanto para adultos quanto para crianças" e uma das melhores histórias publicadas na revista em anos.[68] [70] [72] [73] Os roteiros posteriores de Austen, entretanto, seriam alvos de inúmeras críticas negativas, e ele deixaria a revista após dez edições, tendo suas tramas sido concluídas por outro escritor.[74] [75] [76] [77]

Dentre os escritores que sucederam Austen, ainda que brevemente, estavam Judd Winick, Gail Simone e Joe Kelly, que retornou à revista unicamente para escrever "Superman, This is Your Life", um arco ligado ao evento Crise Infinita.[78] Winick escreveria apenas uma edição da revista, a 826, parte de um arco publicado em abril de 2005 nas três revistas do personagem (além de Action, a 639ª edição de Adventures of Superman e a 216ª de Superman), todas desenhadas por Ian Churchill e Norm Rapmund e dedicadas a narrar um confronto de Superman e Capitão Marvel com o vilão Eclipso.[75] [79] A passagem de Simone pela revista, por sua vez, foi alvo de atenção pela participação de John Byrne, ainda que somente como desenhista, pois o canadense estava há anos afastado do personagem. A arte-final das histórias foi feita por Nelson deCastro, e posteriormente seria revelado que ele havia alterado significativamente o lápis original de Byrne, algo que teria incomodado o desenhista.[77] [80]

De Geoff Johns a Paul Cornell
Action Comics #840 (2006): a conclusão do arco Up, Up and Away!, escrito por Geoff Johns e Kurt Busiek. Superman retorna à ação após ter ficado um ano ficcional desaparecido.
Action Comics #840 (2006): a conclusão do arco Up, Up and Away!, escrito por Geoff Johns e Kurt Busiek. Superman retorna à ação após ter ficado um ano ficcional desaparecido.
Action Comics #893 (2010): a elogiada história The Black Ring, de Paul Cornell (em sua quarta edição) passa a ser publicada em conjunto da igualmente aclamada Jimmy Olsen's Big Week.
Action Comics #893 (2010): a elogiada história The Black Ring, de Paul Cornell (em sua quarta edição) passa a ser publicada em conjunto da igualmente aclamada Jimmy Olsen's Big Week.

Em 2006, após a conclusão de Crise Infinita, o próprio escritor do evento, Geoff Johns, assume os roteiros de Action ao lado de Kurt Busiek, para escrever o arco de história Up, Up and Away!. Busiek havia assinado um contrato de exclusividade com a editora no final de 2005, e fazer parte da nova equipe criativa responsável pelas histórias do personagem foi uma das razões que o fez aceitar a proposta. Disse, em entrevista: "Eu acho que as coisas estão realmente estourando na DC, e há uma ênfase bem-vinda não só em fazer histórias que chamem a atenção, mas tornar claro que há algo importante e valoroso nas revistas que deixe o leitor fisgado por um longo período".[81] A história, em oito partes, foi publicada entre março e junho de 2006, nas edições 837 a 840 de Action e 650 a 653 de Superman, e retratou o personagem recuperando seus super-poderes e seu papel de super-herói após um ano vivendo apenas como Clark Kent.[82] [83]

O impacto causado pelo retorno do personagem foi explorado no arco seguinte, Back in Action, publicado entre Action Comics 841 e 843. Busiek escreveria a história em parceria com Fabian Nicieza, e Pete Woods, que já havia desenhado a revista durante Up, Up and Away!, permaneceu no cargo. Durante a história, é mostrado que nem toda a população mundial estava confiante de que Superman havia mesmo retornado, uma vez que da última vez em que ele havia desaparecido, logo após sua morte, quatro homens diferentes o substituíram - e um deles revelou-se, na verdade, um vilão disfarçado. Assim, liderar um grupo formado por heróis como Asa Noturna, Aquaman e Nuclear num combate televisionado contra uma invasão alienígena, acabaria servindo como uma demonstração pública de que o herói havia sim efetivamente retornado.[82] [84]

No mês seguinte, Johns passaria a escrever a revista ao lado do cineasta Richard Donner.[85] [86] Embora elogiadas pela crítica, as histórias decorrentes dessa parceria, Last Son e Escape From Bizarro World, foram marcadas por lançamentos irregulares e atrasos por parte dos desenhistas Adam Kubert e Eric Powell.[87] Das duas, a que receberia mais atenção da mídia seria Last Son. Não apenas por ser a primeira história com a participação de Donner, um fator determinante para que pessoas que até então não haviam lido a revista a comprassem[88] [89] [90] [91] mas por trazer uma série de referências ao filme de 1978 e sua continuação, dirigidos por Donner. Na trama, Superman tem que lidar com uma criança kryptoniana descoberta na Terra - e enfrentar seu pai, um kryptoniano chamado Zod. Sintetizou Eduardo Nasi, do site brasileiro Universo HQ: "Para tocar o coração dos fãs, Johns e Donner escolhem atacar com o mais baixo dos golpes: a nostalgia. Com uma ou outra alteração, é como se o leitor estivesse apreciando uma versão repaginada de Superman II, com direito a uma nova luta de kryptonianos nos céus de Metrópolis. Até as alterações remetem aos longas-metragens do herói: o nome do molequinho de Krypton é Christopher, na cola do galã Christopher Reeve, que vestiu a capa vermelha nos filmes. O golpe é baixo, sim. Mas eficaz. Por si só, a história nem chega a ser monumental. Só que funciona, principalmente porque é calcada justamente no Superman que muita gente aprendeu a reconhecer como a verdadeira encarnação do Homem de Aço", disse.[92]

Destacou-se também o excessivo atraso de Last Son: quase dois anos foram necessários para que as cinco edições que completavam a história fossem publicadas.[93] [94] Apesar dos atrasos, a trama foi um sucesso de vendas: a tiragem das duas primeiras edições se esgotou[95] [96] e as cinco edições que formam o arco (Action Comics #844-846, 851 e Action Comics Annual #11) venderam, somadas à Action Comics Annual #10, onde foram publicadas várias histórias curtas relacionadas[89] ao arco, e Action Comics #847, uma história escrita por Dwayne McDuffie e desenhada por Renato Guedes mostrando a reação dos pais de Superman aos acontecimentos de Last Son, cuja produção foi motivada pela necessidade de conter os atrasos da revista[97] [75] [98] , cerca de 490 mil exemplares.[99] [100] [101] [102] [103] [104] [105]

Quando Gary Frank assumiu as funções de desenhista da revista[87] Johns já a escrevia sozinho. Frank e Johns foram responsáveis pelas histórias Superman e a Legião dos Super-Heróis, e Brainiac, bem como por parte do arco Nova Krypton.[106] [107] Após a conclusão desse último arco, Johns e Frank produziriam a minissérie Superman: Secret Origin - a conclusão de um trabalho que havia iniciado em 2006 com Up, Up and Away!. Desde então Johns havia incluído referências aos primeiros anos da vida de Superman e o objetivo de Secret Origin era contar a "história definitiva" dos primeiros anos de Superman, incorporando elementos não apenas do material produzido desde que John Byrne reformulara o personagem, mas também das histórias produzidas antes de 1986[108] [109] .

Ao final de Nova Krypton, Superman deixa o planeta Terra, e Action Comics passa a ser escrita por Greg Rucka e a ter não mais Superman como seu personagem principal, mas sim Thara Ak-Var e Chris Kent, dois kryptonianos que passaram a proteger Metrópolis.[110] O ano de 2009 marcaria também o retorno das histórias secundárias, agora intituladas "Second Feature": Rucka escreveria, ao lado de James Robinson, uma série de histórias protagonizadas pelo herói Capitão Átomo, publicadas entre Action Comics #879[111] e 889[112] .

Um ano depois, os eventos decorrente de Nova Krypton chegariam ao fim, e Superman retornaria à Terra, mas não à revista: quando o escritor Paul Cornell assumiu os roteiros, na edição 890, foi para ter o vilão Lex Luthor como protagonista durante o arco de história Black Ring, desenhado por Pete Woods.[113] O trabalho de Cornell seria alvo de inúmeros elogios, particularmente se em comparação com o que o escritor J. Michael Straczynski desenvolvia na revista Superman com o herói durante o criticado arco Grounded, publicado no mesmo período.[114] A história narrava a busca de Luthor por uma fonte de poder comparável ao anel energético que ele havia usado brevemente durante os eventos de A Noite Mais Densa.

Durante a publicação de The Black Ring duas histórias secundárias foram publicadas concorrentemente: Em Action Comics #892, uma história de dez páginas estrelada por Superboy e entre as edições 893 e 896, as quatro primeiras partes de Jimmy Olsen's Big Week. A história de Superboy foi escrita por Jeff Lemire e desenhada por Pier Gallo, e serviu de prelúdio para o trabalho que os dois desenvolveriam na revista do personagem, que seria relançada quase dez anos após ter sido cancelada no início da década de 2000[115] [116] [117] .

Embora a edição 900 da revista representasse não apenas a conclusão de Black Ring, como também uma continuação à história Reign of Doomsday - um crossover entre todos os personagens relacionados à Superman até então publicado em outras revistas[4] - ela se tornaria particularmente conhecida pela história curta The Incident em que, declarando-se cansado de ver suas ações sendo consideradas um instrumento da política do Governo dos Estados Unidos, Superman renuncia à sua cidadania americana.[114] [118]

A conclusão de Reign of Doomsday foi publicada em agosto de 2011 na edição 904 - não apenas a última edição de Cornell à frente dos roteiros, como a última edição da revista antes de seu relançamento.[119]

2011: Relançamento[editar | editar código-fonte]

Grant Morrison assumiu os roteiros de Action Comics a partir de um novo número 1 em setembro de 2011

Em 23 de maio de 2011, o jornalista americano Rich Johnston publicou em seu site um post questionando qual seria o "grande anúncio" que o escritor Geoff Johns e o desenhista Jim Lee, ambos os responsáveis pela coordenação editorial de todas as revistas do Universo DC, fariam em 11 de junho durante a realização da convenção Hero Complex.[120] Alegadamente ambos fariam declarações "bombásticas" que mostrariam uma nova direção para toda a editora, em especial para Superman.[121]

A partir daí, começaram as especulações. Em 31 de maio, o site de Johnston, "Bleeding Cool", publicou uma nota informando que Johns escreveria e Lee seria o desenhista de Justice League #1, uma nova revista reunindo a Liga da Justiça.[122] Também em 31 de maio[nota 2] Johnston revelaria que a editora, a partir de Setembro, relançaria todos as suas revistas, e declarou:[123]

Cquote1.svg E com esses novos números um, virá um novo status quo. E, sim, personagens mudarão. Alguns talvez sequer continuem existindo. Haverão novas revistas, novos artistas, novas equipes, novos personagens, tudo novo. Sem plano algum de que esse novo status quo seja desfeito ou revertido posteriormente.[nota 3] Cquote2.svg

No dia seguinte, Johnston declarou que, embora ainda não estivesse certo do que seria anunciado, e se o anúncio teria relação com as duas notícias anteriormente publicadas, ele havia tomado conhecimento de que o que Johns e Lee revelariam "ou já foi anunciado pela editora, ou será anunciado antes da convenção".[124] E assim foi: No mesmo dia a editora anunciou não apenas o cogitado relançamento, como também que passaria a promover o lançamento simultâneo de todas as edições impressas com suas respectivas versões digitais, sendo a primeira editora americana a adotar tal postura.[125]

Gradualmente, foram sendo revelados as 52 revistas que iriam compor a nova linha editorial da editora, e tanto fãs quanto imprensa começaram a questionar se a editora promoveria também o relançamento de revistas clássicas, já com um extenso histórico de numeração, como Detective Comics, com mais de 800 edições, e Action Comics, com mais de 900.[126] [47] O relançamento de Detective Comics só se confirmaria em 6 de junho[127] e rumores acerca de Action começariam a circular: enquanto o site americano Comic Book Resources apontava Grant Morrison como o escritor de Action Comics #1, sem saber apontar quem seria o desenhista, o site britânico Bleeding Cool, embora não tendo confirmado que Morrison seria o escritor, apontava Rags Morales como o desenhista.[128] [129] Detalhes sobre todas as demais revistas envolvendo Superman e seu elenco de apoio vazariam em 10 de junho.[130]

Em 11 de junho, Morrison foi anunciado oficialmente por Johns e Lee como o escritor da revista, e durante o anúncio foi revelado que Action Comics recontaria o início da carreira de Superman, fornecendo uma versão modernizada das histórias originalmente publicadas em 1938.[131]

Notas

  1. Traduzido de For us, Luthor represents the worst of humanity and Brainiac, for us, will represent the worst in extraterrestrials.[18]
  2. Note que Johnston, europeu, escreve de um fuso horário diferente daquele adotado pelo continente americano.
  3. Traduzido de And with those issue one renumberings, will come a new rejigged status quo. And yes, characters will be changed. Some may no longer exist. There will be new books, new creators, new teams, new characters and new… new. With no current plan for the new status quo to be undone or reversed.[123]

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]