Mulher-Maravilha

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Mulher-Maravilha
Mulher-Maravilha por Alex Ross.jpg

Arte de Alex Ross
Dados da publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Histórico: All Star Comics #8 (Dez. de 1941)
Moderna: Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. de 1987)
Criado por William Moulton Marston
Características do personagem
Alter ego Princesa Diana de Themyscira
Espécie Amazona
Terra natal Themyscira ou Ilha Paraíso
Afiliações Amazonas de Themyscira
Liga da Justiça
Departamento dos Meta-humanos
Ocupação Princesa de Themyscira, Guerreira Amazona, Herdeira Mortal dos Deuses Gregos, Embaixadora no mundo do patriarcado, Agente do Departamento de Assuntos Meta-Humanos e Aventureira.
Parceria Steve Trevor
Trevor Barnes
Nemesis
Superman
Batman
Base de operações Themyscira
Washington, D.C
Parentesco Hipólita (mãe)
Antíope (tia)
Donna Troy (irmã)
Situação presente Ativa
Codinomes conhecidos Diana Prince
Habilidades Entre várias habilidades, podemos citar:
  • Super força;
  • Velocidade, reflexos, resistência, durabilidade e audição sobre-humanas;
  • Voo;
  • Mestre em combate corpo-a-corpo e habilidade com armas de combate;
  • Empatia com animais;
  • Regeneração espontânea;
  • Resistência à magia
  • Imunidade à ilusões e controles mentais;
  • Habilidade para descobrir a verdade;
  • Acesso à armas mágicas;
  • Imortalidade (Por causas naturais).
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

A Mulher-Maravilha (em inglês, Wonder Woman) é uma super-heroína grega, personagem fictícia de histórias em quadrinhos publicadas pela editora estadunidense DC Comics. Criada pelo Dr. William Moulton Marston, foi a primeira heroína a ser criada, pela DC Comics. Sua primeira aparição foi apresenta na revista All Star Comics #8 em dezembro de 1941, nos Estados Unidos. A personagem é um dos maiores ícones pop de sexo feminino. Princesa e Embaixadora das Amazonas na Ilha Paraíso (também conhecida como Temíscira ou Themyscira), filha da rainha das amazonas, Hipólita. Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento entre os mortais e a mitologia grega. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade, ela faz parte da Trindade da DC Comics e muitas vezes ela funciona como o balanço entre os extremos de Superman e Batman. [1] "Tornou-se integrante da Liga da Justiça.

Publicação[editar | editar código-fonte]

Em entrevista datada de 25 de outubro de 1940, conduzida pela sua aluna Olive Byrne (sob o pseudônimo de "Richard Olive") e publicado pela Family Circle com o título de "Não ria dos Quadrinhos", William Moulton Marston descrevia o que viu como o potencial educacional das histórias em quadrinhos (um artigo deu sequência a entrevista e foi publicado dois anos mais tarde em 1942).[2] Este artigo chamou a atenção de Max Gaines, que empregou Marston como consultor educacional da National Periodicals e All-American Publications, duas das companhias que se fundiriam para dar forma a futura DC Comics. Foi nesta época que Marston decidiu criar um novo super-herói.

No início dos anos 1940, a DC Comics era dominada pelos personagens masculinos com superpoderes tais como Lanterna Verde, Batman, e o principal deles, Superman. Atribui-se à esposa de Marston, Elizabeth Holloway Marston, a ideia de se criar uma super-heroína:

Cquote1.svg William Moulton Marston, um psicólogo já famoso por inventar o polígrafo (precursor mecânico do laço mágico), teve a ideia para um tipo novo do super-herói, um que triunfaria não com punhos ou poderes, mas com amor. "Bom", disse Elizabeth. "Mas faça-lhe uma mulher.[3] " Cquote2.svg

Marston apresentou a ideia à Max Gaines, co-fundador (junto com Jack Liebowitz) de All-American Publications. Marston desenvolveu a Mulher-Maravilha junto com Elizabeth.[3] Para criar a Mulher-Maravilha, Marston foi inspirado também por Olive Charles Byrne, uma mulher que viveu com ele em situação de poligamia[4] Para escrever as aventuras em quadrinhos da nova super-heroína, Marston usou o pseudônimo de Charles Moulton, combinando seu nome do meio com o de Olive.

Daí, "a Mulher-Maravilha é a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que deve governar o mundo", Marston escreveu.[5] Embora Gloria Steinem tivesse colocado a Mulher-Maravilha na primeira capa autônoma de Ms em 1972, Marston, escrevendo bem antes, projetou a Mulher-Maravilha como representante de um modelo particular do poder feminino. O Feminismo discute que as mulheres são iguais aos homens e devem ser tratadas como elas são.

Outros nomes[editar | editar código-fonte]

Na versão brasileira, já foi erroneamente traduzida como Super Mulher na editora Orbis e Miss América na época da Editora Ebal, o nome só mudou quando o serie de TV Mulher Maravilha foi exibido no país[6] . Isto é digno de nota, pois a DC Comics já possuía uma heroína chamada Miss America, e também a Marvel. Em Portugal, a Mulher-Maravilha é traduzida como Supermulher, o que também é errôneo. Supermulher é o nome de duas personagens já existentes da DC Comics, sendo uma vilã do Sindicato do Crime, e outra uma heroína que apareceu em duas aventuras de Superman, e deixou de existir após Crise nas Infinitas Terras.

Características[editar | editar código-fonte]

Aparência[editar | editar código-fonte]

Basicamente, a Mulher-Maravilha é uma mulher caucasiana de cabelos pretos (os quais já foram curtos, longos, encaracolados e lisos), usando uma tiara dourada com uma estrela, um traje que combina bustiê vermelho com uma águia dourada como símbolo (sendo substituída por um duplo "W" nos anos 1980 até então), short azul com estrelas brancas e botas de cano longo vermelhas.[7] Depois da guerra civil em que sua mãe foi deposta do trono das Amazonas, a Mulher-Maravilha deixou de usar a tiara.[8]

Poderes e habilidades[editar | editar código-fonte]

Diana foi treinada para controlar o uso de seus poderes por Hipólita e a General Phillipus[9] . É dito que tem a força de Hércules, a sabedoria de Atena, a beleza de Afrodite e a velocidade de Hermes. Os poderes da Mulher-Maravilha são enormes:

  • Força Física Sobre-Humana: A Mulher Maravilha é considerada a personagem feminina mais forte das HQs, possuindo uma gigantesca força física , fazendo com que ela consiga, erguer milhares de toneladas além de destruir meteoros. [14]</ref>
  • Invulnerabilidade Corporal Sobre-Humana: Diana é dotada de uma altíssima resistência a ataques tanto físicos como mágicos,dandoresistência à magia. Sua tolerância à dor, também, foi adquirida graças aos intensos treinamentos como amazona. [10]
  • Capacidade de voo: Na era Pré-Crise, ela tinha apenas o dom de planar (a poucos metros do chão), sendo essa habilidade substituída anos depois pela capacidade de voar propriamente dita (atribuída em versões atuais). A personagem ainda é capaz de voar, podendo, atualmente, chegar a velocidade supersônica.
  • Agilidade Sobre-Humana: A Mulher-Maravilha possuí um nível de agilidade extremamente alto, muito acima dos níveis humanos, fazendo com que ela possa pegar uma bala no ar, por exemplo.
  • Reflexos sobre humano: Ela é comumente capaz de reagir a uma saraivada de projéteis de armas de fogo de múltiplos oponentes de uma vez.
  • Velocidade Sobre-Humana: Poder concedido por Hermes (o Curandeiro e mensageiro dos deuses). Diana é capaz de pensar, reagir e mover-se à velocidades sobre-humanas.
  • Resistência Sobre-Humana:
  • Audição Sobre-Humanas:
  • Empatia com Animais: Ela pode se comunicar com muitas espécies de animais, e sua simples presença, por vezes, traz calma para as mais ferozes criaturas. [11]
  • Fator de Cura[12]  :
  • Imunidade à Ilusões e Controles Mentais:
  • Imortalidade (Por causas naturais):
  • Omni-linguista Capaz de falar todas as línguas existentes[13] . Fala as línguas Themysciriana, Grego moderno e antigo, inglês, português, espanhol, francês, japonês, chinês, alemão, russo, italiano, coreano, hindi, entre outras.
  • Resistência à Fogo:

Também é treinada em todas as habilidades de luta armada e desarmada da antiga Grécia.

  • Mestre em Combate Corpo-a-Corpo:
  • Habilidade com Armas de Combate:
  • Estrategista de Combate:
  • Aviação: Pilota do jato invisível.

Armas e equipamentos[editar | editar código-fonte]

A Mulher-Maravilha, além dos poderes, recebeu dos deuses presentes que ajudam a aumentar suas habilidades: dois braceletes indestrutíveis, que usa para desviar projéteis e raios, uma tiara que pode ser usada como bumerangue e um laço mágico inquebrável que faz com que as pessoas tocadas digam a verdade[14] . O laço também fez o deus Ares enxergar a loucura de seus atos, pois se destruísse todos os humanos, não teria mais adoradores. Em histórias posteriores, escritas por Joe Kelly (o arco "Paraíso Imperfeito", na revista em quadrinhos/banda desenhada da Liga da Justiça) foi explicado que este laço (às vezes apelidado de laço da verdade) é um símbolo da verdade em nosso mundo, cabendo a Mulher-Maravilha, portanto, o papel de guardiã da verdade. A Mulher-Maravilha possuía uma espécie de rádio receptor/emissor de ondas telepáticas, com os quais podia se comunicar com as Amazonas que estavam em Themiscyra.

Na versão original a Mulher-Maravilha possuía um avião invisível feito do metal fictício Amazonium (pois ela não voava), causa de muitas piadas (na revista MAD, por exemplo) e que aos poucos foi sendo retirado das histórias. Mas seu uso destacado no seriado da TV dos anos 1970 e nos desenhos dos Super Amigos, fez com que ele fosse reutilizado algumas vezes nesse período. Com a versão da Mulher-Maravilha de George Perez, foi estabelecido que ela pode voar com seus próprios poderes; o avião foi descartado. Recentemente, o avião foi reintegrado a cronologia, sendo um dote da raça dos aliens lansiranianos.

História[editar | editar código-fonte]

A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. A Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita (rainha das amazonas) e Hades ( deus do mundo inferior). Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, os deuses também deram várias habilidades a garotinha, que já em tenra idade era forte capaz de arrancar uma árvore a mãos nuas e correr mais que uma gazela.

Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos Estados Unidos, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes.

A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul. Uma das personagens coadjuvantes de maior sucesso era a gordinha Etta Candy, uma das fãs da Mulher-Maravilha denominadas "Garotas Hollyday" (conforme tradução para o português na revista brasileira "Coleção DC 70 anos #3", da Editora Panini, julho de 2008).

Como oponentes, a Mulher-Maravilha tinha diversos vilões clássicos da Era de Ouro dos Quadrinhos (Maligna (originária de Saturno), Giganta, Mulher-Leopardo, Rainha Clea (da Atlântida), Doutora Veneno, a sacerdotisa Zara), algumas reformuladas na Era de Prata e que continuam aparecendo nas histórias modernas.

Sem poderes[editar | editar código-fonte]

No ano de 1969, as amazonas alcançaram seu 10.000º ano na Terra, e com isso tinham que se deportar para outra dimensão, a fim de renovar seus poderes. A Mulher-Maravilha recusou-se a acompanhá-las, pois Steve Trevor, seu amado, havia sido culpado de alta traição pelos Estados Unidos, e ela queria encontrá-lo e ajudar a limpar seu nome. Como resultado, Diana perdeu seus poderes e pediu afastamento da Liga da Justiça.

Diana abandonou as roupas tradicionais e os óculos, e passou a adotar um novo visual, para chamar a atenção de Steve e fazer com que ele esquecesse a Mulher-Maravilha e passou a usar o nome Diana Prince. Ela, neste estado, estrelou uma série cujo título em português era As aventuras de Diana (publicada na revista brasileira Quem Foi? da Ebal[15] , com algumas histórias reeditadas pela Abril), na qual era um tipo de agente secreto, ajudada por I-Ching, um mestre oriental.

A ausência de poderes durou até 1972, quando Gloria Steinem, a editora real da revista feminista Ms. Magazine (já citada), ofendida pelo fato da maior super-heroína estar sem poderes, a pôs na capa da revista Ms. Magazine #1 com seu traje original. Isto gerou polêmica, e a DC rapidamente, em fevereiro de 1972, restaurou a Mulher-Maravilha com seu traje e poderes clássicos.[16]

"Morte"[editar | editar código-fonte]

No final de Crise nas Infinitas Terras, a Mulher-Maravilha recebeu uma rajada do Antimonitor, que involuiu seu corpo de modo que retornou no tempo, voltando a ser barro da Ilha Paraíso. Um último tributo a Mulher-Maravilha Pré-Crise foi vista em Legend of Wonder Woman, minissérie escrita por Kurt Busiek, 1986. Nesta saga, as amazonas se reúnem perante Hipólita, que conta uma aventura de Diana que houve antes de sua "morte". Ao final, a deusa Afrodite aparece, e diz que estava usando seu poder para manter esta versão pré-crise da Ilha Paraíso e suas habitantes a parte das mudanças causadas pela Crise nas Infinitas Terras; Hipólita diz que não deseja isso. Afrodite então atende seu pedido, eliminando os escudos místicos sobre a ilha. A ilha e as amazonas pré-crise começam a se dissolver, como se nunca tivessem existido. Como um último suplício, Afrodite as transforma em estrelas. Todas as memórias e existência desta versão da Ilha-Paraíso, assim como a Mulher-Maravilha do Pré-Crise, deixam de existir…

Pós-crise[editar | editar código-fonte]

A primeira aparição de Mulher-Maravilha, na cronologia DC pós-Crise, é Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. 1987). Como super-heroína atuando com os outros heróis, ela apareceu na minissérie Lendas.

De acordo com a última redefinição da cronologia da Mulher-Maravilha feita por George Perez após a Crise nas Infinitas Terras, Hipólita e o restante das amazonas seriam a reencarnação de mulheres que ao longo da história morreram como resultado do ódio e da incompreensão dos homens. No caso, Hipólita foi a primeira mulher morta por um homem; a Princesa Diana (A Mulher-Maravilha) era a encarnação da filha não nascida desta mulher. Antes de serem exiladas na Ilha Paraíso, as Amazonas viveram na Grécia, de onde foram banidas após um conflito com Herácles (Hércules) e seus exércitos. Mulher-Maravilha só teria vindo ao mundo dos homens após Crise, o que também causou dela não ter participado da fundação da Liga da Justiça. Atualmente ela também não possui identidade secreta. A Mulher-Maravilha ganhou de Gaia, a Deusa Terra, o poder da telepatia e também o poder dos braceletes, que ao serem tocados soltam rajadas cósmicas capazes de ferir super-seres, além, é claro, de nenhum telepata conseguir invadir sua mente, graças à tiara. Etta Candy se casaria com o já idoso Steve Trevor, reintroduzido nas aventuras atuais.

Outras versões[editar | editar código-fonte]

Ártemis[editar | editar código-fonte]

Amazona que ganhou o direito de ser a nova Mulher-Maravilha, substituindo a princesa Diana. Seus acessórios são os braceletes de Atlas, as sandálias de Hermes para simular os poderes de Diana e o arco e flecha.

Rainha Hipólita[editar | editar código-fonte]

Em Pós-Crise, Hipolita torna-se a primeira Mulher-Maravilha. Como Mulher Maravilha, lutou ao lado da Sociedade da Justiça para extinguir a tirania Nazista na Segunda Grande Guerra, inspirando mulheres através dos anos, mesmo depois de sua morte. [17]

Donna Troy[editar | editar código-fonte]

Após um ano dos eventos de Crise Infinita, Diana foi coroada rainha de Themycira, Donna tornou-se a responsável por continuar o legado de heroísmo da Mulher-Maravilha até Diana retomar seu papel. [18]

Cassandra Sandsmark[editar | editar código-fonte]

Revista “Teen Titans Vol 3#17” de dezembro de 2004.

Mulher-Maravilha de Stan Lee[editar | editar código-fonte]

Nas edições “Just imagine Stan Lee creating the DC Universe” mostram o que aconteceria se Stan Lee tivesse criado os maiores personagens da DC. Em “Just imagine Stan Lee with Jim Lee creating Wonder Woman” - Nas selvas do Peru, a bela Maria Mendoza esta impotente para salvar seu pai de um tirano local, mas, quando ela descobre um antigo artefato – um cajado dourado – que vincula plenamente à herança, a jovem torna um a fonte de poder como o mundo jamais havia visto. [19]

Princesa Stephanie Trevor[editar | editar código-fonte]

Mulher-Maravilha do Século 23 é praticamente imortal e filha de Diana com Steve Howard Trevor na mini-serie “Gerações”.

Mulher-Maravilha da Terra 2[editar | editar código-fonte]

Veja artigo principal Mulher-Maravilha da Terra 2

Os novos 52[editar | editar código-fonte]

Em 2011, a DC Comics anunciou a reformulação de 52 de seus maiores personagens,[20] inclusive da Mulher Maravilha. Nessa versão a a Mulher-Maravilha descobre que não foi criada a partir do barro (como na origem escrita por George Perez) e sim que ela é Filha de Zeus com a Rainha Hipólita a fazendo assim além de Amazona uma Semi-Deusa. Com isso suas histórias escritas por Brian Azzarello[21] a Mulher Maravilha aparece ainda mais a profundada na mitologia grega, tendo uma maior interação com seus meio-irmãos, como Apolo, Hermes, Artemis e entre outros.

Inimigos[editar | editar código-fonte]

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

A atriz Lynda Carter interpretou a personagem na série de televisão exibida durante a década de 1970.

Série de televisão[editar | editar código-fonte]

Com o sucesso da série Batman nos anos 60, seu produtor, William Dozier, visualizou novas produções de super-heróis e a Mulher-Maravilha foi o personagem escolhido. Dozier pediu a Stan Hart e Larry Siegel, ambos da revista Mad, para que escrevessem um roteiro cômico no qual fosse apresentada a essência de uma série de meia-hora com a personagem. Em 1967, foi gravado o episódio piloto para avaliação, “Wonder Woman: Who's afraid of Diana Prince?” (em tradução livre, Mulher Maravilha: Quem tem medo de Diana Prince?) foi primeira tentativa de se produzir uma série com a princesa amazona, foi gravado um episódio piloto em 1967, no qual seguia uma linha cômica, a história apresentava Diana Prince (Ellie Wood Walker) uma mulher desajeitada; ao se olhar o espelho se transformava na heroína Mulher Maravilha (Linda Harrison). O teor cômico e com uma versão diferente dos quadrinhos não agradou a audiência e o seriado não chegou a ser produzido. [22]

Na década de 1970 a personagem foi interpretada por Lynda Carter em uma série de televisão exibida pelo canal CBS nos Estados Unidos.

Em 2011, foi planejado um reboot que não foi aprovado, Mulher-Maravilha/Diana Prince, seria uma combatente do crime que mora em Los Angeles e leva vida dupla como presidente das Indústrias Themyscyra. Adrianne Palicki, foi escolhida para ser a protagonista da nova série Mulher Maravilha pela NBC.

Filme animado[editar | editar código-fonte]

Em março de 2009 foi lançado um longa de animação baseado na personagem.

Filme[editar | editar código-fonte]

Em 1974, foi produzido o telefilme “Wonder Woman” para testar a audiência para uma série. A ex-tenista, Cathy Lee Crosby ficou com o papel.

Em 2007, George Miller dirigiria o projeto mais ambicioso da Warner Bros., Justice League: Mortal. A Mulher-Maravilha foi escrita como uma guerreira durona, com menos aspectos da Princesa Diana que faz parte de sua mitologia[23] e seria interpretada por Megan Gale. [24]

Em 2007 a Warner Bros teve a ideia de fazer um filme da Mulher Maravilha. Joss Whedon estava escrevendo o roteiro do filme e irá dirigi-lo.

Em 4 de Dezembro de 2013, foi confirmado que a atriz Gal Gadot irá interpretar a heroína no filme Batman v Superman: Dawn of Justice, ao lado de Henry Cavill como Superman e Ben Affleck como Batman, com estreia prevista para 2016.

Jogos eletrônicos[editar | editar código-fonte]

A Mulher-Maravilha já apareceu em 3 jogos eletrônicos: um exclusivo da DC Comics, "Justice League", em que certas vezes atua com Zatanna e Superman e sendo uma das principais personagens a ter participação na história. Já o outro é "Mortal Kombat vs DC Universe", onde aparece no enredo da história. Ela está na sua ilha, quando esta começa a se fundir com a Ilha do Mago Shang Tsung [do Mortal Kombat]. Ela não deseja lutar, mas o mago diz que a ilha é sua. Após travarem um combate, Batman contacta Diana, dizendo que a Terra está em constante estado de fusão com outro universo. Linhas amarelas brilhantes separam os dois universos.

Diana tem a missão de procurar e achar Superman, que desapareceu após a derrota de Darkseid. Ela procura na Metrópole, quando a Princesa Kitana [Mortal Kombat] aparece e diz que o mundo está rumo ao apocalipse. Após uma luta, Kitana foge e Mulher-Maravilha acha Superman. Ele estava congelado pelo Ninja Lin-Kuei Sub-Zero [Mortal Kombat]. Diana luta com Sub-Zero e salva Superman. Ela pergunta quem está atrás dessa invasão, então o guerreiro responde que os invasores são eles.

Apos conversar com Sub-Zero e prendê-lo, Diana é informada que a Base da Liga está em crise, e o Capitão Marvel está enlouquecido (chamada "Rage"). Todos os personagens, Mortal Kombat e DC, sofrem de uma enxaqueca, resultado da fusão de 2 mundos. Isso ocorre pois, Shao Khan (Mortal Kombat) e Darkseid unem forças, causando assim uma enorme confusão. O Capitão Marvel não consegue se controlar e acaba atacando Lanterna Verde. Após lutar com ele, Diana vê que ele fala que a "Raiva" irá consumí-lo e clama por ajuda. Junto com Sonya Blade Mortal Kombat, foi a única mulher do jogo a ter um capítulo inteiro para si no modo Story.

Após isso, Mulher-Maravilha aparece no jogo exclusivo de PS3, ""DC Universe Online"" onde o jogador pode escolher entre Diana para ser sua tutora. Agora, em 2013, a NetherRealm Studios juntamente com a Warner Bros Ltda., lança o jogo Injustice: Gods Among Us, em que a Mulher-Maravilha foi uma das primeiras personagens a serem confirmadas. Diana troca o short por uma longa calça azul, impondo assim respeito e deixando de ser uma espécie de "ícone sensual" do jogo. Além dos objetos já citados, ela agora usa um escudo, fazendo o jogador ter escolha sobre como prefere lutar usando ela.

Notas[editar | editar código-fonte]

  • O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher-Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a ideia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.
  • Em Luzes, Drama, Ação no episódio 17 Lindsay relembra a Mulher Maravilha de antigamente com o seu avião invisível.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o portal:

Referências

  1. [1]
  2. Richard Olive, Our Women Are Our Future
  3. a b Our Women Are Our Future
  4. Les Daniels, Wonder Woman: The Complete History, (DC Comics, 2000), pp. 28-30.
  5. Hendrix, Grady. "Out for Justice". The New York Sun dezembro 11, 2007
  6. Toni Rodrigues (31/03/05). Ebal 60 anos: uma celebração. Universo HQ.
  7. GPdesenhos.com.br
  8. Wonder Woman, v.2, # 170, julho de 2001
  9. [2]
  10. [3]
  11. [4]
  12. [5]
  13. [6]
  14. [7]
  15. Resenha - As Aventuras de Diana # 1 (Ebal) - Revista mensal (em português) (11/07/04). Página visitada em 06/11/2009.
  16. Saia Justa: O Feminismo nos Quadrinhos (em português). site Fanboy. Página visitada em 06/11/2009.
  17. Guia dos Quadrinhos – Rainha Hipolita, [8]
  18. Personagens de Mulher Maravilha,[9]
  19. Mulher-Maravilha de Stan Lee,[10]
  20. NALIATO, Samir (31 de agosto de 2011). Guia da Reformulação DC: conheça as novas revistas. Universo HQ.
  21. http://pt.wikipedia.org/wiki/Brian_Azzarello
  22. A 1ª Tentativa de Levar a Mulher-Maravilha para a TV, [11]
  23. Vaza o roteiro de ‘Justice League: Mortal’, o filme cancelado da Liga da Justiça, [12]
  24. Elenco e roteiro de filme da Liga da Justiça de 2007 são revelados!,[13]