Joss Whedon

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Joss Whedon
Joseph Hill Whedon
Joss Whedon by Gage Skidmore 2.jpg

Nascimento 23 de junho de 1964 (50 anos)
Local Cidade de Nova Iorque, Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos Estadunidense
Área(s) de atuação escritor, roteirista, cineasta,produtor,compositor,ator
Trabalhos de destaque Buffy
Angel
Firefly
Serenity
Dr. Horrible's Sing-Along
Blog
Dollhouse
The Cabin in the Woods
Os Vingadores (2012)
Agents of S.H.I.E.L.D.

Joss Whedon (Nova Iorque, 23 de junho de 1964) é um roteirista, diretor e produtor de cinema e televisão estadunidense. Criador de alguns dos maiores sucessos da TV, Buffy the Vampire Slayer, Angel e Firefly. Indicado ao Oscar pelo roteiro de Toy Story. Conta com uma fiel legião de seguidores. Joss whedon, por sua vez criou um dos melhores filmes da atualidade os vingadores.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Joss Whedon é neto e filho de dois renomados roteiristas de sitcoms, e um de seus primeiros empregos foi no extremamente bem-sucedido sitcom Roseanne, no qual desenvolveu sua marcante veia cômica. Porém, o sonho de Whedon nem sempre foi trabalhar na TV, e sua formatura em cinema o impulsionava para uma carreira bem-sucedida em Hollywood. Whedon evitava trabalhar na TV, mas sendo o maior fã do trabalho de seu pai, agarrou a oportunidade.

Joss Whedon na Premiere de Serenity em 2005.

Porém, Whedon não demoraria a ingressar numa carreira cinematográfica. Na verdade, seu primeiro roteiro para o cinema foi a concepção de suas ideologias feministas e metafóricas, Buffy a Caça Vampiros. Sentiu então na pele como um roteirista é tratado na indústria, vendo seu sonho ser transformado em bobagem nas mãos de uma diretora sem visão. Whedon conta que uma hora depois de iniciado a exibição do filme, deixou cair uma lágrima. Ele estava arrasado. Porém, não desanimou, e se tornou o médico-de-roteiros mais badalado entre os estúdios. Foi chamado para consertar os roteiros de Velocidade Máxima (no qual é autor de 90% dos diálogos mantidos, mas teve seu nome retirado dos créditos), Waterworld, Twister e Toy Story, e também escreveu para o 4º filme da série Alien Ressurrection. O filme foi um fracasso e Whedon não demorou a defender seu trabalho, denunciando que a deficiência do longa foi a visão do diretor, segundo ele, sempre o líder em uma produção.

Segundo Whedon, foi em 1997, na estreia da série Buffy the Vampire Slayer, baseado em sua ideia fracassada, que ele pôde finalmente começar e terminar um projeto exatamente do jeito que queria, sem intervenção de diretor ou produtor sem talento. E não somente provou ser talentoso, mas sim um sujeito com ideias criativas revolucionárias e artisticamente ousadas, que mudou o cenário da TV para sempre. BaCV durou sete temporadas, sendo glorificada pelos críticos como um dos melhores dramas de todos os tempos, e sendo amada de modo profundo por uma fiel legião de fãs. O mesmo ocorreu com o spin-off de BaCV, chamada Angel, que durou 5 temporadas de enorme sucesso de crítica e público. Em 2002, Whedon chegou com um novo projeto televisivo, um conceito revolucionário para o gênero sci-fi, chamado Firefly. Porém, Whedon escolheu a emissora errada, que cancelou seu show depois de somente uma dúzia de episódios exibidos, deixando Whedon, seu elenco e seus apaixonados fãs arrasados.

Decepcionado com a TV, que mais e mais se consumia em fórmulas prontas e falta de substância (com o excesso de reality shows), Whedon resolveu levar sua ideia para o cinema, no melhor estilo do Mito da Cinderela. Firefly durou somente 11 episódios, mas Whedon conseguiu que a Universal produzisse um longa-metragem da série, denominada Serenity. Os fãs foram à loucura, e o filme desde antes de sua estreia (Outubro de 2005) foi um enorme sucesso de crítica e público, considerando que seu orçamento são de míseros $80 Milhões de dólares.

Levando consigo sua glória alcançada como uma das mentes mais privilegiadas do cenário do entretenimento atual, Whedon foi chamado para escrever e dirigir o filme do ícone feminista dos HQs, Mulher-Maravilha, para estrear em 2006; projeto que nunca aconteceu.

Atualmente roteirizou e dirige o filme Os Vingadores, inspirado nas HQs de mesmo nome da Marvel Comics; produzido pela Disney. O filme estreou em 27 de Abril de 2012, no Brasil, e 4 de Maio nos EUA.

Também recentemente decidiu dar uma continuação de suas séries de sucesso, BaCV e Angel, através de histórias em quadrinhos. Já saíram 2 novas temporadas de BaCV e 2 de Angel, para a alegria dos fãs.

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Whedon sempre foi um amante de Histórias em Quadrinhos, já tendo criado um título chamado Fray, sobre uma caça-vampiros do futuro. Após terminar suas séries de sucesso, Whedon foi chamado pela Marvel Comics para ficar em cargo de roteirizar o título mais importante de sua franquia mais importante: Astonishing X-Men. A alta qualidade narrativa, a dinâmica de ação, a profundidade emocional e os geniais diálogos (marcas registradas de Whedon) fizeram do título um enorme sucesso de crítica e público, sendo o mais bem vendido e arrecadando vários prêmios e elogios. Por conta disso, Whedon continua até hoje escrevendo para a série, chegando à seu 2º ano no cargo.

Por ser um antigo fã dos X-Men (principalmente da era-Claremont), Whedon havia escrito um roteiro para o primeiro filme dos mutantes, que foi totalmente descartado, o que o frustrou bastante. Whedon mais tarde declarou também ter escrito um roteiro para um filme do Batman que não foi comprado.

Além disso, Whedon é também um músico premiado, pois além de compor todas as músicas do estimado episódio musical de Buffy, "Once More, with Feeling", também compôs a inesquecível música tema de Firefly e também a trilha sonora de O Rei Leão 2, que lhe valeu premiações.

Entre seus outros trabalhos de animação estão o subestimado Atlantis, o Reino Perdido da Disney e o bem-sucedido sci fi-adolescente Titan A.E. da Fox.

Atualmente, Whedon ainda desenvolve o projeto de levar o vampiro Spike para um longa-metragem televisivo, e a possibilidade de voltar para a TV nunca é descartada, pois é uma mídia que Whedon ama e respeita muito, apesar do sistema ser tão anti-artístico na maioria das vezes.

Oscar[editar | editar código-fonte]

Quem hoje conhece o sucesso impressionante que o histórico Toy Story fez não imagina que tudo isso foi responsabilidade de Whedon. Seu nome está entre os roteiristas do longa, e portanto foi indicado do Oscar de Melhor Roteiro Original em 1996. O roteiro de Toy Story, antes de Whedon consertar, era simplesmente uma ideia genial mal resolvida que não conseguia tomar muita forma, engavetado praticamente. Whedon reescreveu muita coisa, os diálogos, criou personagens (o dinossauro), deu uma sensibilidade e humor menos ingênuo aos personagens (exemplo seguido até hoje pelas animações da Disney) que levou o filme ao Óscar.

Ídolo e fã[editar | editar código-fonte]

Como já foi dito, Whedon é fã de HQs (especialmente Homem-Aranha, X-Men e os recentes Scott Pilgrim e Global Frequency), e entre suas séries favoritas estão Arquivo X, The Prisioner, Família Soprano, The West Wing, Party of Five e as recentes House, Veronica Mars, Without a Trace, Numbers, etc. É apaixonado pela série Harry Potter, e pelos filmes Matrix, trilogia clássica de Star Wars, Alien - O 8º Passageiro. Seu maior ídolo provavelmente é o músico Stephen Sondheim, cultuado criador de clássicos musicais teatrais.

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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