Liga da Justiça Internacional

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A Liga da Justiça Internacional (LJI) foi um grupo fictício de super-heróis da DC Comics, derivado da conhecida Liga da Justiça. Segundo o conceito implantado pelos autores Keith Giffen, J.M. DeMatteis e Kevin Maguire, a equipe zelava pelo mundo todo e então deveria se equipar para essa melhor vigilância, criando sub-sedes internacionais ("embaixadas" apoiadas pela ONU em vários países do mundo) e depois se dividindo em grupos (como sedes oficiais ficaram as de Nova Iorque (Liga da Justiça da América) e Paris (Liga da Justiça Europa)).

As histórias da LJI começaram em 1987, logo após Lendas. As histórias introduziram humor e reativaram o interesse pela Liga, mas após a saída dos autores iniciais, houve perda de qualidade e a nova fórmula se esgotou. Depois de Zero Hora, a ideia das sub-equipes foi abandonada e a Liga voltou aos conceitos originais.

Assim, originalmente, existia uma Liga da Justiça da América, que contava com a presença dos maiores heróis da Terra. Porém, com o passar dos anos, esta Liga foi sofrendo severos revezes e reformulações, obrigando os membros que permaneciam em suas fileiras a aceitarem novos recrutas. Daí surgiu a fase da "Liga Detroit", com os membros impopulares Vixen, Cigana, Vibro e Gládio.

A imagem da equipe ficou tão desgastada que os próprios fãs deixaram de comprar as revistas. Com isso, os editores se viram obrigados a desmantelar a Liga da Justiça, reformulando-a por completo. Dessa reformulação surgiu a Liga da Justiça Internacional, ou simplesmente LJI, composta por vários personagens considerados de segundo escalão (exceção feita ao Batman, ao Caçador de Marte e ao Capitão Marvel).

História da Publicação[editar | editar código-fonte]

O escritor J.M. DeMatteis ficou responsável pelo título após o término da "Liga Detroit". Em parceria com Keith Giffen e Kevin Maguire, ele concordaria em estabelecer a liga como "Os Grande Sete", ideia que depois seria desenvolvida por Grant Morrison na sequência da publicação. Contudo, Superman vinha tendo a origem remodelada por John Byrne e George Perez vinha segurando o relançamento da Mulher Maravilha (ressurgida em Lendas), o mesmo acontecendo com Mike Baron e o Flash. Aquaman estava passando por uma fase de "limbo" criativo. Denny O'Neil, contudo, concordou que Batman fizesse parte da nova série. O editor Andy Helfer (que cuidava do Lanterna Verde na época) sugeriu a entrada de Guy Gardner no lugar de Hal Jordan. Giffen teve a ideia de colocar o personagem como um membro desestabilizador, mas ao invés de explorar as tensões como acontecia nas equipes similares da Marvel, ele preferiu mesclar isso com um humor escrachado. Guy Gardner então se tornou um cabeça-quente briguento e "machão", o Capitão Marvel não mais tinha uma personalidade diferente da do seu alter-ego Billy Batson, permanecendo com o jeito infantil do garoto o que o levava a ser constantemente gozado por Gardner que lhe apelidara de "Capitão Fraldinha" (tradução do apelido no Brasil). O uniforme da Canário Negro foi mudado e ela agora tinha uma forte tendência feminista. A inclusão do Senhor Destino deveu-se ao fato de DeMatteis e Giffen estarem a escrever as histórias do herói na época.Besouro Azul (que mantinha a maior rivalidade/competição com Gardner e depois faria uma dupla cômica com o Gladiador Dourado), a Doutora Luz e o Caçador de Marte completariam a equipe. Depois entrariam vários personagens, como o Senhor Milagre, o Gladiador Dourado, criado por Dan Jurgens, a Mulher Maravilha e o Soviete Supremo. Guy Gardner seria o alvo das maiores brincadeiras dos escritores: teria um desajeitado caso de amor com a heroína nórdica Gelo (que era a parceira da brasileira Fogo quando ambas entraram para a equipe) e de "machão" ele passaria um bom tempo transformado em "frutinha" (após bater a cabeça). Os Novos Deuses Magtron e Órion se tornariam membros por um tempo. O mercenário Lobo foi relançado como um mercenário vilão da série e se tornaria extremamente popular nos anos seguintes. A LJI apareceria em Milênio e o Soviete Supremo se revelaria como o espião dos Caçadores.

A revista seria bem-sucedida, com o humor trazendo novos fãs do grupo e os membros alçados ao patamar de novas estrelas. Maxwell Lord, o consultor empresarial da equipe, figuraria em The OMAC Project e Guy Gardner se tornaria um co-protagonista recorrente na série da Tropa dos Lanternas Verdes, ao lado de Hal Jordan. Gladiador Dourado e o Besouro Azul apareceriam em revistas próprias. Outros membros que entrariam para a equipe também se tornariam populares. Wally West (Flash) continuaria em The Flash, Fogo se tornaria recorrente em Checkmate (Xeque-Mate), Metamorfo em Batman e os Renegados (segunda série).

Liga da Justiça: Breakdowns[editar | editar código-fonte]

"Breakdowns" foi uma interligação de 15 revistas dos títulos Liga da Justiça da América e Liga da Justiça Europa, mudando o tom da série que passou do humor para uma abordagem mais série, dada por uma nova equipe de criação. Os principais acontecimentos dessa série foram:

  • Maxwell Lord entrou em coma depois de uma tentativa de assassinato. Mais tarde assumiu uma personalidade diferente, possuído pelo inimigo da JLE Dreamslayer do grupo Extremistas. Depois do fim da série, Maxwell Lord perdeu seus poderes mentais, aparentemente drenados completamente por Dreamslayer.
  • Abelha Rainha, que assumira o posto de Condessa de Bialya, é assassinada a mando de Sumaan Harjavti, o irmão gêmeo do ditador Rumaan.
  • Despero foge da nave de Manga Khan (que estreara anteriormente como uma paródia afeminada de Galactus da Marvel) e causa destruição em Nova Iorque, buscando se vingar da Liga. Uma força da Liga da Justiça formada pelo Caçador de Marte, Poderosa, Fogo, Soviete Supremo, Metamorfo, Flash, Guy Gardner e Major Desastre bem como o membro do grupo Conglomerado, Gladiador Dourado, além de Lobo, são chamados para deter a ameaça.
  • Enquanto estivera no corpo de Maxwell Lord, Dreamslayer sequestrou e depois assassinou Mitch Wacky na ilha de KooeyKooeyKooey, onde o Besouro Azul e Gladiador Dourado tentaram instalar um resort que seria chamado de de "Clube JLI."

Expansão[editar | editar código-fonte]

A revista Justice League Spectacular renovou os títulos da Liga da Justiça e trouxe novos autores e artistas. Os títulos foram expandidos para quatro no início dos anos de 1990: Liga da Justiça da América (que era a Liga da Justiça Internacional), Liga da Justiça da Europa, Força Tarefa Liga da Justiça, e Justiça Extrema. Liga da Justiça Europa seria renomeada e passaria a se denominar Liga da Justiça Internacional (segunda série).

Essa diversidade traria problemas de consistência e continuidade. Personagens antigos da LJI como Capitão Átomo, Caçador de Marte e Poderosa eram mudados e revisados constantemente, confundido os leitores. No fim da década, os títulos foram cancelados

Ver também[editar | editar código-fonte]