Tom Araya

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Tom Araya
Slayer - Tuska 2008 - Tom Araya.jpg
Tom Araya em Tuska (2008)
Informação geral
Nome completo Tomás Enrique Araya
Nascimento 6 de junho de 1961
Origem Viña del Mar
País  Chile
Gênero(s) Thrash metal
Speed metal
Instrumento(s) baixo, vocal
Modelos de instrumentos B.C. Rich, ESP Guitars
Período em atividade 1981 – atualmente
Gravadora(s) American Recordings
Afiliação(ões) Slayer, Alice in Chains

Tomás Enrique Araya (Viña del Mar, 6 de junho de 1961) é um músico chileno. É baixista e vocalista da banda de thrash metal Slayer.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Com 5 anos de idade, ele e sua família imigraram para os Estados Unidos da América. Araya conseguiu um trabalho em 1980 como terapeuta respiratório, cujo salário utilizou para financiar a produção de seu primeiro álbum com o Slayer, "Show No Mercy". A maioria das contribuições nas letras das canções do grupo tratam sobre assassinos em série, um tópico interessante a ele. Sua primeira contribuição lírica foi no disco "Hell Awaits" de 1985, na canção "At Dawn They Sleep".

Araya possui dois filhos, um menino e uma menina[1] . É casado e vive em Buffalo, Texas, com sua esposa, a quem conheceu em um show da banda Slayer, há muito tempo atrás. Seu irmão Juan Araya, mais conhecido como John Araya é o baixista da banda de Death metal melódico, Thine Eyes Bleed.

Suas primeiras bandas tocavam covers de Judas Priest e Iron Maiden. Após conhecer Kerry King, formou o Slayer, em uma entrevista, perguntaram a Kerry King sobre o nome DragonSlayer, mas disse ele que foi apenas um mito da época.

Araya é um grande fã de futebol, além de usar em alguns shows a camisa da seleção de futebol do Chile (como é possível ver no DVD The Big 4 Live from Sofia, Bulgaria, aonde ele usa uma camisa usada pela La Roja na Copa do Mundo de 2010) e de seu clube de coração, o Everton de Viña del Mar.

Religião[editar | editar código-fonte]

Araya disse que é um erro entender como a imprensa que dizia que os membros da banda eram adoradores de Satanás: "Sim, sim, eu acho que é um dos maiores equívocos sobre a banda, nós somos apenas pessoas normais." Se o guitarrista Kerry King faz uma boa música, Araya expressa o que pensa - "Eu não sou um daqueles que diz: Isso é péssimo, porque eu não penso nisso. Para mim, é melhor dizer: Isto é bom, vai irritar as pessoas com isso!"

Slayer - Tom Araya ao vivo em 2006.

Em uma entrevista, Araya disse "Cristo veio para ensinar o amor, para não prejudicar os outros como no seu discurso: ...Aceite os outros de como eles são. Viva em paz e ame os demais". Questionado se ele acreditava em Deus, respondeu: "Acredito sim em um ser supremo, ... Mas ele ama a todos nós"[2] Araya explicou que ele tem "uma forte crença na religião' e a imagem do Slayer ou suas canções nunca podem "interferir com o que eu penso e/ou o que sinto... As pessoas não sabem bem onde devem buscar suas crenças, seja por causa de um livro ou história que alguém escreveu, ou uma música do Slayer."[3] . Araya apareceu no documentário "Sam Dunn Metal: A Headbanger's Journey", respondendo à pergunta sobre sua formação religiosa onde Araya definiu como católico, com um sorriso. Ele também respondeu à pergunta "Onde se encaixa God Hates Us All?: "Deus não odeia ninguém, mas é um grande título".

Em outra entrevista, Araya disse:

Cquote1.svg "Sim, eu acredito em Deus. Eu venho de um país evangélicos, nasci e cresci em um país evangélico. Meus pais, meu pai e minha mãe ajudaram uma igreja em Los Angeles... Na verdade meu pai que morreu há algum tempo atrás, era um diácono e minha mãe ainda me ensina o caminho de Deus, caminho que devo andar. Então, eu tenho muita fé em Deus."[1] Cquote2.svg

Letras[editar | editar código-fonte]

As primeiras contribuições de Araya foram nas letras de South of Heaven. Assassinatos em série foi o que inspirou muitas das letras das músicas no Slayer, como as músicas "213", sobre Jeffrey Dahmer, e "Dead Skin Mask", sobre Ed Gein,[4] . quem matou 17 pessoas [5]

Araya escreveu a letra de "Eyes of the Insane", do álbum "Christ Illusion", que ganhou um Grammy em 2006. A inspiração para a canção veio de um artigo no Texas Monthly sobre as vítimas civis da guerra, e as experiências dos soldados que tentam lidar com o trauma causado às suas missões. Araya disse:

Cquote1.svg "At points in their tour of Iraq, they need help and the military tends to ignore that, they kind of brush it under the mat and hopes it goes away. They try to make everything seem hunky dory and fine and dandy, when in actuality there is a lot of stuff going on that people can’t handle. There’s a lot of soldiers coming home with mental anguish. And the sad part is, we heard about post-traumatic stress after Vietnam and the first Gulf War and the military seems to want to wipe the slate clean with every new war. ." Cquote2.svg
Cquote1.svg "... Em certos momentos dentro de uma missão no Iraque, as necessidades militares de ajuda tendem a rejeitá-lo. Eles tentam esconder isso esperando que tudo acabe bem. Tentam fazer com que você veja que vai acabar tudo bem, quando na verdade há um monte de porcaria que as pessoas não suportariam. Existem muitos soldados voltando para casa com angústias mentais e depressões. E a parte triste é que nós ouvimos tudo isso logo após a Guerra do Vietnã e a Guerra do Golfo dando a entender que e os militares querem esquecer tudo com uma nova guerra. É uma merda." [6] Cquote2.svg

Equipamento[editar | editar código-fonte]

Curiosidades Participou do disco Dirt do Alice in Chains na música "Iron Gland"

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio

Links Externos[editar | editar código-fonte]

Referências

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