Etimologia dos nomes das unidades federativas do Brasil

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Esta é uma lista da etimologia dos nomes das unidades federativas do Brasil. Algumas são baseadas nas línguas tupi-guaranis, enquanto que outras se baseiam na língua portuguesa.

Antigas unidades federativas[editar | editar código-fonte]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Entre os muitos tipos de topônimos que existem,[19] a tabela abaixo agrupa os topônimos das atuais unidades federativas segundo o que apontam quando suas etimologias encontram-se na língua portuguesa.

Tipo Quantidade Exemplos
Hidrotopônimos
(corpos d'água)
5 Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul
Cardinotopônimos
(pontos cardeais)
3 Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul
Hierotopônimos
(religião)
3 Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo
Fitotopônimos
(vegetação)
2 Mato Grosso, Mato Grosso do Sul
Antropotopônimos
(nomes de pessoas)
1 Rondônia
Etnotopônimos
(etnias)
1 Goiás
Poliotopônimos
(assentamentos humanos)
1 Distrito Federal
Topônimos em português não classificados 1 Minas Gerais
Topônimos de origem ameríndia 12 Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Roraima, Sergipe, Tocantins
Topônimos de origem grega 1 Amazonas

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i BERG, Tiago José (2009). «Território, cultura e regionalismo: aspectos geográficos em símbolos estaduais brasileiros» (PDF). Consultado em 3 de janeiro de 2016. 
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v GIRARDI, Giovana (fevereiro de 2007). «Qual é a origem dos nomes dos Estados brasileiros?». Consultado em 3 de janeiro de 2016. 
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 73.
  4. «Por que Alagoas». Gabinete Civil de Alagoas. Consultado em 4 de janeiro de 2016. 
  5. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 98.
  6. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 542.
  7. «Colonização». Governo do Estado do Espírito Santo. Consultado em 4 de janeiro de 2016. 
  8. «Goiás - Goiás». IBGE Cidades. Consultado em 4 de janeiro de 2016.  Texto "goias" ignorado (Ajuda); Texto "infograficos:-historico" ignorado (Ajuda)
  9. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 590.
  10. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 590,
  11. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 590.
  12. a b c NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 592.
  13. a b NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 592.
  14. «Rio Grande - Rio Grande do Sul». IBGE Cidades. Consultado em 5 de janeiro de 2016. 
  15. a b c d GIRARDI, Giovana (fevereiro de 2007). «Qual é a origem dos nomes dos Estados brasileiros?». Consultado em 3 de janeiro de 2016. 
  16. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 597.
  17. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 603.
  18. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 567.
  19. SOUSA, Alexandre M. «Geografia e Linguística: interseções no estudo toponímico». Consultado em 20 de abril de 2014.