Etimologia dos nomes das unidades federativas do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Estados brasileiros conforme a origem etimológica de seus nomes, sendo laranja para origem ameríndia e azul, origem portuguesa.

A etimologia dos nomes das unidades federativas do Brasil é variada, parte nomes tem sua origem baseada nas línguas tupi-guaranis, enquanto que outros na língua portuguesa.

Unidades federativas atuais[editar | editar código-fonte]

Antigas unidades federativas[editar | editar código-fonte]

Classificação[editar | editar código-fonte]

Entre os muitos tipos de topônimos que existem,[16] a tabela abaixo agrupa os topônimos das atuais unidades federativas segundo o que apontam quando suas etimologias encontram-se na língua portuguesa.

Tipo Quantidade Exemplos
Hidrotopônimos
(corpos d'água)
5 Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul
Cardinotopônimos
(pontos cardeais)
3 Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul
Hierotopônimos
(religião)
3 Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo
Fitotopônimos
(vegetação)
2 Mato Grosso, Mato Grosso do Sul
Antropotopônimos
(nomes de pessoas)
1 Rondônia
Etnotopônimos
(etnias)
1 Goiás
Poliotopônimos
(assentamentos humanos)
1 Distrito Federal
Topônimos em português não classificados 1 Minas Gerais
Topônimos de origem ameríndia 12 Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Roraima, Sergipe, Tocantins
Topônimos de origem grega 1 Amazonas

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h i BERG, Tiago José (2009). «Território, cultura e regionalismo: aspectos geográficos em símbolos estaduais brasileiros» (PDF). Consultado em 3 de janeiro de 2016 
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v GIRARDI, Giovana (fevereiro de 2007). «Qual é a origem dos nomes dos Estados brasileiros?». Consultado em 3 de janeiro de 2016 
  3. FERREIRA 1986, p. 73
  4. «Por que Alagoas». Gabinete Civil de Alagoas. Consultado em 4 de janeiro de 2016 
  5. FERREIRA 1986, p. 98
  6. NAVARRO 2013, p. 542
  7. «Colonização». Governo do Estado do Espírito Santo. Consultado em 4 de janeiro de 2016 
  8. «Goiás - Goiás». IBGE Cidades. Consultado em 4 de janeiro de 2016 
  9. a b c NAVARRO 2013, p. 590
  10. a b c d e NAVARRO 2013, p. 592
  11. «Rio Grande - Rio Grande do Sul». IBGE Cidades. Consultado em 5 de janeiro de 2016 
  12. a b c d GIRARDI, Giovana (fevereiro de 2007). «Qual é a origem dos nomes dos Estados brasileiros?». Consultado em 3 de janeiro de 2016 
  13. NAVARRO 2013, p. 597
  14. NAVARRO 2013, p. 603
  15. NAVARRO 2013, p. 567
  16. SOUSA, Alexandre M. «Geografia e Linguística: interseções no estudo toponímico». Consultado em 20 de abril de 2014 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • FERREIRA, A. B. H. (1986). Novo dicionário da língua portuguesa 2.ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira 
  • NAVARRO, E. A. (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global