História do teatro musical no Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

História do teatro musical no Brasil, se originou do teatro de revista, que se tornou um gênero popular no Brasil a partir do final do século XIX.

História[editar | editar código-fonte]

O teatro musical no Brasil se originou, mais precisamente, por volta de 1859, com a fundação do Alcazar Lírico por artistas franceses, no Teatro Ginásio do Rio de Janeiro. O espetáculo chamou-se As Surpresas do Sr. José da Piedade, de Justiniano de Figueiredo Novaes.

Inovando as peças teatrais, transformando-as em operetas e ações curtas, todas de caráter satírico de inspiração francesa, o teatro musicado tornou mais acessível o teatro ao grande público.

Composto de diversas influências, nascia assim o teatro de revista brasileiro, gênero de espetáculo característico do Rio de Janeiro. Nesta primeira fase, a revista não exigia uma linha narrativa, embora o modelo que aqui chegou exigia o compère e a commère. O casal de cantores e bailarinos deviam serguir a regra de ela ser obrigatoriamente elegante e bonita, e ele alegre e malandro, colocando um toque de sátira em cada frase e em cada nova seqüência do espetáculo.

Uma das grandes compositoras do teatro de revista brasileiro foi Chiquinha Gonzaga. O teatro representou para ela a conquista de um público maior e o reconhecimento como compositora e um retorno financeiro seguro. Em 1880, ela escreveu um libreto e tentou musicá-lo, o que acabou como uma peça de costumes, Festa de São João. Somente em 1885 conseguiu estrear como a maestro em parceria com Palhares Ribeiro, compondo a opereta em um ato A Corte na Roça. Aos poucos seu nome foi se firmando no meio teatral carioca, participando de vários espetáculos como compositora e regente: A Filha de Guedes (1885), O Bilontra e a Mulher-Homem (1886); O maxixe na Cidade Nova (1886); O Zé Caipira (1887).

Outro escritor do teatro de revista foi Arthur Azevedo. Sua primeira peça foi O Rio, de 1877, que de forma humorística mostrava os principais acontecimentos políticos e sociais do Brasil.

Carlos Gomes também musicou peças e revistas teatrais.

Em 1887, com a apresentação da revista La gran via, encenada por uma companhia espanhola, o teatro musicado brasileiro sofreu uma transformação com a descoberta de números musicais cantados por coristas em movimento.

Arthur Azevedo, em uma de suas revistas intitulada Fantasia (1896), apresenta a seguinte definição para o gênero:

"Pimenta sim, muita pimenta E quatro, ou cinco, ou seis lundus, Chalaças velhas, bolorentas, Pernas à mostra e seios nus..."

O teatro de revista brasileiro se caracterizou como um veículo de difusão de modos e costumes, um retrato sociológico da época, com peças alegres, falas irônicas e de duplo sentido, e finalmente canções "apimentadas" e hinos picarescos, gênero do qual Arthur Azevedo mais se apropriou para criar os enredos de suas peças de teatro de revista.

Com ele se se deu o apogeu das paródias burletas do teatro. A linguagem é marcada pela valorização do texto em relação à encenação e a dança, com uma crítica de costumes apimentada e cheia de versos e personagens alegóricos. Nas revistas apresentadas ao início de cada ano, apresentava-se o resumo cômico do ano anterior, as cenas curtas eram representadas por um grupo de personagens que falavam sobre os acontecimentos reais enquanto andavam pelas ruas do Rio de Janeiro, os teatros, o jóquei ou mesmo na imprensa, à procura de alguma coisa que revelasse o humor.

Outra influência foi de Luiz Carlos Peixoto de Castro, que estreou em 1917 como cenógrafo na revista Três pancadas. Em 1918, fez outra revista de sucesso, a Flor do Catumbi, com Carlos Bittencourt, e músicas de Júlio Cristóbal e Enrique Sánchez.

Viajou para Paris na década de 1920, onde trabalhou e trouxe novas idéias, quando do retorno ao Brasil, idéias que revolucionaram o teatro de revista no Rio, com o desnudar do corpo feminino, despindo-o das grossas meias que até então eram a base do espetáculo, mostrando partes do corpo feminino, que passam a ser mais valorizadas em danças, quadros musicais, etc.

Surge o elemento cenográfico se contrapondo ao elemento coreográfico. Jardel Jércolis substituiu a orquestra de cordas pela banda de jazz e a performance física do maestro passa a fazer parte do espetáculo, demonstrando a influência dos ritmos americanos.

Pascoal Segreto fundou, na mesma época, a Companhia Nacional de Revistas e Burletas, com a Companhia Ba-ta-clan no Teatro São José, na Praça Tiradentes. Firmou-se o gênero de revista musical de costumes, entre 1923 e 1925 e, com ele, Luiz Carlos Peixoto de Castro, que além de escrever para o teatro, foi diretor artístico, cenógrafo e figurinista da Companhia de Teatro São José, e diretor artístico da Companhia Tangará, no Cine-Teatro Glória e, em 1924, estreou a revista Secos e molhados, em parceria com Marques Porto.

Outra companhia foi o Teatro Recreio (1924), de Manoel Pinto, que iniciou um período de grandes espetáculos, abrigando autores e atores próprios. Em seguida, transferiu-se para o Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, como Companhia de Revistas Margarida Max. Nessa segunda fase, a revista é movida por grandes nomes que levam o público ao teatro. É uma fase em que a revista se equilibra entre quadros cômicos e de crítica política, e os números musicais e de fantasia.

Em 1926, Luiz Carlos Peixoto de Castro escreveu com Marques Porto] a revista Prestes a chegar, que alcançou grande sucesso, com músicas de Júlio Cristóbal e Pedro Sá Pereira. Em 1927, a mesma dupla escreveu a revista Paulista de Macaé. No mesmo ano, fundou, juntamente com Hekel Tavares, Álvaro Moreyra e Joraci Camargo, o Teatro de Brinquedo, no subsolo do Cassino Beira-Mar.

Em 1928, Luiz Carlos Peixoto de Castro apresentou, entre outras, a revista Miss Brasil,, na qual foi lançado o samba canção Ai, Ioiô, parceria com Henrique Vogeler, na voz de Aracy Cortes, e que se tornou rapidamente um grande sucesso e um clássico da MPB, regravada entre outras por Odete Amaral, Ângela Maria, Isaura Garcia, Dalva de Oliveira, Elizeth Cardoso, Maria Bethânia e Tetê Espíndola.

Em 1937, Luiz Carlos Peixoto de Castro escreveu com Gilberto de Andrade a revista Quem vem lá, com músicas de Ary Barroso e Assis Valente. E, em 1941, escreveu com Freire Jr. a revista Brasil pandeiro, com músicas de Assis Valente e a participação, entre outros, da atriz Alda Garrido e da dupla Jararaca e Ratinho.

Em 1945, escreveu com Geysa Bóscoli e Paulo Orlando, Canta Brasil, em homenagem à tomada de Monte Castelo pelos pracinhas brasileiros na Itália, levada à cena no Teatro Recreio, com músicas entre outros de Ary Barroso, Sá Pereira e Alcyr Pires Vermelho.

Em 1946, ele foi um dos fundadores da SBAT (Sociedade Brasileira dos Artistas Teatrais), que lutava pela melhora evida dos profissionais do ramo, tendo sido diretor e conselheiro por várias vezes.

Em 1947, lançou O que eu quero é rosetá, com Geysa Boscoli, estreada no Teatro Carlos Gomes e que contou com as presenças de Emilinha Borba e Jorge Veiga.

A terceira fase do teatro de revista se deve à gestão de Walter Pinto, à frente dos negócios do pai, que falece em 1938. Sua companhia substitui o interesse dos primeiros atores pela credibilidade da empresa na produção de grandes espetáculos, em que um elenco formado por numerosos artistas se revezam em cada temporada. A direção investe na ênfase à fantasia, por meio do luxo, de grandes coreografias, cenários e figurinos suntuosos. A maquinaria, a luz e os efeitos equivalem ao intérprete em importância. Mas, aos poucos, a revista começa a apelar fortemente para o escracho, para o nu explícito, em detrimento de um de seus alicerces: a comicidade, e, assim, entra em um período de decadência, praticamente desaparecendo na década de 60.

A pesquisadora Neyde Veneziano assim resume a importância do teatro de revista brasileiro: "Ao se falar em teatro de revista, que nos venham as idéias de vedetes, de bananas, de tropicália, de irreverência e, principalmente, de humor e de música, muita música. Mas que venha também a consciência de um teatro que contribuiu para a nossa descolonização cultural, que fixou nossos tipos, nossos costumes, nosso modo genuíno do 'falar à brasileira'. Pode-se dizer, sem muito exagero, que a revista foi o prisma em que se refletiram as nossas formas de divertimento, a música, a dança, o carnaval, a folia, integrando-os com os gostos e os costumes de toda uma sociedade bem como as várias faces do anedotário nacional combinadas ao (antigo) sonho popular de que Deus é brasileiro e de que o Brasil é o melhor país que há."

O público[editar | editar código-fonte]

Importante ressaltar que o teatro de revista visava a agradar a diferentes segmentos da sociedade,mas seu foco era a pequena burguesia. Os elementos que a caracterizam são demonstrativos disso. A forma popular de representação abrangia a ópera-cômica, a opereta, o vandeville (interpretação de canções curtas, ligeiras e satíricas) e a revista.

Músicas[editar | editar código-fonte]

O teatro foi sempre um porto seguro para os mais importantes compositores do nosso país. Por ele passaram Chiquinha Gonzaga, Carlos Gomes, Ary Barroso, Assis Valente,Tom Jobim, etc.

Os autores sempre usaram a música para dar um carater ludico aos comentários sobre a realidade cotidiana tornando mais eficiente a transmissão das mensagens.

Além disso, destacavam-se como elementos composicionais de uma revista o texto em verso, a presença da opereta(da comédia musicada), o fandango, o samba, e em tempos modernos a bossa nova.

Destacam-se:

No Tabuleiro da Baiana Tem, Cantoras do Rádio, Taí, Sassaricando, Bandeira Branca, Meu Ébano, Meu Coração Faz Tica Tica Bum.

Dança, coreografia e cenografia[editar | editar código-fonte]

A questão visual era uma grande preocupação, a coreografia foi em peças deste gênero, pois fazia-se necessário manter o "clima" alegre, descontraído, ao mesmo tempo em que se revelava, em última instância, a hipocrisia da sociedade. Para isso, os cenários criados eram fantasiados e multicoloridos, a fim de apresentar uma realidade superdimensionada. O corpo, neste contexto, era muito valorizado, fosse pelo uso de roupas exóticas, pelo desnudamento opulento ou pelas danças.

Produções Brasileiras[editar | editar código-fonte]

Título Nome Original Cidade Ano Teatro Data de Abertura Data de Fechamento Elenco Principal
Os Miseráveis Les Misérables São Paulo 2001/2002 Teatro Abril 25 de abril de 2001 31 de março de 2002 Saulo Vasconcelos (Javert)

Marcos Tumura (Jean Valjean)

Alessandra Maestrini (Fantine)

A Bela e A Fera Beauty and the Beast São Paulo 2002/2003 Teatro Abril 20 de junho de 2002 21 de dezembro de 2003 Kiara Sasso (Bela)

Saulo Vasconcelos (Fera)

Chicago Chicago São Paulo 2004 Teatro Abril 28 de abril de 2004 19 de dezembro de 2004 Danielle Winits (Velma Kelly)

Adriana Garambone (Roxie Hart)

Daniel Boaventura (Billy Flynn)

Selma Reis (Mama Morton)

O Fantasma da Ópera The Phantom of the Opera São Paulo 2005/2006/2007 Teatro Abril 21 de abril de 2005 22 de abril de 2007 Sara Sarres (Christine)

Saulo Vasconcelos (Fantasma)

Nando Pradho (Raoul)

Miss Saigon Miss Saigon São Paulo 2007/2008 Teatro Abril 12 de julho de 2007 14 de dezembro de 2008 Li Martins (Kim)

Marcos Tumura (Engenheiro)

Nando Pradho (Chris)

A Bela e A Fera (revival) Beauty and the Beast São Paulo 2009 Teatro Abril 30 de abril de 2009 08 de novembro de 2009 Li Martins (Bela)

Ricardo Vieira (Fera)

Cats Cats São Paulo 2010 Teatro Abril 04 de março de 2010 19 de setembro de 2010 Paula Lima (Grizabella)

Saulo Vasconcelos (Old Deuteronomy)

Sara Sarres (Jellylorum)

Mamma Mia! Mamma Mia! São Paulo 2010/2011 Teatro Abril 11 de novembro de 2010 18 de dezembro de 2011 Kiara Sasso (Donna)

Pati Amoroso (Sophie)

Saulo Vasconcelos (Sam Carmichael)

A Família Addams The Addams Family São Paulo 2012 Teatro Abril 02 de março de 2012 16 de dezembro de 2012 Marisa Orth (Morticia Addams)

Daniel Boaventura (Gomez Addams)

O Rei Leão The Lion King São Paulo 2013/2014 Teatro Renault 28 de março de 2013 14 de dezembro de 2014 Tiago Barbosa (Simba)

César Mello (Mufasa)

Osvaldo Mil (Scar)

Mudança de Hábito Sister Act São Paulo 2015 Teatro Renault 05 de março de 2015 13 de dezembro de 2015 Karin Hils (Deloris Van Cartier)

Adriana Quadros (Madre Superiora)

César Mello (Curtis Jackson)

Priscila, a Rainha do Deserto Priscilla, Queen of the Desert São Paulo 2012 Teatro Bradesco 17 de março de 2012 07 de novembro de 2012
Meu Amigo, Charlie Brown You're a Good Man Charlie Brown São Paulo 2016 Teatro Nair Bello 05 de março de 2016 27 de março de 2016 Tiago Abravanel (Snoopy)
Ghost Ghost São Paulo 2016 Teatro Bradesco 02 de setembro de 2016 11 de dezembro de 2016 André Loddi, Giulia Nadruz
Rent Rent São Paulo 2016/2017 Teatro Nair Bello Myra Ruiz, Bruno
Meu Amigo, Charlie Brown You're a Good Man Charlie Brown Rio de Janeiro
Shrek Shrek, The Musical São Paulo 2013 Teatro Bradesco 31 de outubro de 2013 22 de dezembro de 2013 Diego Luri, Giulia Nadruz,Rodrigo Sant’Anna,  e Felipe Tavolaro.
We Will Rock You We Will Rock You São Paulo 2016 Teatro Santander
Wicked Wicked São Paulo 2016 Teatro Renault Myra Ruiz, Fabi Bang, Jonatas Faro e André Loddi
O Despertar da Primavera Spring Awakening São Paulo 2010 Teatro Nair Belo
The Rocky Horror Show The Rocky Horror Show São Paulo 2016/2017 Teatro Porto Seguro Marcelo Médici
Hair Hair São Paulo 2012 13 de janeiro de 2012
Godspell Godspell São Paulo 2016 Teatro das Artes
Avenida Q Avenue Q São Paulo 2009
Cinderella Rodgers and Hammerstein's Cinderella São Paulo 2016 Teatro Alpha 11 de março de 2016 Bianca Tadini
Cinderella Rodgers and Hammerstein's Cinderella Rio de Janeiro 2016 Teatro Bradesco Bianca Tadini
Urinal Urinetown São Paulo 2015 Teatro Porto Seguro Bruna Guerin
My Fair Lady My Fair Lady São Paulo 2016 Teatro Santander Paulo
Grease Grease São Paulo 2003
O Mágico de Oz The Wizard of Oz São Paulo Teatro Alpha
Xanadu Xanadu Rio de Janeiro 2012 Teatro Oi Casa Grande Daniele Winits, Thiago Fragoso
Evita Evita São Paulo 2011
Hairspray Hairspray São Paulo 2010 Teatro Bradesco 18 de fevereiro de 2010 13 de junho de 2010 Jonatas Faro, Simone Gutierrez, Edson Celulari, Arlete Salles e Danielle Winits
Nas Alturas In the Heighs São Paulo 2014 Teatro Bradesco 17 de abril de 2014 25 de maio de 2014
Nine Nine São Paulo 2015 Teatro Porto Seguro
Ou Tudo ou Nada The Full Monty São Paulo 2015 Teatro Net
Ou Tudo ou Nada The Full Monty Rio de Janeiro
Antes Tarde do que Nunca Nice Work if you can get it São Paulo 2015 Teatro Cetip Miguel Falabella, Simone Gutierrez
Homem de La Mancha The Man of La Mancha São Paulo 2015
Homem de La Mancha (revival) The Man of La Mancha São Paulo 2017 Teatro Alpha 09 de março de 2017 em temporada
Cantando na Chuva Singing in the rain São Paulo 2017 Teatro Santander
Um Violinista no Telhado Fiddler on the Roof 2011
Gypsy Gypsy 2010
Chaplin Chaplin Rio de Janeiro 2015
American Idiot - Rio de Janeiro 2017
A Noviça Rebelde The Sound of Music São Paulo 2009 Teatro Alpha Kiara Sasso
As Bruxas de Eastwick The Witches of Eastwick São Paulo 2011 Teatro Bradesco 14 de agosto de 2011 10 de dezembro de 2011 Eduardo Galvão e Maria Clara Gueiros
Alô Dolly! Hello Dolly São Paulo 2013 Teatro Bradesco 02 de março de 2013 07 de julho de 2013 Marília Pera e Miguel Falabella
West Side Story West Side Story 2008
Billy Elliot - Intl. Tour - São Paulo Credicard Hall
Les Miserables (revival) Les Misérables São Paulo 2017 Teatro Renault 10 de março de 2017 10 de dezembro de 2017 Nando Pradho (Javert)

Daniel Diges (Jean Valjean)

Kacau Gomes (Fantine)

Crazy For You Crazy for You São Paulo
Jesus Cristo Superstar Jesus Christ Superstar
O Rei e Eu The King and I
New York, New York - São Paulo 2011 Teatro Bradesco 14 de abril de 2011 03 de julho de 2011 Alessandra Maestrini e Juan Alba
Aida - São Paulo Teatro Alpha
Fame - São Paulo
Kiss me, Kate! -
A Gaiola das Loucas La Cage aux Folles São Paulo 2010/2011 Teatro Bradesco 23 de outubro de 2010 20 de março de 2011 Diogo Vilela e Miguel Falabella
Jekyll & Hyde - O médico e o Monstro Jekyll & Hyde São Paulo 2010 Teatro Bradesco 08 de julho de 2010 03 de outubro de 2010 Nando Prado, Kiara Sasso e Kacau Gomes
Nuvem de Lágrimas produção original Várias
Elis, A Musical produção original Várias
Mamonas, o Musical produção original Várias
Tim Maia, o Musical produção original Várias
Chacrinha, o Musical produção original Várias
Cassia Eller, o Musical produção original Várias
Vamp
Divas
Minha Querida Lady My Fair Lady Rio de Janeiro 1962 Teatro Procópio Ferreira 21 de Agosto de 1962 Bibi Ferreira, Paulo Autran

Referências

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Anuário da Casa dos Artistas, 1978
  • O teatro através da história. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Teatro de Revista