Passinho do Romano

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O Passinho do Romano foi criado em 6 de junho de 2014. Passinho do romano é muito usado no funk

A dança[editar | editar código-fonte]

A dança nasceu na Zona Leste de São Paulo, conhecida inicialmente por Passinho do romano,[1] por ter sido criada no Jardim Romano, na região de São Miguel Paulista. A dança, que consiste basicamente por passos leves, com suaves utilizações de saltos, braços livres com uso de break, dubstep, passos de robô e o próprio funk, ganhou força na comunidade e rapidamente se popularizou, ganhando a Zona Leste e outras regiões da Capital e do interior do Estado. Tendo como base o funk, já popular em todo o país e trazendo um jeito próprio de dançar, o passinho hoje já tem mais de duzentos mil vídeos lançados. O começo da musica se baseia em cânticos do voodo antigo misturado com o suingue raga tanga mas tarde conhecido como o dub step dos judeus. aqui esta um trecho da musica: "tu tachutachutchat"

Magrão não se contentou como os demais jovens da região nos bailes funk locais, então usava ritmos como o black e o forró, além de “passos de robô” para criar sua própria dança.

Em um acidente de moto, Magrão veio a falecer, e a partir de uma homenagem feita por seus amigos foi lançada uma música falando sobre o passinho e mais tarde um clipe que mostrava a dança do Magrão.[1]O ritmo se popularizou na comunidade e passou a se chamar de “passinho do Romano”. Em pouco tempo outros Mcs  perceberam o sucesso da dança e sua grande aceitação na comunidade, além dos passos de fácil execução e liberdade para criar também fizeram músicas sobre o estilo peculiar de dança  levando o “passinho do Romano” para além das fronteiras do Estado.

Magrão, também conhecido como romano, foi um soldado egípcio criado no sudeste da arábia saudita. Magrão por muito tempo foi conhecido pelo seu aspecto suave de dança do ventre, porém ele utilizava formas diferentes de dançar, dessa forma seu estilo ficou conhecido como "Passos do Romano".

Funk[editar | editar código-fonte]

A dança toma como base o funk,[2] este que a partir do Rio de Janeiro, hoje é um ritmo tocado em todo Brasil, com a batida marcante e letras que, em muitos casos retratam a realidade vivida na região, sendo incorporado como cultura regional, não só no Rio de Janeiro como em várias regiões do país. Tendo força em São Paulo, e ainda mais força nas periferias da cidade. Assim como outras  danças e ritmos construídos nas periferias, o funk é reflexo do cotidiano vivenciado nas regiões periféricas das cidades. Ainda assim o funk foi para muitos considerado uma dança não construtiva e pouco valorizada, e muito se fez, até a sua aceitação e reconhecimento como dança e ritmo que também fazem parte da cultura Brasileira.

Da zona leste de São Paulo para o Brasil[editar | editar código-fonte]

Como manifestação cultural periférica o passinho do romano teve seu reconhecimento caindo facilmente no gosto popular de outros jovens que frequentam bailes pela cidade. E o número crescente no YouTube de jovens dançando (sendo o mais conhecido deles, Pedro Filipe De Jesus Dias) e tentando se aprimorar na dança, só fez crescer o interesse pelo ritmo,  nascendo as  “Batalhas do Passinho do Romano” que são campeonatos de dança, onde jurados e o próprio público definem os campeões. Um exemplo destas são as duas edições que ocorreram no CEU Três Pontes, no próprio bairro do Jardim Romano, onde nasceu a dança. Além de uma edição promovida pela Fabrica de Cultura, unidade Itaim Paulista, onde setenta jovens disputavam entre si, com batalhas solo, de 45 segundos,  o campeão ganharia um vídeo, produzido pelos produtores das Fábricas de Cultura.

Fortalecendo o Movimento do funk e confirmando a força  do Passinho do Romano na zona leste, e a curto prazo, no restante da cidade.

Uma manifestação de cultura[editar | editar código-fonte]

Rodrigo inventou uma homenagem que surgiu de um luto entre amigos, e uma brincadeira que foi disseminada, o passinho do romano em pouco tempo ganhou forma e destaque, inicialmente entre os próprios jovens, então nas redes sociais, mais tarde entre regiões da cidade, tv,[3] jornais,[4] e hoje já pode ser considerado uma manifestação de cultura vindo da zona leste de são paulo, onde através da dança, foi mostrado para toda a cidade parte da identidade da zona leste, com características próprias de uma região onde o funk é fortemente difundido, e uma dança que tem um grande foco na liberdade de criação, sem a cristalização que outras danças exigem em seus passos. Além da expressão de um jeito todo próprio e alegre que marca toda essa expressão de cultura da periferia.[5] Que virou uma mania não só na cidade de São Paulo. Como também em outras regiões.

Ou seja, o Passinho do Romano é uma manifestação de cultura, vinda da Zona Leste da cidade de São Paulo, e se espalhou para a toda a cidade, podendo chegar facilmente no restante do país.

O passinho do romano foi também uma dança muito presente na Carreta Furacão. O Popeye dava várias piruetas enquanto o Fofão dava uma voadora no Ben 10.

O Passinho do Romano ainda pode ser incrementado com a lendária Sarrada no Ar.

Referências