Sismo e tsunami de Tohoku de 2011

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Sismo e tsunami de Sendai de 2011
Vista aérea de Sendai em 12 de março de 2011.
Localização do epicentro e intensidade do sismo e réplicas.
Epicentro 38° 19' 19.2" N 142° 22' 8.4" E
Profundidade 24
Magnitude 9,1[1] MW
Data 11 de março de 2011, 14:56:23 hora local
Zonas atingidas  Japão
Vítimas 15 894 mortos confirmados, 6 152 feridos e cerca de 2 562 desaparecidos[2]

Sismo e tsunami de Sendai de 2011 ou sismo e tsunami de Sendai (designado oficialmente Grande Terremoto do Leste do Japão[3][4]) foi um sismo de magnitude de 9,1 MW[5] com epicentro ao largo da costa do Japão ocorrido às 05:56 UTC (14:56 no horário local) de 11 de março de 2011. O epicentro foi a 130 km da costa leste da península de Oshika, na região de Tohoku, com o hipocentro situado a uma profundidade de 24,4 km. O sismo atingiu o grau 7 — a magnitude máxima da escala de intensidade sísmica da Agência Meteorológica do Japão — ao norte da Prefeitura de Miyagi, grau 6 em outras prefeituras e 5 em Tóquio.[6][7]

O sismo provocou alertas de tsunami e evacuações na linha costeira japonesa do Pacífico e em pelo menos 20 países, incluindo toda a costa do Pacífico da América do Norte e América do Sul. Provocou também ondas de tsunami de mais de 10 m de altura, que atingiram o Japão e diversos outros países. No Japão, as ondas percorreram mais de 10 km de terra.[8][9][10]

De acordo com as autoridades, houve 15 894 mortes confirmadas e mais de 2 500 ainda desaparecidos.[2] O sismo causou danos substanciais ao Japão, incluindo a destruição de rodovias e linhas ferroviárias, assim como incêndios em várias regiões, e o rompimento de uma barragem. Aproximadamente 4,4 milhões de habitantes no nordeste do Japão ficaram sem energia elétrica, e 1,4 milhão sem água.[11] Muitos geradores deixaram de funcionar e pelo menos dois reatores nucleares foram danificados, o que levou à evacuação imediata das regiões atingidas enquanto um estado de emergência era estabelecido. A Central Nuclear de Fukushima I sofreu uma explosão aproximadamente 24 horas depois do primeiro sismo, e apesar do colapso da contenção de concreto da construção, a integridade do núcleo interno não teria sido comprometida.[12][13]

Terremotos ocorrem quase que diariamente no Japão, que se localiza na junção de várias placas tectônicas que estão em constante movimento[14]: do Pacífico, norte-americana, Eurasiática e das Filipinas. Contudo, estima-se que a magnitude do sismo de Sendai faça deste o maior sismo já registrado no Japão e um dos cinco maiores do mundo desde que os registros modernos começaram a ser compilados.[15][16][17]

Sismo[editar | editar código-fonte]

Tempo estimado de viagem do tsunami gerado pelo sismo.

O sismo gerou um tsunami com ondas de quatro metros, estando alertas ativos para vários países, regiões e arquipélagos como Nova Zelândia, Austrália, Rússia, Guam, Filipinas, Indonésia, Papua-Nova Guiné, Nauru, Havai e Marianas Setentrionais (Estados Unidos), Taiwan, Equador e Chile. O aviso de tsunami emitido pelo Japão foi o de maior gravidade na escala de alertas, esperando-se que possam ser atingidos os 10 metros de altura de algumas ondas.[18]Uma onda de 0,5 m de altura atingiu a costa norte do Japão[19] A agência Kyodo relatou que uma onda de 4 m de altura atingiu a prefeitura de Iwate no Japão, e houve também inundações na prefeitura de Miyagi, arrasando a parte baixa da costa, levando automóveis e causando destruição.[20]

O número de vítimas é impreciso, com relatos iniciais apontando mais de mil mortos e milhares de feridos.[21] Estes dados não contam com a destruição quase completa da cidade de Sendai.

Impacto geofísico[editar | editar código-fonte]

Relatórios do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da Servia sugerem que o efeito dos terremotos na região foi tão forte que o eixo da Terra foi alterado em 10 cm.[22] Um relatório separado do Serviço Geológico dos Estados Unidos disse que Honshu, a principal ilha do Japão, foi movimentada em 2,4 m na direção leste.[22]

Tsunami[editar | editar código-fonte]

Aeroporto de Sendai destruído pelo tsunami de 2011.
Mapa do NOAA da altura da onda do tsunami.
Animação do NOAA da propagação do tsunami.

Japão[editar | editar código-fonte]

O terremoto provocou um alerta de tsunami e evacuações da costa japonesa do Pacífico e de pelo menos outros 20 países, incluindo toda a costa do Pacífico, tanto da América do Norte como da América do Sul, desde o Alasca até ao Chile.[8][9][10] O alerta de tsunami emitido pelo Japão foi a mais grave em sua escala de alerta, o que implica que a onda era esperada para ter uma altura de, ao menos, 10 metros de altura.[23] Uma onda desse tamanho ocorreu às 15:55 JST inundações Aeroporto de Sendai, que fica perto da costa da Prefeitura de Miyagi,[24][25] com ondas varrendo carros e inundando vários edifícios conforme ia para o interior da ilha.[26] O impacto do tsunami em torno do Aeroporto de Sendai foi filmado por um helicóptero de notícias da rede NHK, mostrando vários veículos em estradas locais tentando escapar da onda que se aproximava rapidamente.[27] Uma onda de tsunami de 4 metros de altura atingiu a Prefeitura de Iwate.[28]

Como no Sismo do Oceano Índico de 2004 e no Ciclone Nargis, o dano da afluência de água, embora muito mais localizado, pode ser muito mais letal e destrutivo do que o terremoto em si. Há relatos de "cidades inteiras destruídas" nas áreas atingidas pelo tsunami no Japão, incluindo 9500 desaparecidos em Minamisanriku;[29] Kuji e Ofunato foram "varridas...não deixando nenhum vestígio de que uma cidade estava lá."[30]

Em outras partes do Pacífico[editar | editar código-fonte]

Em Guam, dois submarinos de ataque dos Estados Unidos foram retirados de suas amarras, mas logo foram tomados ao abrigo do reboque.[31] O estado do Havaí estimou os danos à infra-estrutura pública em três milhões de dólares, com danos privados ainda maiores. Uma casa foi levada para o mar.[32]

O Centro de Alerta de Tsunami da Costa Oeste dos Estados Unidos e do Alasca emitiu um alerta de tsunami para as zonas costeiras da Califórnia e do Oregon, de Point Conception, na Califórnia, até à fronteira do Oregon e Washington.[33] Na Califórnia, o porto em Crescent City foi atingido por ondas de tsunami de oito pés, com docas e cerca de 35 barcos severamente danificados, enquanto o porto de Santa Cruz estimou prejuízos de 10 milhões de dólares como resultado dos danos, com outros 4 milhões de dólares em danos em embarcações que atracam ali.[34] A Ilha Catalina, na Califórnia e Brookings, no Oregon, também sofreram danos.[35][36]

Ao longo da costa do Pacífico no México e na América do Sul, foram registrados surtos de tsunami, mas na maioria dos lugares causou pouco ou nenhum dano.[37] O Peru relatou uma onda de 1,5 m e mais de 300 casas foram danificadas na cidade de Pueblo Nuevo de Colan e Pisco.[37]

Consequências[editar | editar código-fonte]

Vista aérea de área atingida pelo tsunami.

O sistema de alerta de terremotos da Agência Meteorológica do Japão alertou a população cerca de um minuto antes do tremor, através de emissoras de televisão e rádio, além de correio eletrônico e mensagens via celular para pessoas cadastradas no sistema.[38]

O sismo atingiu severamente Honshu, incluindo Tóquio. Verificaram-se numerosos incêndios em instalações industriais. Cerca de 13 horas depois do primeiro grande abalo, dois fortes sismos de magnitude 6,2 e 6,1 atingiram novamente a costa do Japão.[39] Um barco com cerca de 100 pessoas a bordo foi virado pelo tsunami que atingiu a costa do Japão. A embarcação estava na costa da prefeitura de Miyagi.[40] Um grande incêndio atingiu a cidade de Kesennuma.[41]

Centrais nucleares[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Acidente nuclear de Fukushima I
Mapa mostrando o epicentro do terremoto e a posição das centrais nucleares afetadas (legendas em inglês).

Outro dos efeitos do sismo foi a explosão ocorrida no dia 12 de março na Central Nuclear de Fukushima I.[42] O tsunami atingiu-a e provocou uma avaria no sistema de refrigeração. O corte de electricidade impediu a recuperação desse sistema, permitindo que os bastões do combustível continuassem a aquecer, aumentando a pressão e originando a explosão.

No dia anterior fora declarado estado de emergência na central nuclear e, apesar da informação de que não existiam fugas radioactivas, evacuaram-se cerca de 3000 residentes num raio de 3 km do reator.[43] Horas depois o raio de evacuação tinha sido elevado para 10 km, afectando já 45 000 pessoas[44]. O reactor é refrigerado através da circulação de água através do seu combustível nuclear, tendo sido detectada uma alta pressão de vapor no reactor, o dobro do que é permitido. A empresa Tokyo Electric Power avaliou a possibilidade de libertar parte deste vapor para reduzir a pressão no mesmo, vapor esse que contém material radioactivo. Os níveis de radiação na sala de controlo da central eram cerca de 1000 vezes maiores que os níveis normais.[45] e na entrada da central foram medidos níveis 8 vezes superiores aos normais.[46][47] existindo a possibilidade do derretimento do núcleo dos reatores.[48]

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, falou ao país após o sismo, lamentando o sucedido e oferecendo as suas condolências às famílias das vítimas. Indicou igualmente que já estaria em marcha a construção de um quartel-general para as operações de emergência e assegurou que não foi detectada nenhuma fuga radioactiva nas centrais nucleares do país.[49]

Reações internacionais[editar | editar código-fonte]

Marinheiros dos Estados Unidos carregando um helicóptero humanitário em um porta-aviões.

O Japão recebeu mensagens de condolências e ofertas de ajuda de diversos líderes internacionais. De acordo com as Nações Unidas, equipes de busca e resgate de 45 países foram oferecidas ao Japão. O país requisitou especificamente equipes da Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos;[50][51] solicitou também (através de sua agência espacial JAXA) a ativação do International Charter on Space and Major Disasters, permitindo que imagens via satélite das regiões afetadas fossem compartilhadas de forma imediata com organizações de ajuda e resgate.[52] A Alemanha enviou especialistas do Technisches Hilfswerk, enquanto o Reino Unido enviou 70 técnicos, incluindo dois cães farejadores especialmente treinados para localizar sobreviventes soterrados.[53][54][55] Ma Ying-Jeou, presidente de Taiwan, requisitou ao governo a doação de 100 milhões de novos dólares taiwaneses ao Japão, enquanto uma equipe de resgate taiwanesa preparava-se para juntar-se aos esforços humanitários.[56]

O Governo brasileiro enviou nota de solidariedade ao Japão, prestando sinceras condolências a todo povo japonês. O Governo acompanha, com preocupação, os desdobramentos após o terremoto e o consequente tsunami. O Brasil possui a maior colônia de imigrantes japoneses e inúmeros descendentes. Cerca de 254 mil brasileiros vivem atualmente no Japão. A Embaixada do Brasil no Japão e os Consulados Gerais em Tóquio, Nagoia e Hamamatsu até o momento não têm notícia de mortos ou feridos brasileiros.[57][58]

O Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, enviou uma mensagem de condolências ao Imperador Akihito e ao povo japonês, em nome do povo português, pelas vítimas dos trágicos efeitos do sismo e do tsunami que atingiram o Japão.[59]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Análise do USGS de 13-03-2011». Earthquake.usgs.gov. Consultado em 13-03-2011. 
  2. a b "Damage Situation and Police Countermeasures... 10 February, 2016" National Police Agency of Japan. Retrieved 4 March, 2016. (from "deaths" template)
  3. «Conferência de imprensa do primeiro-ministro Naoto Kan» (em inglês). Gabinete do Primeiro-Ministro do Japão. Arquivado desde o original em 18-4-2011. Consultado em 1-4-2011. 
  4. «Kan names quake at pep talk». The Japan Times. 2 de abril de 2011. Arquivado desde o original em 5-4-2011. Consultado em 2-4-2011. 
  5. «M 9.1 - near the east coast of Honshu, Japan». earthquake.usgs.gov. Consultado em 2016-11-18. 
  6. Reilly, Michael (11 de março de 2011). «Japan's quake updated to magnitude 9.0». New Scientist [S.l.: s.n.] Consultado em 11 de março de 2011.  |capitulo= ignorado (Ajuda)
  7. Roland Buerk. «Japan earthquake: Huge relief mission launched». News. UK: BBC. Consultado em 12 de março de 2011. 
  8. a b «Tsunami bulletin number 3». Pacific Tsunami Warning Center/NOAA/NWS. 11 March 2011. Consultado em 11 de março de 2011. 
  9. a b Wire Staff (11 de março de 2011). «Tsunami warnings issued for at least 20 countries after quake». CNN. Consultado em 11 March 2011. 
  10. a b «PTWC warnings complete list». Consultado em 11 de março de 2011. 
  11. «World English». NHK. 12 de março de 2011. Consultado em 12 de março de 2011. 
  12. Wire Staff. «Report: Explosion at Japanese nuclear plant». World. CNN. Consultado em 12 de março de 2011. 
  13. «Huge blast at Japan nuclear power plant (with video of explosion)» BBC News [S.l.] 12 de março de 2011. Consultado em 12 March 2011. 
  14. «O Terremoto no Japão - Mundo Educação». Mundo Educação. Consultado em 2016-11-30. 
  15. «Magnitude 8.9 – NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN 2011 March 11 05:46:23 UTC». United States Geological Survey (USGS). Consultado em 11 de março de 2011. 
  16. «8.9 Earthquake in Japan, Tsunami Warning to Russia, Taiwan and South East Asia». 11 de março de 2011. Consultado em 11 de março de 2011. 
  17. «Japan quake – 7th largest in recorded history». 11 de março de 2011. Consultado em 11 March 2011. 
  18. «Japan hit by massive earthquake» BBC News [S.l.] 2011-03-11. 
  19. Reuters. «Quake causes many injuries in Japan, tsunami». Consultado em 2011-03-11. 
  20. Herald Sun. «Japan 8.9-magnitude earthquake sparks massive tsunami». Consultado em 11-3-2011. 
  21. publico.pt. «Catástrofe poderá ter feito mais de mil mortos». Consultado em 11-3-2011. 
  22. a b «Earthquake Shifts Japan Islands and Earth Axis». The World Reporter. Consultado em 12 de março de 2011. 
  23. «Japan hit by massive earthquake». BBC News [S.l.: s.n.] 11 de março de 2011. 
  24. «News: Tsunami rolls through Pacific, Sendai Airport under water, Tokyo Narita closed, Pacific region airports endangered». Avherald.com. 6 de julho de 2001. Consultado em 11 March 2011. 
  25. «10-meter tsunami observed in area near Sendai in Miyagi Pref». The Mainichi Daily News [S.l.: s.n.] 11 de março de 2011. Consultado em 11 de março de 2011. 
  26. «Japan 8.9-magnitude earthquake sparks massive tsunami». Herald Sun [S.l.: s.n.] Associated Press. Consultado em 11 de março de 2011. 
  27. NHK News, ~16:00 JST.
  28. «Earthquake, tsunami wreak havoc in Japan». rian.ru [S.l.: s.n.] 11 de março de 2011. Consultado em 13 de março de 2011. 
  29. «9,500 unaccounted for in Miyagi's Minamisanriku: local gov't - The Mainichi Daily News». Mdn.mainichi.jp. Consultado em 13/03/2011. 
  30. «Whole towns gone-no cars or people seen». Yomiuri. Consultado em 13/03/2011. 
  31. Navy braces for tsunami, prepares for relief mission, Navy Times, Sam Fellman, 11 Mar 2011
  32. State estimates tsunami damage at $3 million or more, Star Advertiser, B.J. Reyes, 11 de março de 2011
  33. «Tsunami Warning and Advisory #7 issued 03/11/2011 at 3:39 am PST». Consultado em 11 de março de 2011. 
  34. Tsunami Damages Santa Cruz, Crescent City Harbors, KSBW, 11 de março de 2011
  35. Brookings reports extensive harbor damage from tsunami, KVAL, 11 March 2011
  36. Tsunami: Swell overturns 10 boats on Catalina Island, LA Times, 11 de março de 2011
  37. a b Minor damage in Latin America by Japan's tsunami, channelnewsasia.com, 13 de março de 2011
  38. G1. «Sistema de alerta de terremotos soou um minuto antes do tremor». Consultado em 11-3-2011. 
  39. globo.com. «Mais dois fortes terremotos atingem a costa do Japão». Consultado em 11-3-2011. 
  40. Tsunami vira embarcação com 100 a bordo na costa do Japão, diz agência. G1
  41. G1. «Grande incêndio atinge cidade na costa japonesa após terremoto». Consultado em 11-3-2011. 
  42. publico.pt. «Central nuclear no Japão sofre explosão o». Consultado em 12-3-2011. 
  43. Reuters América Latina. «Emergencia en planta nuclear de Japón, sin pérdida». Consultado em 11-3-2011. 
  44. El Mundo. «Personal de la Agencia Japonesa de Seguridad Industrial y Nuclear han informado que los niveles de radiactividad son mil veces superiores a los normales». Consultado em 11-3-2011. 
  45. Kyodo News English. «Radiation 1000 times higher than normal detected at nuke plant». Arquivado desde o original em 2011-03-13. Consultado em 11-3-2011. 
  46. «Official: 2 Japanese plants struggling to cool radioactive material». Consultado em 12-3-2011. 
  47. «News blog on earth quake events, CNN». Consultado em 12-3-2011. 
  48. «Graves problemas en dos centrales nucleares de Fukushima fuerzan una evacuación masiva». Consultado em 12-3-2011. 
  49. publico.pt. «Tsunami atinge Japão após sismo de magnitude 8.9». Consultado em 11-3-2011. 
  50. Nebehay, Stephanie (12 de março de 2011). «Japan requests foreign rescue teams, UN says». Reuters [S.l.: s.n.] Consultado em 12 de março de 2011. 
  51. «Japan earthquake: Aid request to the UK». BBC News [S.l.: s.n.] 12 de março de 2011. Consultado em 12 de março de 2011. 
  52. «Disaster Charter – Earthquake in Japan». Disasterscharter.org. Consultado em 12 de março de 20111. 
  53. «Erdbeben in Japan – Angst vor der Kernschmelze – Panorama – sueddeutsche.de» Süddeutsche Zeitung [S.l.] Consultado em 12 de março de 2011. 
  54. «UK sends 70 rescuers». 
  55. «Japan earthquake: Aid request to the UK». BBC News [S.l.: s.n.] 12 de março de 2011. Consultado em 12 de março de 2011. 
  56. «因應日本宮城縣災情擴大,中華民國政府捐贈日本政府新台幣一億元協助賑災,並呼籲國內各界踴躍捐輸。» (em Chinese). Ministry of Foreign Affairs of the Republic of China (Taiwan). 12 March 2011. Consultado em 12 de março de 2011. 
  57. «Câmara envia nota de solidariedade por terremoto e tsunami no Japão». Consultado em 11-3-2011. 
  58. «Terremoto no Japão - Nota à Imprensa do Ministério das Relações Exteriores». Consultado em 11-3-2011. 
  59. «Presidente enviou condolências ao Imperador Akihito pelas vítimas do terramoto e do tsunami que atingiram o Japão». Presidência da República Portuguesa. Consultado em 14-03-2011. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Categoria no Commons
Wikinotícias Notícias no Wikinotícias