Good Bye, Lenin!

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Good Bye, Lenin!
Adeus, Lenine! (PT)
Adeus, Lênin! (BR)
Alemanha Alemanha
2003 •  cor •  121 min 
Produção
Direção Wolfgang Becker
Roteiro Wolfgang Becker
Bernd Lichtenberg
Elenco original Daniel Brühl
Katrin Saß
Chulpan Khamatova
Maria Simon
Género Comédia dramática
Idioma original alemão

IMDb: (inglês) (português)
Projeto CinemaPortal Cinema

Good Bye, Lenin! (Adeus, Lenine! (PT) ou Adeus, Lênin! (BR)) é um filme alemão de 2003 dirigido por Wolfgang Becker.

Inspirado em um período importante da história cultural da Europa - a queda do Muro de Berlim e a reunificação das duas Alemanhas - Wolfgang Becker usa como pano de fundo personagens reais como Erich Honecker, que governou a RDA (ou Alemanha Oriental) de 1971 a 1989; Mikhail Gorbatchov, o derradero líder (1985-1991) da URSS; Helmut Kohl, primeiro chanceler da Alemanha reunificada, e Sigmund Jähn que em 1978 tornou-se o "primeiro alemão no espaço": foi um dos tripulantes da espaçonave soviética Sojus 31. É ele, Jähn quem se transforma no maior de todos os personagens históricos de “Adeus, Lênin!”. Simbolicamente, sua trajetória (no filme), de herói a motorista de táxi, resume a derrocada da RDA.[1]

[editar] Sinopse

Info Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).

O protagonista da trama, Alexander (Daniel Brühl), em 7 de outubro de 1989, durante as festividades pelos 40 anos da RDA, vai às ruas do lado oriental de Berlim, onde vive com a família, para protestar contra o governo. Mistura-se aos manifestantes que sua mãe (Kathrin Sass), professora identificada com o regime de orientação soviética, condena. Alexandre definia sua mãe como "casada com a pátria socialista". Um ataque cardíaco, no entanto, a deixa em coma no hospital durante oito meses, tempo suficiente para que não assista à queda do muro de Berlim e a implantação no país do sistema capitalista. Quando afinal desperta, Alexander quer preservá-la do choque e a leva para o apartamento da família, cuidadosamente preservado como se a RDA ainda existisse.[1]

Seu esforço será o de manter, nessa espécie de museu do socialismo, um país que, enfim, encontra o destino grandioso que jamais havia lhe sorrido. Wolfgang Becker encerra o filme com a imagem de uma estrela vermelha danificada que se reconstrói.[1]

Referências

  1. a b c Revista História Viva, nº 9, pag. 10. Editora Duetto. 2004

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