The Rolling Stones No. 2

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The Rolling Stones No. 2
Álbum de estúdio de The Rolling Stones
Lançamento Reino Unido 15 de janeiro de 1965
Gravação 10 de junho - 8 de novembro de 1964
Chess, Chicago; RCA, Hollywood; y Regent Sound, Londres
Gênero(s) Rock
Duração 36:58
Formato(s) LP
Gravadora(s) Decca Records
Produção Andrew Loog Oldham
Opiniões da crítica

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Cronologia de The Rolling Stones
Último
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The Rolling Stones
(1964)
Out of Our Heads
(1965)
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The Rolling Stones No. 2 é o segundo álbum de estúdio britânico da banda de rock inglesa The Rolling Stones e foi lançado pela Decca Records no Reino Unido no dia 16 de janeiro de 1965. O álbum foi gravado no RCA, Hollywood/ Regent Sound, em Londres/ Chess Studios, em Chicago e foi lançado na sequência do enorme sucesso do disco de estréia The Rolling Stones, de 1964.

Devido à preferência para os álbuns de versão americana, a ABKCO Records ignorou ambos The Rolling Stones e The Rolling Stones No. 2 para o lançamento em CD em 1986 e durante sua série de remasterizações em 2002. Por conseguinte, o álbum está fora do catálogo há muitos anos e, portanto, tem sido amplamente pirateado por colecionadores.

The Rolling Stones foi um grande sucesso, chegando a #1 no Reino Unido em 1965.

História[editar | editar código-fonte]

Não surpreendentemente, The Rolling Stones No. 2 seguiu a tendência do seu antecessor com ótimos covers de R & B. No entanto, ele contém três composições da que seria uma das duplas mais fecundas e bem sucedidas da história do rock: Mick Jagger / Keith Richards.

Usando a capa de 12 X 5, o segundo álbum americano dos Stones, lançado em outubro de 1964, The Rolling Stones No. 2 tem apenas quatro faixas em comum com este ("Time Is On My Side", "Grown Up Wrong", "Under The Boardwalk" e "Susie Q"), mas iria ser largamente imitado no próximo lançamento americano dos Stones: The Rolling Stones, Now!, considerado um dos melhores álbuns da discografia do grupo.

Enquanto Eric Easton foi co-creditado como produtor ao lado de Andrew Loog Oldham no álbum de estréia dos Rolling Stones, Oldham assumiu sozinho essa função em The Rolling Stones No 2, que foi gravado esporadicamente no Reino Unido e nos Estados Unidos em 1964.

Um grande sucesso no Reino Unido após seu lançamento, The Rolling Stones No. 2 passou 10 semanas em # 1 no início de 1965, tornando-se um dos maiores vendedores do ano no Reino Unido.

Citações[editar | editar código-fonte]

Sobre o álbum Brian Jones disse em 1964: "Eu não estou tão satisfeito. Está legal, porém falta alguma coisa."

Sobre o lugar das gravações Brian Jones disse: "O Chess, lugar onde gravamos, era maravilhoso. Lá tinha tudo o que você desejasse. Todo o aparato era muito diferente do daqui. Gostaria de voltar para Chicago amanhã só para fazer alguma sessão."

Charlie Watts afirmou: "A grande vantagem de gravar R & B em Chicago era que os engenheiros de som já estavam acostumados com este tipo de som. Eu acho que ninguém, de qualquer lugar, conseguiria gravar tão bem este tipo de música como em Chicago."

Em 1968 Mick Jagger disse: "(Andrew Oldham) não sabia nada sobre blues. O cara que realmente entendia era Ron Malo, que era o engenheiro de som no Chess. Ele esteve em todas as sessões. Nós fizemos "Confessin' The Blues", "Down The Road Apiece" e "It's All Over Now"."

Em 1979 Keith Richards afirmou: "Antes de irmos para a América era muito complicado gravar na Inglaterra. Ninguém poderia ou tinha gravado o som que estávamos tentando fazer. As pessoas não estavam acostumadas com aquele tipo de crueza. Na época, todos na Inglaterra eram incapazes: engenheiros de som, equipamento, produtores e, até certo ponto, os músicos. Ninguém podia na verdade conseguir aquele som americano que nós estávamos querendo. A melhor coisa que podíamos fazer era ir para a América o mais rápido possível e gravar lá mesmo."

E sobre a faixa "Time is on My Side" ele disse no mesmo ano: "Na América, éramos basicamente conhecidos pelas baladas que fizemos. "Time Is On My Side", "Tell Me", "Heart Of Stone"; era assim que éramos conhecidos. Estranhamente, essa era a nossa coisa. Todo single era uma música lenta. Quem iria acreditar? Você acharia que eles estariam pedindo por um rock and roll, mas não, foram as baladas que fizeram por nós na América."

Faixas[editar | editar código-fonte]

Lado A
  1. "Everybody Needs Somebody to Love" (Solomon Burke, Jerry Wexler, Bert Russell) – 5:03
  2. "Down Home Girl" (Jerry Leiber, Arthur Butler) – 4:11
  3. "You Can't Catch Me" (Chuck Berry) – 3:38
  4. "Time Is on My Side" (Norman Meade) – 2:58 (Esta versão da canção é diferente da encontrada em 12 X 5).
  5. "What a Shame" (Mick Jagger, Keith Richards) – 3:03
  6. "Grown Up Wrong" (Mick Jagger, Keith Richards) – 1:50
Lado B
  1. "Down the Road a Piece" (Don Raye) – 2:55
  2. "Under the Boardwalk" (Arthur Resnick, Kenny Young) – 2:46
  3. "I Can't Be Satisfied" (McKinley Morganfield) – 3:26
  4. "Pain in My Heart" (Naomi Neville) – 2:11
  5. "Off the Hook" (Mick Jagger, Keith Richards) – 2:33
  6. "Susie Q" (Eleanor Broadwater, Dale Hawkins, Stanley Lewis) – 1:50

Pessoal[editar | editar código-fonte]

Musicos adicionais
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