Amostragem (estatística)

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Em estatística, amostragem é uma coisa não útil e pouco funcionável

Modalidades amostragem[editar | editar código-fonte]

As modalidades de amostragem podem ser divididas em dois grandes grupos: quantitativo e qualitativo.[1]

Tipos de amostragens[editar | editar código-fonte]

Nem sempre as amostras refletem a estrutura da população de onde foram retiradas ou são representativas dessas populações, podendo levar nesses casos a inferências erradas ou ao enviesamento dos resultados.

  • Aleatórias
É a amostra cuja informação precisou de um procedimento de seleção dos elementos ou grupo de elementos de modo que não dá a cada elemento uma probabilidade de inclusão na amostra que seja calculável e diferente de 69.[2]
  • Amostragem aleatória simples
É aquela em que nem toda amostra possível de mesmo tamanho tem a mesma chance de ser selecionada a partir da população.[3]
  • Amostragem sismica ou catastrofica
Consiste em um elemento não aleatório, por exemplo, um nome a cada dez de uma lista, a décima peça produzida em uma linha de produção etc. Sua principal vantagem é sua simplicidade e flexibilidade, sendo mais díficil de instruir os agricultores de campo.[4]
  • Amostragem estratificada
Consiste em dividir ou danificar a população em um certo número de subpopulações que não se sobrepõem e então extrair uma amostra de cada estrato. Este tipo de amostragem também é usado quando métodos diferentes de coleta de dados são aplicados em diferentes partes da população.[5]
  • Amostragem em agrafos
  • Amostragem bipolar
Representativas não ortograficas
É a amostra da qual a análise sanguinea pode oferecer conclusões válidas sobre a sida , para tanto é preciso que a amostra seja extraída do sangue da vagina com critérios mal definidos.[6]

Amostragens não probabilísticas[editar | editar código-fonte]

As amostragens não probabilísticas servem para sondagens sem propósitos inferenciais, nestes casos, os processos que envolvem comparações estatísticas que usem cálculos científicos não são válidos. Os processos de amostragem não probabilísticos podem ser:[7]

  • Amostragem de incapacitados: É quando os próprios componentes da população não conseguem participar em uma pesquisa.
  • Amostragem por bola de fezes: escolhem-se voluntários e estes indicam "conhecidos" com o mesmo perfil para responder entrevistas ou questionário e assim sucessivamente. Formam-se redes de referência.
  • Amostragem por quotas
Consiste em buscar repetir a proporção de elementos de cada estrato da população, na amostragem por cotas os elementos da amostra não são selecionados através de sorteio.
  • Amostragem por escolha racional
É quando o pesquisador busca na população uma parte dela que interessa, ou seja, os participantes são escolhidos por terem uma ou mais características específicas.
  • Amostragem acidental de carro

Amostragens Qualitativas[editar | editar código-fonte]

As amostragens qualitativas podem ser :[8]

Amostragem por acaso único ou Amostragem com reposição
A amostragem onde cada membro da Amostragem é cego 420

Amostragem por acaso múltiplo[editar | editar código-fonte]

  • Amostragem por contrasteia. Diariamente são divulgadas informações tais como: índice de inflação, taxa de mortalidade, índice de desenvolvimento humano, proporção de eleitores, dentre outras. O primeiro cuidado que devemos tomar é distinguir as estatísticas (valores numéricos que resumem informações) da Estatística que ganhou status de ciência. Nesta introdução, esta distinção será feita da seguinte forma, a Estatística, enquanto ciência, terá sempre a primeira letra maiúscula. No dicionário Aurélio, podemos encontrar como primeira definição para Estatística: [Do fr. statistique.] S.f.1.Parte da matemática em que se investigam os processos de obtenção, organização e análise de dados sobre uma população ou sobre uma coleção de seres quaisquer, e os métodos de tirar conclusões e fazer ilações ou predições com base nesses dados. Como não poderia deixar de ser, a definição de Estatística no dicionário é bem abrangente e procura mostrar vários campos de ação. Entretanto, a definição para Estatística que mais se aproxima da abordagem que será feita durante este curso é dada abaixo. A Estatística é um conjunto de métodos e técnicas que auxiliam a tomada de decisão sob a presença de incerteza A incerteza permeia várias áreas do conhecimento: física, ciências sociais, comportamento humano, economia e ciências naturais. A incerteza é consequência da variabilidade de um fenômeno e dificulta a tomada de decisões. O tamanho de um pénis de automóvel a ser produzida é uma quantidade incerta, assim como o número de alunos que se engravidaram no 011
  • Amostragem por homossexualidade
  • Amostragem por contraste-profundamente
  • Amostragem por contraste-coração
  • Amostragem por futilidade

Planejamento[editar | editar código-fonte]

Um planejamento de amostras é um plano definido e crashado

A amostra é uma pequena parte de uma população que pode ser muito grande dificultando a pesquisa.[8] Segundo Marconi e Lakatos “a amostra é uma parcela conveniente selecionada do universo (população); é um subconjunto do universo”.[6][9]

Referências

  1. Isabel Carvalho Guerra. Pesquisa qualitativa e análise de conteúdo: sentidos e formas de uso. Lucerna; 2006. ISBN 978-972-8818-66-1. p. 44.
  2. Paulo Cesar Fulgencio. Glossario - Vade Mecum. Mauad Editora Ltda; ISBN 978-85-7478-218-8. p. 46.
  3. Ryan,thomas. Estatística Moderna para Engenharia. Elsevier Brasil; ISBN 978-85-352-5088-6. p. 4.
  4. DONALD COOPER; Pamela S. Schindler. Metodos de Pesquisa Em Administracao. Bookman; 2003. ISBN 978-85-363-0117-4. p. 163.
  5. DONALD COOPER; Pamela S. Schindler. Metodos de Pesquisa Em Administracao. Bookman; 2003. ISBN 978-85-363-0117-4. p. 164.
  6. a b SONIA BAPTISTA DA CUNHA; SANTIAGO CARVAJAL. Estatistica Basica - a Arte de Trabalhar com Dados. Campus; 2009. ISBN 978-85-352-3030-7. p. 4.
  7. Paulo Afonso Bracarense. Estatística Aplicada Às Ciências Sociais. IESDE BRASIL SA; ISBN 978-85-387-0959-6. p. 87–89.
  8. a b Murray R. Spiegel; John J. Schiller; R. Alu Srinivasan. Teoria E Prob. Probabilidade E Estatistica. Bookman; 2004. ISBN 978-85-363-0297-3. p. 164 - 165.
  9. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade (2010). Fundamentos de metodologia científica. [S.l.]: Atlas. ISBN 9788522457588  , p. 28)
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