Armazenagem agrícola no Brasil

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A armazenagem agrícola no Brasil é uma das etapas da produção da agricultura do país que apresentam necessidades de investimento e ampliação, a fim de acompanhar o desenvolvimento do setor. Dentre as ações logísticas da produção, a capacidade de armazenagem brasileira, em 2003, era de 75% da produção de grãos.[1]

Importância[editar | editar código-fonte]

A armazenagem permite que os grãos sejam conservados e mantenham sua qualidade, enquanto o produtor aguarda as melhores condições de comercialização.[1]

A despeito disto, no Brasil não há uma política para a construção de silos e armazéns nas propriedades rurais: estas possuem somente 11% dos silos existentes, ao passo que na Argentina o percentual é de 40%, na União Europeia de 50%, nos Estados Unidos de 65% e no Canadá chega a 80%.[2]

Situação atual[editar | editar código-fonte]

Com a defasagem do dólar face o Real durante os anos 2006-2009, problemas sazonais, o investimento dos produtores na construção de silos é pequena no Brasil. Isto faz com que a comercialização se dê logo após a colheita, muitas vezes com perdas pelo produtor.[2]

O transporte das safras por via rodoviária permite comparar os caminhões a "silos sobre rodas".[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Orlando Martinelli (7 de dezembro de 2007). «Relatório Setorial Preliminar: Armazenagem agrícola». Consultado em 22 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 9 de junho de 2007 
  2. a b c Alessandra Corrêa (1 de junho de 2006). «A falta que faz um armazém». Revista Exame. Consultado em 22 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 27 de abril de 2009 
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