Energia eólica no Brasil

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Velocidade média do vento no Brasil. [1]

A energia eólica no Brasil[2] tinha capacidade instalada de 19,1 GW [3], em fevereiro de 2021 (maior do que a da Usina de Itaipu, que tem 14 GW instalados). Em 2020 o Brasil era o 8° país do mundo em termos de potência instalada de energia eólica (17,2 GW).[4] No início de 2021, haviam 695 parques eólicos e mais de 8300 aerogeradores[5], o equivalente a 9,3% da potência energética instalada no país[6][7].

Tinha a capacidade instalada de geração de um pouco mais de 25 MW em 2005, e chegou a marca de 4.500 MW em 2014 com 181 parques eólicos instalados [8] e que evitam 4 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera por ano. Em 2013 encontrava-se na 13ª posição no ranking dos países com maior produção de energia eólica. Para compararmos, em agosto de 2011[9] tinha capacidade de 1.000 MW, suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 400 mil residências. Cerca de 300 GW podem ser extraídos no território nacional e a expectativa é de que chegue a 20 GW em 2020. [10]

Os principais produtores de energia eólica no Brasil, em fevereiro de 2018, eram: Rio Grande do Norte, com 3.722 MW e 137 parques; Bahia, com 2.594 MW e 100 parques; Ceará, com 1.950 MW e 75 parques; Rio Grande do Sul, com 1.831 MW e 80 parques; Piauí, com 1.443 MW e 52 parques; Pernambuco, com 781 MW e 34 parques; Maranhão, com 428 MW e 15 parques; Santa Catarina, com 238 MW e 14 parques; e Paraíba, com 157 MW e 15 parques.[11][12]

Potencial[editar | editar código-fonte]

Turbinas eólicas em Parnaíba, Piauí.

O potencial da energia eólica no Brasil é mais intenso de junho a dezembro, coincidindo com os meses de menor intensidade de chuvas. Isso coloca o vento como uma potencial fonte suplementar de energia gerada por hidrelétricas.[13]

Em 2009, 10 projetos estavam em construção, com uma capacidade de 256 MW, e em 2010, 45 iniciaram sua construção para gerar 2.139 MW, em vários estados. A empresa estadunidense General Electric tem uma indústria no Brasil, na cidade de Campinas, e uma parceria com a Tecsis em Sorocaba, para atender a demanda dos novos projetos.[14]

Em 14 de dezembro de 2009, cerca de 1.800 megawatts (MW) foram contratados com 71 usinas de energia eólica programados para serem entregues a partir do 1 de julho de 2012. Ao focalizar internamente na geração de energia eólica, o Brasil é parte de um movimento internacional para tornar a energia eólica uma fonte primária de energia. Na verdade, a energia eólica tem tido a maior taxa de expansão de todas as fontes renováveis de energia disponíveis, com um crescimento médio de 27% por ano desde 1990, segundo o Global Wind Energy Council (GWEC). Até 2014 deve ser atingido uma capacidade instalada de 7.000 megawatts (MW).[9]

Evolução da produção[editar | editar código-fonte]

Produção de energia eólica no Brasil [15]
Ano Produção (GWh) Acréscimo Parte da prod.életrica
2007 645 0,14 %
2008 837 +30 % 0,18 %
2009 1 238 +48 % 0,27 %
2010 2 177 +76 % 0,42 %
2011 2 705 +24 % 0,51 %
2012 5 050 +87 % 0,91 %
2013 6 576 +30 % 1,15 %
2014 12 208 +86 % 2,1 %
2015 21 626 +77 % 3,7 %
2016 33 488 +55 % 5,8 %
2017 42 373 +27 % 7,2 %
2018 48 475 +14,4 % 8,1 %
2019 55 986 +15,5 % 8,9 %

Evolução do potencial instalado[editar | editar código-fonte]

A evolução do potencial instalado no país deu-se da seguinte forma:[16][17][18]

Suporte do governo[editar | editar código-fonte]

Parque eólico em Palmas, Paraná.

A primeira turbina de energia eólica do Brasil foi instalada em Fernando de Noronha em 1992. Dois anos depois, entrou em operação a primeira usina eólica conectada ao sistema elétrico integrado do país,[19] na cidade de Gouveia - MG, no Vale do Jequitinhonha. Já na próxima década, o governo criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para incentivar a utilização de outras fontes renováveis, como eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Estas estações podem usar energia hidrelétrica, o carro-chefe da matriz energética do Brasil, que compreende cerca de três quartos da capacidade energética instalada do Brasil.[carece de fontes?]

O alto custo da produção de energia, juntamente com as vantagens da energia eólica como uma fonte de energia renovável, amplamente disponível, tem levado vários países a estabelecer incentivos regulamentando e dirigindo investimentos financeiros para estimular a geração de energia eólica.

Crescimento[editar | editar código-fonte]

Turbina eólica na Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina.

Desde a criação do Proinfa, a produção de energia eólica no Brasil aumentou de 22 MW em 2003 para 602 MW em 2009, quase 1000MW em 2011, como parte dos 36 projetos privados. Outros 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256,4 MW, e 45 outros projetos foram aprovados pela ANEEL, com um potencial estimado de 2,139.7 MW.Sendo que considerando o potencial eólico instalado e o os projetos em construção para entrega até 2013, o país atingirá no final de 2013 a marca dos 4.400MW.[20]

O desenvolvimento destas fontes de energia eólica no Brasil está ajudando o país a alcançar seus objetivos estratégicos de aumentar a segurança energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e criando empregos. O potencial para este tipo de geração de energia no Brasil poderia chegar a até 145.000 MW, segundo o Relatório de Potencial de Energia Eólica de 2001 do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

A energia eólica foi responsável por 7,3% da energia elétrica gerada no ano de 2017 no Brasil. A fonte hidráulica foi responsável por 70,6% do total e as usinas térmicas responderam por 22%.[10]

No dia 3 de julho de 2017, a energia eólica foi responsável por 11% de toda a energia gerada no Brasil, o equivalente a 20 milhões de residências.[21]

Em 14 de setembro de 2017, 64% da energia consumida no Nordeste veio das eólicas, diante dos níveis críticos nas hidrelétricas durante boa parte do ano.Ao longo do ano, a maior parte da energia gerada na Nordeste também foi a eólica (exceto no mês de Março) A região concentra 80% da geração e do parque eólicos do país. Juntos, eles têm capacidade de produzir 11,4 gigawatts de energia eólica. É o equivalente a uma usina de Belo Monte.[7]

O Rio Grande do Sul também se destaca na produção eólica, com capacidade instalada de 1.831 MW e 80 parques.[10] A produção de energia eólica em operação no Brasil, entre janeiro e novembro de 2017, foi 27% superior à geração no mesmo período de 2016.[7] O Brasil passou de 9º para 8º em 2017 no ranking mundial de produção de energia eólica.[10] Até 2020, outros 287 parques vão entrar em operação e vão gerar mais 7 gigawatts de eletricidade.[7]

No dia 19 de agosto de 2018, o Operador Nacional do Sistema Elétrico registrou um novo recorde horário de geração eólica, atingindo a máxima diária de 8.247 MW às 9h28, atendendo 98% da demanda do Nordeste, além de enviar o excedente para as demais regiões do país. Também foi atingido, em julho, um percentual de 72% da produção diária de energia do Nordeste.[22][23]

Custo[editar | editar código-fonte]

Parque eólico em Caucaia, Ceará.

O custo de produção de energia continua a representar um desafio significativo para o crescimento da energia eólica. O preço por megawatt-hora (MWh) estabelecido no Brasil para o fornecimento de energia de reserva era de 189 reais, enquanto o teto definido na licitação para as usinas do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira foi de 91 reais (UHE Jirau), em 2008, e 122 reais (UHE Santo Antonio) em 2007. Estes preços de hidroeletricidade foram marcados por até 35% em leilões de 2008 e 2007; o fornecimento de energia foi negociado a 71,4 reais/MWh no caso de Jirau, e 78,9 reais/MWh para a usina de Santo Antônio.[24]

Já no leilão da Aneel, realizado em 27 de agosto de 2010, o preço da energia de origem eólica ficou em 130,8 reais/MWh, tendo sido inferior ao da de biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).[25]

No leilão de agosto de 2011, o preço da energia eólica atingiu um novo patamar, ainda mais baixo, 99,58 reais/MWh, ficando até mais barato que a energia de termoelétricas a gás natural.[26] Neste leilão foi vendido mais de 1.900MW, valor maior que o total de energia eólica instalado no país até o momento, assim, a produção de energia eólica no país vai mais que dobrar até 2014, ano de conclusão dos projetos vendidos no leilão.

Capacidade instalada[editar | editar código-fonte]

Parque eólico de Osório no Rio Grande do Sul, a energia eólica responde por 8,4% da energia produzida no país.[27]
  Operacional
  Em construção ou planejamento
Nome[28] Capacidade instalada (MW) Estado
Complexo Eólico Oitis[29] 566,5 Bahia Bahia/  Piauí
Complexo eólico Morro do Chapéu Sul II[30] 353 Bahia Bahia
Complexo eólico Alto Sertão I 293,6 Bahia Bahia
Complexo eólico Alto Sertão II 386,10 Bahia Bahia
Parque Eólico São Vitor[31] 465 Bahia Bahia
Conjunto Eólico Campo Largo II[32] 361,2 Bahia Bahia
Parque eólico Babilônia[33] 360 Bahia Bahia
Conjunto Eólico Umburanas[34] 360 Bahia Bahia
Complexo Eólico Assuruá[35] 353 Bahia Bahia
Complexo Eólico Folha Larga Norte[36] 344 Bahia Bahia
Complexo eólico Ventos de Santa Eugênia[37] 342 Bahia Bahia
Conjunto Eólico Campo Largo I[38] 326,7 Bahia Bahia
Complexo eólico Tucano[39] 322 Bahia Bahia
Complexo Eólico Itaguaçu da Bahia[40] 280 Bahia Bahia
Parque eólcio de Delfina[41] 209,4 Bahia Bahia
Complexo eólico Ventos da Bahia[42] 182,6 Bahia Bahia
Complexo eólico Morro do Chapéu Sul[30] 172 Bahia Bahia
Complexo eólico Serra Azul[43] 118 Bahia Bahia
Parque eólico Canudos 1[44] 99,4 Bahia Bahia
Complexo eólico Brotas de Macaúbas[45] 95,2 Bahia Bahia
Complexo eólico Caetité[46] 90 Bahia Bahia
Parque eólico Cristal[43] 89,7 Bahia Bahia
Complexo Eólico Curva dos Ventos[47] 56,4 Bahia Bahia
Complexo Eólico Echo 1[48] 88 Bahia Bahia/  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 5[49] 53 Bahia Bahia/  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Marítimo Asa Branca[50] 400  Ceará
Parque eólico de Aracati[51] 260  Ceará
Conjunto Eólico Trairi[52] 212,6  Ceará
Complexo Eólico Serrote[53] 205  Ceará
Complexo Eólico Ventos de Tianguá[54] 141  Ceará
Parque eólico Bons Ventos do Aracati[55] 140  Ceará
Complexo Eólico de Fortim[56] 123  Ceará
Complexo Eólico Serra do Mato[53] 121,8  Ceará
Complexo eólico Bons Ventos da Serra[57][58] 109  Ceará
Usina de Energia Eólica de Praia Formosa 104,4  Ceará
Complexo eólico MS[59][60] 94,5  Ceará/  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Acaraú[56] 72  Ceará
Complexo eólico Pedra Cheirosa[61] 48,3  Ceará
Parque eólico Volta do Rio[62] 42  Ceará
Parque eólico Kairós[63] 260  Ceará
Parque Eólico Praias de Parajuru[64] 28,8  Ceará
Parque Eólico Eco Energy 25,2  Ceará
Parque Eólico de Paracuru 23,4  Ceará
Parque eólico Bons Ventos Taíba[55] 17  Ceará
Parque Eólico de Canoa Quebrada 10,5  Ceará
Parque Eólico de Prainha 10  Ceará
Parque Eólico de Lagoa do Mato 3,2  Ceará
Parque Eólico Praia Mansa[65] 2,4  Ceará
Parque eólico Delta 3 220,8 Maranhão Maranhão
Parque eólico Delta 5 54 Maranhão Maranhão
Parque eólico Delta 6 54 Maranhão Maranhão
Parque eólico Delta 7 62,1 Maranhão Maranhão
Parque eólico Delta 8 35,1 Maranhão Maranhão
Complexo Eólico Chafariz[66] 471  Paraíba
Parque Eólico Serra do Seridó[67] 242  Paraíba
Complexo eólico Santa Luzia[68] 94,5  Paraíba
Parque Eólico de Vale dos Ventos 48  Paraíba
Parque Eólico de Millennium 10,4  Paraíba
Parque Eólico Vitória 4,5  Paraíba
Parque Eólico de Palmas 2,5  Paraná
Complexo Eólico Ventos de São Clemente[69] 233  Pernambuco
Complexo eólico Lagoa dos Ventos[43][70] 1112[nota 1]  Piauí
Complexo Eólico Delta Piauí[71] 144,8  Piauí
Parque Eólico de Gargaú 28,1  Rio de Janeiro
Complexo eólico Rio do Vento[72][73] 1038[nota 2]  Rio Grande do Norte
Conjunto Eólico Santo Agostinho[74] 434  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico São Fernando[75] 265  Rio Grande do Norte
Complexo eólico Calangos[76] 234  Rio Grande do Norte
Parque eólico Cumaru[77] 206  Rio Grande do Norte
Complexo eólico Ventus[78] 187  Rio Grande do Norte
Parque eólico União dos Ventos 169,6  Rio Grande do Norte
Parque eólico Morro dos Ventos 145,2  Rio Grande do Norte
Parque eólico Anemus[79] 138,6  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 2[80] 132  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Famosa III[56] 120  Rio Grande do Norte
Parque eólico Mangue Seco 104  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 3[81] 101  Rio Grande do Norte
Parque eólico Alegria II 100,65  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 6[82] 97  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Vamcruz[83] 93  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 8[84] 92  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 4[85] 85  Rio Grande do Norte
Parque eólico Santa Clara 80  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 7[86] 76  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 9[87] 76  Rio Grande do Norte
Complexo eólico Santos[60][59] 64  Rio Grande do Norte
Parque eólico Modelo[43] 56,5  Rio Grande do Norte
Parque eólico Alegria I 51,15  Rio Grande do Norte
Parque eólico de Rio do Fogo 49,6  Rio Grande do Norte
Complexo Eólico Echo 10[88] 38  Rio Grande do Norte
Parque eólico Arizona I[89] 28  Rio Grande do Norte
Parque eólico Mel II[90] 20  Rio Grande do Norte
Complexo eólico do Chuí[91][92] 582  Rio Grande do Sul
Complexo Eólico Cerro Chato[93] 217,2  Rio Grande do Sul
Usina de Energia Eólica Capão do Tigre 180  Rio Grande do Sul
Parque eólico de Osório 150  Rio Grande do Sul
Parque eólico de Atlântica 120  Rio Grande do Sul
Parque Eólico Cidreira I 70  Rio Grande do Sul
Parque Eólico da Honda 27  Rio Grande do Sul
Complexo Eólico de Calmon[94] 256,5  Santa Catarina
Parque eólico de Água Doce 142,8  Santa Catarina
Parque eólico de Bom Jardim 93  Santa Catarina
Parque Eólico do Horizonte 4,8  Santa Catarina
Parque eólico de Barra dos Coqueiros 34,5  Sergipe

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Dos quais 716 MW já se encontram em operação.
  2. A fase I do projeto terá capacidade instalada de 504 MW e entrará em operação em 2021, com a fase II - de 534 MW - estando operacional em 2023

Referências

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  2. «Brazil Wind Power». www.brazilwindpower.org. Consultado em 26 de outubro de 2015. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  3. Boletim de geração de energia eólica ONS - Fevereiro de 2021
  4. RENEWABLE CAPACITY STATISTICS 2021
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  6. «Vento alcança segundo lugar na matriz elétrica do Brasil». G1. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
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  13. «Wind power in Brazil - G1 News». g1.globo.com 
  14. «Production and Wind power in Brazil». www.valoronline.com.br. Consultado em 13 de abril de 2019. Arquivado do original em 22 de maio de 2011 
  15. Evolução da produção de energia eólica no Brasil
  16. Evolução do potencial instalado
  17. Potencial instalado em Dezembro 2019
  18. Potencial instalado em Dezembro 2020
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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