Línguas do Brasil

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As línguas minoritárias do Brasil são faladas em todo o país. O censo de 2010 contabilizou 305 etnias indígenas no Brasil, que falam 274 línguas diferentes.[1] .[2] Há comunidades significativas de falantes do alemão (na maior parte o Hunsrückisch, um alto dialeto alemão) e italiano (principalmente o talian, de origem vêneta) no sul do país, os quais foram influenciados pelo idioma Português,[3] [4] assim como um processo recente de cooficialização destas línguas, como já ocorreu em Pomerode e em Santa Maria de Jetibá.[5]

Na época do descobrimento, é estimado que se falavam mais de mil idiomas no Brasil. Segunda pesquisa anterior ao censo de 2010, esses idiomas estavam reduzidos ao número de 180.[6] [7] Das 180 línguas, apenas 24, ou 13%, têm mais de mil falantes; 108 línguas, ou 60%, têm entre cem e mil falantes; enquanto que 50 línguas, ou 27%, têm menos de 100 falantes e metade destas, ou 13%, têm menos de 50 falantes, o que mostra que grande parte desses idiomas estão em sério risco de extinção.[8]

Nos primeiros anos de colonização, as línguas indígenas eram faladas inclusive pelos colonos portugueses, que adotaram um idioma misto baseado na língua tupi. Por ser falada por quase todos os habitantes do Brasil, ficou conhecida como língua geral. Todavia, no século XVIII, a língua portuguesa tornou-se oficial do Brasil, o que culminou no quase desaparecimento dessa língua comum.[8] Com o decorrer dos séculos, os índios foram exterminados ou aculturados pela ação colonizadora e, com isso, centenas de seus idiomas foram extintos. Atualmente, os idiomas indígenas são falados sobretudo no Norte e Centro-Oeste. As línguas mais faladas são do tronco Tupi-guarani.[8]

Há uma recente tendência de cooficializar outras línguas nos municípios povoados por imigrantes, como as línguas italiana e alemã ou indígenas, através de levantamentos do Inventário Nacional da Diversidade Linguística instituído através de decreto pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 9 de dezembro de 2010,[9] que analisará propostas de revitalização dessas línguas no país[10]

Também os estados de Santa Catarina[11] [12] e Rio Grande do Sul possuem o Talian como patrimônio linguístico aprovado oficialmente no estado (já a língua alemã, de grande abrangência nestes dois estados, não foi oficializada ainda por não haver um consenso entre a padronização da forma hunsriqueana, ou a pomerana, ou a adoção das duas modalidades em simultâneo),[13] [14] enquanto o Espírito Santo possui em vigor desde agosto de 2011 a PEC 11/2009, que inclui no artigo 182 da Constituição Estadual a língua pomerana e a alemã como patrimônios culturais deste estado.[15] [16] [17]

Há também a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, oficializada por meio da Lei 10.436 e Regulamentada pelo Decreto 5.626. É uma língua de modalidade visuogestual oriunda da comunidade surda nacional.

Índice

O português no Brasil[editar | editar código-fonte]

A língua portuguesa foi trazida pelos colonizadores portugueses ao Brasil a partir do século XVI. Este idioma não se expandiu pelo território brasileiro de forma natural contando, também, com ações governamentais que o forçaram a se tornar a única "língua legítima" do país. Tanto o Estado Português quanto o Estado Brasileiro independente adotaram políticas visando ao extermínio de outros idiomas falados no país, um processo denominado de glotocídio (assassinato de línguas), no qual o português foi substituindo outras línguas anteriormente faladas.[18]

A primeira política de estado evidente foi o Diretório dos Índios, de 1758, no qual o Marquês de Pombal exigia o uso do português na colônia e proibia o ensino das línguas indígenas (em especial da denominada língua geral, idioma de base tupi que predominou no Brasil até o século XVIII); mas não apenas as línguas indígenas foram alvo desse tipo de ação, também os idiomas trazidos pelos diversos grupos de imigrantes que aportaram no Brasil sobretudo a partir de 1850.[18]

O Estado Novo (1937-1945) de Getúlio Vargas representou o ápice da repressão às línguas alóctones no Brasil, por meio da nacionalização do ensino, que culminou em grande repressão sobretudo aos falantes de alemão e italiano. O censo de 1940 mostrou que 3,94% da população do Brasil usava habitualmente um idioma que não era o português, sendo que essa porcentagem alcançava 25,08% no estado de Santa Catarina e 22,52% no Rio Grande do Sul. A maioria dessas pessoas não eram estrangeiras, mas brasileiras natas que falavam línguas alóctones adquiridas devido a uma origem familiar estrangeira. Nessas porcentagens também estavam incluídos os falantes de língua indígena.[19] O censo mostrou que mais de um milhão de pessoas falavam o alemão (644.458) ou o italiano (458.054) no Brasil, numa população nacional de apenas 41 milhões de pessoas, número bastante expressivo então. A política de nacionalização do Estado Novo instituiu o ensino obrigatório do português nas escolas, inclusive com a proibição do uso oral de idiomas estrangeiros, por meio dum conceito jurídico de crime idiomático, inventado pelo Estado Novo, que culminou na prisão de diversas pessoas que foram pegas falando idioma que não fosse o português. No ano de 1942, por exemplo, 1,5% da população do município de Blumenau chegou a ser presa em decorrência do uso de idioma estrangeiro (o alemão, no caso). Por fim, com a Constituição de 1988, o Estado Brasileiro optou por fazer do português a língua oficial, embora tenha reconhecido aos índios o direito à sua língua, inclusive no âmbito escolar, mas o mesmo não foi feito em relação aos idiomas trazidos por imigrantes. O Estado Brasileiro sempre fez, portanto, a opção de legitimar o português como a (única) língua nacional.[18]

Obviamente que a língua portuguesa não se impôs no Brasil somente por meio de políticas estatais. Ela foi sendo adotada pela população colonial, pois era a língua da ascensão social, sobretudo para a população de origem africana. De fato, o português falado no Brasil se desenvolveu na boca de falantes não nativos da língua. Os portugueses e seus descendentes não mestiçados nunca ultrapassaram os 30% da população e as etnias não brancas (negros, mulatos e índios) sempre oscilaram na casa dos 70% dos habitantes do Brasil até meados do século XIX. Portanto, a maioria da população brasileira adquiriu o português por meio de uma transmissão irregular ou de uma aquisição imperfeita, pois provinham de um histórico familiar de língua não portuguesa.[20]

Em 1819, 30% da população brasileira era escrava, sendo a maior porcentagem no Centro-Oeste (40,7% da população) e a menor no Norte (27,3%). A escravidão africana era, portanto, generalizada, presente em todo o território colonial, sendo que africanos e seus descendentes chegaram a compor cerca de 60% da população entre os séculos XVII e XIX. Haja vista a presença maciça de africanos e descendentes no Brasil colonial e imperial, alguns estudiosos alegam que foram eles os maiores responsáveis pela expansão do idioma português no Brasil, na forma popular ou vernácula. Alguns já defenderam que o português brasileiro sofreu um processo de crioulização ou semicrioulização, embora outros sejam mais cautelosos nessa afirmação, todavia é inegável a presença de elementos africanos e indígenas na fala brasileira.[20]

O povo brasileiro absorveu o idioma português com base em modelos precários, distante do padrão culto da língua. No início do século XIX, apenas 0,5% da população era letrada. Em 1872, 99,9% dos escravos, 80% dos livres e 86% das mulheres eram analfabetos. O idioma se desenvolveu no país, portanto, por meio da oralidade do quotidiano, de ouvido, haja vista a ausência de uma normatividade adquirida pela escolarização.[20]

O português falado no Brasil apresenta diferenças em relação ao português europeu. Atualmente, existem três correntes que tentam explicar a origem dessas diferenças. A primeira, da crioulização prévia, explica as diferenças pelo contato que teve o idioma com as línguas africanas e indígenas. A segunda explica com base na deriva ou evolução natural e a última numa crioulização prévia de modo fatorizado. A tese de que houve uma crioulização generalizada no passado hoje possui poucos seguidores. Alguns estudiosos acreditam na possibilidade de ter havido, no passado, uma crioulização leve que, somada à deriva natural, culminou nas diferenças existentes entre o português do Brasil e de Portugal.[20] Também há uma quarta teoria, que afirma que o português do Brasil se manteve mais próximo do idioma usado na Idade Média, falado no século XV, sendo que o português europeu é que sofreu mudanças, sobretudo no século XVIII.[21]

Línguas indígenas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Línguas indígenas do Brasil.
Línguas indígenas faladas na América do Sul antes da colonização europeia

Estima-se que, à época do Descobrimento do Brasil, há 500 anos, falava-se no país cerca de 1.078 línguas indígenas. Devido à política linguística do Estado português, e em seguida do brasileiro, de reduzir o número de línguas por meio do deslocamento linguístico, isto é, de sua substituição pela língua portuguesa, a maior parte dessas línguas desapareceu ou está em via de extinguir-se.[22]

Segundo o Instituto Socio-Ambiental, "apenas 11 línguas têm acima de cinco mil falantes: Baniwa, Guajajara, Kaingang, Kayapó, Makuxi, Sateré-Mawé, Terena, Ticuna, Xavante, Yanomami e Guarani , esta sendo falada por uma população de aproximadamente 30 mil pessoas. Em contrapartida, cerca de 110 línguas contam com menos de 400 falantes.[23] No Brasil há também estações de rádio em línguas indígenas.[24] [25] [26] [27]

A Constituição de 1988 (arts. 210 e 231) reconhece aos índios o direito às suas línguas, fato que foi regulamentado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996.[28] Desde 2003, na localidade amazonense de São Gabriel da Cachoeira, têm status de língua oficial, ao lado do português, o nheengatu, o tukano e o baniwa.

O censo de 2010 contabilizou 305 etnias indígenas no Brasil, que falam 274 línguas diferentes. Dos indígenas com 5 ou mais anos, 37,4% falavam uma língua indígena e 76,9% falavam português.[1]

Municípios brasileiros que possuem língua co-oficial indígena[editar | editar código-fonte]

Amazonas[editar | editar código-fonte]

Mato Grosso do Sul[editar | editar código-fonte]

Tocantins[editar | editar código-fonte]

Línguas alóctones[editar | editar código-fonte]

Hotel em estilo alemão no Lago Negro, em Gramado, no Rio Grande do Sul: na região, o dialeto alemão é uma das principais formas de comunicação.

Como resultado de séculos de tráfico de escravos da África, inúmeras línguas africanas foram faladas no Brasil e influenciaram fortemente a língua portuguesa no país. Hoje em dia, nenhuma dessas línguas africanas é falada plenamente no Brasil, tendo passado a se manifestar apenas em usos específicos, seja como línguas rituais (por exemplo, as usadas nos cultos afro-brasileiros), seja como línguas secretas que identificam quilombolas como a Gira da Tabatinga, por exemplo.

Já os imigrantes chegados depois de 1850 trouxeram línguas de seus respectivos países, dentre as quais as mais faladas hoje são o talian (dialeto da língua vêneta da Itália), o Hunsrückisch (derivado de dialetos falados no oeste da Alemanha) e o pomerano (falado na região alemã do Báltico). Essas comunidades ainda possuem um número significativo de falantes, sobretudo na região sul do Brasil.

O número de falantes das línguas alóctones também foi bastante reduzido, sobretudo pelas políticas repressivas e de unidade linguística do Estado Novo, nos anos 1940 (campanha de nacionalização), época em que o governo brasileiro declarou guerra contra Itália e Alemanha, locais de origem de grande número de imigrantes.

Entretanto, na última década, cresceu a tendência de cooficializar outras línguas nos municípios povoados por imigrantes (como as línguas italiana e alemã) ou indígenas no norte do país, ambos com apoio do Ministério do Turismo, como foi instituído recentemente em Santa Maria de Jetibá, Pomerode e Vila Pavão,[35] onde o pomerano também possui estatuto de cooficial.[5]

Parte da população também fala inglês ou espanhol, línguas cujo ensino é obrigatório nos ensinos básico e médio e cujo aprendizado é encorajado pelos processos de integração regional, como o que ocorre com o Mercosul.

Os estados de Santa Catarina[11] [12] [36] e Rio Grande do Sul possuem o Talian como patrimônio linguístico aprovado oficialmente no estado.[13] Além do Talian, o Rio Grande do Sul também possui o Riograndenser Hunsrückisch como patrimônio estadual,[37] [38] enquanto o Espírito Santo possui as línguas pomerana, junto com a língua alemã, como patrimônios culturais estaduais.[15] [16] [17]

Há no Brasil estações de rádio em língua pomerana[39] e talian.[40] Em 2013 foi lançada no Brasil a revista Brasil Talian, que busca divulgar a língua talian.[41] [42]

Em 2014, o talian foi certificado como patrimônio nacional.[43] [44]

Em Holambra (São Paulo) o holandês também é ensinado nas escolas, embora não seja cooficial no município.[45] [46] Há também diversos bairros étnicos no país, especialmente no Sul e no Sudeste: Alguns exemplos são Colônia, bairro alemão que surgiu através da Colônia Paulista, no distrito de Parelheiros;[47] [48] Liberdade, reduto de imigrantes japoneses,[49] [50] e Bixiga, reduto de imigrantes italianos,[51] [52] ambos na cidade de São Paulo, enquanto no município de Piracicaba, os bairros Santa Olímpia e Santana, redutos de tiroleses, formam a Colônia Tirolesa de Piracicaba.[53] [54] Já em Minas Gerais, há uma colônia pomerana no distrito de Vila Neitzel, em Itueta.[55] [56] [57]

Estados brasileiros que possuem patrimônios linguísticos aprovados oficialmente em âmbito estadual[editar | editar código-fonte]

Municípios brasileiros que possuem língua co-oficial talian (ou dialeto vêneto)[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Municípios em que a língua pomerana é co-oficial no Espírito Santo.

Municípios brasileiros que possuem língua co-oficial pomerana (ou Pommersch)[editar | editar código-fonte]

Espírito Santo[editar | editar código-fonte]

Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

Rondônia[editar | editar código-fonte]

Municípios que oficializaram o ensino da língua pomerana (ou Pommersch)[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Municípios brasileiros que possuem língua co-oficial hunsriqueana (ou Hunsrückish)[editar | editar código-fonte]

Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Municípios brasileiros que oficializaram o ensino da língua alemã[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

Municípios brasileiros que oficializaram o ensino da língua italiana[editar | editar código-fonte]

Municípios em que o ensino da língua italiana é obrigatório[editar | editar código-fonte]

Espírito Santo[editar | editar código-fonte]
Paraná[editar | editar código-fonte]
Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]
Santa Catarina[editar | editar código-fonte]
São Paulo[editar | editar código-fonte]

Municípios em que o ensino da língua italiana é facultativo em todas as escolas públicas[editar | editar código-fonte]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Enclaves étnicos brasileiros sem uma legislação específica para a proteção da língua[editar | editar código-fonte]

Ainda há reconhecidas no Brasil diversas colônias formadas por imigrantes, que vieram a formar município, distritos ou bairros étnicos. Tais enclaves formam regiões, que embora ainda não tenham uma legislação específica para a proteção da língua alóctone, continuam sendo um reduto cultural de diferentes etnias. Algumas regiões são:

Espírito Santo[editar | editar código-fonte]

Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Vila Neitzel, colônia pomerana

Paraná[editar | editar código-fonte]

Curitiba[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Sul[editar | editar código-fonte]

Morro Reuter[editar | editar código-fonte]

Morro Reuter, cidade de colonização alemã, é denominada germanicamente Reutersberg.[83]

Novo Hamburgo[editar | editar código-fonte]

Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Santa Catarina[editar | editar código-fonte]

Blumenau[editar | editar código-fonte]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Piracicaba[editar | editar código-fonte]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

O espanhol[editar | editar código-fonte]

O ensino do espanhol é obrigatório na escola desde a lei de 2005, assim como o português é quase obrigatório nas escolas nos países vizinhos, dado o peso demográfico, geográfico e econômico do Brasil. O Uruguai, por exemplo, deu ao português um estatuto igual ao espanhol em seu sistema de ensino ao longo da fronteira norte com o Brasil. No resto do país, é ensinado como disciplina obrigatória a partir do 6o grau.[147]

O francês[editar | editar código-fonte]

O estado brasileiro do Amapá tornou obrigatório em 1999 o ensino do francês em escolas públicas, na sequência de uma lei federal, em 1998, exigindo às escolas públicas do país a ensinar, pelo menos, uma língua estrangeira[148] . A escolha do Amapá pelo francês é devido a um desejo de aproximação com a Guiana Francesa, limítrofe, ou mesmo um desejo de abrir-se, dado o isolamento por razões geográficas desse Estado em relação à resto do Brasil. Um creole de grande base léxica francesa é falado no Amapá: o "karipuna ou louço-francés" (ou luso-francês, pois este creole contém o vocabulário lusófono). A cidade de Ouro Preto é um membro da Associação Internacional dos prefeitos francófonos[149] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2194&id_pagina=1 Censo 2010: população indígena é de 896,9 mil, tem 305 etnias e fala 274 idiomas
  2. "Languages of Brazil". Ethnologue. Consult. 2008-06-09. 
  3. DW-World.de, O alemão lusitano do Sul do Brasil
  4. O talian.
  5. a b "Pomerode institui língua alemã como cooficial no Município." (html) (em português). Consult. 05/09/2010. 
  6. Brasil poliglota, National Geographic Brasil
  7. Uma política patrimonial e de registro para as línguas brasileiras
  8. a b c Plurilinguismo no Brasil - Artigo publicado pela UNESCO sobre as línguas brasileiras
  9. Presidente institui inventário
  10. Decreto cria Inventário Nacional da Diversidade Linguística
  11. a b c LEI Nº 14.951, de 11 de novembro de 2009
  12. a b Rotary apresenta ações na Câmara. FEIBEMO divulga cultura italiana
  13. a b c Aprovado projeto que declara o Talian como patrimônio do RS, acessado em 21 de agosto de 2011
  14. Talian: A língua vêneta de além mar
  15. a b c d e f g O povo pomerano no ES
  16. a b c Plenário aprova em segundo turno a PEC do patrimônio
  17. a b ALEES - PEC que trata do patrimônio cultural retorna ao Plenário
  18. a b c "Monolinguismo e Preconceito Linguístico" (PDF) (em Portuguese). 2003. Consult. 2012-21-07. 
  19. "OS CENSOS LINGÜÍSTICOS E as Políticas Lingüísticas no Brasil Meridional" (PDF) (em Portuguese). Consult. 2015-19-04. 
  20. a b c d "Do Português Arcaico ao Português Brasileiro" (PDF) (em Portuguese). 2003. Consult. 2012-21-07. 
  21. A tese citada está disponível na Biblioteca Digital da UNICAMP
  22. Ufal pesquisa a única língua indígena que permanece viva no Nordeste
  23. En peligro lenguas nativas de América, Noticieros Televisa, acessado em 5 de outubro de 2011
  24. Amazônia Brasil Rádio Web
  25. Web Rádio Brasil Indígina, Informações gerais]
  26. Programas de rádio indígena na internet
  27. Programa de Índio
  28. No AM, alunos indígenas reivindicam livros didáticos na língua Hup
  29. Lei municipal oficializa línguas indígenas em São Gabriel da Cachoeira, acessado em 24 de agosto de 2011
  30. Na Babel brasileira, português é 2ª língua - FLÁVIA MARTIN e VITOR MORENO, enviados especiais a São Gabriel da Cachoeira (AM), acessado em 24 de agosto de 2011
  31. Município do MS adota o guarani como língua oficial, acessado em 24 de agosto de 2011
  32. Paranhos poderá ter a cooficialização de uma língua Indígena, acessado em 24 de agosto de 2011
  33. Tocantínia passa a ter Akwê Xerente como língua co-oficial e recebe Centro de Educação Indígena, acessado em 24 de agosto de 2012
  34. Tocantínia passa a ter Akwê Xerente como língua co-oficial
  35. a b Vila Pavão, Uma Pomerânia no norte do Espirito Santo, acessado em 21 de agosto de 2011
  36. Fóruns sobre o Talian - Eventos comemoram os 134 anos da imigração italiana
  37. a b LEI 14.061 - DECLARA INTEGRANTE DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL A “LÍNGUA HUNSRIK”, DE ORIGEM GERMÂNICA
  38. a b LEI Nº 14.061, de 23 de julho de 2012 - Declara integrante do patrimônio histórico e cultural do estado do Rio Grande do Sul a língua hunsrik, de origem germânica
  39. Pommer Rádio, programação
  40. Radio Talian, Scomìnsio
  41. Revista Talian Brasil
  42. Revista Talian Brasil, Taliani nel mondo
  43. Dialeto de imigrantes italianos se torna patrimônio brasileiro Portal G1
  44. Brasil tem novo dialeto registrado como patrimônio cultural, Jornal Nacional
  45. Imigrantes no Brasil
  46. O panorama lingüístico brasileiro: A coexistência de línguas minoritárias com o português
  47. a b Colônia, o bairro alemão, tem festa típica
  48. a b Colônia Paulista
  49. a b Portal do Bairro Liberdade
  50. a b História da Imigração Japonesa
  51. a b Bairro do Bixiga
  52. a b Bairro do Bixiga, reduto italiano em São Paulo
  53. Bexiga e Liberdade
  54. Os italianos de Bixiga, São Paulo
  55. Descendentes de etnia germânica vivem isolados em área rural de Minas
  56. Pomeranos em busca de recursos federais
  57. Resistência cultural - Imigrantes que buscaram no Brasil melhores condições de vida, ficaram isolados e sem apoio do poder público, acessado em 2 de novembro de 2011
  58. Vereadores aprovam o talian como língua co-oficial do município, acessado em 21 de agosto de 2011
  59. Talian em busca de mais reconhecimento
  60. A escolarização entre descendentes pomeranos em Domingos Martins
  61. a b A co-oficialização da língua pomerana
  62. No Brasil, pomeranos buscam uma cultura que se perde, acessado em 21 de agosto de 2011
  63. Língua e cultura pomerana alcançam 100% da rede municipal de Santa Maria, acessado em 16 de fevereiro de 2014
  64. Lei dispõe sobre a cooficialização da língua pomerana no município de Santa maria de Jetibá, Estado do Espírito Santo
  65. Pomerode institui língua alemã como cooficial no Município.
  66. Patrimônio - Língua alemã
  67. Ontem e hoje : percurso linguístico dos pomeranos de Espigão D'Oeste-RO
  68. Sessão Solene em homenagem a Comunidade Pomerana
  69. percurso linguístico dos pomeranos de Espigão D Oeste-RO, acessado em 2 de novembro de 2011
  70. Comunidade Pomerana realiza sua tradicional festa folclórica
  71. Vereadores propõem ensino da língua pomerana nas escolas do município, acessado em 21 de agosto de 2011
  72. Bancada PP comenta cooficialização pomerana
  73. Projeto Pomerando tem repercussão na região
  74. Primeiros passos no resgate à escrita pomerana em São Lourenço do Sul
  75. Cooficialização da língua alemã em Antônio Carlos
  76. VEREADORES DE TREZE TÍLIAS SE REUNIRAM ONTEM
  77. TREZE TÍLIAS
  78. Um pedaço da Aústria no Brasil, Treze Tílias
  79. A sala de aula de alemão para falantes de dialeto: realidades e mitos
  80. Apresentando... Santa Maria do Herval
  81. Dialetos Hunsrik e Talian na ofensiva no Sul - Em Santa Maria do Herval, regiăo de Novo Hamburgo, RS, surge forte a mobilização em favor do Hunsrik - a faceta brasileira/latino-americana do Hunsrückisch. Em Serafina Correa, RS, floresce o talian - acessado em 21 de agosto de 2011
  82. História da cidade de Santa Maria do Herval
  83. a b c Você fala hunsrik ou alemão? (Xprëche sii Hunsrik Xprooch oder deutsch?), Jornal Dois Irmãos
  84. Câmara Municipal de Vereadores de Nova Petrópolis
  85. Ata 047/2010
  86. Art. 153 § 3º da Lei Orgânica
  87. Em Nova Petrópolis 100% da população é alfabetizada, quinto parágrafo
  88. Lei Complementar nº 487/2004 de Blumenau
  89. Conselho da Língua Alemã de Blumenau: balanço e perspectivas
  90. Lei Complementar 487/04 | Lei Complementar nº 487 de 25 de novembro de 2004 de Blumenau
  91. Língua italiana na rede municipal de ensino
  92. Aprovado em primeira votação, projeto emendado propõe um ano de caráter experimental em Venda Nova
  93. Convênio para ensino da língua italiana em nível municipal
  94. LEI Nº 3018/2003 - 02.10.03 - Dispõe sobre a oficialização de aulas de língua italiana nas escolas da Rede Municipal de Ensino
  95. Lei Ordinária nº 3018/2003 de Francisco Beltrão, dispõe sobre a oficialização de aulas de língua italiana nas escolas
  96. Elaboração de Projeto de Lei para o ensino obrigatório da língua italiana nas escolas municipais
  97. Língua italiana em Antônio Prado, Italiano integra currículo escolar
  98. Lei 3113/08, Brusque - Institui o ensino da língua italiana no currículo da rede municipal de ensino e dá outras provicências
  99. Lei 3113/08 | Lei nº 3113 de 14 de agosto de 2008 de Brusque
  100. Art. 1 da Lei 3113/08, Brusque
  101. Secretaria de Educação esclarece a situação sobre o Ensino da Língua Italiana
  102. Lei 4159/01 | Lei nº 4159 de 29 de maio de 2001 de Criciuma
  103. Lei nº 4.159 de 29 de Maio de 2001 - Institui a disciplina de língua italiana
  104. Lei 2953/96 | Lei nº 2953 de 30 de setembro de 1996 de Bragança Paulista
  105. Lei municipal Nº 4.947/96
  106. Secretário de educação renova convênio para ensino de italiano nas escolas municipais
  107. A colônia polonesa em Águia Branca atualmente: análise de uma pesquisa
  108. Vem ai a 13ª Festa do Imigrante Polonês de Águia Branca
  109. História do Município
  110. Águia Branca - Espírito Santo
  111. Consulado Geral da República da Polônia em São Paulo
  112. Nossa Cidade, Marechal Cândido Rondon
  113. Prudentópolis a bela Ucrânia brasileira
  114. Colonização ucraniana e cachoeiras gigantes em Prudentópolis (PR)
  115. Colônia ucraniana em Prudentópolis se preocupa com a situação de amigos e parentes, Paraná TV
  116. A saga dos imigrantes ucranianos, Revista Ideias
  117. História de Rolândia
  118. Santa Felicidade
  119. História
  120. História de Westfália, acessado em 16 de maio de 2014
  121. Walachai
  122. Walachai entra no mapa
  123. A História de Walachai é lançada na Feira do Livro de Morro Reuter
  124. Estreia: 'Walachai' mostra colônia alemã peculiar do sul do Brasil
  125. Documentário "Walachai" descreve comunidade peculiar do sul do Brasil
  126. Colonização, Hamburger Berg
  127. PORTO, Aurélio. O trabalho alemão no Rio Grande do Sul, Graf, Santa Terezinha, Porto Alegre, 1934, p.168.
  128. MONTALI, Lilia. In: Dissertação de Mestrado em Sociologia – Universidade de São Paulo. Do núcleo colonial ao capitalismo monopolista: produção de fumo em Santa Cruz do Sul. [S.l.: s.n.], 1979.
  129. A Imigração - História
  130. Dia Nacional da Suíça será comemorado em Joinville
  131. Filme mostra realidade de emigrantes suíços
  132. Filme que conta emigração de suíços está pronto
  133. Aos suíços, o lugar na história de Joinville que lhes pertence
  134. Filme "Suíços Brasileiros – Uma História Esquecida" será apresentado nesta sexta (29/6) em Joinville
  135. Sítio oficial do filme
  136. Como tudo começou...
  137. Sul catarinense tem sotaque italiano
  138. Chegam os alemães e os italianos
  139. WITTMANN, Angelina C. R. - A Ferrovia no Vale do Itajaí - Estrada de Ferro Santa Catarina -Blumenau: Edifurb, 2010. - 304 p.:il.
  140. Centro Cultural da Vila Itoupava
  141. Vila Itoupava
  142. Santa Olímpia
  143. História dos bairros paulistanos - Bom Retiro, Folha de S.Paulo
  144. Mostra resgata história de judeus que ajudaram a construir o Bom Retiro, Folha de S.Paulo
  145. Maria Margarida Carvalho De Silveira. "Desvendando o bairro de Higienópolis". Cidade do Conhecimento. Consult. 14/11/2010. 
  146. "HISTÓRIA DOS BAIRROS PAULISTANOS". 
  147. Uruguai aprovou recentemente em seu sistema o ensino do português como disciplina obrigatória http://noticias.uol.com.br/ultnot/lusa/2007/11/05/ult611u75523.jhtm
  148. http://f3e.asso.fr/IMG/pdf/Synthese_en_francais.pdf
  149. http://aimf.asso.fr

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