Barra do Corda

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Município de Barra do Corda
"Princesa do Sertão"
Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Bandeira de Barra do Corda
Brasão de Barra do Corda
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 3 de maio
Fundação 3 de maio de 1835 (182 anos)
Gentílico barracordense ou cordino
Prefeito(a) Wellryk Oliveira Costa da Silva (PCdoB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Barra do Corda
Localização de Barra do Corda no Maranhão
Barra do Corda está localizado em: Brasil
Barra do Corda
Localização de Barra do Corda no Brasil
05° 30' 21" S 45° 14' 34" O05° 30' 21" S 45° 14' 34" O
Unidade federativa  Maranhão
Mesorregião Centro Maranhense IBGE/2008[1]
Microrregião Alto Mearim e Grajaú IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Formosa da Serra Negra, Tuntum, Grajaú, Jenipapo dos Vieiras, Fernando Falcão, Joselândia, São Roberto, São Raimundo do Doca Bezerra e Itaipava do Grajaú
Distância até a capital 462 km
Características geográficas
Área 5 190,339 km² [2]
Distritos Barra do Corda e Papagaio
População 86 662 hab. (MA: 11°) –  IBGE/2016[3]
Densidade 16,7 hab./km²
Altitude 148 m
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,606 (MA: 21°) – médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 586 097 mil (MA: 16°) – IBGE/2014[5]
PIB per capita R$ 6 846,69 IBGE/2014[5]
Página oficial

Barra do Corda é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população estimada em 2016 era de 86.662 habitantes. A cidade está localizada no centro geográfico do Maranhão, na confluência dos Rio Corda e Rio Mearim. O Rio Corda, possui águas claras e frias, enquanto o Rio Mearim possui águas esverdeadas e mornas sendo totalmente navegável a partir da confluência com o Rio Corda. O município é sede da Região de Planejamento dos Guajajaras.

Além de acolhedora, a população cordina é um povo de muita fé [carece de fontes?]. A religião predominante é a Católica, tendo como padroeira da cidade Nossa Senhora da Conceição, que se comemora no dia 8 de Dezembro, sendo feriado municipal devido as comemorações por toda a cidade e nos povoados vizinhos, a igreja de Nossa Senhora da Conceição é a mais visitada, fica localizada na praça da matriz, conhecida como praça Melo Uchôa nome dado em homenagem ao fundador da Cidade. [carece de fontes?]. Em Barra do Corda existem vários templos de diversas religiões, sendo os católicos e protestantes com maior número e em menor quantidade podemos citar os de origem africana (terreiros de umbanda) e os de origem indígena conhecido como Terecô.

Barra do Corda também é conhecida por seu potencial turístico, sobretudo por ser banhada por dois belos rios com várias cachoeiras e corredeiras de águas limpas. O carnaval é considerado um dos maiores do Maranhão, é grande quantidade de turistas que visitam a cidade nesse período, atraídos principalmente pelas tradicionais brincadeiras de blocos de ruas e balneários por toda a cidade, com destaque ao balneário guajajaras, um dos mais frequentados devido ao encontro das água claras e escuras dos rios Mearim e Rio Corda, formando um verdadeiro espetáculo da natureza. A População da cidade fica maior no verão e nas férias. Em Barra do Corda passa a BR-226, ela atravessa a ponte sobre o Rio Mearim, denominada de Ponte Nova e pela Av. Rio Amazonas onde se encontra o Espaço Cultural, local aonde é realizado o Carnaval, outras festividades e shows diversos. Nas proximidades encontra-se o Mercado Municipal, a Igreja Matriz Santa Giana Bereta, Igreja São Francisco e o Ginásio Municipal Edson Lobão, além de bares, restaurantes e lanchonetes.

História de Barra do Corda[editar | editar código-fonte]

Pouco se sabe com absoluta certeza a respeito do povoamento do território do atual Município. Segundo versão das mais antigas, considera-se como fundador de Barra do Corda o cearense Manoel Rodrigues de Melo Uchoa.

O território constituía domínio de tribos canelas, do tronco dos gês e guajajaras, da linha Tupi. Nos anos que se seguiram à Independência, Melo Uchoa, por questões de família, foi a Riachão, no Estado do Maranhão. Em suas viagens a São Luís, estabeleceu boas relações de amizade com cidadãos de prol, entre os quais o Cônego Machado. Orientado por este, ao que parece, foi levado a escolher um local, entre a Chapada, hoje Grajaú, e Pastos Bons, para lançar as bases de uma povoação, ou mesmo com finalidades políticas, para evitar que os eleitores dispersos na região tivessem que percorrer grandes distâncias.

Em 1835, impondo a si e a sua própria família os maiores sacrifícios, Melo Uchoa embrenhava-se na mata, por muito tempo, acompanhado apenas de um escravo e, mais tarde, por alguns índios canelas, chamados “mateiros”. Melo Uchoa, por certo margeou o rio Corda, ou “das Cordas”, até a sua embocadura, chegando ao local que escolheu para fundar a nova cidade, atendendo não só às condições topográficas como as comodidades relativas ao suprimento de água potável e ainda à possibilidade de navegação fluvial até São Luís.

Sua esposa, D. Hermínia Francisca Felizarda Rodrigues da Cunha, fazendo-se acompanhar de seu compadre Sebastião Aguiar, foi a sua procura, viajando até a fazenda “Consolação”, onde, devido ao adiantado estado de gestação em que se encontrava, viu-se obrigada a permanecer; Sebastião Aguiar ordenou ao escravo Antônio Mulato que prosseguisse na busca de Uchoa. O encontro não tardou muito e, em breve, estavam todos reunidos. Melo Uchoa relatou suas aventuras, informando sobre a planície cortada por dois rios, considerando-a o lugar apropriado para a povoação desejada.

Ao dar sua esposa à luz uma menina, Melo Uchoa exclamou: “Feliz é a época que atravesso. A providência acaba de me agraciar com duas filhas risonhas e diletas – a Altina Tereza e a futura cidade, que edificarei”. Ao voltar ao local onde pretendia construir a nova cidade, já agora acompanhado de sua família, alguns amigos e índios, levantou um esboço topográfico, detalhando os contornos da última curva do Corda e mais acidentes locais. Mais tarde, levou o “croquis” ao conhecimento do Presidente da Província, Antônio Pedro da Costa Ferreira, por intermédio de outro prestimoso amigo, o Desembargador Vieira. Assim teve início a fundação de Barra do Corda, em 1835.

Melo Uchoa tinha o posto de Tenente de Primeira Linha e foi precursor da abertura de estradas e da proteção aos índios, no século passado, sendo o primeiro encarregado desse serviço. Construiu a primeira estrada entre Barra do Corda e Pedreiras, com 240 quilômetros de extensão. Faleceu paupérrimo, em Barra do Corda, segundo consta, em 7 de setembro de 1866, deixando sete filhos.

Colaborando com o fundador, após sua morte, empenharam-se no desenvolvimento de Barra do Corda, entre outros, Abdias Neves, Frederico Souza Melo Albuquerque, Isaac Martins, Frederico Figueira Fortunato Fialho, Anibal Nogueira, Vicente Reverdoza e Manoel Raimundo Maciel Parente.

Este último, um dos baluartes do desenvolvimento de Barra do Corda, é considerado, por alguns, como o seu fundador, mas é fora de dúvida que tal prerrogativa pertence a Melo Uchoa que tem seu nome na principal praça da cidade, num povoado e na maior aldeia de índios guajajaras.

O território do Município recebeu sucessivamente as denominações de Missões, Vila de Santa Cruz, Santa Cruz da Barra do Corda e Barra do Rio das Cordas. Fato de grande repercussão ligado à história do Município foi o massacre da colônia Alto Alegre pelos índios, em 13 de março de 1901, no qual pereceram mais de 200 pessoas, entre as quais frades e freiras. Mais recentemente teve Barra do Corda sua vida conturbada por ocasião dos movimentos revolucionários de 1924 e 1930.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Barra do Corda possui de acorda com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ,tem uma extensão territorial de 5.190,339 quilômetros quadrados [6].Situa-se a 5°30`21´ de latitude sul e 45°14`34´ de longitude oeste,[7]estando distante cerca de 462 da capital estadual.[8]Os municipios limitrofes são Formosa da Serra Negra e Fernando Falcão ao sul;Grajau,Itaipava do Grajau e Jenipapos dos Vieiras ao oeste;Tuntum ao leste;Joselândia,São Raimundo do Doca Bezerra e São Roberto ao norte.[9]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Barra do Corda é classificado como Tropical tipo Aw de acordo com a classificação climática de Köppen.Possui verões quentes e chuvosos é invernos amenos e secos. A média pluviométrica de Barra do Corda é de 1 122,5 mm anuais,Com chuvas Concentradas entre outubro e abril,o mês mais chuvoso é março com (218,9 mm) e o mês mais seco é julho com (7,8 mm).O tempo de insolação total é de 2 177,2.O mês mais quente é outubro quando a temperatura média é de 27,4,e o mês mais frio é julho quando a média é de 24,4, quando as temperaturas ficam abaixo dos 15°C.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), de 1961 a 2016 a menor temperatura registrada em Barra do Corda foi de 10,2 °C em 4 de agosto de 1966,[10] e a maior atingiu 40,9 °C em 23 de setembro de 1962.[10] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 198,4 mm em 14 de novembro de 1971. Outros grandes acumulados foram 138,6 mm em 8 de dezembro de 1988, 126,5 mm em 19 de fevereiro de 2007, 126,4 mm em 28 de dezembro de 2001 e 122,8 mm em 24 de dezembro de 1999.[11] Em abril de 1985, foi observado o maior volume total de chuvas em um mês, de 603,8 mm.[12] O menor índice de umidade relativa do ar foi registrado na tarde de 14 de setembro de 1981, de apenas 17%.[13]

Dados climatológicos para Barra do Corda
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 37,3 35,6 35,3 34,6 35,4 36,3 37,1 39,8 40,9 40,0 39,8 40,4 40,9
Temperatura máxima média (°C) 30,4 30,2 30,2 30,4 30,8 31,3 32,0 33,4 34,2 33,4 33,0 31,6 31,7
Temperatura média (°C) 25,1 25,0 25,0 25,2 24,9 24,6 24,4 25,5 27,0 27,4 26,5 25,8 25,5
Temperatura mínima média (°C) 21,5 21,6 21,8 21,7 20,9 19,5 18,7 19,1 21,1 22,1 22,2 21,9 21,0
Temperatura mínima absoluta (°C) 18 18 18,6 18,2 15 12,6 12 10,2 13,2 14,4 16,6 18,2 10,2
Chuva (mm) 171,2 179,7 218,9 204,3 59,4 20 7,8 11,4 20,7 39,6 65,9 123,6 1 122,5
Dias com chuva (≥ 1 mm) 13 15 15 14 6 3 1 1 3 5 6 10 92
Umidade relativa (%) 85 87 88 87 84 80 70 65 64 69 72 78 77
Horas de sol 144,1 126,4 133,5 155,6 211,3 249,2 257,7 242,6 191,4 161,8 155,2 148,4 2 177,2
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;[14][15][16][17][18][19][20] recordes de temperatura a partir de 1961).[10]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Segundo a contagem realizada pelo Instituto Brasileiro de geografia e Estatística, no ano de 2016 Barra do Corda possuía uma população de 86.662

Crescimento populacional
Censo Pop.
1991 90 820
2000 78 147 -14,0%
2010 82 830 6,0%
Est. 2016 86 662 10,9%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)

habitantes,sendo 41.174 habitantes do sexo feminino e 41.656 habitantes do sexo masculino.

Religiões[editar | editar código-fonte]

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),em 2010 a população de Barra do Corda era 66.529 católicos apostólicos romanos, 11.947 protestantes,e 4 pessoas espíritas.

Educação Física e Esporte[editar | editar código-fonte]

A Educação Física, no âmbito escolar em Barra do Corda, vem se desenvolvendo a passos largos, havendo agora uma profunda reflexão sobre o seu processo de constituição como componente curricular.

Inicialmente representada quase que exclusivamente, pela ginástica militar e esporte na escola, teve como importante marco histórico os JEBC (Jogos Escolares de Barra do Corda), que teve início no ano de 1979, criados pela Prefeitura municipal, no ano de 1979, pelo então prefeito Sr. Alcione Guimarães Silva, tendo o colégio Nossa Senhora de Fátima, como a primeira escola campeã, dos jogos, onde manteve-se campeã até o ano de 1981, pendendo o título para o Centro Educacional Cenecista de Barra do Corda – CNEC, colégio onde hoje funciona o Complexo Manoel Mariano de Sousa.

A LIGA ESPORTIVA DE BARRA DO CORDA, foi Fundada em 03 – 08 – 1974, Filiada à Federação Maranhense de Desportos, com Inscrição no C.G.C (M.F) nº 06899652/000196.

Com relação a história da educação física e esporte de Barra do Corda é importante citar, os anos 1989 a 1992, Administração de Darci Terceiro, como sendo a figura publica que mais incentivou o esporte em Barra do Corda, entre suas principais ações temos a construção do Estádio Leandro Claudio da Silva e Ginásio Municipal próximo a maçonaria, implantação de várias modalidades esportivas, como basquetebol, handebol e atletismo.

Nos anos seguintes a educação física em Barra do Corda enfrentou diversos problemas como a falta de condições materiais (quadras, ginásios, bolas e outros equipamentos) e principalmente a falta de professores de educação física nas escolas.

Em 8 de março de 2010, na administração de Manoel Mariano de Sousa (Nenzim), foi fundado o Cordino Esporte Clube, sendo o mesmo campeão do "Copão Maranhão do Sul", torneio intermunicipal da região. Entusiasmados, os dirigentes e a prefeitura resolveram profissionalizar a equipe, conquistado no mesmo ano uma vaga para a 1ª divisão do campeonato maranhense.

Outro marco importante para educação física em Barra do Corda, foi o concurso público realizado em 2014, mas aonde os professores só foram efetivados no segundo semestre de 2015, foi criado também o setor de esporte educacional.

Além disso, a cidade conta atualmente com profissionais empreendedores (autônomos), altamente dedicados e competentes, que seguem a implementar substancialmente a Educação Física e o Esporte na região.

O time de futebol da cidade é o CEC Cordino Esporte Clube, com sede no Estádio Leandrão, com capacidade para até 300 pessoas. A cidade conta ainda com ginásios poliesportivos e campos de futebol espalhados pela cidade. Outros esportes muito praticados na cidade são a natação, capoeira é o vôlei.

Outro time da cidade que se destaca no esporte é a equipe de futsal Bad Boys, que conquistou os últimos 5 títulos do campeonato de salão.

VOLEIBOL EM BARRA DO CORDA

Acredita-se que o inicio de competições de voleibol tenha sido na década de 1970, no Colégio Nossa Senhora de Fátima – Diocesano e na quadra da AABB de Barra do Corda.

No final da década de 1980, foi construído o primeiro ginásio de esportes de Barra do Corda, aonde ainda hoje é praticado o voleibol.

Em setembro de 2010, foi realizado na AABB, O 1º aberto de vôlei de areia de Barra do Corda, organizado por Sabrina Arruda e com a presença e o apoio da vereadora Fátima Arruda, com a promessa de ser apenas o primeiro passo para um maior incentivo ao vôlei, e ao esporte cordino.

Os atletas do vôlei de Barra do Corda, relatam que o esporte sobrevive de forma precária, pela falta de incentivo, entre os principais jogadores temos: Ricardo, Êudes, Jordano, Itamar, Dan, Antonio Filho, Touca, Sandro Maciel, Jean e muitos outros. 

Personalidades no Voleibol Cordino

Antônio Bezerra de Sousa Filho

Profissional de Educação Física (Cref 002054 G/MA), Graduado em Educação Física e Pós Graduado em Educação Física e Esporte: Planejamento e Gestão, professor da rede municipal desde 2002, foi campeão dos jogos escolares pelo CEC de Barra do Corda no período de 2005 a 2011 e pela Escola Frederico Figueira no ano de 2016. No total foram 8 (oito) títulos no jogos escolares de Barra do Corda.

Atualmente trabalhando na Escola Municipal Unidade Integrada Frederico Figueira com projetos de escolinhas de Futebol Voleibol.

Iniciou no voleibol ainda na adolescência, frequentando a Escola particular Centro Cenecista de Barra do Corda-CNEC, nas antigas séries denominadas de ginásio. Estabeleceu-se seu primeiro contato com essa modalidade esportiva, não nas aulas de Educação Física, mas nas práticas de voleibol de rua na frente à escola CNEC, com colegas e vizinhos, aonde aprendeu os fundamentos básicos do voleibol, somente observando e praticando, posteriormente começou a participar de jogos escolares de Barra do Corda, quase sempre disputando as finais da modalidade. Foi campeão na modalidade dos anos de 1984 a 1988, sendo tetra campeão pela escola CNF no torneio dos 500 anos do Brasil.

Como jogador desde 1988 participou diversos campeonatos realizados na cidade até os dias atuais na equipe da Trizidela, com 29 anos de existência, a única equipe que participou de todos os campeonatos realizados na cidade conquistando nesse período 14 títulos entre campeonato cordino e torneio de férias, sendo considerado durante vários anos o melhor atleta da cidade de Barra do Corda na década de 1990, com participação na seleção de Barra do Corda durante os anos de 1995 a 2010. 

Sabrina Arruda

A professora Sabrina Arruda nasceu em 24 de março de 1989. Em 2007, aos 18 anos mudou-se para São Luís onde teve a oportunidade de treinar em algumas equipes e defender o estado em algumas competições nacionais pelo vôlei e graduar-se em Educação Física pelo CEUMA, pós graduou-se em treinamento desportivo e atualmente atua como professora da rede municipal de Barra do Corda e é proprietária da AS Sports.

Quando mais jovem tinha o sonho de ser jogadora de vôlei e acredita que este foi o motivo maior que a impulsionou na sua profissão a qual exerce com maior prazer e paixão. "Quando pequena foi apaixonada por esportes". Sempre esteve em algumas ruas ou quadras esportivas jogando, defendeu o estado do Maranhão em algumas competições nacionais pelo vôlei.

Sua trajetória na prática esportiva iniciou durante o período escolar e estendeu até o ensino superior, destaque nos anos de 2011, onde o Maranhão obteve até então uma conquista inédita na história do voleibol feminino em competições nacionais. "Representando a equipe do Pitágoras conquistou a medalha de bronze nos jogos universitários brasileiros, realizado em campinas.

Neste mesmo ano consagrou-se campeã no Campeonato Brasileiro dos Institutos Federais e Vice Campeã, no voleibol de praia nas areias do Rio de Janeiro.

Em 2013, foi vice-campeã dos Jogos Universitários Brasileiros realizados na cidade de Goiânia, chegando pela primeira vez as finais nacional. 

Retrospectiva e Principais resultados:

- Tricampeã jogos escolares de Barra do Corda (Escola Estadual Professor Galeno Edgar Brandes (CEM) e Centro Educacional Cristão (CEC).

- Eneacampeã - Jogos Cordino (Os que estou conseguindo lembrar no momento).

- Penta campeã (Campeonato Cordino )

- 2008 e 2009 - 6° lugar  nos Jogos Universitários Brasileiros pela faculdade Ceuma nas cidades de Maceió e Fortaleza

- 2009 - Campeã da Copa Primavera

- 2010 - 5° lugar nos Jogos Universitários Brasileiros pela Faculdade Pitágoras na cidade de Blumenau

- 2010 - Campeã da Copa Primavera

- 2011 - 3° lugar nos Jogos Universitários Brasileiros pela Faculdade Pitágoras na cidade de Campinas. E participação na liga do Desporto Universitário

- 2012 - 8° lugar nos Jogos Universitários Brasileiros pela Faculdade Pitágoras na cidade de Foz de Iguaçu

- 2012 - 1° lugar nos Jogos Brasileiros dos Institutos Federais em Brasília

- 2012 - Vice - Campeã vôlei de areia nos Jogos Brasileiros dos Institutos Federais.

- 2013 - 2° lugar nos Jogos Universitários Brasileiros pela faculdade Pitágoras em campinas

- 2013 - Participação na Liga Nacional em Fortaleza

- 2015 - 2° lugar copa primavera pela equipe Vôlei Clube

Nyeme Victoria Alexandre Costa

Nascimento:  11/10/98

Cidade: Barra do Corda-MA-Brasil

Altura: 1,75 cm

Peso: 66 kg

Posição:  Ponta/Líbero

Clubes:    Upaon-Açu – Vôlei de Praia – Maranhão Vôlei/CTGM – Maranhão Vôlei/Cemar – ADC Bradesco

Títulos Principais: Campeã dos Jogos Escolares/MA – Campeã Brasileira de Seleções Infanto Juvenil B – Campeã Sul-Americana Infanto Juvenil

                          Nyeme iniciou no vôlei em sua cidade (Barra do Corda, no Maranhão) aos 9 anos de idade, porém apenas como lazer, depois foi para São Luís, onde atuou pelo Upaon-Açu, logo depois recebeu a grande oportunidade de integrar o elenco do Maranhão Vôlei em uma Superliga (2013), também passou pelo Barueri e a partir do começo de 2015 no ADC Bradesco, onde permanece atualmente.

                         Suas principais conquistas na carreira são as seguintes:

▪ Campeã Invicta por Barueri (na categoria Infantil).

▪ Vice campeã Estadual Infanto pelo Bradesco em 2014.

▪ Vice-campeã do Paulista Infanto pelo Bradesco em 2015.

▪ Bi Campeã do Torneio Inicio pelo Bradesco (2015 e 2016).

▪ Vice campeã do Brasileiro de Seleções (2a Divisao) pelo Maranhão.

                         Nyeme também integrou a Seleção Brasileira Infanto no Mundial Sub 18 no ano passado (ficando nas estatísticas como a 7a melhor passadora). ▪ Sobre a alegria de mais uma vez poder representar nossa Seleção em uma competição importante, Nyeme no dia o seguinte: " É uma alegria muito grande, pois é uma recompensa de Deus pelo suor de todos os dias no meu clube"

Seleção Brasileira:  Infanto Juvenil

                         Em 2013, a barra-cordense Nyeme Victória, com apenas 15 anos, é premiada como a melhor atleta do voleibol maranhense. Ao lado de 24 outras categorias do esporte amador e profissional, Nyeme faturou o troféu da empresa de comunicação Mirante, o qual a cerimônia de premiação foi realizada no teatro Artur Azevedo, em São Luís.

                         Nyeme Costa é filha do Técnico da MAPANETE, Nelinho e da professora e Jogadora de Voley Nívea Maria. 

Beatriz Alves

Beatriz é a mais nova revelação do voleibol cordino, iniciou seu treinamento em Barra do Corda, mas logo teve que mudar-se para São Luís, participou dos Jogos Escolares Brasileiros, foi escolhida na 10ª edição do Troféu Mirante Esporte de 2015, como melhor jogadora de voleibol do estado do Maranhão. 

Política[editar | editar código-fonte]

O atual prefeito é Eric Costa (PCdoB). A câmara de vereadores também fica instalada no mesmo prédio, no centro comercial da cidade, e conta com dezessete vereadores.

Próximo ao local, fica o Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Entre outros órgãos públicos, há o Cartório de 1º ofício, o de 2º ofício, o Cartório Eleitoral, o fórum e o INCRA da cidade.

Barra do Corda na Proclamação da República[editar | editar código-fonte]

A Proclamação da República do Brasil ocorreu em 15 de novembro de 1889, no entanto desde 1888 na cidade de Barra do Corda já havia pessoas que divulgavam os ideias republicanos como Isaac Martins dos Reis que foi chamado de “Chefe do Partido Republicano dos sertões do Maranhão”, Dunshee de Abranches, Frederico Figueira, entre outros que participaram do Clube Republicano de Barra do Corda. Esse grupo tinha como objetivo divulgar os ideais da proclamação da República no Maranhão em especial nos sertões, esses republicanos se reuniam todas as noites e publicaram manuscritos que eram distribuídas pelas redondezas para disseminar a semente da República. No que se refere ao estado do Maranhão, esses ideais partiram do interior, e de uma forma organizada da cidade de Barra do Corda. Esse grupo organizado produziu em 12 de novembro de 1888 o jornal O Norte, que na verdade deveria ter o nome de Republicano, porém devido à ausência de tipos para impressão, decidiram nomeá-lo O Norte.

Esse grupo oriundo de Barra do Corda teve força para divulgar em outras vilas e cidades as vantagens da República, a repercussão foi tanta que os mesmos foram denunciados na capital da província por deputados favoráveis a continuidade da Monarquia. Quando finalmente ocorreu a Proclamação da República, Isaac Martins não se encontrava em Barra do Corda, e a população em geral soube do ocorrido no dia 20 de novembro. Como a cidade era palco de muitas atividades republicanas houve muitas comemorações nas ruas. Idealistas e autoridades locais se reuniram na Câmara Municipal onde decidiram a primeira Junta Provisória Republicana de Barra do Corda, que foi substituída por outras, até que se estabelecessem eleições de acordo com a Constituição que seria promulgada.

A Proclamação da República teve grande destaque no cenário da nossa cidade e com o jornal O Norte que liderou a campanha contra o Império na região Centro Sul do Maranhão, Barra do Corda foi tida como a “Capital dos Altos Sertões”.

Transporte[editar | editar código-fonte]

  • Rodoviário: BR-226
  • Fluvial: Rio Mearim e Rio Corda, onde ocorre o encontro dos dois rios.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1º de julho de 2016. Consultado em 19 de janeiro de 2016 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 30 de julho de 2013 
  5. a b «Pib dos municípios maranhenses». IBGE. 2014. Consultado em 19 de janeiro de 2014 
  6. IBGE BARRA DO CORDA
  7. Coordenadas geográficas de Barra do Corda
  8. Distância de São luis e Barra do Corda
  9. Municipios limitrofes de Barra do Corda
  10. a b c «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (ºC), Temperatura Máxima (ºC) - Barra do Corda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017 
  11. «Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Barra do Corda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017 
  12. «Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total - Barra do Corda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017 
  13. «Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Barra do Corda». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017 
  14. «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  15. «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  16. «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  17. «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  18. «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  19. «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  20. «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 11 de maio de 2017. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 

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