Olho d'Água das Cunhãs

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Ambox grammar.svg
Esta página ou secção precisa de correção ortográfico-gramatical.
Pode conter incorreções textuais, e ainda pode necessitar de melhoria em termos de vocabulário ou coesão, para atingir um nível de qualidade superior conforme o livro de estilo da Wikipédia. Se tem conhecimentos linguísticos, sinta-se à vontade para ajudar.


Município de Olho d'Água das Cunhãs
"Olho d'Água"
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Aniversário 30 de novembro de 1961
Fundação 30 de novembro de 1961 (57 anos)
Gentílico olhodaguense
Prefeito(a) Rodrigo de Araújo Oliveira (PDT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Olho d'Água das Cunhãs
Localização de Olho d'Água das Cunhãs no Maranhão
Olho d'Água das Cunhãs está localizado em: Brasil
Olho d'Água das Cunhãs
Localização de Olho d'Água das Cunhãs no Brasil
04° 08' 20" S 45° 07' 12" O04° 08' 20" S 45° 07' 12" O
Unidade federativa Maranhão
Mesorregião Centro Maranhense IBGE/2008 [1]
Microrregião Médio Mearim IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Norte: Pio XII; Sul: Bom Lugar, Vitorino Freire; Nordeste: Lago Verde; Oeste: Satubinha
Distância até a capital 287 km
Características geográficas
Área 695,333 km² [2]
População 19 080 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 27,44 hab./km²
Altitude 30 m
Clima Tropical semi-úmido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,589 baixo PNUD/2000 [4]
PIB R$ 66 037,193 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 5 591,92 IBGE/2008[5]

Olho d'Água das Cunhãs é um município brasileiro do Estado do Maranhão.

História[editar | editar código-fonte]

Criado pela Lei Nº 2158, de 30 de novembro de 1961, o município de Olho d’Água das Cunhãs, cujo território foi desmembrado de Bacabal, conserva a denominação que lhe foi dada pelo piauiense Vicente Rodrigues, que ali chegou em 1929, e por Marculino de Sousa Mourão, que se juntou a ele um ano depois.


Origem e Povoamento

A família do senhor José Vicente Rodrigues e dona Maria Rodrigues era composta por seus filhos: Luis Rodrigues, Antonio Rodrigues, João Rodrigues, José Rodrigues, Manoel Rodrigues. Raimundo Rodrigues e Mercedes Rodrigues eram migrantes oriundos do estado do Piauí. Os mesmos partiram junto com a família Mourão como retirantes fugindo da seca. Eram famílias de agricultores e caçadores. No maranhão se instalaram, seguindo para o centro do José Rodrigues, onde as famílias se dividiram. Os membros da família Mourão seguiram rumo à Pedra do Salgado. Dona Maria Rodrigues que tinha o apelido de Cunhã, era uma grande mulher, segundo Fino Mourão, ela era branca, "bem alva", olho azuis e mulher de negócios, enquanto seu José Vicente era mais calmo e trabalhador. No ano de 1928, as caças foram ficando escassas. Resolveram sair abrindo variante mata a fora até chegar a um olho d’água que na época era cercado pela mata, segundo o senhor Raimundo Tocador. Quando chegaram pela variante, local onde hoje é o Banco do Brasil, avistaram um juçaral (açaizal), chegando perto viram muita água azul e cristalina, a caça encontrada consistia em muitos porcos do mato (caititus) dos quais se alimentaram por muito tempo. Em seguida, encontraram vários minadores os quais chamaram de "olho d’água". Construíram seus casebres no trecho onde hoje está localizado o Banco do Brasil, e foram buscar a família no Centro do José Rodrigues. Roçaram, e em julho de 1928, foi feita a primeira colheita de arroz, a partir daí, começaram a desenvolver outras culturas como feijão, milho, mandioca, legumes e outros. Devido ao apelido de Maria Cunhã, aí se formou o centro chamado Olho d’Água das Cunhãs. Depois de instalado, José Vicente foi para Pedra do Salgado e convidou o senhor Marculino Mourão para vir morar em seu centro, o amigo veio junto. Nessa época da descoberta de Olho d’Água, só havia veredas para Pedra do Salgado. No dia 10 de Junho de 1930, José Vicente Rodrigues e seus filhos fizeram uma casa em apenas um dia, no local onde hoje é o Supermercado Central. Coberta de palha, um verdadeiro casarão, tampado, com apenas um quarto do casal. Quando ele terminou todo o serviço, foram tomar banho na fonte, onde, também chamavam de porão. Lá no banho, José Vicente profetizou dizendo: “Marculino, um dia aqui vai ser cidade”. Marculino respondeu: “O que é isso rapaz, nem nós sabemos onde estamos como é que vai ser cidade um dia ?”. Ele afirmou outra vez. E aí foi chegando mais famílias, como: Antonio Saturno, Lourenço Severino, Manoel Matias e Vicente Doca. No dia 15 de julho de 1933, Padre Jaime, de Bacabal, celebrou a primeira missa do centro Olho d’Água das Cunhãs, na residência do senhor João Pinheiro, onde hoje está localizada a Igreja Matriz. Nesse dia aconteceram dois casamentos: Antonio Rodrigues e esposa e Lourenço Severino e esposa. Nesse período, o único meio de transporte era animal. Para se chegar a Bacabal, cidade mais próxima, era um dia de viagem e a pé gastava-se dois dias. Um marco importante para os habitantes do lugarejo, em 1938, foi a chegada do senhor Raimundo Tocador que muito animou o povo com sua sanfona, tocando nos famosos "vesperais" da redondeza, os carnavais e outras festas. Lembra o referido senhor, das festas de Santo, comemoradas por dona Maria Cunhã que contagiava a todos os povoados e que a mesma ensinava o ritmo da dança aos participantes. Segundo informações, em 1948, chega ao vilarejo Jesso Mesoreita, que foi o primeiro a possuir um carro de marca Ford, era um grande comerciante e residia onde hoje é a Av. Zezico Costa. A primeira loja de tecidos foi do senhor José Espicha, onde hoje funciona a Casa Bandeirante. A primeira Igreja Matriz era de palha, e o vigário chamava-se Hélio. O senhor Antonio Tomaz de Oliveira foi o primeiro fazendeiro, trazia gado do sertão para vender no povoado, possuía tropa de animais para transporte de fumo e outras mercadorias. Chegou em Olho d’Água em 1950. Neste mesmo ano chegou também Zezico Costa. Após o período de povoamento o vilarejo passou a ser cidade. E nesta condição houve diversas mudanças, divisões, intrigas e até mortes.


Emancipação Política de Olho d’Água das Cunhãs

Foi por intermédio do deputado Euzébio Martins Trinta, avô do atual senador João Alberto de Sousa, que Olho d’Água das Cunhãs passou à condição de cidade, em 30 de novembro de 1961, através da Lei de nº 2158/61, ficando o município na Mesorregião do Médio Mearim, a 300 km da capital. Ainda em 1961, o senhor José Idelfonso Alves foi nomeado prefeito interino para administrar durante um ano, enquanto havia eleição municipal. Naquele mesmo ano, o senhor José Antonio de Azevedo (Zé Gago) foi eleito para administrar no período de 1962 a 1968, um período de seis anos, sendo sucedido pelos seguintes prefeitos:

- Domingos Albino Lopes – 1968 a 1972;

- José Antonio de Azevedo Filho – 1973 a 1976;

- Miguel Gastão do Nascimento Neto – 1976 a 1982, período de 6 anos;

- José Antonio de Azevedo (Zé Gago), candidato único – 1982 a 1988, mas por motivo de doença, necessitou afastar-se do cenário político, assumindo então a prefeitura, o vereador Antonio Assunção Moura, por um período de 6 anos;

- Dr. Ademar Alves Oliveira - PTB (Vice: José Ribamar Lopes "Riba Lopes") 1989 a 1992, período de 4 anos;

- José Ribamar Azevedo - PMDB (Vice: Aluísio Holanda Lima) 1993 a 1996;

- Dr. Ademar Alves Oliveira - PFL (Vice: Elvira Melo) – 1997 a 2000;

- José Ribamar Azevedo PMDB – 2001 a 2004, vindo a falecer em 03 de janeiro de 2002, passando a assumir o vice-prefeito Aluísio Holanda Lima, em 11 de janeiro de 2002.

- Lauraci Martins de Oliveira "Lalinha" - PFL (Vice: Cícero Gastão do Nascimento) – 2005 a 2008;

- José Alberto Azevedo - PP (Vice: Aluísio Holanda Lima) – 2009 a 2012;

- Rodrigo de Araújo Oliveira - DEM (Vice: Lúcia do Aluísio) - 2013 a 2016;

- Rodrigo de Araújo Oliveira - PDT (Vice: Viliane Costa) 2017 a 2020.

Um fato curioso neste pequeno Município Maranhense durante o pleito eleitoral das Eleições Municipais, é que os Candidatos ao Executivo geralmente adotam um mascote ou uma cor para identificar a preferência do Eleitorado local, citemos alguns bem conhecidos:

Tubarão, Rapadura, Cobra verde, Galinha Preta, Calango, Dinossauro, Cabeção (Pirulito), Café no Bule, Cheiro Verde, Bacural, Cachorro Quente, Tartaruga e Limão. Nas Eleições de 2016, a Coligação do Prefeito reeleito Rodrigo Oliveira adotou a cor Azul enquanto a Coligação de seu Opositor Glauber Azevedo Adotou a cor Vermelha.


Educação

Podemos afirmar que a primeira escola surgiu na década de 30 e cujo livro de leitura era a antiga carta de ABC. Referenciamos aqui os primeiros professores e os locais ou residências onde eram ministradas as aulas, segundo o Senhor Fino Mourão. Senhor João Pele lecionava na residência do senhor João Martins Espicha. Logo lhe sucederam dona Maria Barone e Geraldo Brito. A primeira normalista foi dona Esmeralda. Nos anos de 1946 a 1947, foi construída a primeira escola estadual, o Grupo Escolar Humberto de Campos. Foram professores: Raimunda Jácome Ericeira (Dona Mundiquinha), Maria Carlos e outros. A primeira escola municipal construída na administração do prefeito José Antonio de Azevedo, foi a Escola Municipal Dr. José Maria Cabral Marques. Com o crescimento, o avanço que tivemos de um modo geral, a educação não parou. Hoje temos:

Rede Estadual com duas escolas do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. Rede Municipal: 48 escolas, sendo: 5 do Ensino Fundamental completo; 40 que atendem a 1ª fase de 1ª a 4ª série e 3 pré-escolar. Em 1997 foi implantada a Educação de Jovens e Adultos EJA. Citemos também o Colégio Dr. Mattos Serrão (Antigo Colégio Santa Rosa) que por anos foi o único estabelecimento de Ensino Médio em nossa cidade, hoje com o nome fantasia Cognitivos Centro Educacional. Para atender às necessidades dos professores, mediante a Lei de Diretrizes e Bases da Educação foram implantados, em 2002, os cursos de Letras, Pedagogia e Ciências através da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, Programa de Capacitação de Docentes – PROCAD, em convênio com a Associação de Professores de Olho d’Água das Cunhãs. Outras instituições de Ensino Superior também passaram por nossa cidade, tais como: Ceersema, Eadcon, Faentepre, Iesb etc.

Algumas Tradicionais Escolas da Sede:

Unidade Integrada Dr. José Maria Cabral Marques;

Unidade Integrada Humberto de Campos;

Escola Municipal Maria Carlos Santos Sousa (Batista Ferreira ou Bandeirante);

Centro de Ensino José de Matos Oliveira (Marco Maciel);

Unidade Escolar Municipal Frei Felipe (Roseana Sarney);

Escola Municipal Raimunda Jácome Ericeira;

Escola Municipal Frei Estevão;

Escola Municipal Vitorino Cabral;

Escola Municipal Rui Barbosa;

Escola Municipal Antonio Lisboa de Castro;

Escola Municipal Manoel Campos Sousa.

Saúde

Passaram-se muitas décadas sem nenhuma assistência médica hospitalar. Pode-se afirmar que a população usava a medicina caseira que era repassada através de ensinamentos de membros da família e entre a população. Eram tratamentos feitos à base de raízes, cascas, sementes de plantas e outros. Por volta dos nos 40, chega à cidade o senhor Antonio Nonato, enfermeiro prático, que fazia o trabalho de médico junto à comunidade. A sabedoria do referido era tanta que curava diversas doenças da população do município e região. Com o crescimento populacional vieram os primeiros médicos, os doutores Baldês e Vicente, mas não fixaram residência na cidade. Na administração do prefeito Miguel Gastão foi construído o posto médico José Murad e contratado o Dr. José Walber Arruda Lobo para prestar serviço ao município. Atualmente contamos com um hospital particular conveniado com o SUS (Sistema Único de Saúde), duas clínicas odontológicas, um hospital municipal e sete postos de saúde na zona rural. A maioria dos profissionais da saúde que prestam serviços na cidade são conterrâneos.


Hino do Município de Olho d'Água das Cunhãs

Letra: Luciano Oliveira

Melodia: Francisco Coelho

Olho d’Água mãe querida, quanta glória em tua historia,

No teu futuro tanta esperança, em teus filhos a certeza da vitória,

O teu nome é o da família primeira, tua riqueza vem da terra natureza,

E na luta teu escudo é a bandeira, nessa linda e forte terra das palmeiras,

Olho d’Água das cunhãs cidade amada, horizonte que ao mundo se abriu,

Cidade do maranhão pedacinho do Brasil.


Cidade que tanto adoro, de um povo bravo e capaz, de escrever sua própria história, de Grandeza, de justiça e de paz,

Teu verde e sem igual bela e cultural, de nossos filhos patrimônio nacional,

Que tu tenhas honra como estandarte, e o desenvolvimento seja o teu lema, e a bandeira que ostentas para sempre, nos seja motivo de orgulho,

Olho d’Água das Cunhãs, cidade amada, horizonte que ao mundo se abriu, cidade do Maranhão, pedacinho do Brasil.


Olho d’Água mãe querida, sob o teu céu mostraste a vida, no meu peito um grito ecoa, Minha vida eternamente será sua, os teus filhos guardiã sempre será, a defesa dessa terra que se faz, tua chama nos aquece e nos refaz, e os teus feitos para sempre irão ficar.

Olho d’Água das Cunhãs cidade amada, horizonte que ao mundo se abriu, cidade do Maranhão pedacinho do Brasil.


Abaixo, citamos alguns olhodaguenses de coração que, de uma forma ou de outra, contribuíram e fizeram parte de nossa história:

  • Ana Holanda Lima – Agricultora
  • Antonio Alves de Oliveira (Oliveira) – Empresário
  • Antonio Café – Agricultor
  • Antonio Lisboa de Castro – Empresário
  • Antonio Nezin - Comerciante
  • Antonio Nonato – Farmacêutico
  • Antonio Tomaz de Oliveira – Pecuarista
  • Apolinário – Empresário
  • Buda – Ex Vereador
  • Cícero Gastão do Nascimento – Empresário
  • Domingos do Bazar – Comerciante
  • Expedito Almeida – Delegado
  • Fino Mourão – Servidor Público
  • Francisca Martins Almeida (Chicuta) – Comerciante e professora
  • Francisco Vitório Alves - Agricultor
  • Frei Estêvão – Líder católico
  • Frei Felipe – Líder católico
  • Frei Heraldo – Líder católico
  • Gilberto Silva – Comerciante
  • Iracema Melo da Costa – Comerciante
  • João Mariano Neves - Delegado
  • João Marques - Comerciante
  • João Valério – Comerciante
  • Joel Ferreira – Pecuarista
  • José Cipriano - Ferreiro
  • José de Matos – Professor
  • José Gastão do Nascimento – Comerciante
  • José Ricardo - Motorista
  • José Roriz de Paiva – Empresário
  • José Tomaz – Pecuarista
  • Juremil Gedeon - Coletor
  • Lino Silva – Comerciante
  • Mãe Filó - Parteira
  • Mãe Mundola - Parteira
  • Maria José Magalhães – Servidora Pública
  • Manoel Campos – Coletor
  • Manoel Campos Sousa - Comerciante
  • Manoel Gastão do Nascimento – Ex Vereador
  • Manoel Lúcio – Comerciante
  • Manoel Vieira Lino – Comerciante
  • Maria Môca - Benzedeira
  • Mariano Paulo – Agricultor
  • Neném Carlos – Professora
  • Newton Martins – Empresário
  • Paulo Rego – Pastor
  • Pedro Alagoano – Comerciante
  • Priscila Martins – Comerciante
  • Raimundo Cigano - Pecuarista
  • Raimundo Gastão do Nascimento - Empresário
  • Raimundo Tocador – Músico
  • Santoca – Ex primeira-dama do Município
  • Sargento Almeida – Policial
  • Socorro Vitório - Catequista
  • Tertuliano Albino Lopes – Comerciante
  • Zé Chicão – Empresário
  • Zé Félix - Agricultor
  • Zé Leandro – Motorista
  • Zé Raimundo Silva – Delegado
  • Zé Tomaz (Pai Zé) - Pecuarista
  • Zeca Bandeirante – Comerciante
  • Zezico Costa – Empresário
  • Zú Castro – Farmacêutico
  • Antonio Das Graças Baima e Silva (Gracioso) - Professor e Empresario

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se na Microrregião do Médio Mearim, Mesorregião do Centro Maranhense. Sua população estimada em 2014 é de 19.009 habitantes. A sua superfície é de 552,619 km².

Economia[editar | editar código-fonte]

Agropecuária

No início do povoamento, nossa vegetação era inata equatorial, tipo amazônica. No período do desmatamento que coincidiu com a posse da terra existia uma variedade muito grande de caça. As culturas de algodão, arroz feijão, milho, cana-de-açúcar fizeram a história da agricultura do município nos primórdios de fixação do homem no campo. Sem esquecermos que são conseqüências do solo desmatado durante um certo período as safras serem abundantes, mas que no decorrer dos anos vai enfraquecendo e se tornando impraticável para a agricultura não mecanizada como até hoje fazemos. Isto nos trouxe e traz consequências muito fortes para o homem do campo que por não saber lidar com a terra desprotegida de nutrientes necessários à agricultura praticante abandonaram as terras e vão embora para as cidades ou pra outras terras que ainda sejam férteis para fazerem suas plantações. Visto que a extração da amêndoa do coco babaçu mesmo em abundância não gera renda suficiente para o sustento básico da família.

O mesmo aconteceu com a pecuária em alguns aspectos nos referimos aqui a criação extensiva de animais de pequeno porte como: Caprinos, ovinos, suínos que eram criados em grandes rebanhos pelos colonizadores, com o passar dos anos as propriedades foram situadas de capim e os animais referenciados foram substituídos pelos bovinos. Pode se afirmar que no município tem um rebanho considerável desses animais na atualidade, também vale lembrar que o rebanho de caprinos e ovinos tem aumentado nos últimos tempos.

Bairros[editar | editar código-fonte]

  • Centro
  • Vila Elvira
  • Residencial Primavera (Mutirão)
  • Bairro Novo
  • Bairro Antonio Café
  • Bairro Ariela
  • Bairro Santo Antonio
  • Bairro Pé de Pequi
  • Vila Frei Felipe (Vila Catita)
  • Sagrado Coração de Jesus
  • Novo Horizonte

Praças, Algumas Ruas, Travessas e Avenidas[editar | editar código-fonte]

  • Praça Antonio Tomaz
  • Praça Tertuliano Albino Lopes
  • Praça José Antonio de Azevedo
  • Praça da República
  • Praça do Sagrado Coração de Jesus
  • Avenida Salomão Alves Costa
  • Avenida Zezico Costa
  • Rua Presidente Vargas
  • Rua Jânio Quadros
  • Rua Antonio Rodrigues (Rua do Engenho)
  • Rua João Pessoa
  • Rua João Martins Chaves
  • Rua Marco Passos
  • Rua 02 de Maio
  • Rua Rui Barbosa
  • Rua do Norte
  • Rua Santo Antonio
  • Rua Juscelino Kubitschek
  • Rua Lino Machado
  • Rua Paulo Ramos
  • Rua São José
  • Travessa Dep. Eusébio Trinta
  • Travessa Tiradentes
  • Travessa Santo Antonio
  • Travessa Bandeirante
  • Rua Gonçalves Dias
  • Rua São Francisco
  • Rua Juarez Távora
  • Rua Miguel Gastão
  • Avenida José Rodrigues
  • Avenida das Flores

Distritos[editar | editar código-fonte]

  • Centro do José Rodrigues
  • Bacuri da Linha
  • Barraquinha da Linha
  • Zé Chicão
  • Canela dos Ferreira
  • Setúbal dos Barreiros
  • Francilina
  • Telêmacos
  • Pinheiro
  • Centro dos Gastão
  • Velosiana
  • Palmeiras
  • Igarapé das Palmeiras
  • Pinheiro
  • Centro dos Timóteo
  • Centro dos Tetéus
  • Novo Oriente
  • Centro do Novo Teotônio
  • Centro dos Baé
  • Centro do Guabiri
  • Centro do Socorro
  • Limoeiro da Mata
  • Centro dos Lopes
  • Barraquinha do Torquato
  • Serrinha
  • Boa União
  • Santa Maria do Mazol
  • Fortaleza dos Gustavos
  • São Pedro
  • Piabanha
  • Taboca
  • Curimatá

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2014 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
Ícone de esboço Este artigo sobre municípios do estado do Maranhão é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.