Imigração dinamarquesa no Brasil

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Dinamarca Dinamarquês-brasileiros Brasil
População total

150000 (em 2013)[1]

Regiões com população significativa
Região Sul
Região Sudeste
Línguas
Português brasileiro e dinamarquês
Religiões
Predominantemente cristã

A imigração dinamarquesa no Brasil se deu do fim do século XIX até o começo do século XX, conjuntamente com outras imigrações europeias. O Brasil foi o segundo país a receber a maior quantidade de dinamarqueses na América Latina, perdendo apenas para a Argentina[2].

Por não se tratar de uma imigração oficial, os números de imigrantes podem variar. Estima-se que entraram no Brasil cerca de 5 mil dinamarqueses de 1864, após a Guerra dos Ducados, até a Primeira Guerra Mundial.

As principais regiões onde os dinamarqueses se fixaram foram as regiões Sul e Sudeste. No estado de Minas Gerais, os dinamarqueses são os responsáveis por dar início à cultura do queijo no século XIX[3]. Além disso, são encontrados dinamarqueses em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, redutos de seus vizinhos alemães.

O engenheiro e ornitólogo, paulista Johan Dalgas Frisch é filho de imigrantes dinamarqueses. Vale salientar a colônia dinamarquesa em São Paulo capital (vide Adam von Bülow, fundador da Antarctica, Henning Albert Boilesen e os irmãos velejadores Torben Grael e Lars Grael) e na região de São João da Boa Vista, por sinal, vizinha ao Estado de Minas Gerais, em cujo território os daneses criaram o queijo prato.

Referências

  1. https://www.iom.int/world-migration
  2. Sá, Carlos Augusto Trojaner de. «POR UMA BUSCA DE DINAMARQUESES NO BRASIL: UM ESTUDO DE CASO INICIAL» (PDF). Revista do Historiador. Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  3. «Reportagens». revistagloborural.globo.com. Consultado em 21 de janeiro de 2016