Deborah Blando

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Deborah Blando
Informação geral
Nome completo Deborah Salvatrice Blando
Nascimento 3 de março de 1969 (48 anos)
Origem Sant'Agata di Militello
Nacionalidade Itália italiana
Ucrânia ucraniana
 brasileira
Gênero(s) Pop, dance-pop, R&B
Instrumento(s) Vocal, Piano
Período em atividade 1989–2002; 2008; 2011–presente
Gravadora(s) Sony (1991–95)
Virgin/EMI (1996–99)
Abril (2000–01)
Universal (2002–08)
Som Livre (2012–presente)
Influência(s) Cyndi Lauper
Página oficial www.deborahblando.com

Deborah Salvatrice Blando (Sant'Agata di Militello, 3 de março de 1969) é uma cantora, compositora e multi-instrumentista ítalo-brasileira e ucraniana-brasileira. Blando compõe e canta em Português, Italiano, Inglês e Francês. Reconhecida pelo tom suave, mas potente de sua voz, é recordista de vendas das trilhas sonoras de novelas, e é também conhecida por suas músicas altamente românticas, e mais recentemente pelas pop eletrônicas.[1]

Blando assinou contrato com a Sony Music em 1990, lançando seu primeiro álbum, A Different Story, no mesmo ano. O álbum trouxe sucesso internacional para a cantora, com os singles sendo bem executados nas rádios americanas, europeias e australianas. O sucesso de Blando se estendeu para o Brasil durante toda década de 90, com o lançamento de diversas músicas que ficaram em 1º lugar nas rádios do país e que foram trilha sonora de novelas. Ela lançou mais dois álbuns durante tal década: Unicamente (1997) e Deborah Blando (1998). Entre seus maiores sucessos, estão "Innocence", (canção que escreveu aos dezessete anos, e até hoje é recorde de vendas, muito aclamada pela crítica), "A Maçã", "Unicamente", "Somente o Sol" e "A Luz que Acende o Olhar", que foi lançada em 2002 para a sua primeira coletânea de mesmo nome. Entre 2003 e 2011, Blando passou por diversos problemas pessoais e de saúde, o que a fez colocar sua carreira em hiato, mas, mesmo assim, lançou mais músicas para trilha sonoras de novelas. A cantora lançou seu primeiro álbum em 13 anos, In Your Eyes, em 2013.

Durante sua carreira, Blando participou da trilha sonora de mais de 20 novelas, além de gravar músicas para campanhas da Coca-Cola e filmes da Disney. Até 2002, a cantora havia vendido mais de seis milhões de álbuns.[2][3] Blando é reconhecida como uma das poucas artistas brasileiras a conseguir sucesso internacional.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Deborah nasceu em Sant'Agata di Militello, filha de pai italiano, com mãe brasileira. Deborah é neta materna de ucranianos, que apesar de terem imigrado para Santa Catarina, onde nasceu sua mãe, fixaram residência no Paraná, onde a mãe da cantora foi criada. É a primogênita dos três filhos que seus pais tiveram. Deborah veio morar no Brasil aos dois anos de idade. Seu pai trabalhava numa multinacional, e foi transferido para a Cidade do Rio de Janeiro, para onde se mudou com a família. Nesta época, a cantora aprendeu a falar em português. Aos cinco anos, Deborah se mudou para Florianópolis, cidade natal de sua mãe, para onde seu pai foi novamente transferido. Aos nove, seu pai voltaria de vez para a Itália com todos, mas nem ela, nem a mãe e os irmãos quiseram retornar, e acabaram por fixar residência em Florianópolis.[4] [5]

Carreira[editar | editar código-fonte]

1981–1989: Primeiros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Desde criança, apresentava aptidão musical, tanto que, aos três anos, voltou para a Itália por algumas semanas para participar do Festival de San Remo, chamado de Zecchino D'Oro, onde venceu como a melhor cantora infantil. Em Florianópolis, era destaque no coral do colégio de freiras no qual estudava. Nas horas vagas, cantava em um clube local, onde se destacava como solista. Em uma de suas apresentações, um executivo catarinense a chamou para gravar seu primeiro long play italiano. Como Deborah foi considerado um nome muito americanizado para cantar músicas italianas, a apelidaram de Giovanna, e então, em 1981, aos 12 anos, gravou seu primeiro álbum sob o pseudônimo de Giovanna, intitulado Alegria da Gente e completamente gravado em italiano, se apresentando nos principais programas de televisão da época. Seus pais no entanto, não permitiram que a carreira viesse a atrapalhar seus estudos e assim parou com a carreira infantil.[6] Em 1986, ao terminar o ensino médio, foi descoberta pelo cantor e compositor Oswaldo Montenegro, que estava visitando Florianópolis em busca de novos talentos musicais.[7] foi convidada por ele para gravar a trilha sonora da peça teatral Os Menestréis.[8][9] [10]

1990–1996: A Different Story e Suave Suave[editar | editar código-fonte]

Em 1990, Deborah Blando já era contratada da Sony Music Brasil e conheceu Cyndi Lauper e seu empresário na época, David Wolf. Deborah logo se mudou para Nova York e assinou contrato com a Sony Music Internacional para o lançamento do disco A Different Story. O primeiro single "Boy (Why Do You Wanna Make Me Blue)" entrou para a parada dance americana e no comercial da Diet Coke. O álbum ganhou uma edição especial ("A Different Story: Special Edition") em 1993, incluindo uma nova versão para "Decadence Avec Elegance", de Lobão (trilha da novela Deus Nos Acuda),[11] e uma versão de "A Maçã", sucesso de Raul Seixas. O single "Innocence" ficou em #13 nas maiores rádios da Europa. Em 1995, Deborah foi convidada pela banda espanhola de trip-hop B-Tribe para participar do álbum Suave Suave. Foi também convidada pela Coca-cola a gravar a faixa "O Descobridor dos Sete Mares". O single dessa música vendeu 1 milhão de cópias no Brasil.

1997–99: Unicamente e Deborah Blando[editar | editar código-fonte]

Em 1997, Deborah lançou o CD Unicamente. A música que dá título ao CD explode nas paradas como tema principal da novela A Indomada.[12] Na música "Unicamente", Deborah homenageia, na letra e no vídeo Iemanjá. No mesmo ano, o single "Gata" vai para a trilha do seriado Malhação, também na Rede Globo. Esse álbum teve a participação de produtores de renome, como Patrick Leonard (de Madonna, Jeff Beck) e David Foster (de Michael Jackson, Natalie Cole, Whitney Houston). Em 1998, Deborah lançou um novo CD que levou seu nome no título, Deborah Blando. Mais uma vez, alcançou as paradas com o single "Somente o Sol", versão da música "I'm not in love", que vira a ser tema de abertura da novela Corpo Dourado, da Globo. Seu segundo single e primeiro clipe daquele ano foi "Águias".

Dois anos mais tarde, a música "Próprias Mentiras", ainda deste CD, vira hit nacional devido ao sucesso da novela Laços de Família, tema da personagem Íris (Débora Secco). Para esse álbum a Deborah aderiu a um visual cheio de tatuagens e símbolos tribais, presentes também no encarte do CD.[13] Produzido por Deborah e pelo programador da cantora Madonna, Marc Moreau, este álbum é o maior sucesso de Deborah na Europa, ganhando disco de ouro em Portugal.[14]

2000–02: Salvatrice e A Luz Que Acende o Olhar[editar | editar código-fonte]

No ano 2000, Deborah enfrentou uma grande crise com sua gravadora Virgin Records / EMI, o que gerou um grande processo e boicote de suas músicas nas rádios nacionais. Acolhida pela Abril Music, volta às origens com o álbum Salvatrice, apenas com regravações italianas recentes com covers de Rolling Stone e Laura Pausini.[15] Nessa mesma época, é convidada pela Disney para gravar o tema do filme Atlantis: The Lost Empire.[16]

Em 2002, ela lança pela Universal Music sua primeira coletânea, incluindo todos os seus hits e, como bônus, mais cinco faixas inéditas.[17] Novamente cotada para fazer uma trilha sonora para a Rede Globo, grava o tema de abertura para a novela Chocolate com Pimenta.[18] Em 2003, é convidada pelo cantor irlandês Ronan Keating (ex-Boyzone) na faixa "When You Say Nothing At All", um dueto de grande sucesso na Inglaterra.

2003–11: Problemas de saúde e hiato[editar | editar código-fonte]

Em 2003, Deborah Blando teve um agravamento da síndrome do pânico, que carrega desde adolescente. Quando começou a tomar as medicações prescritas pelo psiquiatra, não conseguia mais agir naturalmente, suas emoções ficaram muito robóticas, e para voltar a ser espontânea e sorridente como antes, acabou por enveredar pelo caminho dos vícios em álcool (todo tipo de bebida), e também as drogas, como maconha, cigarro e cocaína, e isso, ao longo do tempo, atrapalhava consideravelmente suas atitudes pessoais e na carreira. Seu transtorno de pânico advinha da incapacidade de saber administrar a carreira, a fama veio muito rápido e ela não pôde viver plenamente a infância e a juventude, além de seus relacionamentos amorosos que nunca davam certo. Era perseguida vinte e quatro horas por dia, por fãs, jornalistas e fotógrafos, tanto no Brasil quanto no exterior, já que sempre foi considerada uma das melhores cantoras que já existiram, atraindo multidões por onde fosse, chegando ao ponto de ter fãs do mundo inteiro acampados na porta de sua residência, só podendo andar na rua com escolta policial. Todo este assédio da imprensa também fez seu transtorno sair de controle. Se tratando com medicamentos, conviveu com a síndrome por mais de dez anos, sofrendo com medo de se expor, mas conseguia trabalhar, mesmo medicada, mas a excessiva exposição de sua vida pessoal contra sua vontade, a falta de paz e privacidade a levaram a se isolar em casa, com medo de multidões, evitando convivência social, e passou a cancelar diversos shows. Tudo isto a levou a desenvolver outros problemas emocionais além do pânico, como transtorno de ansiedade, insônia e depressão, e com ordens médicas acabou passando a tomar diversos medicamentos ao mesmo tempo, o que a deixava dopada e impossibilitada de compor e cantar. O ápice da crise se deu quando ao cantar em Nova York numa temperatura de quinze graus abaixo de zero, foi cantar em Recife num calor de quarenta graus, e para piorar, oitenta mil fãs descontrolados invadiram seu camarim, tentando tirar fotos e falar com a artista. Em choque pela grande mudança de temperatura, o cansaço pela troca de fuso horário e os fãs histéricos a fizeram desmaiar, e ao acordar não reconheceu mais ninguém, chorando muito. Foi levada para clínica de repouso, onde ficou por algumas semanas. Esgotada de tanto trabalhar, e fragilizada pelo seu emocional abalado, decidiu então deixar sua carreira de lado, mudar-se novamente para os Estados Unidos, se internar numa clínica de reabilitação , e lá conheceu o Budismo, onde começou a estudá-lo para procurar a paz interior. Com os anos, Deborah deixou de vez o álcool e as drogas, mas precisou manter por anos o tratamento para a depressão e o pânico. Para se ocupar, voltou a estudar, e fez cursos de técnica vocal e de imagem, e aperfeiçoamento de inglês e francês. Seguindo cada vez mais o budismo kadampa, morou por alguns anos num templo budista na Inglaterra. Nessa época, seu maior vício era o remédio para dormir. Quis desafiar-se, como o budismo prega, e parou de tomar. Ficou duas semanas sem dormir e chorando. Orando e meditando vinte e quatro horas por dia, se fortaleceu e voltou ao seu estado normal, dormindo sem remédio, e agora fortalecida por sua fé, conseguiu alcançar o estado de buda. [19][20] Mesmo passando por uma crise pessoal, Deborah gravou álbum nos Estados Unidos intitulado Polares, falando sobre sua depressão. O disco acabou sendo liberado apenas em seu website.

Apesar de tratar há muitos anos, houve um agravamento do seu transtorno de pânico, com tentativas de suicídio. Nesta época havia se afastado de sua terapia e do budismo por um tempo, pois queria se dedicar a sua família, estava muito ausente da vida dos pais, irmãos e sobrinhos. Com os meses, sua depressão profunda voltou mais forte. No ano de 2010, a cantora se internou em uma clínica de reabilitação para pessoas depressivas em Florianópolis, para um tratamento intenso. Nesta época, voltou de vez para sua terapia e para o budismo, a fim de se dedicar completamente e decretar que estaria livre de qualquer problema psicológico. Com a doença de Deborah, seus projetos musicais foram deixados para segundo plano para se dedicar completamente ao tratamento.[21]

2012–presente: Retorno e In Your Eyes[editar | editar código-fonte]

No final de 2011, ainda debilitada, mas um pouco mais fortalecida devido as suas meditações budistas, é anunciado no site oficial que Deborah Blando revisitará sua carreira em show acústico após 8 anos de afastamento. Mais intimista, e com o objetivo de passar a limpo sua carreira, sem deixar de dar pistas do que vem por aí. Deborah Blando volta à estrada com uma roupagem que inclui dois violões e piano. Com o produtor e parceiro Alexandre Green, decidiu com este formato rever seu repertório de sucessos e ainda criar versões de clássicos que vão de Red Hot Chili Peppers e Nirvana a Prince, David Bowie e Guns N' Roses. Depois de muito experimentar o repertório, Deborah misturou em seu caldeirão de influências canções que revelam seu DNA artístico, demonstrando uma maturidade que a destaca entre o pop produzido no país. Apoiada pelo violão de Ricardo Medeiros e o piano e violão de Green, a cantora embarca nesta maratona de shows com o propósito de mostrar ao público suas músicas e interpretações despida de qualquer artifício. Música pura, nua, onde o maior destaque é sua voz e a beleza de um instrumental reduzido e sofisticado.[22]

Em 2012, Deborah grava 2 músicas para a trilha sonora da novela Guerra dos Sexos da Rede Globo: "Anjo" e "In Your Eyes".[23][24] Em 2015 estourou nas rádios com mais um sucesso: "Jeito Particular", música que escreveu.[25]

Renovação[editar | editar código-fonte]

Em entrevista em 2015 revela que conseguiu se livrar de vez do vício que lutou por muitos anos contra o álcool, as drogas, e os remédios que tratava sua insônia, depressão, síndrome do pânico e ansiedade. Afirma que além dos tratamentos médicos, como medicamentos e terapia, a Yoga e o Budismo a ajudaram profundamente, encontrado significado em sua vida através da recitação do daimoku, que é sua meditação diária, além de sua prática de caridade em centros sociais. A cantora afirma que no passado quis muito casar e ter filhos, mas que nunca encontrou sua alma gêmea para isso, todo relacionamento que tinha terminava com traições por parte de seus namorados, e após muitos anos percebeu que este era seu carma, os relacionamentos, percebeu que tinha de melhorar seu interior para a felicidade chegar. Informa que atualmente quer melhorar espiritualmente e evoluir como ser humano para ajudar mais ao próximo. Morando sozinha em Florianópolis, especificamente em Jurerê, com seus cachorros vira-latas, que pegou na rua para criar, por quem tem verdadeira paixão, e que essa paixão dedica totalmente aos bichos justamente pela falta de filhos, que não teve também pela carreira atribulada. Deborah está sempre em contato com sua família, que mora próximo a sua residência, e também sempre viaja o mundo em retiros budistas, e a trabalhos musicais, e revela que encontrou sua missão de vida ao se dedicar às pessoas necessitadas, e que hoje percebe que não só a carreira artística a satisfaz, mas a sua missão de levar a iluminação de Buda aos seres vivos, e que finalmente encontrou paz, podendo afirmar ter desapegado-se de ambições materiais. Continua com acompanhamento psicológico, onde faz tratamento através da psicanálise lacaniana, única terapia que funcionou efeticamente para seu equilíbrio, e revela que com os anos, melhorou bastante e regrediu de seus sintomas psicológicos, e afirma ter parado de vez com as medicações. Com a terapia, descobriu que um dos motivos de tantos problemas emocionais foi ter se dedicado integralmente ao trabalho e não a vida pessoal, e que a artista construiu a cantora Deborah, mas não a mulher Deborah, já que não cuidou devidamente da vida pessoal, como cuidou da carreira, o que abriu um rombo emocional. Atualmente bem, voltou a escrever músicas, e um de seus maiores projetos pessoais é conseguir se formar como professora de yoga e meditação budista, e está se dedicando fortemente a isso.[26] Além da voz, sempre chamou atenção pela beleza, por ser naturalmente loira de olhos azuis, revela que sempre foi muito vaidosa, e gosta de fazer plásticas, utilizar botox e usar mega hair no cabelo. A cantora revela que namorou alguns meses com alguns homens, e com outros morou por alguns anos, e que a maioria de suas relações não foram longas. Atualmente solteira, a artista aparece eventualmente na mídia com algum namorado.[27]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Deborah Blando

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Em mais de 20 anos de carreira, a cantora conquistou diversos prêmios musicais. Soma, em 5 discos lançados, mais de 6 milhões de cópias mundias[2] e mais de 22 participações em trilhas sonoras para novelas e filmes. No ano de 2002, ganhou o troféu de melhor música do ano com o single "A luz que acende o olhar" (Cuccioli), tema da novela "O Beijo do Vampiro.[28] O sucesso também garantiu à Deborah a primeira posição em todas as rádios do Brasil, sendo a música mais tocada de toda uma temporada. Em 2003, Deborah ganha na categoria de melhor cantora de canção popular no primeiro Prêmio TIM de Música.[29]

Referências

  1. [[1]]
  2. a b Maraísa Bueno (4 de fevereiro de 2013). «Deborah Blando: Via que eu precisava de uma droga para me sentir viva». Revista Contigo!. Consultado em 3 de Março de 2013 
  3. Alvaro Neder (4 de fevereiro de 2013). «Deborah Blando: Biography». Allmusic. Consultado em 2005  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  4. Daniel Queiroz (4 de fevereiro de 2013). «Cantora Déborah Blando fala sobre depressão, vícios e sua retomada da carreira». Notícias do Dia. Consultado em 3 de Março de 2013 
  5. [[2]]
  6. Avaliação no Allmusic
  7. [[3]]
  8. «Oswaldo Montenegro feat. Deborah Blando - Os Menestréis». Datab. Consultado em 18 de dezembro de 2010 
  9. «Deborah Blando: Biografia (BHFM)». BH FM 102. 4 de fevereiro de 2013. Consultado em 3 de Março de 2013 
  10. [[4]]
  11. «Memória Globo (Trilha de Deus nos Acuda)». Globo.com. 2012. Consultado em 3 de Março de 2013 
  12. Diego Ponce de Leon (25 de fevereiro de 2013). «Deborah Blando reaparece com álbum eletrônico e influências orientais». Correio Braziliense. Consultado em 3 de Março de 2013 
  13. Roberta Paixão (2 de setembro de 1998). «À flor da pele». Revista Veja. Consultado em 16 de Março de 2013 
  14. «Deborah Blando: Site da cantora de 2006 (Biografia)». Site Oficial Deborah Blando (2006). 2006. Consultado em 16 de Março de 2013 
  15. Silvia Ruiz (26 de março de 2001). «Deborah Blando volta às suas origens e grava CD em italiano». ISTOÉ Gente Online. Consultado em 3 de Março de 2013 
  16. Redação Cineclick (19 de junho de 2001). «Disney reúne estrelas nacionais para lançamento de Atlantis». Cineclick (R7). Consultado em 17 de Março de 2013 
  17. Redação O Estado do Paraná (25 de fevereiro de 2013). «Deborah Blando lança seu quinto CD». Parana-Online. Consultado em 3 de Março de 2013 
  18. Redação Terra (26 de Janeiro de 2012). «De Jobim a Xuxa: Veja os cantores que gravaram temas de novelas». Terra. Consultado em 17 de Março de 2013 
  19. Décio Piccinini (29 de março de 2012). «Deborah Blando conta seu problema com as drogas». Conta Mais. Consultado em 3 de Março de 2013 
  20. Bruno Astuto (23 de fevereiro de 2013). «De volta à música, cantora Deborah Blando conta como se salvou da depressão e das drogas». Revista Época. Consultado em 3 de Março de 2013 
  21. Daniel Vaughan (27 de fevereiro de 2013). «"Eu quase morri", diz Deborah Blando depois de deixar o vício das drogas». R7. Consultado em 3 de Março de 2013 
  22. Eliane Santos (25 de junho de 2011). «Sucesso nos 90, Deborah Blando volta a cantar depois de problemas de saúde». EGO. Consultado em 3 de Março de 2013 
  23. «Na trilha de novela, Deborah Blando conta como superou a depressão». Globo Online. 6 de dezembro de 2012. Consultado em 3 de Março de 2013 
  24. Fernanda Oliveira (17 de janeiro de 2013). «Deborah Blando retoma carreira musical com show em Florianópolis no sábado». Diário Catarinense. Consultado em 3 de Março de 2013 
  25. [[5]]
  26. [[6]]
  27. [[7]]
  28. Redação Terra (29 de dezembro de 2002). «Domingão elege os melhores da TV em 2002». Terra. Consultado em 16 de Março de 2013 
  29. Eduardo Viveiros (25 de Julho de 2003). «Confira os vencedores do Prêmio TIM de música». Omelete (UOL). Consultado em 16 de Março de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]