Iúna

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Iúna
  Município do Brasil  
Águas do rio José Pedro no Vale Encantado, na divisa de Iúna com Alto Caparaó (MG), no interior do Parque Nacional de Caparaó.
Águas do rio José Pedro no Vale Encantado, na divisa de Iúna com Alto Caparaó (MG), no interior do Parque Nacional de Caparaó.
Símbolos
Bandeira de Iúna
Bandeira
Brasão de armas de Iúna
Brasão de armas
Hino
Gentílico iunense[1]
Localização
Localização de Iúna no Espírito Santo
Localização de Iúna no Espírito Santo
Iúna está localizado em: Brasil
Iúna
Localização de Iúna no Brasil
Mapa de Iúna
Coordenadas 20° 20' 45" S 41° 32' 09" O
País Brasil
Unidade federativa Espírito Santo
Municípios limítrofes Irupi, Ibatiba, Muniz Freire e Ibitirama no Espírito Santo; Alto Caparaó, Martins Soares, Alto Jequitibá, Manhumirim, Durandé e Lajinha em Minas Gerais
Distância até a capital 180 km[2]
História
Fundação 14 de julho de 1859 (163 anos)[3]
Emancipação 24 de outubro de 1890 (132 anos)[3]
Administração
Distritos
Prefeito(a) Romário Batista Vieira[5] (PP, 2021 – 2024)
Vereadores 11[6]
Características geográficas
Área total [1] 460,586 km²
 • Área urbana (Embrapa/2015) [8] 3,106 km²
População total (estatísticas IBGE/2021) [1] 29 417 hab.
Densidade 63,9 hab./km²
Clima tropical de altitude (Cwa)[7]
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010) [9] 0,666 médio
PIB (IBGE/2019) [10] R$ 429 348,53 mil
PIB per capita (IBGE/2019[10]) R$ 14 723,38
Sítio iuna.es.gov.br (Prefeitura)
camaraiuna.es.gov.br (Câmara)

Iúna é um município brasileiro no estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na região do Caparaó, no sul capixaba.[2] Ocupa uma área de 460,586 km², sendo que 3 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 29 417 habitantes em 2021.[1]

O território do atual município começou a ser desbravado no século XIX, com a abertura de uma estrada ligando Minas Gerais a Vitória, a pedido do príncipe regente João VI de Portugal. A imigração italiana, iniciada em 1872, foi responsável pela introdução da cafeicultura, atividade econômica que intensificou o crescimento populacional e econômico. Sua emancipação veio a acontecer em 1890.

Além do cultivo do café, também figuram entre as atividades econômicas mais importantes a pecuária, a extração de mármore e granito, a prestação de serviços e o turismo. Iúna possui uma série de atrativos naturais que são destinos de turistas, como cachoeiras, montanhas e trilhas, além de estar em área de abrangência do Parque Nacional de Caparaó. O principal acesso ao município é através da BR-262.

História[editar | editar código-fonte]

Açougue Municipal, edificação da cidade datada de 1933.

O território do atual município de Iúna começou a ser desbravado em 1814, com a abertura da Estrada Real São Pedro de Alcântara.[3] Essa estrada foi aberta a pedido do príncipe regente João VI de Portugal com a intenção de ligar a região central de Minas Gerais a Vitória, de modo que o estado mineiro não dependesse economicamente apenas do Rio de Janeiro (com o qual era ligado através do Caminho Velho).[11][12] A instalação do Quartel do Rio Pardo, em 1815, marca o início do povoamento da atual cidade.[3] Os quartéis tinham o objetivo de preservar a segurança daqueles que circulavam pela estrada.[13]

A região era povoada pelos índios puris, o que levou à criação do Aldeamento Imperial do Rio Pardo pelos forasteiros em 1825. Sob a liderança do missionário italiano frei Paulo de Casanova, os indígenas contribuíram com a construção da primeira capela, inaugurada em 1845. Já em 1855, ocorreu a doação de um terreno para a construção de uma nova capela e cemitério, feita pelo alferes José Joaquim Ferreira Valle e sua esposa. Assim, a construção da Capela de Nossa Senhora da Pureza foi liderada por frei Bento di Gênova, sendo o templo elevado à categoria de Matriz em 1859.[3]

A elevação à categoria da capela a Matriz marca o reconhecimento do povoamento como freguesia, denominada São Pedro de Alcântara do Rio Pardo, através do Decreto Provincial nº 10 de 14 de julho de 1859. Contudo, a freguesia veio a ser desmembrada de Cachoeiro de Itapemirim com a denominação de Rio Pardo perante o Decreto Estadual de 24 de outubro de 1890.[3] Esse é considerado o dia do aniversário da cidade.[14] Sua instalação aconteceu em 3 de março de 1891.[3]

A imigração italiana, iniciada em 1872, foi fundamental para o desenvolvimento da localidade. Os imigrantes foram responsáveis pela introdução da cafeicultura, atividade econômica que intensificou o crescimento populacional e econômico. No início do século XX também se estabeleceram austríacos, suíços, franceses, ingleses, alemães, espanhóis, libaneses e turcos.[13]

Também no século XX, a área do município passou por transformações em sua composição, com a criação e desmembramento de distritos.[3] De seu território foi desmembrada parte do município de Mutum (anexado a Minas Gerais) em 1914,[15] Ibatiba em 1981 e Irupi em 1991.[3] Além disso, data de 31 de dezembro de 1943 a alteração do nome "Rio Pardo" para "Iúna",[3] que é um termo oriundo da língua tupi e significa "rio preto", através da junção dos termos 'y (água, rio) e un (preto).[16][17]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Cachoeira no curso do rio Claro

A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 460,586 km²,[1] sendo que 3,106 km² constituem a zona urbana.[8] Situa-se a 20°20'45" de latitude sul e 41°32'09" de longitude oeste[18] e está a uma distância de 180 quilômetros a sudoeste da capital capixaba.[2] Seus municípios limítrofes são Irupi, Ibatiba, Muniz Freire e Ibitirama no Espírito Santo e Alto Caparaó, Martins Soares, Alto Jequitibá, Manhumirim, Durandé e Lajinha em Minas Gerais.[2]

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[19] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Cachoeiro de Itapemirim e Imediata de Alegre.[20] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Alegre, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Sul Espírito-Santense.[21]

Relevo e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

O relevo de Iúna é consideravelmente acidentado, alternando de ondulado a montanhoso, com bruscas variações de altitude em curtas distâncias. A área do município abrange a serra do Caparaó, o que inclui o Parque Nacional de Caparaó, a oeste de seu território, ao longo da divisa com Minas Gerais. Outras unidades geográficas que se destacam em sua extensão são as serras do Desengano a sul, do Valentim a leste e do Criciúma a norte.[22] Na serra do Valentim está localizado o Pico do Colosso, que chega aos 1 650 metros de altitude.[23]

Iúna se encontra dividida entre as bacias hidrográficas dos rios Doce e Itapemirim, tendo como principais mananciais em sua área os rios Pardinho, Pardo, Santa Clara, Claro, Pedregulho e José Pedro, o ribeirão da Perdição e os córregos da Anta, Bonsucesso, Recreio Direito e Jatobá.[24] Cerca de 13,5% do município são cobertos por remanescentes de Mata Atlântica.[22]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima iunense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical de altitude (tipo Cwa segundo Köppen),[7][25] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual em torno dos 21 °C, tendo invernos amenos e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas. O mês mais quente, fevereiro, tem temperatura média de 23,8 °C, enquanto que o mês mais frio, julho, possui média de 17,6 °C. Outono e primavera são estações de transição.[26] O índice pluviométrico anual é de aproximadamente 1 220 mm, sendo julho o mês mais seco e dezembro o mais chuvoso.[26]

Segundo dados da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), desde 1954, o maior acumulado de chuva registrado em 24 horas em Iúna foi de 138,4 mm no dia 12 de novembro de 1961. Outros grandes acumulados foram de 132,2 mm em 15 de setembro de 1989, 129,3 mm em 12 de janeiro de 2004 e 126 mm em 1º de janeiro de 1996.[27] De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Iúna é o 37º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado do Espírito Santo, com uma média anual de 1,8805 raio por quilômetro quadrado.[28]

Dados climatológicos para Iúna
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 29,2 30,3 29,2 27,8 25,8 24,9 24,5 25,6 25,9 27,1 27,4 28,3 27,1
Temperatura média (°C) 23,5 23,8 23,2 21,7 19,3 17,9 17,6 18,5 19,8 21,3 22 23 20,9
Temperatura mínima média (°C) 18,3 18,2 18,2 16,7 14 12 11,7 12,4 14,5 16,4 17,6 18,4 15,7
Precipitação (mm) 216,6 107,5 158,7 76,8 38,2 16,9 13,2 17,9 48,8 98,1 189 241,1 1 222,8
Umidade relativa (%) 76 73 78 79 77 77 75 71 70 72 79 80 76
Fonte: Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper):
temperaturas e precipitação;[26] Climate-Data.org: umidade relativa[29]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
197031 876
198037 62218,0%
199132 508−13,6%
200026 112−19,7%
201027 3284,7%
Est. 202129 4177,6%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[1][30]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 27 328 habitantes. Segundo o censo daquele ano, 13 640 habitantes eram homens (49,91% do total) e 13 688 habitantes mulheres (50,09%). Ainda segundo o mesmo censo, 15 620 habitantes viviam na zona urbana (57,16%) e 11 708 na zona rural (42,84%).[31] Da população total em 2010, 6 826 habitantes (24,98%) tinham menos de 15 anos de idade, 18 546 habitantes (67,86%) tinham de 15 a 64 anos e 1 956 pessoas (7,16%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 74,74 anos.[32]

Em 2010, a população iunense era composta por 14 568 brancos (53,31% do total), 11 003 pardos (40,26%), 1 462 negros (5,35%), 260 amarelos (0,95%) e 35 indígenas (0,13%).[33] Quanto às religiões, 13 534 são católicos (49,52%), 9 470 evangélicos (34,65%), 597 espíritas (2,18%), 99 Testemunhas de Jeová (0,36%), 57 umbandistas (0,21%), 3 343 pessoas sem religião (12,23%) e os 0,85% restantes possuíam outras religiões além dessas ou não tinham religiosidade definida.[34]

Distritos[editar | editar código-fonte]

Distritos de Iúna (IBGE/2010)
Distrito Habitantes[35] Domicílios
particulares[36]
Homens Mulheres Total
Iúna (sede) 8 557 8 910 17 467 5 653
Nossa Senhora das Graças 1 141 1 094 2 235 702
Pequiá 1 865 1 749 3 614 1 112
Santíssima Trindade 1 296 1 237 2 533 755
São João do Príncipe 781 698 1 479 477

Economia[editar | editar código-fonte]

Cultivo de café às margens da BR-262 em Iúna

No Produto Interno Bruto (PIB) de Iúna, destacam-se as áreas da agropecuária e de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2019, o PIB do município era de R$ 429 348,53 mil.[10] 33 200,53 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 14 723,38.[10] Em 2010, 69,75% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 1,8%.[32]

A pecuária e a agricultura acrescentavam 47 606,70 mil reais na economia de Iúna em 2019,[10] o que se deve sobretudo ao café, cujas plantações ocupavam pelo menos 27,7% da área municipal em 2014.[37] A cafeicultura, assim, é a responsável por gerar uma significativa movimentação fundiária, enquanto que sua comercialização possibilita um giro de capital significante para o comércio local.[38] Dentro do setor primário ainda se destacam a pecuária, silvicultura, fruticultura e culturas alimentares e tradicionais, o que inclui feijão, milho, mandioca e a cana-de-açúcar. A agroindústria e o agroturismo também apresentam participação na economia de Iúna.[39]

A indústria, por sua vez, representava 29 222,21 mil reais do PIB municipal.[10] Assim como a agroindústria,[39] há de se destacar a produção de granito e mármore.[40] Ao mesmo tempo, 191 432,21 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor de serviços e 127 886,88 mil reais do valor adicionado da administração pública.[10] Além do agroturismo, a presença de diversos atrativos naturais, como montanhas, trilhas e cachoeiras, bem como a vizinhança do Parque Nacional de Caparaó, também reforça a contribuição do turismo para a economia do município.[38][41]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde e educação[editar | editar código-fonte]

A rede de saúde de Iúna inclui sete unidades básicas de saúde, quatro postos de saúde e um hospital geral, segundo informações de 2018.[42] Em 2020, foram registrados 216 óbitos por morbidades, dentre os quais as doenças do sistema circulatório representaram a maior causa de mortes (25%), seguida pelas doenças infecciosas e parasitárias (17%).[43] Ao mesmo tempo, foram registrados 331 nascidos vivos, sendo que o índice de mortalidade infantil no mesmo ano foi de 6,04 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada mil nascidos vivos.[44] Cabe ressaltar que 0,76% das meninas de 10 a 14 anos tiveram filhos em 2017.[32]

Em 2010, 86,14% das crianças com faixa etária entre cinco e seis anos estavam matriculadas na educação infantil, ao mesmo tempo que 86,68% da população de 11 a 13 anos cursavam as séries finais do ensino fundamental. Contudo, da população de 15 a 17 anos, 48,03% haviam finalizado o ensino fundamental, enquanto 34,04% dos residentes de 18 e 20 anos tinham terminado o ensino médio. Os habitantes tinham uma expectativa média de 9,1 anos de estudo, enquanto 19,3% das pessoas com 25 anos de idade ou mais eram analfabetas.[32] Dentre essa faixa etária, 32,32% tinham completado o ensino fundamental, 19,17% o ensino médio e 6,81% o ensino superior.[32] Já em 2021, havia 5 945 matrículas nas instituições de educação infantil e ensinos fundamental e médio da cidade.[45]

Educação de Iúna em números (2021)[45]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 1 120 94 21
Ensino fundamental 3 981 255 22
Ensino médio 844 65 3

Habitação e transporte[editar | editar código-fonte]

No ano de 2010, a cidade tinha 8 699 domicílios particulares permanentes. Desse total, 8 079 eram casas, 589 eram apartamentos, 18 eram habitações em casa de cômodos ou cortiços e 13 eram casas de vila ou em condomínio. Do total de domicílios, 4 559 são imóveis próprios (4 439 já quitados e 120 em aquisição), 1 908 foram alugados, 2 205 foram cedidos (1 580 cedidos por empregador e 625 cedidos de outra forma) e 27 foram ocupados sob outra condição.[46] No mesmo ano, 5 008 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água (57,56% do total), em 2 284 (26,25% deles) o abastecimento de água era feito por meio poços e/ou nascentes na própria propriedade, em 1 260 (14,48%) por meio de poços e/ou nascentes de outras propriedades, em 140 (1,6%) diretamente de cursos d'água e os demais se abasteciam de outras formas.[46]

Também em 2010, 8 690 domicílios (99,89% do total) possuíam abastecimento de energia elétrica; 8 641 (99,33% deles) possuíam banheiros para uso exclusivo das residências; e 4 869 (55,97%) eram atendidos pelo serviço de coleta de lixo.[46] O código de área (DDD) é 027[47] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) da cidade vai de 29390-000 a 29394-999.[48] O serviço postal é atendido por uma agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos funcionando no Centro da cidade.[49] A frota municipal no ano de 2021 era de 16 832 veículos, sendo 7 515 automóveis, 5 493 motocicletas, 1 731 caminhonetes, 635 motonetas, 580 caminhões, 312 caminhonetas, 160 reboques, 111 micro-ônibus, 97 utilitários, 80 ônibus, 48 semirreboques, 42 caminhões-trator, 23 ciclomotores, três tratores de rodas e dois triciclos.[50] O principal acesso à cidade é feito por meio da BR-262, que corta o território municipal.[51]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Iúna». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  2. a b c d e Incaper 2020, p. 6–7
  3. a b c d e f g h i j Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «História - Iúna». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Iúna - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  5. Estadão (2020). «Romário». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  6. Gazeta do Povo (2020). «Resultados para Vereador em Iúna - Espírito Santo». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  7. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Brasil - Climas». Biblioteca IBGE. Consultado em 11 de junho de 2022. Arquivado do original em 12 de outubro de 2013 
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  9. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 31 de agosto de 2013. Arquivado do original (PDF) em 8 de julho de 2014 
  10. a b c d e f g Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2019). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2019». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  11. Gazeta Online. «Um tributo à história». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  12. Isabela Campanha (16 de junho de 2016). «Resgate da história de Cariacica na Rota Imperial». Prefeitura de Cariacica. Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  13. a b Incaper 2020, p. 8–10
  14. Prefeitura (23 de outubro de 2017). «Iúna completa 127 anos de emancipação neste 24 de outubro». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  15. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «História - Mutum». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 11 de junho de 2022 
  16. Navarro, Eduardo de Almeida (1 de janeiro de 2006). Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. [S.l.]: Global Editora. ISBN 9788526010581. Consultado em 11 de junho de 2022 
  17. Marilza Bigio (março de 2001). «Iúna, capital do café: uma história de lutas, sonhos e conquistas». Século Diário. Consultado em 11 de junho de 2022. Arquivado do original em 29 de fevereiro de 2008 
  18. Embrapa Monitoramento por Satélite. «Espírito Santo». Consultado em 11 de junho de 2022. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2012 
  19. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 11 de junho de 2022. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2017 
  20. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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