Joaquim Marques Batista de Leão

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Joaquim Marques Baptista de Leão (Rio de Janeiro, 1847 — Rio de Janeiro, 1913) foi um almirante brasileiro. Foi ministro da Marinha do Brasil, de 15 de novembro de 1910 a 11 de janeiro de 1912.[1]

Revolta da Chibata[editar | editar código-fonte]

Enviou um relatório ao presidente Hermes da Fonseca reconhecendo o erro, o anacronismo, de se manter o castigo da chibata 22 anos depois da Abolição da Escravatura, recomendando treinamento de marinheiros e oficiais para uma nova era, uma Nova Marinha (como ele diz). assim como sugerindo que o almirantado composto de oficiais muito velhos pedisse demissão, como ele estava fazendo ao entregar o relatório.[2]

Citações[editar | editar código-fonte]

"Foi depois da noite de 22 de novembro, quando os canhões dos dreadnougths despertaram a população desta cidade com a ameaça de mortifero bombardeio, que se procurou o modo pratico de formular um projecto que, extinguindo Inteiramente os castigos corporaes no Exercito e na Armada"

"Para conseguir o resultado que todos certamente almejam, pela minha parte darei exemplo aos meus velhos companheiros: não podendo servir á nova Marinha com o zelo e a actividade com que me dediquei á antiga, como Segundino Gomensoro, declaro que cumprirei um dever de consciencia deixando uma vaga no quadro da Armada..." (p.75)

Referências

  1. «Hermes ds Fonseca, Ministérios». Governo Federal, Biblioteca da Presidência da República. Consultado em 4 de janeiro de 2015. 
  2. «Relatório apresentado ao Presidente dos Estados Unidos do Brazil». Imprensa Oficial. Consultado em 4 de janeiro de 2014. 


Precedido por
Alexandrino Faria de Alencar
Ministro da Marinha do Brasil
1910 — 1912
Sucedido por
Manuel Inácio Belfort Vieira


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