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Leonardo Fróes

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Leonardo Fróes
Nascimento17 de fevereiro de 1941
Itaperuna, Rio de Janeiro
Morte21 de novembro de 2025 (84 anos), Petrópolis, Rio de Janeiro
Petrópolis
CidadaniaBrasil
Ocupaçãojornalista, escritor, poeta, crítico literário
Distinções

Leonardo Fróes (Itaperuna, 17 de fevereiro de 1941Petrópolis, 21 de novembro de 2025) foi um jornalista, poeta e tradutor brasileiro.

Biografia

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Nasceu em Itaperuna, no noroeste do Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro de 1941. Emigrou para a capital fluminense, em 1950, estudando no Colégio Pedro II. Formado, trabalhou como jornalista.[1] Viveu em New York, Paris e Berlim, trabalhando em diversas editoras.[2][3] De 1971 até sua morte, em 2025 residiu no sítio Petiterra, no distrito de Secretário, em Petrópolis.[4] Dedicou-se ao estudo da jardinagem e botânica.[5][6]

Foi um dos principais defensores da ecologia no Brasil. Atuou no Jornal do Brasil, entre 1971 e 1983,[7] com a coluna Natureza, e no Jornal da Tarde, com a coluna A arte de plantar. Nesse espaço defendeu a ecologia e o ambientalismo. Seus textos foram coligidos na coletânea Natureza: a arte de plantar, organizada pelo professor da Universidade Federal de Ouro Preto Victor da Rosa, e publicado pela Cepe Editora.[1]

Foi irmão de Leomar Fróes.[8] Foi casado com Regina.[1]

Fróes morreu no dia 21 de novembro de 2025, aos 84 anos.[9]

Foi um conhecido tradutor do inglês, francês e alemão, tendo traduzido obras de Shelley, Goethe, Swift, Choisy, Faulkner, Woolf, Eliot e Lowry.[4]

Por sua produção poética recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia, de 1996, pela obra "Argumentos Invisíveis", e o Prêmio Alceu Amoroso Lima - Poesia e Liberdade, em 2016. Em 1998 recebeu o prêmio de tradução de Fundação Biblioteca Nacional. Sua obra foi publicada no volume Poesia Reunida (1968 - 2021), pela Editora 34.[4][5]

Dentre seus livros de poesia podemos citar: Língua franca (1968), A vida em comum (1969), Esqueci de avisar que estou vivo (1973), Anjo tigrado (1975), Sibilitz (1981), Assim (1986), Argumentos invisíveis (1995), Um mosaico chamado a paz do fogo (1997), Quatorze quadros redondos (1998), Chinês com sono (2005) e A pandemônia e outros poemas (2021)

Referências

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  1. a b c disse, Tarso de Melo (7 de setembro de 2021). «Leonardo Fróes, um vocabulário afetivo, e outros lançamentos». Revista Cult. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  2. «Programa Convida: Leonardo Fróes | IMS Quarentena». Instituto Moreira Salles. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  3. disse, Tarso de Melo (7 de setembro de 2021). «Leonardo Fróes, um vocabulário afetivo, e outros lançamentos». Revista Cult. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  4. a b c «Editora 34». www.editora34.com.br. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  5. a b «Leonardo Fróes – Flip». Consultado em 29 de outubro de 2024 
  6. «n.64 | 2017 – Entrevista com Leonardo Fróes – Chão da Feira». chaodafeira.com. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  7. https://soupetropolis.com/2022/05/01/conheca-a-historia-de-leonardo-froes-o-poeta-premiado-que-encontrou-em-petropolis-refugio-e-inspiracao/  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  8. Oliveira, Sergio Ricardo (19 de junho de 2023). «ENTREVISTA COM LEONARDO FRÓES». Cadernos de Tradução: e75995. ISSN 1414-526X. doi:10.5007/2175-7968.2022.e75995. Consultado em 29 de outubro de 2024 
  9. Campos, Giovanna (21 de novembro de 2025). «Morre Leonardo Fróes, poeta e tradutor, aos 84 anos». Jornal Opção. Consultado em 21 de novembro de 2025