O Fantasma

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O Fantasma
Nome original The Phantom
Outro(s) nome(s) Sr. Walker
Christopher Standish
O Espírito-que-Caminha
O Caminheiro
Sexo masculino
Poder(es) Corpo e mente avantajados, tem reflexos rápidos, e é um bom atirador.
Afiliações A Patrulha da Selva
Defenders of the Earth
Família Diana Palmer (esposa)
Kit Walker Jr. (filho)
Heloise Walker (filha)
Jedda Walker (filha)[1]
Amigo(s) Capeto (o seu lobo)
Fraka (o seu falcão)
Heroi (o seu cavalo)
Syndicate (s) King Features Syndicate
Criado por Lee Falk
Ray Moore
Dobragem Peter Mark Richman, Scott Valentine
Série(s) The Phantom
Filme(s) The Phantom
Primeira aparição 17 de fevereiro de 1936 (tira diária)
Interpretado por Tom Tyler, Billy Zane
Editor(es) David McKay Publications
Harvey Comics
Gold Key Comics
Charlton Comics
King Comics
DC Comics
Marvel ComicsMoonstone
Dynamite Entertainment
Hermes Press
Editoras brasileiras RGE, EBAL, Saber, Editora Globo, L&PM, Livraria Civilização, Opera Graphica, Nova Sampa, Mythos Editora e Pixel Media
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados de Fantasma, veja Fantasma (desambiguação).

O Fantasma é uma tira de jornal do gênero aventura criada por Lee Falk (também o criador do Mandrake), contando as aventuras de um combatente do crime, mascarado e usando uma roupa característica. O personagem atua em um fictício país africano chamado Bangalla.[2] A série começou a ser publicada em jornais diariamente em 17 de fevereiro de 1936, e aos domingos, como edição colorida, em maio de 1939, continuando até 2006. Falk encarregou o desenhista Phil Davis do desenho de suas histórias.

Falk trabalhou na tira até sua morte em 1999; a tira é atualmente roteirizada por Tony DePaul e desenhado por Mike Manley (de segunda-feira a sábado) e Terry Beatty (domingo). Foi desenhada anteriormente por Ray Moore, Wilson McCoy, Bill Lignante, Sy Barry, George Olesen, Keith Williams, Fred Fredericks, Graham Nolan e Eduardo Barreto. Na tira, o Fantasma foi vigésimo primeiro em uma linha de combatentes do crime que começou em 1536, quando o pai do marinheiro britânico Christopher Walker foi morto durante um ataque de piratas. Após jurar ao crânio do assassino de seu pai que iria lutar contra o mal, Christopher começou um legado do Fantasma que iria passar de pai para filho. Apelidos para o Fantasma incluem "O espírito que anda" e "O Homem que não pode morrer".

Ao contrário de outros heróis fantasiados da ficção, o Fantasma não tem superpoderes e confia em sua força, inteligência e imortalidade de renome para derrotar seus inimigos. O vigésimo primeiro Fantasma é casado com Diana Palmer; eles se conheceram quando ele estudou nos Estados Unidos e têm dois filhos, Kit e Heloise.[3] Ele tem um lobo treinado, chamado Capeto, e um cavalo chamado Herói. Como os Fantasmas anteriores, ele vive na antiga caverna do crânio.

O Fantasma foi o primeiro herói fictício a vestir um traje colante que se tornou uma marca registrada dos super-heróis de histórias em quadrinhos, e foi a primeira série a mostrar uma máscara sem pupilas visíveis (outro padrão de super-heróis). O historiador de histórias em quadrinhos, Peter Coogan descreveu o Fantasma como uma figura "de transição", uma vez que o Fantasma tem algumas das características de heróis de revistas pulp como The Shadow e The Spider, bem como antecipar as características de super-heróis de quadrinhos como Superman, Batman e Capitão América.[4]

Características[editar | editar código-fonte]

O Fantasma usa uma mascara preta e um uniforme roxo.

Editores que publicaram as histórias antes de 1939 escolheram a cor segundo as suas preferências ou possibilidades gráficas. Então, à volta do mundo, o herói tem cores diferentes, como azul na Escandinávia, vermelho na Itália, Brasil e Espanha, marrom na Nova Zelândia e roxo no resto do mundo.[5]

O Fantasma carrega ainda duas pistolas calibre. 45 no seu cinturão de couro preto com uma fivela imitando uma caveira, a sua marca recorrente.

Localização[editar | editar código-fonte]

Fã de O Livro da Selva de Rudyard Kipling,[6] Falk situou o fictício país de Bengali no sudeste asiático, próximo a Índia, uma a alusão região real, Bengala,[7] logo em seguida, mudaria para a África, o nome do país mudou para Bangalla.[2]

Revistas em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos, o Fantasma foi publicado por uma grande variedade de editoras ao longo dos anos. Através da década de 1940, as tiras foram reimpressas na revista Ace Comics publicada pela David McKay Publications. Na década de 1950, foi publicado pela Harvey Comics.

Em 1962, a Gold Key assumiu o comando, seguida pelo King Comics (selo da própria King Features) em 1966 e Charlton Comics em 1969. Isso durou até 1977, com um total de 73 edições publicadas. Alguns dos principais artistas que trabalharam com personagem nessa época foram Bill Lignante, Don Newton, Jim Aparo e Pat Boyette.[8]

A DC Comics publicou uma revista do personagem de 1988-1990.[9] A primeira minissérie (de Maio-Agosto 1988) foi escrita por Peter David e desenhada por Joe Orlando e Dennis Janke. A série seguinte foi escrita por Mark Verheiden e desenhada por Luke McDonnell, e teve 13 edições (Março de 1989 - Março de 1990).

Na DC, o Fantasma combatia temas atuais: racismo, a fome, drogas, dumping, e a pirataria moderna. De acordo com Verheiden, a série terminou por causa de problemas com o licenciamento e baixa vendagem. As últimas páginas da edição 13 mostra o Fantasma casando-se com Diana Palmer. Em 1987, a Marvel Comics fez uma minissérie de quatro edições com base na série animada Defenders of the Earth, escrita por Stan Lee(#1) e Michael Higgins (#2-4) e ilustrada por Alex Saviuk e Fred Fredericks.[10]

Houve também a minissérie em três edições de "The Phantom: The Ghost Who Walks" (Fevereiro-Abril 1995). Escrita e desenhada por Dave DeVries e Glenn Lumsden, a série mostra o 22º Fantasma a usar um traje high-tech. No Brasil, essa minissérie foi lançada pela Editora Saber.[11]

A Marvel lançou outra minissérie de quatro partes (Maio-Agosto 1995), desenhada pelo cocriador do Homem-Aranha, Steve Ditko, baseado na série animada Phantom 2040.[2]

Em 2002, A Moonstone Books publicou várias graphic novels do Fantasma.[12]Cinco livros, escritos por Tom DeFalco, Ben Raab e Ron Goulart, foram publicados. Em 2003, Moonstone publicou uma série de histórias em quadrinhos escrita por Raab, Rafael Nieves e Chuck Dixon, e desenhado por Pat Quinn, Jerry DeCaire, Nick Derington, Rich Burchett, e EricJ. Depois de 11 edições Mike Bullock assumiu o roteiro, com desenhos de Gabriel e Carlos Magno Rearte, em 2007, Silvestre Szilagyi tornou-se o artista regular. As histórias de Bullock, muitas vezes apresentam questões da atualidade, com base em conflitos africanos reais. Em um arco da história de 2007, "Invisible Children",[13] o Fantasma luta contra um senhor da guerra fictício chamada "Lo" (vagamente baseado em Joseph Kony).

Em 2006 Moonstone publicou um retcon de origem do Fantasma, "Legacy", por Raab e Quinn.[14] Três anos depois, a empresa reintroduziu a série como The Phantom: Ghost Who Walks, começando com a edição 0 (uma releitura de origem do primeiro fantasma). O objetivo era criar um personagem mais sombrio, mais corajosos e mais realista, similar a versão da década de 1930.[15]

Dynamite Entertainment introduziu uma série de histórias em quadrinhos mensal, The Last Phantom, em agosto de 2010. A série foi escrito por Scott Beatty e desenhada pelo brasileiro Eduardo Ferigato, com capas pintadas por Alex Ross.[16]

Em 2013, a editora lançou uma minissérie de crossover em cinco edições chamada King's Watch (onde, assim como na série animada como em Defenders of the Earth, Fantasma se une com Mandrake e Flash Gordon).[17]

Em 2014 Hermes Imprensa anunciou que iria publicar uma minissérie de quadrinhos, escrita por Peter David e ilustrada por Sal Velluto,[18] ainda em 2014, a Dynamite lançou uma nova série de King's Watch, com história e arte de Jeff Parker e Evan "Doc" Shaner.[19] Em 2015, publicou outra minissérie como parte da série "King", em comemoração ao centenário do syndicate. Esta série foi escrita por Brian Clevinger e ilustrada por Brent Schoonover.[20]

Para o Free comic Book Day 2015, a Hermes publicou uma revista do Fantasma com a arte por Bill Lignante e amostras da minissérie escrita por Peter David e ilustrada por Sal Velluto.

Em maio de 2016, os heróis da King Features são reunidos novamente em Kings Quest, escrito por Ben Acker e Heath Corson e ilustrado por Dan McDaid.[21]

Na Austrália[editar | editar código-fonte]

Capa da revista Australian Woman's Mirror

Na Austrália, a tira começou a ser publicada em 1936 na revista Australian Woman's Mirror,[22] em setembro de 1948, ganhou uma revista em quadrinhos pela Frew Publications, que é publicada até os dias atuais.[23]

A editora chegou a publicar dois personagens inspirados no herói: Sir Falcon, cuja origem remete a Idade Média e Phantom Ranger, um heróis de faroeste.[24]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, o personagem foi publicado pelo primeira vez em 12 de março de 1936 nos encartes semanais do periódico carioca O Correio Universal e depois em 02 de dezembro de 1936 em capítulos semanais no suplemento A Gazetinha do jornal paulistano A Gazeta. E pela primeira vez numa edição propria em 1937[25] nas páginas da Edição Extraordinária do Correio Universal[26], posteriormente apareceu em O Globo Juvenil , O Gibi, quando então era chamado de Fantasma Voador.[5] Com a fundação da RGE, as revistas do Fantasma se tornaram o principal produto e eram compostas de edições de tiras diárias e dominicais. Anos depois foram incluídas HQs da Gold Key, DC Comics e da Charlton Comics[27] adaptadas inicialmente ao formato americano[28] e depois aos formatinhos.[29] Essa editora lançou revista própria em 1953 chamada "Fantasma Magazine".[30] Como a demanda por material do personagem era muito grande, a revista chegou a ter histórias (não creditadas) produzidas no próprio país, desenhadas por Wanderley Mayhe, Walmir Amaral, Júlio Shimamoto, Gutemberg Monteiro e Antonino Homobono.[31][27][32] a revista do personagem também chegou a publicar história da garota das selvas Lorna da Atlas Comics (nome usado pela Marvel Comics na década de 1950)[33]. Walmir Amaral também produziu história para a revista do herói em lombada quadrada publicada pela editora Saber.[2]


A RGE publicou duas revistas sobre os heróis da australiana Frew: Em 1950 lançou a revista do Águia Negra dedicada ao Sir Falcon e em 1960, a revista Cavaleiro Fantasma, sobre o Phantom Ranger.[34]


Segundo Walmir Amaral, a demanda por material do personagem era tanta que além das histórias americanas e brasileiras, também foram publicadas histórias da Suécia (que também usava material brasileiro), Holanda, Dinamarca e Bélgica.[2] Além de publicações das Organizações Globo (Jornal O Globo, RGE, Editora Globo), o Fantasma teve títulos publicados pelas editoras EBAL,[35] Saber, L&PM, Livraria Civilização, Opera Graphica, Editora Activa (selo da Opera Graphica),[27] Nova Sampa[36] e Mythos Editora.[37]

Pela Opera Graphica, o quadrinista Mozart Couto desenhou diversas capas de revistas do Herói[27].

Em 2003, o roteirista e editor Franco de Rosa da Editora Opera Graphica, propôs a King Features um projecto de uma revista licenciada do Fantasma em estilo mangá. O projecto não foi aceito pelo syndicate. A Opera Graphica e a Editora Minuano publicaram Fantagor, uma revista no formato de bolso (semelhante aos mangás Editora JBC), com roteiros e arte de Pierre Viegas.[38] Os nomes dos personagens lembram o do universo do Fantasma,[39] e nesse aspecto o Fantagor se aproxima de exemplos como o brasileiro O Judoka e o britânico Marveman/Miracleman, que surgiram nos quadrinhos após os personagens de quem foram inspirados terem tido impedidas a publicação.[40]

O último lançamento da Opera Gráfica antes de encerrar as suas actividades foi o livro teórico "Fantasma - Biografia Oficial do Primeiro Herói Fantasiado dos Quadrinhos" escrito por Marco Aurélio Lucchetti e organizada por Franco de Rosa (um dos proprietários da Editora) e lançado em Junho de 2009.[41]

Em 2011, a Editorial Kalaco (também pertencente a Franco de Rosa)[42] publicou uma edição de luxo do "Casamento do Fantasma". A edição compila as tiras diárias e dominicais desenhadas por Sy Barry e André LeBlanc. É narrado o casamento de Kit Walker e Diana Palmer, tendo dentre os convidados outros personagens criados por Lee Falk: Mandrake, Lothar e Princesa Narda. A história já havia sido publicada em edição especial pela RGE no final da década de 70[43]. Em agosto de 2013, a Pixel Media, selo de quadrinhos da Ediouro Publicações, publica o álbum "Piratas do Céu: A Saga Completa"[44], em abril de 2014, publica um novo álbum "O Fantasma vai à guerra"[45], em julho do mesmo ano, o jornal carioca Extra da Infoglobo começa a publicar as tiras diárias clássicas do personagem ao lado de outra tira longeva, Recruta Zero de Mort Walker.

Em abril de 2016, a Mythos Editora publicou Kings Watch – Defensores da Terra.[46]

Literatura[editar | editar código-fonte]

A primeira tentativa de adaptar o personagem em livros, foi feito pela Whitman Publishing Company na coleção de Big Little Books, que adaptaram arcos de histórias publicadas nas tiras produzidas por Lee Falk e Ray Moore. O primeiro livro foi publicado em 1936 e o último em 1947[47].

Os livros da coleção foram:

  1. The Phantom
  2. The Phantom & the Sign of the Skull
  3. The Phantom & Desert Justice
  4. The Return of the Phantom
  5. The Phantom & the Sky Pirates
  6. The Phantom & the Girl of Mystery[47]

Em 2007, a Moonstone Books lançou uma série de contos inéditos.[48]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Seriados[editar | editar código-fonte]

O Fantasma no seriado de 1943.

Filme (1996)[editar | editar código-fonte]

Em 1996, é lançado o filme The Phantom, estrelado por Billy Zane.[51]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Em 1972, apareceu no longa-metragem de animação Popeye Meets the Man Who Hated Laughter, exibido como parte do The ABC Saturday Superstar Movie, ao lado de Popeye e outros personagens de tiras distrbuídas pela King Features: Katzenjammer Kids, Príncipe Valente, Barney Google e Snuffy Smith, Blondie, Recruta Zero, Flash Gordon, Mandrake, Little Iodine, Little King, Hi and Lois, Henry, Steve Canyon, Tiger e Tim Tyler's Luck.[52]

Em 1986, o desenho animado Defenders of the Earth mostrou Fantasma em ação com seus colegas do King Features Syndicate, Flash Gordon e Mandrake.[53] Em 1994, a Hearst Corporation apresentou uma série de futurista do Fantasma em desenho animado, Phantom 2040.[52]

Em 2010, o canal americano Syfy exibiu em uma mini-série de dois episódios estrelada por Ryan Carnes, logo depois, a mini-série foi lançada em um DVD totalizando três horas.[54]

Referências

  1. Jedda aparece na série animada Defenders of the Earth.
  2. a b c d e Marco Aurélio Lucchetti e Franco de Rosa (org.). Fantasma – Biografia Oficial do Primeiro Herói Fantasiado dos Quadrinhos. Opera Graphica, 2009.
  3. Os Bebês do Fantasma
  4. Peter Coogan, Superhero : The Secret Origin of a Genre. Austin, TX : MonkeyBrain Books, 2006. (p. 185) ISBN 193226518X
  5. a b Marcelo Naranjo (17/02/06). «70 motivos para relembrar e saudar o Fantasma». Universo HQ. 
  6. John Kenneth Muir. The Encyclopedia of Superheroes on Film and Television, 2d ed. McFarland, 2004, 433 p. ISBN 9780786437559
  7. Neocolonialismo e quadrinhos: O Fantasma: primeiro herói mascarado dos quadrinhos
  8. [1]
  9. [2]
  10. Marcus Ramone (17/11/2015). «Defensores da Terra: Fantasma, Mandrake e Flash Gordon em 2015». Universo HQ. 
  11. Cassius Medauar. «The Phantom: The Ghost Who Walks». Universo HQ. 
  12. Waldomiro Vergueiro (03/11/2003). «HQ: O Fantasma - Graphic Novel». Omelete. 
  13. Thiago Colás (07/02/2007). «Fantasma sai em auxílio das crianças invisíveis». HQManiacs. 
  14. Artur Tavares (31/01/2006). «Fantasma apaga velinhas». HQManiacs. 
  15. Andréa Pereira (11/11/2008). «Moonstone reinicia a série do Fantasma». HQManiacs. 
  16. Leonardo Vicente Di Sessa (10/05/2010). «Dynamite revela o último Fantasma». HQManiacs. 
  17. A volta dos Defensores da Terra
  18. Sergio Codespoti (22/05/2014). «Peter David será o novo roteirista do Fantasma». Universo HQ. 
  19. Thiago Colás (21/01/2014). «Flash Gordon retorna pela Dynamite». HQManiacs. 
  20. «KING: Five New Dynamite Launches of Classic Characters - Prince Valiant, Flash Gordon, More». Newsarama. 08/10/2014. 
  21. Comic Strip Heroes Reunite in Dynamite's "Kings Quest
  22. "The comic that will not die", The Australian, 20 de setembro de 2008
  23. [http://www.universohq.com/noticias/fantasma-quase-70-anos-de-publicacao-ininterrupta-na-australia/ Fantasma: quase 70 anos de publicação ininterrupta na Austrália
  24. Toby Burrows,Grant Stone (1994). Comics in Australia and New Zealand: The Collections, the Collectors, the Creators Psychology Press [S.l.] pp. 36 e 37. 9781560246640. 
  25. Sérgio Codespoti, sobre o press release (13/02/06). «Opera Graphica comemora 70 anos do Fantasma». Universo HQ. 
  26. Gonçalo Junior. Editora Companhia das Letras, : . A Guerra dos Gibis - a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964. 2004 [S.l.: s.n.] ISBN 9788535905823. 
  27. a b c d Gérson Fasano (17/02/2006)O Fantasma comemora 70 anos, HQ Maniacs
  28. Sonia Hirsch. «Histórias que não estavam no gibi». Universo HQ. Consultado em 17/05/2010. 
  29. Marcelo Naranjo (19/09/07). «Gibi de Ouro - Os Clássicos dos Quadrinhos». Universo HQ. Consultado em 17/05/2010. 
  30. Acessado em 20/09/10
  31. [http://www.universohq.com/materias/incrivel-trajetoria-da-editora-globo-esta-no-livro-um-mundo-de-impressoes/ A importância dos quadrinhos na trajetória de sucesso da Editora Globo
  32. Fantasma bem brasileiro
  33. Roberto Guedes. (2003). "Os Varios sósias de Tarzan". Stripmania 2. Opera Graphica. ISSN 1677-0862.
  34. Ota e Francisco Ucha (janeiro de 2011). "Jornal da ABI #362 - A Cronologia dos Quadrinhos - Parte 2
  35. Álbum do Fantasma – A Infância do Herói
  36. Thiago Rique. «Fantasma Pocket #1 e #2». Universo HQ. 
  37. «O Fantasma Especial». HQ Maniacs. 02/03/2007. 
  38. Marcelo Naranjo (06/08/2003). «Fantagor é o novo mangá da Opera Graphica». Universo HQ. 
  39. Alexandre Lancaster. «Reformular Para Não Morrer! - Parte 1». Anime Pró. 
  40. Alexandre Lancaster. «Reformular Para Não Morrer! - Parte 2». Anime Pró. 
  41. Érico Assis (08 de Junho de 2009). «Último livro da Opera Graphica é dedicado ao personagem Fantasma». Omelete. 
  42. Carlos Costa sobre o lançamento (17/08/2010). «Flash Gordon chega ao Brasil por nova editora». HQManiacs. 
  43. Marcelo Naranjo (31/05/2011). «Editorial Kalaco lança álbum com o casamento do Fantasma». Universo HQ. 
  44. Fernando Viti (20 de setembro de 2013). «O Fantasma – Piratas do céu – Saga completa». Universo HQ. 
  45. Marcelo Naranjo (4 de Abril de 2014). «Novo volume com os clássicos do Fantasma está nas bancas». Universo HQ. 
  46. Checklist de Abril de 2016
  47. a b Lawrence F. Lowery (2007). The golden age of Big Little Books Educational Research and Applications LLC [S.l.] 9780976272489. 
  48. Home / Matérias / Dos quadrinhos para os livros: quando os super-heróis invadem a literaturaDos quadrinhos para os livros: quando os super-heróis invadem a literatura
  49. Mattos, A. C. Gomes de. (1984). "". Cinemin (9): 44-45. Rio de Janeiro: EBAL.
  50. Harmon, Jim; Donald F. Glut. «10. The Long-Underwear Boys "You've Met Me, Now Meet My Fist!"». The Great Movie Serials: Their Sound and Fury Routledge [S.l.] pp. 270–271. ISBN 978-0-7130-0097-9. 
  51. Émerson Vasconcelos (08/04/2009). «Divulgado elenco da minissérie do Fantasma». HQManiacs. 
  52. a b David Hughes (2012). Comic Book Movies - Virgin Film Random House [S.l.] 9781448132799. 
  53. Marcus Ramone (17/11/2015). «Defensores da Terra: Fantasma, Mandrake e Flash Gordon em 2015». Universo HQ. 
  54. Leonardo Porto Passos (29/11/2013). «Review - DVD: O 22º Herdeiro». HQManiacs. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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