Flash Gordon

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Flash Gordon
Poster - Flash Gordon (Chapter 13, Rocketing to Earth) 01.jpg

Poster do seriado Flash Gordon, estrelado por Buster Crabbe (1936)
Dados da publicação
Publicado por King Features Syndicate
Primeira aparição 7 de Janeiro de 1934
Criado por Alex Raymond
Características do personagem
Alter ego Steven Gordon
Afiliações Dale Arden (interesse amoroso),
Dr. Hans Zarkov (cientista)
Defensores da Terra
Inimigos Ming, o impiedoso
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada


Flash Gordon é o herói de uma tira de jornal de aventura e ficção científica originalmente desenhada por Alex Raymond. Publicada pela primeira vez em 07 de janeiro de 1934, a tira foi criada para competir com outra tira de aventura, Buck Rogers.[1] [2]



Origens[editar | editar código-fonte]

Buck Rogers maneja por controle remoto uma esfera flutuante em Amazing Stories, volume 3, número 12. (março de 1929)
Buck Rogers maneja por controle remoto uma esfera flutuante em Amazing Stories, volume 3, número 12. (março de 1929)
John Carter na capa da edição de 1917 do romance A Princess of Mars
John Carter na capa da edição de 1917 do romance A Princess of Mars
Com o sucesso das tiras de Buck Rogers, a King Features Syndicate planejou adaptar John Carter de Edgar Rice Burroughs, após uma negociação mal sucedida, coube a Alex Raymond criar uma nova série.

A tira de Buck Rogers tinha sido muito bem sucedida comercialmente, gerando diversos produtos licenciados.[3] Sabendo disso, a King Features Syndicate decidiu publicar a sua história em quadrinhos de ficção científica. Inicialmente, a King Features tentou comprar os direitos das histórias de John Carter de Marte da série literária Barsoom de Edgar Rice Burroughs, também conhecido por Tarzan, personagem que já havia se tornado tira de jornal em 1928; no entanto, o syndicate não conseguiu chegar a um acordo com Burroughs, com isso, a King Features escalou Alex Raymond, um dos seus ilustradores contratados, para criar uma nova história.[2] [3] Raymond se inspirou em outro romance de ficção científica When Worlds Collide de Philip Wylie e Edwin Balmer de 1933, onde há um planeta órfão que entra em rota de colisão com o Planeta Terra, e um herói atlético, sua namorada, e um cientista viajar para um novo planeta usando um foguete espacial.[4]


As primeiras amostras de Raymond foram rejeitados por não conter sequências de ação suficientes. Raymond reformulou a história e enviado de volta para o sindycate, que a aprovou. Raymond firmou uma parceria com o ghost writer com Don Moore (1904-1986), um escritor e editor experiente. As primeiras histórias de Flash Gordon por Raymond foram publicada a partir de janeiro de 1934, ao lado de Jim das Selvas. A tira de Flash Gordon foi bem recebido pelos leitores de jornais, tornando-se uma das mais populares histórias em quadrinhos americanas da década de 1930.[2] [3]


Sinopse[editar | editar código-fonte]

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A história girava em torno das aventuras de Flash Gordon, cujo nome batizava a série, e seus acompanhantes, Dr. Hans Zarkov e Dale Arden. A história começa com o Dr. Zarkov inventando um foguete, no qual os três fazem uma viagem ao planeta Mongo, onde naufragam. Mongo é habitado por várias culturas diferentes, algumas tecnologicamente avançadas, que têm caído uma a uma sob o domínio do cruel tirano Ming, o Impiedoso.

Logo após sua chegada, os três terrestres fazem amizade com o príncipe Barin, herdeiro legítimo do trono usurpado por Ming. Ming baniu o príncipe e seus seguidores — incluindo a própria filha, Aura, noiva de Barin — para o reino florestal de Arboria. Flash, Dale e Zarkov juntam-se então à luta de Barin para recuperar o trono.

Cronologia original de publicação das tiras[editar | editar código-fonte]

Periodicidade Artista Duração
Dominical Alex Raymond 1934 - 1943
Diária Austin Briggs 1940 - 1944
Dominical Austin Briggs 1944 - 1948
Dominical Mac Raboy 1948 - 1967
Diária Dan Barry 1951 - 1990
Diária Harry Harrison (roteirista) 1958 - 1964
Dominical Dan Barry 1967 - 1990
Dominical e diária Ralph Reese, Bruce Jones e Gray Morrow 1990 - 1991
Dominical e diária Thomas Warkentin 1991 - 1992
Dominical Richard Bruning, Kevin VanHook e Thomas Warkentin 1992 - 1996
Dominical Jim Keefe 01/1996 - 03/2003

Cinema[editar | editar código-fonte]

Seriados[editar | editar código-fonte]

Foto promocional de Flash Gordon Conquers the Universe de 1940

Filme (1980)[editar | editar código-fonte]

Em 1980, o produtor Dino De Laurentiis lançou o longa-metragem "Flash Gordon", estrelado por Sam J. Jones no papel principal, Melody Anderson como Dale Arden, Chaim Topol como Dr. Zarkov, Max von Sydow como Ming, Timothy Dalton como príncipe Barin e Ornella Muti como Aura. Embora não tenha sido um sucesso de crítica, o filme ganhou certo destaque por sua trilha sonora, composta e interpretada pela banda Queen.

Ao longo dos anos, por seu estilo afetado, o filme ganhou o status de "cult" entre os fãs de ficção científica. Muitas de suas falas são cheias de duplos sentidos, e este senso de humor que o permeia contribuiu fortemente para a afeição coletiva que a lembrança do filme desperta. Um bom exemplo disto é o actor Brian Blessed, que até hoje ainda é lembrado pelo público britânico por seu papel de príncipe Vultan no filme, embora desde então ele tenha feito inúmeros outros trabalhos sérios em cinema, teatro e televisão.

Flesh Gordon (paródia)[editar | editar código-fonte]

Uma paródia semi-pornográfica intitulada Flesh Gordon foi lançada em 1972. Ela também transformou-se num "cult" e acabou gerando uma seqüência em 1989, Flesh Gordon Meets the Cosmic Cheerleaders.

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 2004, Stephen Sommers, diretor de Van Helsing e The Mummy, comprou os direitos de filmagem de Flash Gordon. Embora se houvesse falado num provável lançamento para o verão de 2007, até meados de 2006 nenhum nome havia ainda sido indicado para compor o elenco da produção. No Filme Ted, de 2012, a personagem Mark Wahlberg (John Bennett) e seu ursinho animado (que tem a voz do ator Seth MacFarlane) são fãs declarados do filme Flash Gordon, dos anos 1980. O longa conta a participação de Sam J. Jones, ator que interpretou o herói no filme original.

Televisão[editar | editar código-fonte]

Séries[editar | editar código-fonte]

Steve Holland estrelou entre 1954-1955 a série de TV Flash Gordon, que durou 39 episódios. A série ostentava o diferencial de ter sido filmada em Berlim Ocidental, menos de uma década depois do fim da II Guerra Mundial. Foi remontado como filme em 1957.

Em 2007, o canal americano Sci-Fi Channel exibiu a série "Flash Gordon", estrelada pelo ator Eric Johnson. A primeira temporada foi ao ar em 10 de agosto e teve ao todo 22 episódios, sendo cancelada em seguida. Na trama, Steven Gordon é um jovem marcado por uma tragédia familiar: a morte de seu pai num estranho incêndio em um laboratório, que ocorrera quando o herói tinha apenas 13 anos. Passados alguns anos, Steven descobre que o incêndio tem relação com um objeto vindo do espaço. Com a ajuda de seus amigos Dale Arden (Gina Holden) e o cientista Hans Zarlov (Jody Racicot), Flash descobre que o acidente está ligado ao ditador intergaláctico Ming (John Ralston), que deseja destruir toda a humanidade.

Desenhos Animados[editar | editar código-fonte]

Em 1979, a Filmation produziu uma série em desenho animado baseada nas histórias em quadrinhos ("The New Adventures of Flash Gordon"), e sua primeira temporada é lembrada como um dos melhores trabalhos do estúdio. Embora esta série tenha sido lançada primeiro, o filme para TV Flash Gordon, the Greatest Adventure of Them All, foi produzido antes.

Em 1986, o desenho animado Defensores da Terra mostrou Flash em ação com seus colegas do King Features Syndicate, Fantasma e Mandrake. Em 1996, a Hearst Entertainment apresentou uma nova série de Flash Gordon em desenho animado, onde vários conceitos básicos do personagem e seu universo foram revistos (por exemplo, Flash e Dale são dois adolescentes, Barin possui uma aparência hispânica, e Ming e Aura pertencem agora a uma raça de reptilóides).

Em 1996, A Hearst Entertainment estreou uma série animada Flash Gordon. Nesta versão, Alex "Flash" Gordon e Dale Arden são skaitistas adolescentes, que ficam presas em Mongo depois impedir Ming de invadir a Terra.[6]


Rádio[editar | editar código-fonte]

Em 1935, as tiras de quadrinhos foram adaptadas para a série radiofônica The Amazing Interplanetary Adventures of Flash Gordon, que durou 26 episódios e seguiu com bastante fidelidade a versão impressa, exceto pelos dois últimos episódios, onde Flash e seus amigos encontram Jim das Selvas, outro personagem de Alex Raymond.

Aparentemente, uma segunda série intitulada The Further Interplanetary Adventures of Flash Gordan foi ao ar em 1936.

Revistas em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Através dos anos, vários editores lançaram HQs de Flash Gordon baseadas nas tiras clássicas.

  • David McKay Publications, King Comics: #60-120, 132, 148 (1941-48)
  • Dell Comics, Four Color Comics: #10, 84, 173, 190, 204, 247, 424, 512; Flash Gordon #2 (1945-53)
  • Harvey Comics #1-5 (1950)
  • Gold Key Comics #1 (1965)
  • King Comics #1-11 (1966-67)
  • Charlton Comics #12-18 (1969-70)
  • Gold Key Comics #19-37 (1978-79)

Além dos títulos próprios, estas companhias podem ter publicado tiras de Flash Gordon em outros títulos de sua propriedade.

Em 1988, a DC Comics produziu uma versão modernizada dos quadrinhos. Ela apresentava Flash como um jogador de basquete que encontra um novo propósito de vida em Mongo, o qual não representa uma ameaça para a Terra. Dale é uma repórter aventureira, tão capaz quanto Flash, e Ming tem pele cinzenta e não é mais um estereótipo asiático. A série durou os nove números planejados e foi deixada com um final em aberto, provavelmente na esperança de que se tornasse popular o suficiente para justificar sua publicação regular.

Em 1995, a Marvel Comics lançou uma série em duas edições com arte de Al Williamson, no estilo das HQs de Flash que ele havia feito para a King e outros.


Uma nova série de quadrinhos foi anunciada pela Ardden Entertainment em agosto de 2008, contudo, ela acabou tendo um atraso[7] e uma periodicidade irregular.

A série foi escrita por Brendan Deneen e Paul Green e estreou em 2008, com o primeiro arco intitulado "The Mercy Wars". O arco inicial história concluído em meados de 2009 com uma porta aberta para um novo arco, "Invasion of the Sword Red", lançado em 2010.[8] Estes foram seguidos por mais histórias. Ardden também publicou uma antologia Flash Gordon intitulada em comemoração aos 75 anos do personagem com histórias dos escritores Joe Casey, Tom DeFalco, J.M. DeMatteis, Brendan Deneen, Jim Krueger, Denny O´Neill, e Len Wein e dos desenhistas Mike Cavallaro, Pedro Delgado, Paul Green, Shanth Enjeti, Shawn McManus, Omaha Perez, e Joe Staton.[9] Em 2011, a Dynamite Entertainment começou uma nova série chamada Flash Gordon: Zeitgeist. A série foi escrita por Eric Trautmann e ilustrada por Daniel Lindro, a partir de uma história e concepts de Alex Ross.[10]



A editora também produziu uma minissérie spin-off: Merciless: The Rise of Ming, em 2012, com história e arte de Scott Beatty e Ron Adrian.[11]

Na sequência veio uma minissérie de crossover chamada King's Watch (onde, assim como na série animada como em Defensores da Terra, Flash Gordon se une com Mandrake e O Fantasma) . A Dynamite lançou uma nova série em 2014, com história e arte de Jeff Parker e Evan "Doc" Shaner.[12] Em 2015, publicou outra minissérie como parte da série "King" . Esta série foi escrita por Ben Acker e Ben Blacker e ilustrado por Lee Ferguson.[13]


Flash Gordon Strange Adventure Magazine[editar | editar código-fonte]

Em 1936, foi publicado o primeiro e único número de uma pretendida série de "pulps" intitulado Flash Gordon Strange Adventure Magazine. O romance ali publicado, intitulado The Masters of Mars, foi escrito pelo desconhecido James Edison Northford e se baseava mais ou menos nas tiras em quadrinhos, aproveitando ilustrações remanescentes de Alex Raymond. Na quarta capa, prometia-se um segundo episódio intitulado The Sun Men of Saturn, o qual, realmente, nunca foi impresso.[14]

Visto que a série não decolou, o único número de Flash Gordon Strange Adventure Magazine tornou-se objeto de cobiça para colecionadores de revistas "pulp".

Romances[editar | editar código-fonte]

O primeiro romance baseado nas tiras, Flash Gordon in the Caverns of Mongo, foi publicado em 1936 por Grosset & Dunlap. O autor creditado foi Alex Raymond. Como a revista "pulp" lançada no mesmo ano, ele não obteve sucesso em iniciar uma série.

Em 1973, a Avon Books lançou uma série em seis volumes de romances de Flash Gordon para adultos: The Lion Men of Mongo, The Plague of Sound, The Space Circus, The Time Trap of Ming XIII, The Witch Queen of Mongo e The War of the Cybernauts.

Em 1980, a editora Temp também lançou uma série em seis volumes: Massacre in the 22nd Century, War of the Citadels, Crisis on Citadel II, Forces from the Federation, Citadels under Attack e Citadels on Earth.

Fonte de inspiração[editar | editar código-fonte]

Em sua juventude, George Lucas foi fã dos seriados de Flash Gordon e tencionava adaptá-los para a tela como uma espécie de mito modernizado. Todavia, Dino De Laurentiis que detinha os direitos de filmagem, não se interessou pela interpretação de Lucas e então este resolveu escrever Star Wars, a qual se baseou livremente nos seriados.,[15] Lucas descobriu que o criador de Flash Gordon havia se inspirado em John Carter de Marte, herói da série literária Barsoom de [[Edgar A seqüência de abertura com um texto explicativo que se enrola, vista nos episódios de Flash Gordon Conquers the Universe, tornou-se a agora famosa abertura do texto que rola rumo ao infinito, no início de cada episódio de "Star Wars". Flash Gordon e Dale Arden não inspiraram somente Luke Skywalker e a Princesa Leia, mas também seus pais, Anakin Skywalker e Padmé Amidala.[16] [17]

A besta de montaria conhecida como Tauntaun e que aparece no episódio V ("O Império Contra-Ataca"), foi diretamente inspirada numa criatura similar do mundo de gelo da princesa Aura.

Reimpressões (Estados Unidos)[editar | editar código-fonte]

As tiras dominicais de Alex Raymond têm sido reimpressas por várias editoras, particularmente Nostalgia Press, Kitchen Sink Press e Checker Book Publishing Group. As versões da Kitchen Sink e Checker são em cores, enquanto as da Nostalgia são em preto e branco. As tiras dominicais de Mac Raboy têm sido reimpressas pela Dark Horse Comics. As tiras diárias de Dan Barry nunca foram inteiramente reimpressas, mas os primeiros anos foram publicados pela Kitchen Sink e as histórias escritas por Harry Harrison foram reimpressas pela Comics Revue da Manuscript Press. A Tempo Books publicou seis brochuras contendo tiras dos anos 1970 e 1980. Algumas das tiras diárias de Austin Briggs foram reimpressas pela Kitchen Sink.

Cronologia de Flash Gordon no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, o primeiro capítulo (ou "prancha dominical") de Flash Gordon no Planeta Mongo foi publicado no nº 3 do Suplemento Infantil do jornal A Nação, do Rio de Janeiro, em 28 de Março de 1934 (a partir do nº 15, o Suplemento passou a circular de forma independente com o título de Suplemento Juvenil). Depois de mais de 80 capítulos publicados em página dupla no Suplemento, em 1937 decidiu-se pela publicação de um álbum de luxo, contendo as primeiras 60 pranchas[18] , do qual foram impressas três tiragens de 5000 exemplares, vendidos com absoluto êxito. A Ebal de Adolfo Aizen (fundador do Suplemento Juvenil) publicou uma edição comemorativa dos 40 anos do lançamento do personagem, em 1973, republicando o álbum de 1937 mas com uma nova capa feita pelo mesmo artista, A.Monteiro Filho. Essa nova capa teve um fundo azul,enquanto a original era vermelha [19] . Em 1987, a Ebal republicou novamente a edição de 1937, em comemoração aos 50 anos da histórica edição.

  • Em 1973, a EBAL de Adolfo Aizen (criador do Suplement Juvenil) publica uma edição especial de Flash Gordon no Planeta Mongo.[18]
  • Em 1974, a Ebal lança outro volume especial com o título "Flash Gordon no Reino das Cavernas", com a republicação das tiras dominicais anteriormente lançadas no Suplemento Juvenil (do número 77 de 4/6/35 até o número 232, de 9/6/36, e que sairam às terças-feiras).
  • Em 2003, foi anunciada pela seria a editora Opera Graphica um álbum nos moldes dos produzidos pela EBAL[21] , entretanto acabou não se realizando, em 2010 o álbum foi publicado pela Editorial Kalaco (pertencente ao jornalista Franco de Rosa, ex-proprietário da Opera Graphica)[22] [23]

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. Peter Nicholls, John Brosnan, John Platt, Gary Westfahl and John Stevenson. "Flash Gordon". in The Encyclopedia of Science Fiction
  2. a b c Peter Poplaski, "Introduction" to Flash Gordon Volume One: Mongo, the Planet of Doom by Alex Raymond,edited by Al Williamson.Princeton, Wisconsin. Kitchen Sink Press, 1990. ISBN 0878161147 (6 p.)
  3. a b c Doug Murray, "Birth of a Legend", in Alex Raymond and Don Moore, Flash Gordon : On the Planet Mongo: Sundays 1934-37. London : Titan Books, 2012.ISBN 9780857681546 (10-15 p.).
  4. "Raymond levou a premissa básica de Philip Wylie do When Worlds Collide, que estava sendo reproduzida na revista Blue Book naquela época, e é usado como ponto de partida para a aventura". Al Williamson e Peter Poplaski, "Introdução" para Alex Raymond, Flash Gordon:Mongo, the Planet of Doom. Princeton, Wis. : Kitchen Sink Press. 1990. ISBN 0878161147 (p. 5).
  5. a b Mattos, A. C. Gomes de. Cinemin 6. [S.l.]: Rio de Janeiro: EBAL. 26-27 p.
  6. Marsha Ann Tate,Canadian Television Programming Made for the United States Market: A History with Production and Broadcast Data. Jefferson, N.C. : McFarland, 2007. ISBN 9780786427451 (189 p.)
  7. Willian Matos (28/05/2010). Flash Gordon atrasa por problemas de impressão HQManiacs.
  8. Leandro Damasceno (28/05/2010). Ardden continua a publicação de Flash Gordon HQManiacs.
  9. Willian Matos (13/01/2009). Álbum comemora os 75 anos de Flash Gordon HQManiacs.
  10. Albert Ching (25/08/2011). Dynamite Reveals FLASH GORDON Plans, Alex Ross On Board Newsarama.
  11. press release (12/01/2012). Dynamite Announces "Merciless: The Rise of Ming Comic Book Resources.
  12. Thiago Colás (21/01/2014). Flash Gordon retorna pela Dynamite HQManiacs.
  13. KING: Five New Dynamite Launches of Classic Characters - Prince Valiant, Flash Gordon, More Newsarama (08/10/2014).
  14. Everett Franklin Bleiler, Richard Bleiler. In: Kent State University Press. Science-fiction: the Gernsback years : a complete coverage of the genre magazines ... from 1926 through 1936. [S.l.: s.n.]. 576 p. ISBN 0873386043, 9780873386043
  15. Marcus Ramone (27/04/2015). Flash Gordon: 35 anos de um cult (trash) movie Universo HQ.
  16. http://www.moongadget.com/origins/flash.html
  17. http://www.straightdope.com/columns/read/1578/was-star-wars-based-on-flash-gordon
  18. a b c d e f Flash Gordon no Planeta Mongo Universo HQ. Visitado em 19/05/2010.
  19. Universohq Acessado em 15-12-12
  20. Athos Eichler Cardoso. A Idade de Ouro dos Quadrinhos no Brasil1 Universidade de Brasília/Intercom.
  21. Marcelo Naranjo (30/04/2003). Flash Gordon, de Alex Raymond, voltará as livrarias Universo HQ.
  22. Carlos Costa sobre release (17/08/2010). Flash Gordon chega ao Brasil por nova editora HQManiacs.
  23. Marcelo Naranjo (09/08/2010). Álbum de Flash Gordon será lançado na Bienal do Livro Universo HQ.
Bibliografia
  • MATTOS, A. C. Gomes de. Os Grandes Seriados do Cinema: O Rei dos Seriados. [S.l.: s.n.], 1983. ISBN Cinemin 6
  • SILVA, Diamantino da. Quadrinhos dourados: a história dos suplementos no Brasil. São Paulo, SP:Opera Graphica, 2003. ISBN 8589961109

Ligações externas[editar | editar código-fonte]