Uma Aventura no Tempo

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Turma da Mônica em
Uma Aventura no Tempo
Pôster promocional
 Brasil
2007 •  cor •  80 min 
Direção Mauricio de Sousa
Codireção Clewerson Saremba
Rodrigo Gava
André Passos
Produção Diler Trindade
Coprodução Wilson Borges
Produção executiva Telmo Maia
Roteiro Didi Oliveira
Emerson Bernardo de Abreu
Flavio de Souza
História Airon Barreto de Lacerda
Marcelo Barreto de Lacerda
Elisabeth Mendes
Baseado em Turma da Mônica,
de Mauricio de Sousa
Elenco Marli Bortoletto
Angélica Santos
Paulo Cavalcante
Elza Gonçalves
Sibele Toledo
Bianca Rinaldi
Mauricio de Sousa
Género animação, comédia, infantil, aventura
Música Márcio Araújo
Danilo Adriano
Direção de arte Silvio Ribeiro
Edição João Paulo Carvalho
Rafael Gomes
Companhia(s) produtora(s) Diler & Associados
Miravista Pictures
Labocine Digital
Mauricio de Sousa Produções
Distribuição Buena Vista International
Lançamento 16 de fevereiro de 2007
Idioma português
Orçamento R$ 7 060 000
Receita US$ 2 186 657
Cronologia
Cine Gibi 2 - O Filme (2005)
Cine Gibi 3 - Planos Infalíveis (2008)

Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo é um filme de animação brasileiro de 2007 dirigido por Mauricio de Sousa e escrito por Didi Oliveira, Emerson Bernardo de Abreu e Flavio de Souza. É o décimo segundo filme baseado nos personagens das revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, sendo o quarto feito para os cinemas. A história é sobre uma máquina do tempo criada por Franjinha que Mônica acidentalmente quebra com seu coelho de pelúcia Sansão, fazendo com que ela, Cebolinha, Cascão, Magali e Bidu partam em busca de quatro elementos que ficaram perdidos em épocas diferentes.

A ideia para um filme de aventura no tempo era antiga, de acordo com Mauricio. Ele fez uma parceria "muito produtiva" com a Diler & Associados, Miravista Pictures, Labocine Digital e Buena Vista International. Após trabalhar nos roteiros em São Paulo, a equipe foi para o Rio de Janeiro trabalhar com a animação, junto com a Labocine. As vozes foram gravadas antes da animação. O filme foi produzido em dez a doze meses e o orçamento foi de mais de sete milhões de reais.

O primeiro trailer do filme foi publicado em abril de 2006, época em que foi anunciado o lançamento para dezembro e, mais tarde, para janeiro de 2007, mas o filme foi adiado. Após o lançamento de um álbum de figurinhas e uma pré-estreia, o filme foi lançado oficialmente no dia 16 de fevereiro de 2007. Faturando mais de dois milhões de dólares e sendo assistido por mais de 600 mil espectadores nos cinemas, teve recepção positiva da crítica, já sendo citado como o melhor filme de Mauricio de Sousa e um dos melhores de 2007 no Brasil.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Cebolinha, Mônica, Magali e Cascão antes de entrarem na máquina do tempo em busca dos elementos perdidos

Franjinha está construindo uma máquina do tempo, que funciona ao reunir as moléculas dos quatro elementos básicos da natureza: ar, água, fogo e terra. Todavia, seu laboratório é invadido por Cebolinha e Cascão, que estavam fugindo da Mônica. Mônica atira seu coelho de pelúcia Sansão em direção aos dois, mas acaba atingindo a máquina. Assim, os elementos são enviados para épocas distintas, e fazem com que o tempo na Terra fique cada vez mais devagar, forçando Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e o cachorro Bidu a partir em busca dos elementos perdidos, usando a própria máquina de Franjinha.[1] Cebolinha vai para o espaço buscar o elemento ar, Cascão vai para o Brasil colônia buscar o elemento água, Mônica vai para a pré-história buscar o elemento fogo e Magali volta para a época quando todos da turma ainda eram bebês para buscar o elemento terra.[2]

Elenco[editar | editar código-fonte]

A seguir apresenta-se o elenco de Uma Aventura no Tempo, na ordem dos créditos.[3]

Antecedentes e produção[editar | editar código-fonte]

De acordo com Mauricio de Sousa, diretor do filme, a ideia de uma aventura no tempo era antiga. Ele declarou: "Há anos eu queria misturar os personagens e suas famílias e colocá-los numa aventura diferente na telona." A equipe de Mauricio começou a se reunir em seus estúdios em São Paulo, escrevendo e reescrevendo diversas vezes o roteiro,[4] no qual trabalharam "muito" antes de iniciar a produção do filme em si,[2] e também fizeram os cenários.[5] A música, os arranjos e a criação do som foram feitos nesses estúdios. Mauricio declarou: "As músicas [...] criaram um pacote sonoro não visto em nenhum filme nosso. O público vai ser envolvido pelo som."[4]

Tentei um estúdio em Xangai e os personagens voltaram com cara de Mickey Mouse, pois Disney é a referência deles. Com esses meninos brasileiros [Labocine], não preciso explicar nada, porque falamos das mesmas coisas.

—Mauricio de Sousa ao Tribuna da Imprensa em abril de 2006[6]

Uma Aventura no Tempo foi gravado na Mauricio de Sousa Produções.[3] Para o filme, Mauricio fez uma parceria "muito produtiva" com a Diler & Associados, Miravista Pictures, Labocine Digital e Buena Vista International.[4] Segundo ele, as parcerias mudaram "tudo": "Somado, tudo transformou a história em cinema de verdade. Os jovens com quem trabalhamos cresceram lendo a Turma da Mônica.[a] Eles sabiam tudo sobre os personagens [...] Sem contar a direção de arte, o roteiro, os efeitos visuais. Desta vez, está tudo diferente."[2] A idade média dos desenhistas da Labocine era de 25 anos, sendo que a grande maioria era autodidata.[6] Segundo Mauricio, ele ficou tão impressionado com o trabalho inicial da empresa que desenhou cada personagem agradecendo.[6]

O Tribuna da Imprensa publicou em 16 de abril de 2006 que o orçamento era de 6,8 milhões de reais, sendo 1,7 só para o lançamento e 3 milhões obtidos da Buena Vista.[6] Em 20 de janeiro de 2007, o Correio Braziliense publicou que o orçamento do filme foi de 7,06 milhões de reais, sendo que 6,265 milhões foram obtidos pela Diler & Associados.[7] O filme teve apoio da Lei Rouanet[6] e ficou em produção por dez a doze meses;[2][5][6] um recorde, segundo Mauricio: "Mesmo nos Estados Unidos, levam-se dois ou três anos para se fazer um longa de animação".[6]

Animação e cenários[editar | editar código-fonte]

Esboço de uma cena do filme

Após o trabalho feito nos estúdios de São Paulo, a equipe foi para o Rio de Janeiro trabalhar com a Labocine que, em geral, ficou encarregada da animação, computação gráfica e pós-produção. A primeira etapa foi a produção de um avant trailer, que "é a primeira vez que se começa um trabalho pela parte final, que é a divulgação dele", mas essa estratégia foi "muito bem-vinda", pois serviu para que os 62[b] desenhistas exercitassem o traço de Mauricio. No estúdio, era feito primeiramente um layout a partir do roteiro, e do storyboard um layout das ambientações do filme. Era feito um estudo à lápis, uma "arte final simplificada", que depois era escaneada e feito um estudo de cor no computador. Inicialmente, não eram todos os cenários que eram desenhados, mas sim apenas "o geral". Depois, a Labocine, com esse material, montava os cenários definitivamente e, por fim, mandava a composição final para o estúdio, para aprovação. Este era o último processo do estúdio: quando a animação e o cenário estavam prontos, os dois eram juntados, aplicando correção de cor, sombra e outros tipos de efeitos especiais.[5]

Vozes[editar | editar código-fonte]

As vozes foram gravadas antes das animações em si, o que foi destacado por Marcio Araujo, responsável pela música, como importante devido ao timing das vozes com a animação. Marli Bortoletto, a voz de Mônica, disse no making of do filme que, apesar da estratégia ser boa por "dar oportunidade para criar", não se sabia se essa era intenção original do roteirista. Elza Gonçalves, a voz de Magali, concordou. Bianca Rinaldi, a voz de Cabeleira Negra, disse que estava muito apreensiva e nervosa, pois era sua primeira vez dando vida a um personagem já existente, sendo que, em outros trabalhos, o personagem era visto apenas no final.[5] Quando o processo de dublagem foi iniciado, Mauricio e sua equipe acharam que este estava "sem dinamismo".[2] Então, eles chamaram os dubladores para o estúdio, pedindo para que eles "recheassem o filme de cacos",[2][5] "inventando piadinhas",[5] como uma forma de dar frescor ao diálogo.[2] De acordo com Mauricio, esta estratégia "criou um novo ritmo, que os animadores adoraram seguir", deixando o filme mais dinâmico e mais moderno.[5]

Música[editar | editar código-fonte]

Uma Aventura no Tempo contou com os compositores Carol Camanho, Gabriel Rocha, Gustavo Toledo, Heverton Lustosa, Jansen Raveira, Leonardo Mateus e Marcelo Penna, além de composição adicional de Daniela Serpa e Eduardo Pacheco. Marcio Araujo ficou responsável pela direção musical, músicas (com Danilo Adriano), arranjos e execução (com Marcelo Souza). Quatro músicas, todas editadas pela Sônica Editora Musical Ltda., estão presentes no filme:[3]

  • "Máquina do Tempo", com 9 Volts;
  • "Triste Floresta", com "Bandinha da Turma";
  • "Uma Aventura no Tempo", com "Bandinha da Turma" e 9 Volts;
  • "Cabeleira Negra", com Bianca Rinaldi.

A penúltima conta com um clipe que é reproduzido nos créditos do filme, dirigido por Clewerson Saremba e Rodrigo Gava.[3]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Em 7 de julho de 2004, em uma matéria sobre o Cine Gibi (2004), o Correio Braziliense publicou: "Para 2005, a novidade é um longa em que a Turma da Mônica viaja no tempo".[8] No dia 17 de novembro de 2005, o Tribuna da Imprensa publicou que o filme estava previsto para ser lançado em dezembro do ano seguinte, notando: "precisa produzir primeiro, porque dinheiro já tem [...] custará R$ 6 milhões".[9] No dia 13 de abril do ano seguinte, um trailer para o filme foi publicado.[10] Três dias depois, o Correio Braziliense publicou uma notícia dizendo que o trailer do filme já estava sendo exibido nos cinemas,[11] o que também foi dito pela Tribuna da Imprensa no mesmo dia,[6] e repetiu a afirmação de que o filme seria lançado em dezembro.[11] O Tribuna da Imprensa também relatou que o filme seria exibido na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha.[6]

Em 24 de julho e 21 de setembro de 2006, o Jornal do Commercio e o Tribuna da Imprensa, respectivamente, disseram que o filme estava previsto para ser lançado em janeiro do ano posterior.[12][13] Entretanto, as previsões não ocorreram. Em janeiro de 2007, foi lançado um site oficial baseado em Flash, contando com sinopse, trailer, papéis de parede, protetores de tela e emoticons do filme.[14] Foi feita uma promoção com o Correio Braziliense para ganhar um álbum de figurinhas do filme, bem como quatro figurinhas deste, nos dias 3 e 4 de fevereiro de 2007.[15]

Uma Aventura no Tempo teve pré-estreia em 10 de fevereiro, no cinema Embracine do shopping center Casapark. Aqueles que apresentassem o "cartão VIP" do Correio Braziliense ganhariam um ingresso para duas pessoas.[16] O filme foi lançado oficialmente nos cinemas em 16 de fevereiro.[4][2] Um DVD do filme contendo seu making of, três jogos, galerias, imagens de esboços e storyboards, clipes das músicas, uma entrevista ao Zapping Zone, trailers e material DVD-ROM com seis jogos, seis papéis de parede e um protetor de tela foi lançado em 4 de julho de 2007. Nele, o filme conta com legendas em português, espanhol e inglês, além de closed captions e língua brasileira de sinais.[17] Uma Aventura no Tempo foi exibido na TV Globo no dia 2 de outubro de 2010.[18] O filme foi lançado na Netflix pela primeira vez em outubro de 2012.[19] Foi mostrado no projeto Cine Pipoca da Biblioteca Pública do Paraná nos dias 11 e 18 de setembro de 2019.[20]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria e vendas[editar | editar código-fonte]

Até o início de março, o filme já tinha gerado um milhão de dólares[21] e, até o dia 18, tinha atraído 425 014 espectadores.[22] No total, o filme faturou 2 186 657 dólares internacionalmente,[21] e vendeu mais de 530 mil ingressos.[23] O Correio Braziliense disse em 2014 que o filme somou mais de 600 mil espectadores.[24] A Agência Nacional do Cinema (Ancine) informou em 2015 que mais de 51 mil cópias em DVD foram vendidas.[25]

Crítica[editar | editar código-fonte]

Um colaborador da Folha de S.Paulo escreveu que o longa de Mauricio de Sousa "é sem dúvida o melhor de todos. E em todos os sentidos." Ele notou que a "tradicional deficiência" dos filmes anteriores era "a fragilidade do roteiro", mas que foi resolvida em Uma Aventura no Tempo pois, apesar da "estrutura fragmentada", "o roteiro resolve bem o fôlego curto das tramas ao enviar cada personagem a um tempo específico". Ele elogiou a articulação simultânea das tramas, que poderia ser entendida até por crianças menores. Por fim, ele elogiou a trilha sonora e as boas mensagens passadas pelo filme.[26]

Fábio Yabu, escrevendo para o Omelete, disse que Uma Aventura no Tempo era uma prova de que o setor da produção nacional estava amadurecendo, e que "A nova produção supera o calcanhar de aquiles das animações recentes da turma, o roteiro, e alia uma história esperta a uma excelente animação." Ao contrário da primeira crítica, Fábio disse que "a trama exige um pouco mais das crianças menores, mas em compensação deve satisfazer e muito as mais velhas." Ele criticou algumas partes do filme, como os cenários que, por vezes, "são tão coloridos e detalhados que acabam chamando mais atenção do que deveriam, ofuscando os astros principais". Fábio também criticou "alguns problemas de ritmo", dizendo que a personagem Mônica aparece muito mais que os outros personagens.[27]

Pedro Paulo Rezende, ao Correio Braziliense, criticou que o filme era apresentado como "uma mistura perfeita de animação 2D com tecnologia 3D", dizendo que "o traço inequívoco da Turma da Mônica aparece chapado, sem volume". Apesar disso, ele elogiou o roteiro, que "mescla de forma inteligente várias histórias", permitindo um dinamismo que impedia o filme de ser entediante.[28] O site CinePOP incluiu Uma Aventura no Tempo em sua lista restrospectiva de 2007, dizendo que o filme era um dos melhores do cinema nacional do ano.[29] Sobre o DVD, Robson Candêo, do site DVD Magazine, disse que "A imagem está perfeita, bem nítida e sem compressão aparente." Ele também disse que o som "está ótimo, bem distribuído."[17]

Notas

  1. Clewerson Saremba, coordenador da equipe de desenhistas da Labocine, ao Tribuna da Imprensa, relatou:[6]
  2. O making of diz que foram 62 desenhistas.[5] O Tribuna da Imprensa diz que foram "64 animadores".[6]

Referências

  1. «Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo». AdoroCinema. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  2. a b c d e f g h «Turma da Mônica, o melhor filme de Mauricio de Sousa». Estadão. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2020 
  3. a b c d Créditos do filme Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo (2007).
  4. a b c d de Sousa, Mauricio (16 de fevereiro de 2006). «Maurício de Sousa comenta estréia de seu novo desenho». Planeta Tela (entrevista). Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2020 
  5. a b c d e f g h (DVD) Making of de Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo.
  6. a b c d e f g h i j k «Mônica conquista aventura milionária na telona». Tribuna da Imprensa. 17 páginas. 16 de abril de 2006. Consultado em 25 de março de 2021 
  7. «Turminha globalizada». Correio Braziliense: 1, 5 (Caderno C). 20 de janeiro de 2007. Consultado em 25 de março de 2021 
  8. «Um plano infalível». Correio Braziliense: 1 (Caderno C). 7 de julho de 2004. Consultado em 25 de maio de 2021 
  9. «Cebolinha - Vem aí...». Tribuna da Imprensa: 14. 17 de novembro de 2005. Consultado em 25 de março de 2021 
  10. «Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo». Tab (Universo Online). 13 de abril de 2006. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  11. a b «A superprodução da Mônica». Correio Braziliense: 5 (Caderno C). 16 de abril de 2006. Consultado em 25 de março de 2021 
  12. «Perdigão e Mônica: 18 anos juntos». Jornal do Commercio: 22. 24 de julho de 2006. Consultado em 25 de março de 2021 
  13. «Bate-rebate». Tribuna da Imprensa: 19. 21 de setembro de 2006. Consultado em 25 de março de 2021 
  14. «Visite o site oficial de Turma da Mônica em: Uma aventura no tempo». Universo HQ. 17 de janeiro de 2007. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  15. «Essa promoção é coisa de cinema!». Correio Braziliense: 13 (1.º Caderno). 2 de fevereiro de 2007. Consultado em 25 de março de 2021 
  16. «A Turma da Mônica- Uma Aventura no Tempo». Correio Braziliense: 3 (Caderno C). 8 de fevereiro de 2007. Consultado em 25 de março de 2021 
  17. a b «Resenha: Turma da Mônica – Uma Aventura no Tempo». DVD Magazine. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  18. «Turma da Mônica: Franjinha cria uma máquina do tempo neste sábado, 2». TV Globo. 1 de outubro de 2010. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  19. «Cine Pipoca exibe Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo». Agência Estadual de Notícias do Estado do Paraná. 9 de setembro de 2019. Consultado em 8 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2021 
  20. a b «Monica's Gang in an Adventure in Time». Box Office Mojo. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  21. «Bilheteria de Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo». AdoroCinema. Consultado em 8 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  22. Vinícius, Carlos (8 de fevereiro de 2008). «Ranking das bilheterias brasileiras 2007». Cineplayers. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  23. «Avanços brasileiros». Correio Braziliense: 3 (Diversão e Arte). 18 de março de 2014. Consultado em 25 de março de 2021 
  24. «Uma Aventura no Tempo». Cinemateca Brasileira. Consultado em 2 de outubro de 2021 
  25. «Crítica/"A Turma da Mônica em uma Aventura no Tempo": Animação valoriza humor antenado das tirinhas e resolve fôlego curto das tramas». Folha de S.Paulo. 16 de fevereiro de 2007. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  26. Yabu, Fábio (15 de fevereiro de 2007). «Turma da Mônica - Uma Aventura no Tempo». Omelete. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  27. «Gibi animado». Correio Braziliense: 4 (Pensar). 17 de fevereiro de 2007. Consultado em 25 de março de 2021 
  28. «RETROSPECTIVA 2007 – Os Melhores e Piores Filmes». CinePOP. 10 de abril de 2013. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 4 de junho de 2018 

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]