Indio da Costa

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Indio da Costa
Indio da Costa
Deputado federal pelo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Mandato 1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
Vereador do Rio de Janeiro Bandeira do Município do Rio de Janeiro.png
Mandato 19972006
Vida
Nascimento 20 de outubro de 1970 (43 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Dados pessoais
Partido PFL (1995-1999), PTB (1999-2001), PFL (2001-2007), DEM (2007-2011), PSD (2011 - )
Profissão Advogado e empresário
Website [1]
linkWP:PPO#Brasil

Antonio Pedro Indio da Costa (Rio de Janeiro, 20 de outubro de 1970) é empresário, advogado e político brasileiro fundador do PSD. Em 2010 foi o relator da Lei Ficha Limpa e candidato à vice-presidência do Brasil na chapa de José Serra.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Indio da Costa é secretário de esportes do Rio de Janeiro. Advogado pela Universidade Candido Mendes e pós-graduado em políticas públicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casado pela segunda vez, tem uma filha do primeiro casamento chamada Sofia. .[2]

Seu pai, Luiz Eduardo Indio da Costa é um premiado arquiteto [www.indiodacosta.com]. Sua mãe, Ana Maria Indio da Costa e sua irmã, Mariana Indio da Costa são decoradoras, sua irmã Gaby Indio da Costa tem uma galeria de Artes, seu irmão, Guto Indio da Costa é um reconhecido designer. Indio escreveu dois livros A Reforma do Poder, livro no qual relata sua experiência na Administração Pública na cidade do Rio de Janeiro e o livro "Administração no Século XXI, Foco no Cidadão" onde defende a tese que o Estado deve reduzir sua burocracia e focar no cidadão. Também tocou bateria numa banda de rock e é empresário, sócio da empresa Baqueta Investimentos Imobiliários e Participações.[3]

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Indio entrou na política em 1992 quando mobilizou a juventude carioca na campanha do candidato Cesar Maia a prefeito do Rio. Em 1995 filiou-se ao PFL e participou do governo de Cesar Maia na prefeitura do Rio de Janeiro. Foi também vereador no Rio de Janeiro entre 1997 e 2007. Após passagem pelo PTB entre 1999 e 2001, retornou ao PFL, e participou da sua transição para Democratas (DEM). Em 2011, participou da fundação do novo Partido Social Democrático, liderado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Indio da Costa foi acusado, numa CPI da Câmara Municipal, de defender um cartel na compra de merendas de escolas públicas. A relatora da CPI foi a vereadora carioca Andrea Gouvêia Vieira. O Tribunal de Contas do Município do Rio e o Ministério Público Estadual fluminense concluíram que há irregularidades latentes. [4] Indio da Costa assumiu a Secretaria Municipal de Administração da cidade em dois períodos: de agosto de 2001 a abril de 2003 e de janeiro de 2005 a abril de 2006.[5] Em 2000, ele acompanhou a campanha de Michael Bloomberg à prefeitura de Nova Iorque, nos EUA, com o estrategista político Arick Brice Wierson.[6]

Em 2006, foi eleito deputado federal, assumindo o cargo no ano seguinte. Na Câmara dos Deputados, ganhou projeção pelo trabalho de investigação dos gastos do governo na CPMI dos Cartões Corporativos e por ter sido um dos relatores do Projeto Ficha Limpa.[2]

Candidatura à Vice-Presidência do Brasil[editar | editar código-fonte]

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, anuncia o deputado Índio da Costa para ser o vice em sua chapa, na convenção do Democratas.

Em 30 de junho de 2010, Indio da Costa foi escolhido pelo candidato à presidência José Serra para compor sua chapa como vice-presidente.[7] Indio da Costa e Serra tinham pouca intimidade antes da indicação, e conversaram pessoalmente uma vez até então, por 15 minutos.[8] Serra elogiou o deputado carioca, chamando-o de "um jovem de ideias modernas".[8] Sua indicação facilitou a formação da aliança entre o PSDB e o DEM nas eleições, e foi aventada pelo DEM como resposta à proposta feita pelos líderes do PSDB, de candidatar o senador tucano Álvaro Dias para a vice-presidência nas eleições de 2010.[9]

Na fase inicial da campanha eleitoral, em julho, Indio da Costa provocou polêmica ao afirmar "Todo mundo sabe que o PT é ligado às Farc, ligado ao narcotráfico, ligado ao que há de pior. Não tenho dúvida nenhuma disso".[10] Posteriormente o candidato reafirmou em parte o que havia dito: "PT não faz narcotráfico. As Farc, sim." [11]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Indio da Costa