Partido Social Cristão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Emblem-scales.svg
Este artigo ou seção possui trechos que não respeitam o princípio da imparcialidade.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-la mais imparcial.
Partido Social Cristão
Número no TSE 20
Presidente Vítor Jorge Abdala Nósseis
Fundação 15 de maio de 1985
Sede Belo Horizonte
Ideologia Democracia cristã
Cores Verde e branco
Site http://www.psc.org.br

O Partido Social Cristão (PSC) é um partido político brasileiro. Seu número eleitoral é o 20 e obteve registro definitivo em 29 de março de 1990.1 No mesmo ano, elegeu o governador de Alagoas, Geraldo Bulhões.

Índice

História [editar]

A história do PSC começou em 1970, com a criação do PDR (Partido Democrático Republicano). Em 1985, depois da reabertura política, Vítor Nósseis deu continuidade ao trabalho da sigla, com a fundação do PSC. Em 1989, aliou-se ao PST, PTR e PRN, essa coligação denominada "Brasil Novo" levou à vitória Fernando Collor. Só obteve registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 1990.

A denominação "Social Cristão" vem da crença dos partidários de que o cristianismo, mais do que uma religião, é um estado de espírito que não segrega e não exclui, além de servir de base para que as pessoas tomem decisões de forma racional.

Em 2003, o PSC aceitou a filiação de grupos políticos ligados ao ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho. Entre eles estão o pastor Everaldo Dias Pereira e Antônio Oliboni.

Nomes de destaque do partido [editar]

O atual presidente nacional é Vítor Nósseis. Também integram o partido o senador Virgínio de Carvalho e o deputado federal Régis de Oliveira.

Em São Paulo, seu presidente é o deputado estadual Adilson Barroso, que foi cortador de cana antes de se tornar vereador e vice-prefeito de uma pequena cidade do interior.

Em Mato Grosso, o Diretório Estadual é presidido por José Magalhães. Destaca-se no interior do estado, o crescimento dos diretórios municipais na região de Tangará da Serra. O presidente da sigla neste município é o médico Renato Gama.

Em Minas Gerais, o PSC é presidido pelo deputado federal Mário de Oliveira Genaro e na cidade de Contagem, o partido tem como presidente Ronaldo Soares.

Em Santa Catarina, o presidente do partido é o ex-deputado Adelor Vieira. Segundo o diretório estadual, em Santa Catarina o partido está tendo um crescimento formidável nos últimos anos, tendo quase triplicado o número de filiados.

No estado do Paraná o partido conta com lideranças políticas influentes, com destaque para o deputado e pastor Hidekazu Takayama (ex-PAN).

No estado do Piauí, o PSC é presidido pelo senador Mão Santa, que se filiou ao partido em 2009, mesmo ano em que, no Distrito Federal filiou-se a este partido o ex-governador e ex-senador Joaquim Roriz e sua esposa, a candidata ao GDF, Weslian Roriz.

No estado da Paraíba, o PSC é presidido pelo ex-senador Marcondes Gadelha, que se filou-se em 2009 junto com seu filho, o suplente de deputado federal Leonardo Gadelha.

No estado do Espírito Santo, a cantora Lauriete é deputada federal pelo PSC.

Crescimento [editar]

Em 1994 a legenda lança o militar Hernani Goulart Fortuna como candidato a presidente. Ele logrou 0,38% dos votos e, consequentemente, a última colocação.

Em 1998, o partido, que lançara Sérgio Bueno como presidenciável, conseguiu eleger dois deputados federais e 15 estaduais. Sérgio Bueno ficou em penúltimo lugar no pleito, com 124.659 votos.

Em 2002, a sigla ainda lançou a candidatura de Carlos Otávio Schneider ao governo do Rio Grande do Sul No entanto, não logrou sucesso.

Em 2006, o partido tentou inscrever Rogério Vargas como candidato à presidência. Seu nome chegou a aparecer em algumas pesquisas, mas o candidato acabou desistindo na última hora.

Nas últimas eleições municipais, o PSC elegeu 26 prefeitos e 739 cadeiras em câmaras municipais.

Dois anos depois, o partido conquistou uma vaga no senado, 17 cadeiras de deputados federais e 26 de estaduais.

Bancada na Câmara dos Deputados [editar]

Composição atual [editar]

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
16 1 0 0 0 1 0 0 1 0 1 2 0 0 1 1 1 0 4 2 0 0 0 0 0 1 1 0

Bancada eleita para a legislatura [editar]

Legislatura Eleitos  % AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Diferença
54ª (2011-2015)
17 3,31 1 0 1 0 2 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 4 2 0 0 0 0 0 1 2 0 +8
53ª (2007-2011)
9 1,75 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 1 0 1 0 0 3 0 0 0 0 0 1 1 0 +8
52ª (2003-2007)
1 0,19 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 -1
51ª (1999-2003)
2 0,39 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Bancada na Eleição.

Participação do partido nas eleições presidenciais [editar]

Ano Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos  % Colocação
2010 Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PC do B, PSC, PRB, PTC e PTN 55.752.529 56,05
1998 Sérgio Bueno Ronald Abrahão Azaro sem coligação 124.659 0,18 11º
1994 Hernani Goulart Fortuna Vítor Jorge Nósseis sem coligação 238.197 0,38
1989 Fernando Collor de Mello (PRN) Itamar Franco (PRN) PRN, PSC, PTR e PST 35.089.998 49,94

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral: Partidos políticos registrados no TSE, acessado em 25 de julho de 2007

Ligações externas [editar]

Ícone de esboço Este artigo sobre política ou partidos políticos é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.