Conservadorismo social

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Conservadorismo social é uma ideologia política ou moral que acredita que o governo e/ou a sociedade possui um papel em encorajar ou estimular o que eles consideram valores tradicionais ou comportamentos. Uma segunda definição do termo conservadorismo social desenvolveu-se nos países nórdicos e na Europa continental, Lá se refere aos conservadores liberais que suportam o estado de bem-estar social europeu. Conservadorismo social é diferente do conservadorismo nacional, no qual se foca em aspectos culturais, como proteger os valores e a cultura de um país, embora guardem algumas semelhanças.

O significado aceito de moralidade tradicional às vezes difere de grupo para grupo dentro do conservadorismo social. Logo, não há políticas ou posições que poderiam ser consideradas universais. Existem, no entanto, princípios os quais pelo menos a maioria dos conservadores sociais aderem. Conservadores sociais em vários países geralmente são: Contra o aborto, opõem-se a todas as formas de pesquisas de células-tronco embrionárias, opõem-se à Eugenia (modificação do código genético humano)[1] , suportam a definição tradicional de casamento como sendo de um homem com uma mulher, vêem o modelo de família nuclear como a unidade fundadora da sociedade, se opõem à expansão do casamento civil e os direitos de adoção para casais homossexuais; promovem a moralidade pública e valores familiares tradicionais, se opõem ao secularismo, suportam a proibição das drogas, prostituição, sexo pré-marital, sexo não-marital e eutanásia, e são favoráveis à censura da pornografia, em o que eles consideram obscenidade ou indecência.

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]