Roseana Sarney

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Roseana Sarney
Roseana Sarney
Governadora do  Maranhão
Período de governo 17 de abril de 2009
até em exercício
Antecessor(a) Jackson Lago
Sucessor(a) Flávio Dino
Deputada federal pelo  Maranhão
Período de governo 15 de março de 1991
até 31 de dezembro de 1994
Governadora do  Maranhão
Período de governo 1 de janeiro de 1995
até 6 de abril de 2002
Antecessor(a) José de Ribamar Fiquene
Sucessor(a) José Reinaldo Tavares
Senadora pelo  Maranhão
Período de governo 1 de fevereiro de 2003
até 16 de abril de 2009
Vida
Nascimento 1 de junho de 1953 (61 anos)
São Luís, MA
Dados pessoais
Alma mater Universidade de Brasília
Cônjuge Jorge Murad Júnior
Partido PFL (19902006)
PMDB (2006presente)
Profissão Política
Assinatura Assinatura de Roseana Sarney

Roseana Sarney Murad[1] GOIHGCIH (São Luís, 1 de junho de 1953) é uma socióloga e política brasileira.

É a atual Governadora do Maranhão desde 17 de abril de 2009, e candidata reeleita com 50,08 % dos votos para exercer mais 4 anos,[2] de 1º de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2014.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Roseana nasceu em 1º de junho de 1953, é filha do ex-presidente da República José Sarney e de sua esposa, Marly Sarney. Ela tem dois irmãos: o deputado federal Sarney Filho e o empresário Fernando Sarney.

Passou a infância e juventude em São Luís, onde estudou em colégios particulares. Aos 12 anos, estudou na Suíça.[3]

Após se graduar em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, casou-se em 1976 com o empresário e político Jorge Murad Júnior. Por conta de inúmeras tentativas de engravidar fracrassadas, o casal adotou uma filha, Rafaela Sarney. Eles se separaram em 1988, mas reconciliaram-se em 1994.[4] Na época do afastamento, Jorge Murad teve outra filha, com outra namorada que romperiam depois.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Moldura com foto oficial do primeiro mandato usando a faixa de governadora.

A 14 de Julho de 1986 foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.[5]

Em 1990, candidatou-se à deputada federal pelo Partido da Frente Liberal (PFL), tendo sido eleita. Exerceu o cargo de 15 de março de 1991 a 31 de janeiro de 1994.

Em agosto de 1992, liderou a bancada dos deputados para atrair votos dos indecisos, o que levaria ao afastamento do então Presidente da República, Fernando Collor de Mello, o qual tinha desentendimentos com o seu pai José Sarney desde a época que era presidente República (1985-1990) e Collor era governador de Alagoas (1987-1989).

Em 1994, foi eleita governadora do Maranhão, a segunda mulher a assumir o cargo no país. A primeira foi Iolanda Lima Fleming, que foi governadora do Acre. Na época, a imprensa erroneamente atribuiu que ela fosse a primeira governadora.

Na madrugada do dia 1º de janeiro de 1995, tomou posse ao governo aos 34 minutos do ano-novo.[6] A 4 de Outubro desse ano foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.[7]

Em 1998, foi reeleita governadora, a primeira mulher a se reeleger ao cargo.

Em 2001, foi indicada como pré-candidata à presidência do país pelo PFL.

2002[editar | editar código-fonte]

Em 1º de abril de 2002, a Polícia Federal fez operação na empresa Lunus Participações, da qual é sócia, administrada pelo marido Jorge Murad Júnior. Na operação, foram apreendidos R$ 1.340.000,00 não-declarados.

Em 6 de abril, renunciou ao Governo do Estado, passando-o ao vice José Reinaldo Tavares, para se candidatar à Presidência pelo PFL, em meio ao escândalo.

Nos dias seguintes, o marido Jorge Murad apresentou sete versões diferentes sobre a origem do dinheiro e com isso levou a perda de pontos nas pesquisas e posteriror desistencia em se candidatar.[8]

Sem chance na Presidência, ela se candidatou ao Senado do Brasil pelo Maranhão. Apesar do escândalo e os adversários políticos maranhense usarem o recente escândalo na propaganda política, consegue eleger-se como senadora no Maranhão no mesmo ano, juntamente com Edson Lobão, que em 1º de fevereiro de 2003, assumem os mandatos.

2003[editar | editar código-fonte]

Em 1º de fevereiro de 2003, juntamente com Lobão, assumem os mandatos do Senado. Roseana assumiu o lugar de Bello Praga, que havia assumido o cargo após a morte de Alexandre Costa em 1998.

Em 17 de abril, o vice-procurador-geral da República, Haroldo Ferraz da Nóbrega, encaminha parecer aprovado pelo procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que "não há prova de que a senadora tenha conscientemente se inserido em uma cadeia criminosa, cujo objetivo fosse apropriação de dinheiro público", ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes recomendando o arquivamento do inquérito policial que investiga a possível participação da Roseana Sarney em desvios de recursos públicos quando era governadora do Maranhão no Caso Lunus. O Ministério Público considera que não há provas de que ela teria, direta ou indiretamente, desviado os recursos públicos liberados no projeto Usimar e que não há qualquer prova do vínculo de tais recursos com os R$ 1,3 milhão, apreendidos na sede da empresa Lunus, de propriedade de Roseana Sarney.[9]

Em 1º de agosto do mesmo ano, o ministro do STF, Gilmar Mendes determinou o arquivamento de petição contra a senadora acusada por crimes por meio do projeto empresa Usimar Componentes Automotivos (Usimar), por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e peculato, que envolviam o marido Jorge Murad e o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA), sob a afirmação de falta de elementos na denúncia do Ministério Público Federal. Em 4 de agosto, o STF determinou o arquivamento contra as acusações:[10] [11]

A mera participação na reunião que resultou em aprovação do Projeto Usimar não constitui elemento suficiente para se concluir que há indício de conduta criminosa imputável à denunciada. E também não há provas de ter a denunciada se beneficiado, direta ou indiretamente, dos recursos públicos liberados no projeto.
Gilmar Mendes[10]

A senadora sempre alegou que a denúncia era política e decidiu mover ação de indenização por danos morais contra a União em 7 de agosto, alegando que o Ministério Público Federal a acusou indevidamente de envolvimento em desvio de verbas da extinta Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) e prejudicou a sua pré-candidatura à Presidência da República, no ano passado.[12] No entanto, até hoje, ainda não saiu a decisão.

2004-2005[editar | editar código-fonte]

Depois que José Reinaldo Tavares, rompeu com o grupo Sarney em maio de 2004, Roseana foi acusada de usar meios de comunicações da TV Mirante e o jornal O Estado do Maranhão, para atacar o ex-aliado, usando métodos parecidos com a Família Magalhães na Bahia contra prefeitos e vereadores da oposição à oligarquia bahiana.

Eleição 2006[editar | editar código-fonte]

Em 2006, foi candidata pela terceira vez ao governo do Maranhão, mas perdeu para Jackson Lago. A eleição, ocorrida no dia 29 de outubro daquele ano, foi uma das mais acirradas da história maranhense, e resultou na vitória de Lago por uma diferença pouco maior do que 95 mil votos. Roseana venceu na maioria dos municípios do estado, mas perdeu nos maiores colégios eleitorais: São Luís e Imperatriz. Foi a primeira derrota de Roseana Sarney para o cargo, desta vez como Governadora.

Expulsão do PFL em 2006[editar | editar código-fonte]

Após a derrota, Roseana foi expulsa do PFL em novembro por fazer, durante as eleições presidenciais de 2006, campanha para o então candidato Lula, que foi reeleito, tendo inclusive participado em 29 de setembro de comício com Lula na cidade de Timon. Como o PFL é um partido de oposição, supunha-se que Roseana deveria ter apoiado o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que, na campanha na Presidência, apoiou Lago.[13]

Para integrar-se à base governista do governo federal, filiou-se ao PMDB, tornando-se uma das líderes do governo Lula no Congresso brasileiro, de 1º fevereiro de 2007 até 17 de abril de 2009. Após a cassação do governador Jackson Lago, assumiu o Governo do Estado e foi substituída no Congresso por Mauro Fecury.[14]

De volta, ao governo do Maranhão[editar | editar código-fonte]

Foto oficial do segundo mandato

Na noite do dia 16 de abril de 2009, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a cassação do mandato de Jackson Lago e do vice Luís Porto por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2006.[15]

Com a cassação, foi ordenada a imediata posse de Roseana Sarney como governadora do Maranhão e de João Alberto de Souza como vice.

Eleição 2010[editar | editar código-fonte]

José e Roseana Sarney na Convenção Nacional do PMDB, em 2010.

Roseana Sarney anunciou a candidatura à reeleição no início de 2010.

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2010, Roseana Sarney declarou ao Tribunal Superior Eleitoral ter um patrimônio pessoal de R$ 7,84 milhões.[16]

Campanha eleitoral[editar | editar código-fonte]

Movimento "Fora Roseana Sarney"[editar | editar código-fonte]

Na última semana de agosto de 2010, ganhou força na internet um movimento intitulado "Fora Roseana Sarney".[17] .O movimento #ForaRoseanaSarney foi semelhante ao #forasarney, que ocorreu em 2009, quando José Sarney era acusado em dezenas de denúncias de corrupção, gerando protestos em centenas cidades brasileiras onde os cidadãos que reprovavam a manutenção do Sarney na Presidência do Senado, que não renunciou pois tinha o apoio do presidente Lula.

A campanha, que foi iniciada com a hashtag #ForaRoseanaSarney no Twitter,[17] rendeu até jingle próprio, postado no YouTube. Cerca de 12 mil pessoas reproduziram a hashtag na rede de microblogs, incluindo o apresentador de televisão Marcelo Tas, que já havia gravado vídeo contra a reeleição da governadora.[17] A hashtag chegaria ao terceiro lugar no ranking nacional de tópicos mais comentados.[18]

A propaganda eleitoral de Roseana Sarney na televisão tratou o movimento como se fosse uma campanha negativa de usuários de outros estados contra o Maranhão.[19] Em seu programa eleitoral, Dino criticou a reação da campanha de Roseana, dizendo que "culpar os internautas pela má imagem do estado é esconder a realidade".[19]

Em 21 de setembro, cerca de 5 mil estudantes ligados ao Movimento participaram de passeata, – que foi da Praça da Bíblia até o Palácio dos Leões –, contra a candidatura de Roseana Sarney.[20] Parte do protesto foi transmitido ao vivo via Twitter.[20]

Reeleição[editar | editar código-fonte]

Em 3 de outubro de 2010, Roseana Sarney foi vencedora com apertada vantagem de 50,08 % dos votos no 1° turno, contra seus principais opositores Flávio Dino (29,49 %) e Jackson Lago (19,54 %).

Porém, a vitória só foi facilitada por conta da alta abstenção dos eleitores (23%), a maior de todo o Brasil e ainda acusações de irregularidades dos candidatos durante à eleição, incluindo da própria Roseana.

Acusações[editar | editar código-fonte]

Meio de comunicações[editar | editar código-fonte]

Roseana Sarney é sócia das emissoras de rádios - Mirante FM 96,1 (São Luís), Rádio Alecrim (Caxias), Rádio Verdes Campos (Pinheiro) - e TVs no Maranhão na história do Brasil, administradas por parentes (por exemplo, Fernando Sarney é administrador-controlador da TV Mirante, a retransmissora do sinal da TV Globo no Maranhão). Com isso, é frequentemente acusada por adversários políticos e até inúmeras denúncias do Ministério Público Federal e Estadual de usar os meios de comunicações para fins eleitorais.[21]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Assemelha-se às oligarquias existentes no Nordeste do Brasil, junto com o pai José Sarney, aliada ao Renan Calheiros e Fernando Collor (que até então eram adversários).

No Maranhão[editar | editar código-fonte]

Juntamente com o pai José Sarney, maranhense e senador do Estado do Amapá desde 1990, reeleito em 1998 e 2006. Com ele, são acusados diversas irregularidades.

Tem apoio das oligarquias locais que tem os mesmos esquema dos Sarneys, como as famílias Arôso (Paço do Lumiar) e Jorge Melo (Lago da Pedra).

Caso Fábrica do Rosário[editar | editar código-fonte]

Em 1996, meses depois ter inaugurada a fábrica de roupas de Rosário, a então governadora foi acusada de lesar mais de 3 mil trabalhadores da região, depois que a fábrica fechou, e os trabalhadores fizeram empréstimos de bancos, após os empresários estrangeiros derem golpe na região. Até hoje, a fábrica existe (mas caindo aos pedaços), e os ex-trabalhadores têm dívidas que ultrapassam mais de R$ 100 mil.

Caso Lunus[editar | editar código-fonte]

Em 2002, ao ser envolvida em escândalo de corrupção com a empresa Lunus Participações, da qual é sócia, com a descoberta de R$ 1.340.000 não-declarados, e o marido, Jorge Murad, apresentando sete versões diferentes sobre a origem do dinheiro levou a perda de pontos nas pesquisas e posterior desistência da candidatura.

O caso levou ao rompimento nacional da aliança PFL-PSDB no governo federal. Ela e a Família Sarney passaram, então, a apoiar o candidato presidencial Lula (que seria eleito no mesmo ano), gesto interpretado por muitos políticos e a imprensa de oportunista e duramente criticado como responsável por ter mantido a Família Sarney por mais 8 anos no comando do Maranhão.

Contas no exterior[editar | editar código-fonte]

Em 15 de agosto, o jornal O Estado de S. Paulo publica documentos (que estão nos arquivos do extinto Banco Santos) mostrando que a governadora e o seu marido, Jorge Murad, simularam um empréstimo de R$ 4,5 milhões para tentar resgatar US$ 1,5 milhão que possuíam no exterior. Em entrevista ao Estado, o administrador judicial do banco, Vânio Aguiar, confirmou que os papéis estão nos arquivos oficiais da instituição bancária.[22]

O jornal mostrou que o empréstimo foi regularizado no Brasil poucos dias antes da intervenção judicial no Banco Santos, em 12 de novembro de 2004. O dinheiro foi liberado no dia 29 de julho, mas somente em 5 de novembro (uma semana antes da quebra do banco e da decretação da intervenção da Justiça) as garantias foram registradas, conforme certidões obtidas pela reportagem num cartório em São Paulo. Ou seja, quando o Banco Santos liberou o empréstimo em julho não havia formalização de fiança bancária.[22]

A publicação reforça a tese que a Família Sarney sempre negou nos últimos anos: a existência de contas no exterior.

O banco pertenceu ao banqueiro Edemar Cid Ferreira, é amigo íntimo da família Sarney e padrinho de casamento de Roseana e Jorge Murad. O banco quebrou em novembro de 2004, e sua falência foi decretada em 2005. Depois da decretação da falência, chegou a ser preso e condenado a 21 anos de prisão, mas recorreu e responde em liberdade.

Segundo e-mails que estão nos arquivos do Banco Santos, os dólares foram transferidos por meio de uma conta do banco suíço UBS, onde Edemar é o cliente. O empréstimo de R$ 4,5 milhões foi liberado no Brasil no dia 29 de julho de 2004 e segundo os documentos US$ 1,5 milhão foram depositados cinco dias depois numa conta externa. As investigações sobre o banco mostram que o ex-banqueiro, sem aval para operar oficialmente no exterior, usava offshores laranjas para receber recursos fora do Brasil.[22]

O dinheiro iria ser usado para a empresa Bel-Sul Participações, de Roseana e Murad, comprar ações em um shopping em São Luís e outro no Rio de Janeiro. A transação envolveu ainda mais um aliado da família Sarney: Miguel Ethel Sobrinho, ex-presidente da Caixa Econômica no governo de José Sarney e até 2009, conselheiro da fundação que leva o nome do presidente do Senado. Miguel Ethel detém 50% da Participa Empreendimentos, empresa que vendeu as ações dos shoppings.[22]

Horas depois das denúncias, Roseana Sarney divulgou nota negando as denúncias. Chamou "fantasiosa" a denúncia feita pelo jornal e afirma que o empréstimo foi regular no Brasil:[23]

É muito estranho que uma denúncia fantasiosa como essa, de seis anos atrás, seja desenterrada agora que estamos em plena campanha eleitoral, quando todas as pesquisas apontam uma tranquila liderança para a minha candidatura. A operação a que se refere o jornal não passou de um empréstimo que fiz e paguei. Não fiz nada de ilegal, não devo nada a ninguém e para mim este assunto está encerrado.
Mas detalhes vocês podem conseguir com meu advogado, Dr. Antônio Carlos de Almeida Castro. Quero apenas alertar o povo do Maranhão sobre este fato. Mais uma vez, em época de campanha eleitoral, repito, começam a surgir denúncias e acusações descabidas, ofendendo minha honra e meu passado. Fizeram a mesma coisa em 2006 e conseguiram me prejudicar.
Agora não vou deixar que esses falsos acusadores divulguem suas mentiras impunemente. Já pedi para serem tomada as medidas judiciais cabíveis contra esta velha e falsa acusação, e dessa mesma forma agirei daqui para a frente. Peço apenas que o povo do Maranhão fique atento e condene esta forma suja de se fazer política, da qual eu não compactuo."
Nota

Em 16 de agosto de 2010, o Ministério Público Federal pediu investigações sobre Roseana.[22] 

Denúncias de crimes financeiros[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2011, o executivo suíço Rudolf Elmer entregou à organização Wikileaks dados bancários que documentam, segundo ele, casos de crimes financeiros em paraísos fiscais. Entre os documentos, encontram-se alegadas provas de que Roseana Sarney fez operações secretas no banco Julius Baer, nas Ilhas do Canal e Ilhas Virgens, recebendo 10 mil dólares. As operações seriam intermediadas pelo Coronado Trust, fundo financeiro criado por Roseana Sarney e Jorge Murad nas Ilhas Virgens.[24] [25] Elmer hava previamente afirmado em livro que Roseana Sarney movimentou 150 milhões de dólares no banco Julius Baer de 1993 a 1999.[26]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Roseana foi operada pela primeira vez em 1973, aos 19 anos, quando removeu um apêndice e um cisto no ovário. Passou por mais duas cirugias no ovário entre 1977 e 1979, período em que tentou engravidar, sem sucesso.[27]

Em junho de 2009, Roseana Sarney realizou a vigésima primeira cirurgia, para correção de um aneurisma cerebral. A operação foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O procedimento, que durou quatro horas, aconteceu sem nenhuma intercorrência.[28]

Referências

  1. Biografia.
  2. Terra. Eleições 2010.
  3. Luiz Gutemberg. Revista da História: José Sarney, Democrata Humanista. [S.l.]: ObritoNews, 2001. 52 pp.
  4. Dante Mendonça. O resistente.
  5. http://www.ordens.presidencia.pt/
  6. O Estado do Maranhão, 2 de janeiro de 1995
  7. http://www.ordens.presidencia.pt/
  8. O POVO (12 de abril de 2002). Roseana desiste de concorrer à presidência (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.
  9. Agência Brasil (17/06/2003, 19h20). Ministério Público pede arquivamento de inquérito contra Roseana Sarney Folha Online. Visitado em 09-07-2010.
  10. a b STF (04/08/2003, 11h18). STF arquiva acusação contra Roseana Sarney Folha Online. Visitado em 09-09-2010.
  11. Folha de S. Paulo (05/08/2003, 07h29). STF nega reabertura de caso contra Roseana Folha Online. Visitado em 09-07-2010.
  12. Folha de S.Paulo (08/08/2003, 07h46). Roseana quer indenização por danos morais Folha Online. Visitado em 09-07-2010.
  13. Globo.com (1 de novembro de 2006). Roseana Sarney desfilia-se do PFL (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.
  14. www.senado.gov.br. Senador Mauro Fecury (PMDB - MA) (em português). Visitado em 30 de março de 2010.
  15. Globo.com (16 de abril de 2009). Governador do Maranhão, Jackson Lago, tem o mandato cassado pelo TSE (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.
  16. Marta Suplicy e Roseana Sarney integram grupo das milionárias
  17. a b c "Militantes virtuais pedem “Fora Roseana Sarney”". Vermelho. 2 de setembro de 2010.
  18. Camillo, Jully. "Movimento 'Fora Roseana Sarney' toma conta das ruas de São Luís". Jornal Pequeno. 22 de setembro de 2010.
  19. a b "No programa eleitoral, Flávio Dino defende os internautas". Vermelho. 18 de setembro de 2010.
  20. a b Costa, André. ""Fora Roseana" leva milhares às ruas e sacode disputa no MA". Vermelho. 24 de setembro de 2010.
  21. Terra Networks Brasil S.A. (27 de novembro de 2008). Senadora Roseana Sarney descobre aneurisma (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.
  22. a b c d e LEANDRO COLON (16 de agosto de 2010, 19h35). MPF pede investigação de Roseana Sarney Estadão. Visitado em 18-08-2010.
  23. Raimundo Garrone (15 de agosto de 2010, 17hs). Roseana Sarney chama de 'fantasiosa' denúncia sobre lavagem de dinheiro Globo.com. Visitado em 18-08-2010.
  24. Carvalho, Jailton. (20 de janeiro de 2011). No WikiLeaks: Roseana Sarney fez operações secretas em paraísos fiscais, diz executivo suíço. O Globo, acesso em 21 de janeiro de 2011
  25. [1]
  26. [veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/preocupada-com-o-wikileaks-roseana-manda-carta-ao-advogado-de-assange-e-garante-que-nao-tem-conta-na-suica/]
  27. Terra Networks Brasil S.A. (27 de novembro de 2008). Senadora Roseana Sarney descobre aneurisma (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.
  28. Grupo Estado (3 de junho de 2009). Roseana Sarney é operada de aneurisma cerebral em SP (em português). Visitado em 12 de setembro de 2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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