Boeing 707
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| Tipo | Avião comercial |
| Fabricante | |
| Primeiro vôo | 20 de dezembro de 1957 |
| Capacidade | 289 passageiros |
| Comprimento | 44,07 metros |
| Envergadura | 39,88 metros |
| Altura | 12,7 metros |
| Velocidade máxima | 885 km/h |
| Peso máx. decolagem | 117.000 kg |
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O Boeing 707 foi um avião comercial a jato, produzido pela Boeing.
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[editar] Histórico
Até a década de 1950, a Boeing era uma fabricante sem muito expressão, entre as muitas existentes nos Estados Unidos. Era conhecida apenas por suas aeronaves militares, e na verdade, o 707 nasceu como um projeto de nave de reabastecimento, conhecida como KC-135A.
Embora não tenha sido a primeira aeronave a jato a operar vôos comerciais, o Boeing 707 foi o primeiro a ter grande sucesso de vendas, bem como a primeira aeronave série 7X7.
Na verdade, a aeronave colocou o jato nos vôos comerciais, e alavancou as vendas da Boeing, ajudando-a a chegar ao posto de maior fabricante de aeronaves do mundo.
[editar] Características
O 707 é um quadrijato, possuindo dois motores sob cada asa. A primeira linha aérea a operá-lo foi a Pan Am, realizando a rota Nova Iorque - Paris, em 26 de outubro de 1958.
O alcance do Boeing 707 é de aproximadamente 5700 mn (10659 km), velocidade de cruzeiro de 815 km/h, e a capacidade de passageiros, de até 181 pessoas. O Boeing 737, o Boeing 727 e o Boeing 747 utilizaram muito da tecnologia do seu antecessor, e podem ser consideradas como descendentes diretos dele.
[editar] Produção
A produção do 707 começou em 1954 e terminou em 1978, embora as versões de uso militar tenham continuado em produção até 1991. A Boeing fabricou um total de 1.012 unidades do avião.
Algumas aeronaves deste modelo ainda continuam em operação, especialmente como cargueiros em países em desenvolvimento.
[editar] Curiosidades
- O ator John Travolta possui um Boeing 707.
- Sua operação é vetada na maioria dos aeroportos do primeiro mundo, pelo alto nível de ruído.
- A primeira operadora no Brasil foi a Varig, que o fez seu principal avião nas rotas internacionais, até a chegada dos DC-10.

