Qantas

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Qantas
IATA
QF
ICAO
QFA
Indicativo de chamada
Qantas
Fundada em 1920
Principais centros
de operações
Aeroporto Internacional de Kingsford Smith
Aeroporto de Melbourne
Aeroporto de Singapura
Outros centros
de operações
Aeroporto de Perth
Aeroporto de Brisbane
Aeroporto Internacional de Adelaide
Programa de milhagem Frequent Flyer
Serviço VIP Qantas Club
Aliança comercial
Frota 133 (98pedidos) aeronaves
Destinos 145 localidades
Companhia
administradora
Qantas Airways Limited
Sede Sydney, Austrália
Pessoas importantes CEO: Geoff Dixon
Chairman: Margaret Jackson
Sítio oficial www.qantas.com.au
QantasA380.JPG

Qantas é uma empresa aérea australiana, e a terceira mais antiga do mundo. Qantas é o acrónimo de Queensland and Northern Territory Aerial Services Ltd.

História[editar | editar código-fonte]

Esta companhia aérea australiana foi formada em 1920. Começou por operar com aviões biplano Avro 504, recuperados às forças militares, para fazer passeios turísticos destinados a apreciar as paisagens. Entretanto passou a fazer voos de transporte de passageiros com aparelhos De Havilland 61.

Em 1928 foi a Qantas que iniciou um serviço aéreo de transportes de médicos para regiões mais longínquas e isoladas.

Em 1934 a companhia, em parceria com a Imperial Airways, iniciou as ligações com a Europa, através de Inglaterra. Ainda nesse ano, e de novo em parceria com a Imperial Airways, a Qantas iniciou o transporte de correio, fazendo a rota Brisbane-Londres a partir de Janeiro. Em Abril abriu a rota Brisbane-Singapura.

No final da década de 30, a Qantas começou também a utilizar hidroaviões nos trajectos para Londres, serviço que interrompeu em 1940 devido à Segunda Guerra Mundial.

Durante esse conflito, a Qantas passou a fazer voos entre a Austrália e a África do Sul, assim como assegurou o transporte de tropas australianas. Após o final da guerra a Qantas começou também a utilizar aparelhos Lockheed Constellation, na nova rota para o aeroporto de Heathrow em Londres.

Os aviões a jato entraram ao serviço da Qantas em 1959 com recurso aos Boeing 707-130. No início dos anos 70 a Qantas passou a utilizar os Boeing 747, os primeiros a ter desenhado um canguru na cauda do avião. A partir de então estes aviões passaram a constituir a base da frota da Qantas, vocacionada para voos com destinos longínquos dada a sua localização geográfica.

Nas rotas regionais a Qantas tinha ao serviço Airbus A300 que em finais da década de 90 foram sendo substituídos pelos Boeing 767. Atualmente, para além das rotas nacionais, a Qantas voa para a Nova Zelândia, Tailândia, China, EUA, Japão, Alemanha, Zimbabwe, Indonésia, Reino Unido, Canadá, França e Brasil entre outros destinos.

A companhia encomendou 12 A380, que vão operar nas rotas trans-pacífico entre Melbourne e Sydney até Los Angeles e Londres.

Frota[editar | editar código-fonte]

Frota Qantas
Aeronave N. de aviões Passageiros
Airbus A330-200 6 235/237
Airbus A330-300 10 297
Airbus A380-800 (17 pedidos, 4 opções) 3 450
Boeing 737-400 17 140/150
Boeing 737-800 (31 pedidos) 38 168
Boeing 747-400 24 307/412
Boeing 747-400ER 6 307/412
Boeing 767-300ER 29 229/254
Boeing 787-9 (50 pedidos, 20 opções)
Total 133

A380 Rotas[editar | editar código-fonte]

  • Melbourne <-> Los Angeles
  • Melbourne <-> Dubai <-> Londres
  • Sydney <-> Los Angeles
  • Sydney <-> Dubai <-> Londres
  • Hong Kong <-> Sydney

Incidentes[editar | editar código-fonte]

Voo 32[editar | editar código-fonte]

O VOO Qantas 32 (QF32) foi um vôo programado para o Airbus A380 a partir de Heathrow, em Londres, com destino ao Aeroporto Kingsford Smith, Sydney, através do Aeroporto de Singapura, Changi Airport. Em 4 de novembro de 2010, o vôo sofreu uma falha no motor incontida. O vôo pousou em segurança novamente em Singapura. Embora ninguém no plano foi prejudicado, duas pessoas em terra foram feridos por destroços.[carece de fontes?]

Voo 72[editar | editar código-fonte]

O Voo 72 foi um voo programado entre as cidades de Singapura (Changi Int'l) a Perth, com o Airbus A330-301. O avião começou a fazer movimentos violentos em pleno ar. Um problema nos sensores externos confundiu os computadores de bordo. Primeiro, os sensores informaram que o avião estava subindo rápido demais e o computador de bordo logo abaixou o nariz do avião. Depois, os sensores informaram que o avião estava descendo rápido demais, e o computador de bordo levantou o nariz do avião. O comandante logo desligou o piloto automático e realizou um pouso forçado no aeroporto de Learmonth. Dos 315 passageiros, nenhum morreu, apenas 115 sofreram ferimentos e 14 pessoas foram levados a hospitais.