American Airlines
| American Airlines | ||
|---|---|---|
| IATA AA |
ICAO AAL |
Indicativo de chamada American |
| Fundada em | 1930 (como American Airways) | |
| Encerrou atividades em | {{{fim das atividades}}} | |
| Principais centros de operações |
Aeroporto Internacional de Dallas-Fort Worth (DFW) Aeroporto Internacional O'Hare(ORD) - Chicago Aeroporto Internacional de Miami (MIA) Aeroporto Internacional de Saint Louis (STL) Aeroporto Internacional Luis Muñoz Marín (SJU) - San Juan Aeroporto Internacional John F. Kennedy (JFK) - Nova York Aeroporto de LaGuardia (LGA) - Nova York Aeroporto Internacional Logan (BOS) - Boston |
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| Outros centros de operações |
{{{hubs_secundários}}} | |
| Programa de milhagem | AAdvantage | |
| Serviço VIP | Admirals Club | |
| Aliança comercial | oneworld | |
| Frota | 647 (54 pedidos) aeronaves | |
| Destinos | 172 localidades | |
| Companhia administradora |
AMR Corp. (companhia privada) | |
| Sede | Fort Worth, Texas, EUA | |
| Pessoas importantes | CEO: Gerard Arpey Presidente: Gerard Arpey Vice-presidente: James Beer |
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| Sítio oficial | www.aa.com | |
A American Airlines é uma companhia aérea americana e em alguns quesitos, a maior linha aérea de passageiros do mundo. Seus centros principais de operações são os aeroportos de Chicago, Dallas e Miami. A American Airlines é considerada a maior linha aérea do mundo na quantidade de quilômetros voados por passageiros no trecho domestico e o maior número de passageiros movimentados por ano.[1] Possui a segunda maior malha aérea do mundo.[1] Seus aviões são bastante conhecidos por sua pintura que varia do polido ao prateado nas aeronavaves Airbus A300.
Em outubro de 2004, a Corporação AMR, proprietária e administradora da American Airlines, atendia a 172 cidades com uma frota total de 991 aviões - 705 da American Airlines e 286 da American Eagle, transportando quase 100 milhões de passageiros por ano. A American Airlines transporta mais passageiros entre os Estados Unidos e a América Latina do que qualquer outra linha aérea, tendo transportado 12,1 milhões de passageiros transportados entre os Estados Unidos e a América Latina, em 2004.
Índice |
[editar] História
A American Airlines foi criada em maio de 1934, como sucessora da American Airways que fora, por sua vez, criada em 1930 pela Aviation Corporation (AVCO), unificando as operações de cinco empresas sob uma mesma administração. Estes cinco operadores resultaram de diversas fusões: a American Airlines pode ser considerada como o resultado da união de 85 empresas, cujas origens datam desde 1926.
Nos primeiros anos da década de 1930, a principal fonte de renda da empresa era o transporte de malotes postais. Após 1935, a AA começou a aumentar sua presença no transporte de passageiros. Solicitou à Douglas o desenvolvimento da aeronave que foi talvez a mais importante da história da aviação comercial: o Douglas DC-3, que entrou em operação em 25 de junho de 1936 entre Chicago e Newark, configurado com 7 beliches ou 14 assentos.
Esse sucesso levou o presidente da American, Cyrus R. Smith, a afirmar que "O DC-3 libertou as companhias aéreas da completa dependência financeira no transporte de malotes postais. Foi o primeiro avião a gerar lucro apenas com o transporte de passageiros". Depois da Segunda Guerra, a American envolveu-se no desenvolvimento de várias aeronaves, dentre elas os Convair 240 e 990, o Douglas DC-7, DC-10 e o Lockheed Electra.
Em 1945 foi criada uma divisão responsável por vôos internacionais, denominada American Overseas Airlines, vendida posteriormente em 1950 para a Pan American. Em novembro de 1953 foram inaugurados vôos costa-a-costa entre Nova York e Los Angeles com os quadrimotores DC-7. Foram substituídos nesta rota em 1959 com a chegada dos primeiros Boeing 707, responsáveis pela entrada da empresa era do jato.
Em 1966 a American começou a receber os BAC 1-11 (do qual foi a maior operadora) e com eles desenvolveu sua malha doméstica. Também em 1966 foi realizado o último vôo com uma aeronave a pistão, um DC-6. Em 1971 tornou-se a primeira empresa a voar com o novo Douglas DC-10, colocando o trijato nos serviços entre Los Angeles e Chicago.
No mesmo ano, adquiriu a Trans Caribbean Airways, ampliando os seus serviços na região. Com a desregulamentação do transporte aéreo norte-americano em 1978, a American cresceu vertiginosamente. No ano seguinte, transferiu sua sede de New York para Dallas.
Em 1982 recebeu o seu primeiro Boeing 767-200 e no mês de maio voltou a voar para a Europa, com vôos diários entre Dallas e Londres. Em 1983, seus Boeing 747 foram repassados para a Pan American, que em troca cedeu os Douglas DC-10 que herdara da National.
A expansão de rotas e de frota continuou ao longo da década de 80 e no princípio da década de 90 a empresa tinha a maior frota do mundo. A expansão acabou levando a empresa a inaugurar rotas trans-pacíficas, para a América Latina e novos vôos para a Europa. Durante a década de 1990, a American consolidou-se como uma das duas maiores empresas do mundo. Nesta posição, em setembro de 1998, juntamente com mais quatro empresas criou a aliança oneworld, que foi efetivada em fevereiro do ano seguinte. Também em 1999 foi finalizada a compra da Reno Air, aumentando a participação da empresa no mercado no Oeste Americano. Consolidou sua liderança ao adquirir o controle da TWA, totalmente integrada à American em 2/12/2001.
A empresa foi severamente afetada pelos Ataques de 11 de setembro de 2001, quando perdeu duas aeronaves. Em seguida, amargou a queda de um A300 em New York, começando o novo milênio com o pior ano de sua longa e orgulhosa história. Hoje a situação está mais equilibrada, mas ainda longe de satisfatória: a empresa consegue, a duras penas, apenas pagar suas contas.
Em 2011, o Tribunal de Justiça de São Paulo responsabilizou a empresa por gesto obsceno realizado pelo piloto da companhia, Dale Robbin Hersh.[2][3] Em 2004, ele mostrou o dedo médio a sete agentes da Polícia Federal no desembarque do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.[4] Em 2006, os agentes da Polícia Federal entraram com uma ação de indenização contra a empresa aérea por danos morais e a companhia havia sido sentenciada a pagar 500 salários mínimos por danos morais para cada um dos policiais.[5] Em 2011 o valor foi revisto para 100 salários mínimos por policial presente, o que equivale a 700 salários mínimos ao total.[6][7]
[editar] Pedido de Concordata
Em 29 de novembro de 2011, a dona da empresa empresa pediu concordata em Nova York.[8] A causa é a queda nas ações da empresa, que no dia 29+ de novembro de 2011, as 13h30. A American Eagle e todas as subsidiárias da American Airlines também foram afetadas. A empresa assegurou também que irá honrar todas as reservas e passagens.
[editar] Ataques 11 de Setembro de 2001
A empresa teve duas de suas aeronaves envolvidas nos atentados, o voo 11 da American Airlines e o voo 77 da American Airlines. O voo 11, sequestrado por Mohamed Atta, colidiu contra a Torre Norte do World Trade Center e o voo 77, sequestrado por Hani Hanjour, que bateu em uma das faixas do Pentágono.
[editar] Acidentes
- Voo American Airlines 002- 4 de julho de 1952 - caiu no rio Mississipi.
- Voo American Eagle 4184- 31 de outubro de 1994 - caiu em Roselawn antes de aterrissar em Chicago.
- Voo American Airlines 124- 24 de setembro de 1996 - caiu em uma floresta tropical na Colombia
- Voo American Airlines 1420- 4 de agosto de 1998 - derrapou em sua aterrisagem no aéroporto de Little Rock, Texas
- Voo American Airlines 011- 11 de setembro de 2001 - se chocou contra o World Trade Center.
- Voo American Airlines 077- 11 de setembro de 2001 - se chocou contra o pentágono.
- Voo American Airlines 587- 12 de novembro de 2001 - caiu em Belle Harbor, Queens.
- Voo American Airlines 997- 10 de junho de 2009 - um carregador de bagagem morreu.
- Voo American Airlines 331- 22 de dezembro de 2009 - se partiu ao meio ao pousar na Jamaica, saindo de Miami.
[editar] Frota
| Aeronave | Total |
|---|---|
| Boeing 737-800 | 154 aeronaves |
| Boeing 757-200 | 124 aeronaves |
| Boeing 767 | 73 aeronaves |
| Boeing 777-200ER | 47 aeronaves |
| Série MD-80 | 221 aeronaves |
| Total de aeronaves | 619 aeronaves |
[editar] Frota American Eagle
| Aeronave | Total |
|---|---|
| ATR-72 | 37 aeronaves |
| CRJ-700 | 47 aeronaves |
| Embraer 135 | 21 aeronaves |
| Embraer 145 | 117 aeronaves |
| Total de aeronaves | 222 aeronaves |
[editar] Galeria de Fotos
-
Boeing 777-200
-
Boeing 767-300
-
Embraer ERJ-145 da American Eagle
[editar] Ligações Externas
Referências
- ↑ a b [hhttp://www.iata.org/ps/publications/wats-passenger-km.htm/ WATS Sample].
- ↑ Gesto obsceno de piloto rende multa de 700 salários, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ American Airlines é condenada por gesto obsceno de piloto, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ TJ-SP mantém condenação por gesto obsceno de piloto americano, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ TJ-SP mantém condenação a American Airlines por gesto obsceno, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ TJ-SP mantém condenação por gesto obsceno de piloto americano, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ TJ-SP mantém condenação a American Airlines por gesto obsceno de piloto, acessado em 28 de novembro de 2011
- ↑ [1], acessado em 29 de Novembro de 2011
| Membros da oneworld Alliance |
| Aer Lingus | American Airlines | British Airways | Cathay Pacific | Finnair | Iberia Airlines | Lan | Qantas Futuros Membros: Malév | Royal Jordanian | Japan Airlines |