Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão

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Aeroporto Internacional do
Rio de Janeiro / Galeão
Antonio Carlos Jobim
RioGaleao logo.jpg
IATA: GIG - ICAO: SBGL
Tipo Civil/Militar
Administração INFRAERO /Aeroportos do Futuro
Serve Rio de Janeiro e Região Metropolitana
Localização Brasil Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ
Inauguração 1 de fevereiro de 1952 (62 anos)


Altitude 9 m (30 ft)
Movimento em 2013 17.109.987 passageiros[1]
119.736.315 t de carga[1]
156.690 aeronaves[1]
Capacidade anual 17 400 000 de passageiros
Website oficial Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
10/28 4 000 m (13 123 ft) Concreto
15/33 3 180 m (10 433 ft) Asfalto
Vista externa do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.
torre de controle
fila do saguão
duty free com artigos do Brasil
duty free
poema do poeta ANTONIO CARLOS JOBIM
pista de decolagem
Loja no interior do Aeroporto
loja de artigos
farmácia droga life
loja da O BOTICÁRIO no GALEÃO
GIG international destination map.svg

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão – Antônio Carlos Jobim (IATA: GIGICAO: SBGL) é o segundo maior aeroporto internacional do Brasil, estando localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), mais especificamente na Ilha do Governador. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão possui o maior sítio aeroportuário e a maior pista de pouso e decolagem do Brasil, sendo a mais importante porta de entrada aérea para todo o estado do Rio de Janeiro. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Antônio Carlos Jobim geralmente conhecido como Galeão é o 2° Aeroporto mais movimentado do Brasil, perdendo apenas para o Aeroporto Internacional de Guarulhos com aproximadamente metade do número de voos.

Com uma área de 17,88 km², recebe todos os voos internacionais e a maior parte dos nacionais que servem ao Rio de Janeiro. Possui dois terminais de passageiros (TPS1 e TPS2), com capacidade para sete milhões e oito milhões de passageiros, respectivamente, totalizando 171 balcões de check-in, 24 horas por dia em operação.

Dispõe de 62 posições de estacionamento para aeronaves, sendo 38 com pontes de embarque e as demais remotas. O aeroporto ainda é servido por um dos maiores, mais modernos e bem aparelhados Terminais de Logística de Carga do Brasil.[2] Trata-se do quarto terminal de cargas mais movimentado do país,[1] responsável por 6,2% do fluxo total desta natureza nos aeroportos brasileiros em 2007.[1] A Base Aérea do Galeão fica situada em seu perímetro.

O Aeroporto do Rio de Janeiro possui a segunda maior pista de aterrissagem do Brasil (4.200 m),[2] perdendo apenas para a Pista de Gavião Peixoto - EMBRAER, esta com 4.967 metros de comprimento, no Estado de São Paulo, tendo recebido pousos e descolagens do mítico Concorde na linha área Paris-Rio. Eram duas frequências semanais com uma escala em Dakar, perfazendo o trajeto em sete horas e meia. A despedida do Concorde do Aeroporto do Galeão foi em 1982, quando a Air France cancelou este e outros voos deficitários.

O plano diretor do aeroporto prevê a construção de mais dois terminais de passageiros (TPS3 e TPS4) além de uma nova pista, paralela à atual 10/28, porém menor comprimento.

No dia 5 de Janeiro de 1999, uma lei federal alterou a denominação do aeroporto,[3] em homenagem ao músico e compositor Antonio Carlos Jobim, falecido em 1994.

Em 29 de agosto de 2004, foram transferidos todos os voos, com exceção da Ponte aérea Rio-São Paulo e voos regionais, do Aeroporto Santos-Dumont para o Galeão,[4] com o objectivo de proporcionar maior conforto aos passageiros. O Santos-Dumont, com capacidade para 2 milhões de passageiros/ano, atendia a aproximadamente 5,3 milhões, sendo que o Galeão, possuindo uma capacidade de até 15 milhões, atendia a uma demanda de apenas 5 milhões de passageiros/ano.

História[editar | editar código-fonte]

A história do Aeroporto do Rio de Janeiro, como base de antiga aviação naval, começa em 1924 com a instalação da escola de aviação. Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9. Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Fokker holandesa e a Focke-Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar. Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.

A partir de 1945, o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões da Pan American e da Condor, além de outras companhias, foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos “hidros” Sikorsky ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e L-1049 Constelations da Lockheed.

Houve uma “estação de hidros”, ao lado do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 1936, projetada pelo célebre arquiteto brasileiro Atílio C. Lima. Foi um dos primeiros prédios conceitualmente modernos construídos no Brasil. Desde os anos da Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi, além de movimentada base aérea da Força Aérea Brasileira, campo de pouso para aviões internacionais. Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através de lancha, desde a estação de hidros até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus, pois não existia uma estação de passageiros.

Aviões em fila para a decolagem em uma das taxiways do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

A recepção continuou precária até 1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiros. Esse terminal, com diversas ampliações ao longo dos anos, foi substituído pelo atual Terminal 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de Janeiro de 1977. Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou a capacidade desse terminal para sete milhões de passageiros ao ano, coincidiu com o início das obras do Terminal 2. Esse novo terminal, um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender oito milhões de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de 1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Após ter amargado durante anos uma estagnação com a perda de voos domésticos para o Aeroporto Santos Dumont (SDU) e internacionais para São Paulo (GRU), desde o fim de 2004 o Aeroporto do Rio de Janeiro vem recuperando gradualmente sua importância no cenário nacional com a volta dos voos domésticos e de alguns voos internacionais como o Rio-Atlanta (Delta), Rio-Porto (TAP), Rio-Santiago (Lan) e o incremento nas operações com o início de voos para o Panamá (Copa). Além disso, atraiu uma nova companhia aérea, a Webjet, que vem crescendo pouco a pouco no mercado doméstico, mantendo como principal base o Galeão.

Aviões da LAN Airlines e da Air France no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão em dezembro de 2011. Ao fundo pode ser visto o Morro do Corcovado (ao centro) e o Morro do Sumaré (à direita).

Em 2007, o aeroporto ganhou mais voos internacionais para Madri (Air Europa, que apos um ano foi cancelado) e mais operações para Paris, com mais dois voos diários por parte da TAM e da Air France. Por conta de um acidente ocorrido no Aeroporto de Congonhas com um jato Airbus A320 da empresa TAM, houve por parte do governo a aplicação de severas restrições naquele aeroporto, ocasionando entre outros o fim das conexões. Com isso, parte do movimento do Aeroporto Santos Dumont, que dependia de conexões em Congonhas, passou a ser atendido pelas companhias aéreas com mais voos diretos partindo do Galeão. Houve forte incremento no número de voos para cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Salvador e Recife, e a criação de voos para destinos até então não atendidos sem escala, como Manaus. Com isso, a movimentação mensal passou de 770 mil para 1 milhão de passageiros uma vez que o Galeão passou a ser uma melhor opção também para passageiros em conexão.

A saturação de outros importantes aeroportos do Brasil, associado ao crescimento do mercado de óleo e gás e grandes eventos internacionais como os jogos pan-americanos de 2007, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, levou o aeroporto a saltar de quarta para segundo mais movimentado do país em apenas um ano. Entre 2011 e 2012 houve um importante incremento de rotas internacionais e, principalmente, redirecionamento de rotas domesticas, implicando num crescimento na casa dos 20% na movimentação de passageiros.

Atualmente, o Galeão passa por obras de reforma do Terminal 1 e conclusão do Terminal 2. Os investimentos estão sendo feitos para adequar o aeroporto à demanda projetada de passageiros. Com isso, ele estará capacitado também para atender o público dos eventos esportivos: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Com a conclusão das obras, o aeroporto passará a ter capacidade para processar 26 milhões de passageiros por ano, o que significará uma melhoria na operacionalidade, e também um maior índice de conforto para os usuários.

Torre de controle do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

Em 2008 foram inaugurados voos sem escalas da British Airways para Londres (LHR), da Taca para Lima, da TAM para as cidades de Nova Iorque (JFK) e Miami, e da Pluna rumo a Montevidéu, e em 2009 a US Airways começou a operar um voo diário para Charlotte, na Carolina do Norte, sendo o Aeroporto do Galeão o primeiro destino da empresa americana na América do Sul.

Em 2010 o aeroporto ganha novos voos internacionais da TAM para Frankfurt, Paris e Londres inicialmente com 3 voos semanais cada, passaram a ser diários para a Alemanha e 6 vezes por semana para Inglaterra, além de uma frequência para Santiago. A American Airlines começa a voar 3 vezes por semana para Dallas e diário direto para Nova Iorque. Nos voos nacionais a Avianca Brasil começa operações no aeroporto para São Paulo e Brasília.

Em 2011, o aeroporto ganha diversas frequências e companhias, algumas rotas novas como o voo charter para a Rússia com a Transaero, alguns incrementos de frequências como a segunda frequência diária da Copa airlines e o aumento de 3 para 6 voos semanais da British Airways para Londres e uma frequência diária nonstop para Santiago pela LAN Airlines(Além da outra com escala em São Paulo), e o retorno de diversas companhias que no passado já operaram no galeão como a Avianca colombiana com 3 voos semanais para Bogotá voos para Roma com a Alitalia, que começou apenas com 3 semanais e já conta com 5 frequências semanais, o retorno da Lufhtansa com 5 voos semanais para Frankfurt, a holandesa KLM com 3 voos semanais para Amsterdam. Algumas companhias aéreas brasileiras deram ainda mais importância para o aeroporto como a Azul linhas aéreas que começou as operações com voos para Campinas e já possui mais de 8 frequências diárias alem de voos diretos para Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa. A antiga Webjet também iniciou diversas operações como Ribeirão Preto, Florianópolis e Recife. A Passaredo Linhas Aéreas transferiu suas operações do Aeroporto Santos Dumont para o Galeão no dia 1 de Dezembro de 2011.[5]

Vista da plataforma de estacionamento de aeronaves do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

Ainda em 2011, devido a crise europeia, a TAM reduziu sua malha para o continente saindo do aeroporto, colocando 4 voos semanais para Frankfurt 3 para Londres e 6 para Paris. A Taag reduziu de 4 para 3 e depois para 2 suas operações semanais no aeroporto e a American de 7 para 5 semanais a frequência para Nova Iorque.

Em 2012 deu-se início dos voos para Buenos Aires e Dubai diários com a Emirates e a alemã Condor que surgirá como novidade para a rota Galeão - Frankfurt, a partir de 3 de novembro. Nos voos nacionais, pode-se destacar o incremento de voos da Azul e da Avianca para novos destinos nacionais. Já no final de 2012, a Gol inicia seus vôos para Republica Dominicana e com escala até Miami e Orlando. A TAM inicia seu voo direto do Rio de Janeiro para Orlando mas devido a redução do número de aeronaves pediu o cancelamento do voo.

Em janeiro de 2012 o aeroporto tornou-se o segundo aeroporto do Brasil em número de passageiros, ultrapassando o Aeroporto Internacional de Brasília (1.361.191 passageiros) e o Aeroporto de Congonhas (1.316.550 passageiros), registrando a marca de 1.629.690[6] passageiros, uma alta de 23% em relação ao mesmo período de 2011.

Programados para maio, começam as operações da AeroMexico com voo direto para a Cidade do México.

Algumas especulações surgem no mercado como a volta da Royal Air Maroc com voos para Casablanca, a volta da South African Airways com voos para Johanesburgo, o inicio da Qatar Airways[7] que ligaria o Rio de Janeiro a Doha, no Qatar. Já existem rumores do retorno da Swiss para Zurique em função do aumento de frequências da Lufthansa para Frankfurt. A partir do dia 29 de junho de 2014, o aeroporto internacional do Rio de Janeiro/Galeão receberá voos direto da Cidade do México. E também em 2014, o Rio de Janeiro receberá voos diretos de Toronto.

Obras e Expansão[editar | editar código-fonte]

Saguão do Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

O Galeão atualmente está em obras de reformas e ampliação no terminal de passageiros 1 e terminal de passageiros 2 com o intuito de adequar o aeroporto para uma capacidade planejada para 2014 de 44 milhões de passageiros por ano.[8]

  • A reforma do Terminal de Passageiros 1, data de término: Dezembro de 2013, ganho de capacidade (TPS): 10,7 milhões (pessoas / ano).
  • A reforma do Terminal de Passageiros 2, data de término: Dezembro de 2013, ganho de capacidade (TPS): 15,9 milhões (pessoas / ano).

Estão previstas também a recuperação e revitalização dos sistemas de pistas e pátio, bem como do terminal de cargas. Outra obra esperada e que também está em curso é uma linha do BRT TransCarioca até o Galeão com mudanças no sistema viário de chegada e saída do aeroporto.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Histórico - Movimento Operacional
Ano Passageiros

2003 4.619.229
2004 6.024.930
2005 8.657.139
2006 8.856.527
2007 10.352.616
2008 10.754.689
2009 11.828.656
2010 12.229.513
2011 14.926.615[9]
2012 17.491.744 [10]
2013 17.109.987[11]
Maiores rotas domésticas chegando/saindo do Galeão (2010)[12]
Rank Origem Passageiros Destino Passageiros
1
Bahia Salvador, Bahia
560.775
Bahia Salvador, Bahia
542.056
2
São Paulo São Paulo (Guarulhos), São Paulo
491.861
São Paulo São Paulo (Guarulhos), São Paulo
516.161
3
Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul
413.764
Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul
403.773
4
Pernambuco Recife, Pernambuco
357.012
Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal
366.369
5
Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal
343.927
Pernambuco Recife, Pernambuco
348.096
6
São Paulo São Paulo (Congonhas), São Paulo
303.278
São Paulo São Paulo (Congonhas), São Paulo
266.392
7
Paraná Curitiba, Paraná
254.031
Paraná Curitiba, Paraná
257.031
8
Ceará Fortaleza, Ceará
260.645
Ceará Fortaleza, Ceará
247.031
9
Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais
197.257
Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais
195.752
10
Rio Grande do Norte Natal, Rio Grande do Norte
192.263
Rio Grande do Norte Natal, Rio Grande do Norte
193.774
Placa em homenagem ao músico brasileiro Antônio Carlos Jobim, situada no interior do aeroporto.
Saguão de um dos dois terminais de passageiros do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão.
Chegadas de turistas no Rio de Janeiro, por via aérea, segundo países de residência permanente (2011)[13]
Rank País Passageiros
1 Argentina Argentina 196.000
1 Estados Unidos Estados Unidos 167.241
3 França França 70.093
4 Chile Chile 67.354
5 Inglaterra Inglaterra 52.470
6 Itália Itália 44.304
7 Alemanha Alemanha 43.846
8 Portugal Portugal 37.178
9 Espanha Espanha 32.987
10 Uruguai Uruguai 15.714

Antigas empresas[editar | editar código-fonte]

Boeing 707-345C da Varig no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro / Galeão em 1984. Até meados da década de 1980, o Aeroporto do Galeão era conhecido como o principal aeroporto internacional do Brasil, tendo sido o hub das maiores companhias aéreas da história da aviação brasileira, tais como a Varig, a Panair do Brasil e a Cruzeiro.
Boeing 727-200 da Transbrasil no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão em 1977.

Empresas regulares de passageiros que não operam mais no aeroporto:

Falidas ou incorporadas[editar | editar código-fonte]

Cancelaram a escala[editar | editar código-fonte]

Terminais e destinos[editar | editar código-fonte]

Companhias Destinos Terminal
Argentina Aerolíneas Argentinas (SkyTeam) Buenos Aires (EZE) - Buenos Aires (AEP) 1
México Aeroméxico (SkyTeam) Cidade do México (MEX) 1
Canadá Air Canada (Star Alliance) Toronto (YYZ) (a partir de 11 de Dezembro de 2014)[14] , [15] TBD
França Air France (SkyTeam) Paris (CDG) 1
Itália Alitalia (SkyTeam) Roma (FCO) 1
Estados Unidos American Airlines (Oneworld) Miami (MIA) - Nova Iorque (JFK) - Dallas (DFW) 2
Brasil Avianca Brasil São Paulo (GRU) - Brasília - Porto Alegre - Salvador - Recife - Florianópolis - João Pessoa 1
Peru Avianca Perú (Star Alliance) Lima (LIM) 1
Colômbia Avianca (Star Alliance) Bogotá (BOG) 1
Argentina Austral Líneas Aéreas (SkyTeam) Buenos Aires (EZE) - Buenos Aires (AEP) [16] 1
Brasil Azul Campinas (VCP) - Cuiabá (CGB) - Fortaleza (FOR) - Vitória (VIX) 1
Uruguai BQB Lineas Aereas Montevidéu (MVD) 2
Reino Unido British Airways (Oneworld) Londres (LHR) 1
Panamá Copa Airlines (Star Alliance) Cidade do Panamá (PTY) 2
Estados Unidos Delta Air Lines (SkyTeam) Atlanta (ATL) 2
=Emirados Árabes Unidos Emirates Dubai (DXB) - Buenos Aires (EZE) 2
Brasil Gol Aracaju (AJU) - Belo Horizonte (CNF) - Belém (BEL) - Brasília (BSB) - Buenos Aires (EZE) - Campina Grande (CPV) - Campinas (VCP) - Campo Grande (CGR) - Cuiabá (CGB) - Curitiba (CWB) - Florianópolis (FLN) - Fortaleza (FOR) - Foz do Iguaçu (IGU) - Goiânia (GYN) - João Pessoa (JPA) - Macapá (MCP) - Maceió (MCZ) - Manaus (MAO) - Maringá (MGF) - Miami (MIA) - Navegantes (NVT) - Natal (NAT) - Porto Alegre (POA) - Recife (REC) - Salvador (SSA) - Santo Domingo (SDQ) - São Luís (SLZ) - São Paulo (CGH) e (GRU) - Vitória (VIX) 1
Espanha Iberia (Oneworld) Madrid (MAD) 1
Países Baixos KLM (SkyTeam) Amsterdã (AMS)[17] 1
Chile LAN Airlines (Oneworld) Santiago de Chile (SCL) 2
Alemanha Lufthansa (Star Alliance) Frankfurt (FRA) 2
Brasil Passaredo Ribeirão Preto (RAO) [5] - . 2
Angola TAAG Luanda (LAD) 2
Brasil TAM (oneworld) Aracaju - Belo Horizonte (CNF) - Belém - Brasília (BSB)- Campinas - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza (FOR) - Foz do Iguaçu (IGU) - Goiânia - Ilhéus - João Pessoa - Maceió - Manaus - Natal - Petrolina - Porto Alegre - Salvador - São Paulo (CGH / GRU) - João Pessoa - Porto Alegre - Recife - Salvador - São Paulo (CGH) e (GRU) - Vitória - São Luís - Buenos Aires (EZE) - Miami (MIA) - Nova Iorque (JFK) 2
Portugal TAP Portugal (Star Alliance) Lisboa (LIS) - Porto (OPO) 2
Estados Unidos United Airlines (Star Alliance) Houston (IAH) 2
Estados Unidos US Airways (oneworld) Charlotte (CLT) (encerra em 13/09/2014; retorna de 03/12/2014 à 11/01/2015)[18] 2

Charter regular[19] [editar | editar código-fonte]

Mapa dos destinos internacionais servidos por vôos diretos a partir do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

Serviços[editar | editar código-fonte]

Loja no interior do aeroporto.

Facilidades[editar | editar código-fonte]

Rede sem fio
  • Wi-fi Internet pré-paga.

Transporte Público[editar | editar código-fonte]

Ônibus[editar | editar código-fonte]

- BRT

TransCarioca

uma estação em cada terminal

- Executivo ("Frescão")[editar | editar código-fonte]
- Linhas urbanas regulares (operação normal durante todo o dia):
  • 915 - Aeroporto X Bonsucesso[20]
  • 922 - Aeroporto X Tubiacanga
  • 924 - Aeroporto X Bananal[20]
  • 925 - Aeroporto X Bancários[21]
  • 760D / 761D - Galeão X Charitas (Niterói)[20]
- As linhas urbanas abaixo rodam apenas após as 22h:
  • SVA324 - Ribeira X Castelo (via Aeroporto Internacional)
  • SVA326 - Bancários X Castelo (via Aeroporto Internacional)
  • SVA328 - Castelo X Bananal (via Aeroporto Internacional)
  • SVA634 - Saens Peña X Freguesia (via Aeroporto Internacional)
  • SVA696 - Méier X Praia do Dendê (via Aeroporto Internacional)

Órgãos públicos[editar | editar código-fonte]

Agências bancárias[editar | editar código-fonte]

Terminal 1[editar | editar código-fonte]

Caixas eletrônicos[editar | editar código-fonte]

Terminal 1[editar | editar código-fonte]

Terminal 2[editar | editar código-fonte]

Incidentes e Acidentes[editar | editar código-fonte]

Década de 2000
O Airbus A330-200 da Air France utilizado no Voo AF447, o qual despenhou no Oceano Atlântico em 1 de junho de 2009, nas proximidades do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, enquanto perfazia a rota Rio de Janeiro-Paris.
Década de 1990
Década de 1980
O Boeing 707-320C da Varig que caiu na Costa do Marfim em 3 de janeiro de 1987, enquanto realizava o Voo Varig 797 entre Abidjan e o Rio de Janeiro.
  • Em 2 de dezembro de 1985, um Boeing 747-228B da Air France, matrícula F-GCBC, procedente de Paris com 273 pessoas a bordo, saiu da pista ao pousar. Aparentemente o cabo da manete de aceleração do motor número 1 rompeu-se, tornando impossível o controle de potência desse por parte da tripulação. O motor acelerou a um nível incomum, fazendo com que a aeronave saísse da pista, atravessasse uma vala e chocasse contra uma ladeira de concreto. Ninguém se feriu.
Década de 1970
  • Em 26 de julho de 1979 às 18h21min, um Boeing 707-330C cargueiro da Lufthansa, matrícula D-ABUY, com destino a Dakar, cumprindo o voo LH527, chocou-se contra a Serra dos Órgãos, região serrana do estado do Rio de Janeiro. A aeronave decolou do Galeão 5 minutos antes, e foi instruída pelo controlador em solo a seguir rumo ao VOR Caxias e manter uma altitude de dois mil pés após a decolagem. Ao decolar, o Controle de aproximação solicitou que a tripulação aumentasse a velocidade. A velocidade aumentou progressivamente até atingir 304 nós (563 km/h), excedendo o limite de 250 nós (463 km/h) que é determinado dentro da área de controle do Rio abaixo de 10,000 pés. Enquanto o voo 527 voava em direção às montanhas, o controlador de tráfego aéreo estava atarefado organizando a excessiva quantidade de tráfego que se aproximava pelo setor sul. Seu assistente falhou ao monitorar o Lufthansa. Ao voltar sua atenção ao Lufthansa 527, o controlador viu-se surpreso com a posição da aeronave e ordenou que imediatamente executasse uma curva pela direita e que aumentasse seu ângulo de subida. Tarde demais, a aeronave chocou-se contra as árvores na encosta da montanha, em uma altura de aproximadamente 800 metros. Todos os 3 ocupantes faleceram.
  • Em 9 de junho de 1973, um Boeing 707-327C cargueiro da Varig, matrícula PP-VLJ, fazia uma aproximação por instrumentos para a cabeceira 14 (atual 15) com a manete dos speed brakes em 45° e os spoilers da seção interna da asa desativados, quando foi notado que a capa protetora dos spoilers estava aberta. O comandante ou o primeiro-oficial a fecharam e consequentemente ativaram os spoilers internos, fazendo com que a aeronave inclinasse para baixo. O Boeing desceu rapidamente de uma altura de 70m e chocou-se contra as luzes de aproximação e atolou. Dos 4 tripulantes, 2 morreram.
  • Em 11 de julho de 1973, um Boeing 707-345C, matrícula PP-VJZ, fazendo o voo Varig 820, partiu do Rio de Janeiro (GIG) às 03h03min para um voo com destino a Paris-Orly (ORY). Às 13h57min o avião descia a FL080 já sob controle de Orly APP, que solicitou a tripulação de manter a altitude (FL080) e rumo para o VOR OLS e preparar para a aterrissagem na pista 26. Às 13h58min20s a tripulação fez contato com Orly APP e relatou um "incêndio a bordo". Uma descida de emergência foi solicitada. Às 13h59min foi dada a ordem para descer para 3000 pés e preparar para pouso na pista 07, fazendo uma aproximação o mais reta possível. Embora a situação fosse ficando pior a bordo (fumaça entrando na cabine e os passageiros ficando asfixiados), foi permitida uma descida para 2000 pés às 14h01min10s. Os tripulantes usaram as máscaras de oxigênio o que tornou impossível a leitura dos instrumentos. Às 14h03min o piloto decidiu fazer um pouso de emergência 5 km antes da pista com o trem de pouso baixado e os flaps em 80deg. O Boeing pousou com "nariz alto" e uma pequena inclinação à esquerda. A aeronave bateu em algumas pequenas árvores e fez um pouso duro em um campo. Os dois trens de pouso principais e os motores foram arrancadas ao longo da derrapagem. A fuselagem, no entanto, permaneceu intacta. Dez ocupantes (todos eles tripulantes) evacuaram o avião. Até o momento em que os bombeiros chegaram (6-7 minutos mais tarde), o fogo já tinha queimado até o teto e não havia qualquer sinal de vida. Dos quatro passageiros inconscientes evacuados pelos bombeiros, apenas um sobreviveu. Dos 134 ocupantes, 123 morreram.
Década de 1960
  • Em 3 de março de 1965, um Vickers 701C Viscount da VASP, matrícula PP-SRQ, varou a pista após uma perda de motor simulada durante a decolagem. O aluno não conseguiu manter o controle direcional da aeronave.
  • Em 21 de março de 1964, um Curtiss C-46D-15-CU da VASP, matrícula PP-LDL, teve um incêndio em seu motor número 2 que não pôde ser extinguido. A tripulação tentou alcançar o aeroporto, mas a asa direita acabou se desintegrando antes. A aeronave perdeu o controle e caiu na baía de Guanabara.
  • Em 8 de abril de 1963, um Douglas DC-7C da Panair do Brasil, matrícula PP-PDM, perdeu o trem de pouso dianteiro durante a decolagem. O DC-7 deslizou sobre a pista até parar. Os motores 2 e 3 foram danificados, afetando os tanques de combustível e causando um incêndio. O acidente foi causado pelo recolhimento antecipado do trem de pouso. Ninguém morreu.
  • Em 27 de novembro de 1962, um Boeing 707-441, da Varig, matrícula PP-VJB, fazendo o voo Varig 810 partiu do Galeão - Rio de Janeiro as 0353 GMT com destino à Lima - Callao. A aeronave fez contato com os seguintes pontos: Pirassununga (0430), Campo Grande (0524), Corumbá (0548), Santa Cruz (0630), Cochabamba (0652), Charana (0715) e Pisco (0813). As 0809 relatou para o controle de tráfego aéreo, Lima, a altitude 36 mil pés (FL360), estimando em 0813 Pisco e Aeroporto de Callao em 0836 e pediu permissão para descer. O Controle (ATC) Lima foi avisado de um DC-6, que tinha saído em 0735 de Lima e foi também a Pisco, estimativa 0813, quando cruzaria em 13.500 pés (FL135). Depois de passar em 0813 Pisco e deixando 36 mil pés (FL360) em 0814, o voo 810 reportou, em 0819, que tinha chegado 26 mil pés. Recebeu autorização para continuar a descer para aproximação na pista 33. As 0824 em comunicou ao Controle de Aproximação (APP) dez minutos da estação, a 15 mil pés, ainda descendo, quando as 0830 horas ele tinha atingido 12 mil pés sobre Las Palmas. Como era muito alto para uma aproximação à pista 33 o Controle de Aproximação (APP) sugeriu que ele fizesse uma volta de 360° e reportasse novamente quando estivesse sobre Las Palmas. A aeronave prosseguiu a descida. Quando chegar a 330°, passando a leste de do Aeroporto de Lima, vire à esquerda passando sobre o Aeroporto Lima-Callao e continue girando, até rumar ao sul, passando a oeste de Las Palmas, a fim de iniciar o procedimento de ILS BACK COURSE e, em seguida, fez uma curva de 180° e virou para interceptar o ILS BACK COURSE (327°). No entanto, foi mantido o curso normal durante quase três minutos antes de iniciar a sua curva para o norte. Seu rumo era de 333° quando atingiu o pico La Cruz, cerca de 8 milhas a leste do rumo de aproximação do ILS BACK COURSE Morro Solar. Todos os 97 ocupantes morreram.
  • Em 20 de agosto de 1962, um Douglas DC-8-33 da Panair do Brasil, matrícula PP-PDT, com destino Lisboa, ultrapassou os limites da pista, vindo a parar nas águas da baía de Guanabara. O acidente foi causado pelo fato do estabilizador vertical da aeronave ter sido alterado da sua configuração original para decolagem, e foi somado ao fato da tripulação ter tomado a decisão tardia de abortar a decolagem. Por causa disso, não houve pista nem tempo o suficiente para que a aeronave parasse com segurança. A tripulação aplicou fortemente os freios e o sistema de reversão para tentar parar a aeronave, fazendo com que o lado direito da aeronave inclinasse, arrastando os motores 3 e 4 no chão. O trem de pouso principal esquerdo afundou na areia, e acabou arrastando também os motores 1 e 2. Todos os quatro motores perderam seus ejetores e cones de reversão, fazendo a aeronave acelerar e continuar se movendo em alta velocidade. O avião acabou atingindo o muro do aeroporto, atravessou a avenida e avançou 50 metros mar adentro. O sistema de luzes de emergência não funcionaram, desorientando os passageiros em pânico. As saídas de emergência foram abertas, possibilitando a fuga da maioria dos passageiros. 15 dos 105 ocupantes morreram.
  • Em 3 de março de 1962, um Lockheed L-049 Constellation da Panair do Brasil, matrícula PP-PCR, pousou sem o trem de pouso dianteiro.
  • Em 25 de fevereiro de 1960, às 13h07, um Douglas R6D-1 da Marinha dos Estados Unidos procedente de Buenos Aires chocou-se em pleno voo com um Douglas DC-3 da Real Transportes Aéreos, matrícula PP-AXD, procedente de Campos dos Goytacazes, a uma altitude de aproximadamente 3000 pés (1600m), próximo ao Aeroporto Santos Dumont. O choque foi ocasionado por um erro por parte da tripulação da aeronave americana, que não cumpriu as instruções de altitude fornecidas pelo controle de tráfego aéreo, e também pela má interpretação dos instrumentos de voo que sofreram uma possível falsa marcação devido a existência do bondinho do Pão de Açúcar (comum à época), resultando numa má execução do procedimento de aproximação e pouso.
Década de 1950
  • Em 22 de dezembro de 1959 ocorreu uma colisão aérea entre um Vickers Viscount 827 da Vasp (PP-SRG) e um avião de treinamento Fokker T-21 da Força Aérea Brasileira. Durante voo de treinamento, o T-21 da FAB colidiu com o avião da Vasp que se aproximava para o pouso no aeroporto do Galeão. No acidente morreram os 33 ocupantes do Viscount da Vasp mais 5 pessoas em terra, enquanto que o tripulante do T-21 sobreviveu após saltar de pára-quedas.[23]
  • Em 11 de janeiro de 1959, um Lockheed L-1049G Super Constellation da Lufthansa, matrícula D-ALAK, realizando o voo 502 procedente de Hamburgo com 39 pessoas a bordo, caiu próximo à pista durante o pouso. Durante uma aproximação chuvosa, a aeronave desceu abaixo da altitude prevista e o trem de pouso dianteiro chocou-se com a água. Os pilotos tentaram prosseguir a aproximação mas a aeronave acabou caindo próximo à Praia das Flecheiras, muito perto da pista. 36 dos 39 ocupantes morreram.[24]
  • Em 27 de julho de 1952, às 11h46, um Boeing 377 Stratocruiser da Pan American World Airways, matrícula N1030V, com destino a Buenos Aires, teve problemas no fechamento da porta, e consequentemente, na pressurização da cabine de passageiros. A falha no reconhecimento do problema por parte da tripulação levou a uma descompressão explosiva, que arrancou parte da fuselagem e sugou uma mulher para fora do avião. A aeronave retornou ao Galeão e pousou às 12h13.

Restaurantes e lanchonetes[editar | editar código-fonte]

Filial da rede de restaurantes Spoleto, situada no interior do aeroporto.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e [1]
  2. a b Infraero – Aeroporto do Rio de Janeiro
  3. Lei nº 9.778, de 5 de http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Aeroporto_Internacional_do_Rio_de_Janeiro_Tom_Jobim/Gale%C3%A3o&action=editjaneiro de 1999. Presidência da República. Planalto.gov.br.
  4. INFRAERO. Transferência dos voos do Santos-Dumont para o Galeão. INFRAERO.
  5. a b [2]
  6. http://www.infraero.gov.br/images/stories/Estatistica/2012/janeiro2012.pdf
  7. [3]
  8. http://www.infraero.gov.br/obras/index.php/br/galeao-rj
  9. Título não preenchido, favor adicionar.
  10. http://www.infraero.gov.br/images/stories/Estatistica/2012/MovimentoOperacional2012.pdf
  11. http://www.infraero.gov.br/images/stories/Estatistica/2013/dez.pdf
  12. Anuário do Transporte Aéreo 2010.
  13. http://www.dadosefatos.turismo.gov.br/export/sites/default/dadosefatos/anuario/downloads_anuario/Anuxrio_Estatxstico_de_Turismo_2012_-_Ano_base_2011.pdf
  14. http://www2.anac.gov.br/arquivos/xls/hotran/1.1.xls
  15. http://aircanada.mediaroom.com/index.php?s=43&item=761
  16. http://www.aerolineas.com.ar/arg/main.asp?idSitio=AR&idPagina=29&idIdioma=es
  17. [4]
  18. http://airlineroute.net/2014/03/26/us-gig-sep14/
  19. http://www.airliners.net/aviation-forums/general_aviation/read.main/5972275/
  20. a b c http://www.infraero.gov.br/index.php/aeroportos/rio-de-janeiro/aeroporto-internacional-do-rio-de-janeiro/transporte-urbano.html
  21. http://www.viacaoideal.com.br/itinerarios_925.html
  22. "Air France Says 'No Hope' For Missing Jetliner", National Public Radio, 2008-06-01. Página visitada em 2008-06-01.
  23. SILVA, Carlos Ari Cesar Germano da. O rastro da bruxa: história da aviação comercial brasileira no século XX através dos seus acidentes. [S.l.]: Editora EDIPUCRS, Porto Alegre, 2008. 177-181 p. ISBN 978-85-7430-760-2
  24. Jornal do Brasil (13 de janeiro de 1959). Desastre do Galeão: o primeiro da Lufthansa depois da guerra. Ano LXVIII, número 10 - página 9. Página visitada em 16 de abril de 2012.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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