Transporte aéreo

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Mapa das rotas aéreas comerciais de todo o mundo em junho de 2009.

O transporte eficiente é um dos elementos básicos para o desenvolvimento de uma nação, em especial as de grande extensão territorial, de acordo com Rodrigues (2007). “A respeito desse fato, o custo interno do transporte no Brasil chega a ser o dobro do verificado em países de dimensões semelhantes. No restante da América do Sul não é muito diferente” (RODRIGUES, 2007, p. 22).

Segundo o autor, mesmo sendo um país com longa faixa costeira – perto da qual estão inseridos grande parte da economia e população -, o Brasil conecta-se sobretudo por vias terrestres, o que gera altos custos de transporte. Além disso, o Mercosul possui grande desconexão entre os sistemas de transportes de seus países membros. Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil desperdiçam energia e gastam divisas com a compra de petróleo ao privilegiar o modal rodoviário, em detrimento de ferrovias e hidrovias.

Logo, a escolha certa do meio de transporte de cargas pode fazer com que os produtos nacionais sejam barateados, aumentando sua competitividade, tanto no mercado interno quanto no externo.“Isto depende apenas da matriz de transportes brasileira ser firmemente reorientada para a hidrovia, para a ferrovia, para a cabotagem e, sobretudo,para a multimodalidade” (RODRIGUES, 2007, pp. 22 – 23).

Realizado por meio de aviões,o sistema aéreo foi o último meio de transporte a ser concebido. Apesar de surgir ainda no século XIX, sua importância como transporte de cargas começou a acontecer após dezenas de anos de seu advento, em meados do século XX, muito depois de sua utilização na estratégia bélica (KEEDI, 2001). Dessa maneira, o modal aéreo originou-se a partir do “[...] reaproveitamento do excesso de aeronaves ao final das grandes guerras mundiais[1]”(FERREIRA, 2003, p. 14). No Brasil, essa forma de transporte comercial teve início no ano de 1927, com a fundação da companhia Viação Aérea Riograndense, a Varig (RODRIGUES, 2007).

Indubitavelmente o modal mais rápido, também tende a ser o de maior custo. Isso se dá pelo fato de possuir uma eficiência energética reduzida, utilizar instalações sofisticadas - os aeroportos - e equipamentos caros, além de desenvolver uma manutenção de caráter preventivo e não corretivo, como ocorre em outras situações (RODRIGUES, 2007).

Ao considerar seu curto tempo de existência e as evoluções que apresentou desde sua invenção, pode-se ter certeza de que também se trata do mais dinâmico meio de transporte existente – além de ser o mais veloz. Assim, esse dinamismo faz com que o modal aéreo torne-se indispensável atualmente: em, dias que o comércio acontece no mundo virtual, a uma velocidade de bits, não se pode esquecer a necessidade de sua transformação para o mundo real.

Para Ferreira (2003, p. 13), “fator como o tempo de disponibilização do produto no local de destino é, senão o mais relevante, o mais justificável para a opção”. Por ser um modo de transporte veloz, é apropriado para mercadorias perecíveis, que necessitam chegar rapidamente a seu destino ou que possuem alto valor (KEEDI, 2011).

Dessa maneira, o modal aéreo de transporte possui uma tipicidade em relação às cargas que devem ser direcionadas a ele: amostras, gêneros alimentícios, animais e plantas vivos, equipamentos eletrônicos, materiais críticos para linhas de produção em geral, ourivesaria, joias e artigos de moda. “Ou seja, nos casos em que a velocidade da entrega (ou a segurança) é o ponto mais importante a ser considerado, superando qualquer comparativo de custos” (RODRIGUES, 2007, p. 118).

Além disso, o custo elevado acaba por impor restrições às mercadorias, como limitações no tamanho das unidades de volume e de peso. Com isso, esse modal possui capacidade de transporte reduzida, quando comparado às imensas continências apresentadas pelo modal marítimo. Entretanto, é importante ressaltar que, cada vez mais, as aeronaves estão sendo projetadas a fim de que possuam um maior espaço de carga – resultando em um futuro próximo nos superaviões cargueiros (FERREIRA, 2003).

Por outro lado, Keedi (2011) afirma que, no decorrer dos anos, o transporte aéreo vem crescendo, de modo que pode vir a tomar cargas do modal marítimo. Isso acontece em face do aumento das aeronaves, da disponibilidade de mais espaço para carga e da diminuição do valor do frete aéreo. A necessidade de entregas rápidas e de redução de estoques – sejam eles de matéria-prima ou de produtos acabados – fazem com que o avião transforme-se em um sério concorrente no quesito transporte internacional.

O modal aéreo ocorre na forma de navegação nacional e internacional, sendo a primeira também chamada de doméstica ou cabotagem. Além disso, possui características especiais, tendo suas bases de operações em terra e sua operação feita pelo ar (KEEDI, 2011)

O autor explica que os aviões podem ser configurados para transportar somente cargas ou passageiros, ou as duas opções simultaneamente. O que define se uma aeronave é desenvolvida para uma e outra função é o seu piso superior.

Já Rodrigues (2007) lista como três os principais tipos de aeronaves cargueiras. As chamadas de All cargo ou Full cargo são aquelas que destinam-se exclusivamente ao transporte de cargas. Os aviões Combi, utilizados tanto para cargas como para passageiros, sendo que as mercadorias são transportadas nos conveses inferiores. E, por último, as aeronaves Full pax, aquelas nas quais o espaço reservado para a carga é somente o último convés inferior.

De acordo com o autor, o transporte aéreo ocorre por meio de três tipos de serviço distintos:

Serviços regulares: linha nacionais ou internacionais de passageiros e cargas. Possui frequência de saídas e períodos regulares, que são previamente anunciados.

Serviços regionais: linhas nacionais de esfera regional para passageiros e cargas. Atende a cidades de médio e pequeno porte, que se encontram fora do eixo das capitais.

Serviços gerais: outros serviços aéreos. São realizados por aeronaves de pequeno porte, como táxi aéreo, publicidade e propaganda, aerofotogrametria, pulverização sobre plantações, etc.

Já a sua capacidade de carga, segundo Keedi (2001), vai depender do tipo e da configuração de cada aeronave, podendo comportar uma quantidade bastante expressiva em alguns aviões.

A partir da Segunda Guerra Mundial a aviação comercial assistiu a um grande desenvolvimento, transformando o avião em um dos principais meios de transporte de passageiros e mercadorias no contexto mundial.

O transporte aéreo foi o que mais contribuiu para a redução da distância-tempo, ao percorrer rapidamente longas distâncias. Rápido, cômodo e seguro o avião suplantou outros meios de transporte de passageiros a médias a longas distâncias.

Este meio de transporte implica construção de estruturas muito especiais. Os aeroportos requerem enormes espaços e complicadas instalações de saída e entrada dos voos. Por outro lado, os custos e a manutenção de cada avião são bastante elevados. Tudo isto contribui para encarecer este meio de transporte.

Voar sempre foi um dos grandes sonhos da humanidade. Primeiro vieram os balões, no final do século XVIII, que ganhavam os céus graças à utilização de gases mais leves que o ar, como hidrogênio e hélio. Em 1900, o conde alemão Ferdinand von Zeppelin ia mais além, inventou o zepelim, um enorme dirigível, feito de metal e cheio de hidrogênio.

Três anos depois, em 1903, os irmãos estadunidenses Wilbur e Orville Wright deram um voo ainda mais alto. Eles conseguiram manter uma embarcação por 59 segundos no ar. Era um avião primitivo, que foi lançado por uma espécie de catapulta. Mas quem conseguiu pilotar um avião pela primeira vez, sem rampas nem ajuda externa, foi o brasileiro Alberto Santos Dumont, em 1906. Isso foi na França e o nome do avião era 14-Bis. Dumont também foi o primeiro a controlar o voo de um veículo mais leve que o ar, o dirigível N-6, auxiliando em muito os intentos de Zepelim.

Até hoje, estadunidenses e brasileiros disputam o título de inventor do avião. Para os estadunidenses, foram os irmãos Wright, por serem os primeiros a voarem com um aparelho mais pesado que o ar e com um motor a combustão interna, embora não haja provas concretas deste voo através de filmagens e houvesse apenas três testemunhas no local além dos irmãos. Para os brasileiros, Santos Dumont, por ser o primeiro a voar sob os olhares de juízes e de uma multidão, além da cobertura feita pela imprensa na época e a existência ainda hoje de uma gravação em rolo do momento em que o 14-bis deixava o chão. A verdade é que a invenção do brasileiro, além de melhor documentada foi mais eficiente, porque voou por conta própria, somente com o impulso dado pelo motor, ou seja, por seus próprios meios. A dos estadunidenses necessitava de um impulso externo, ou seja, não obteria a velocidade necessária por seus próprios meios.

Conforme Ferreira (2003), em pesquisa para atender a um grupo europeu de empresas do transporte aéreo, foi possível conhecer e medir as expectativas de um usuário do modal, no segmento de cargas. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, os principais anseios desses clientes serão citados, em ordem, a seguir:

Confiabilidade[editar | editar código-fonte]

 

O cumprimento do contrato nos prazos estabelecidos, tanto na origem quanto na chegada, e o baixo índice de avarias e extravios faz com que o modal aéreo seja reconhecido por seus usuários como um meio confiável e segura para cargas (FERREIRA, 2003).

Preço[editar | editar código-fonte]

 

Apesar de o preço ser, aparentemente, o principal fator de rejeição do transporte aéreo, o número de empresas que entram nesse mercado, com excelentes resultados, é crescente. Segundo Ferreira (2003, p. 16),

Dessa forma, disponibilizar o produto no mercado de maneira antecipada e antes do concorrente é uma das vantagens proporcionadas pelo transporte aéreo. Ao falar no mercado de informática, esse aspecto fica claro: trata-se de produto com alto valor agregado e que possui um pequeno ciclo de vida útil, havendo a necessidade de ser apresentado ao consumidor o mais rápido possível (FERREIRA, 2003).

Frequência de voos[editar | editar código-fonte]

 

Conforme Ferreira (2003), o grande atendimento por parte do transporte aéreo às diversas cidades faz com que a capacidade e oferta desse modal seja aumentada – o que age, inclusive, no fator preço, possibilitando cada vez mais a redução de custos.

 

Rapidez no processo[editar | editar código-fonte]

 

Como já visto, a rapidez é o principal atrativo do modal aéreo, segundo Ferreira (2003). Com a velocidade do transporte, o tempo de disponibilidade do produto torna-se muito inferior em relação a outros meios.

Capacidade[editar | editar código-fonte]

 

Uma aeronave possui, em média, capacidade para transportar 120 toneladas de carga. Um navio porta-contêiner tem capacidade média de 60 mil toneladas com a colocação de até 6.000 TEU’S (twenty feet or equivalente unity), o que equivale a 10 toneladas em cada contêiner (FERREIRA, 2003).

Assim, percebe-se que, no final das contas, a capacidade de transporte aérea não é tão inferior como aparenta ser.

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Informação e rastreabilidade[editar | editar código-fonte]

 

Por meio de sistemas de informações de dados, o usuário pode utilizar-se do dispositivo chamado de Tracking trace da carga. Ou seja, é possível acompanhar a carga desde o momento de sua expedição, até a sua chegada ao destino final (FERREIRA, 2003).

Customer services[editar | editar código-fonte]

 

O atendimento personalizado tem sido um atrativo responsável por importantes conquistas para as companhias aéreas. Elas “[...] estão se adaptando cada vez mais às necessidades individualizadas de seus clientes” (FERREIRA, 2003, p. 19). Também, é crescente o número de variações nas espécies de carga, assim como o desenvolvimento de equipamentos aeronáuticos que atendam às necessidades das cargas e dos clientes.

Principais rotas aéreas internacionais[editar | editar código-fonte]

As principais rotas aéreas internacionais, conforme Rodrigues (2007), são as seguintes:

Europa/América do Norte: oferece todas as alternativas imagináveis.

Europa/África: praticamente todos os países interligam-se por rotas aéreas.

América do Norte/Ásia: Montreal, Vancouver, San Francisco  e Los Angeles ligam Japão, China e Coreia.

América do Norte/África: fazem as pontes de ligação da costa leste americana com a África Ocidental.

África/Ásia: ligam África Oriental a Índia, Austrália e Ásia.

Transporte aéreo multimodal[editar | editar código-fonte]

Em países continentais, o transporte marítimo não é capaz de atender a toda extensão de território. Já aqueles que são interiores, por não possuírem contato com os oceanos, não dispõem de portos marítimos. Alguns locais, entretanto, não possuem rodovias, ferrovias ou hidrovias na origem ou no destino do transporte. Aspectos como esses, portanto, fazem com que a utilização do transporte unimodal nem sempre seja possível (RODRIGUES, 2007).

Rodrigues (2007, p. 126) explica que, com isso, desenvolveu-se a ideia de transporte multimodal: “[...] a carga é transportada em caráter sistêmico ao longo de todo o seu percurso utilizando duas ou mais modalidades de transporte, abrangidas por um único contrato de transporte, de forma indivisível e inviolável”

Dessa maneira, devido ao acelerado crescimento no comércio internacional, já são bastante comuns as alternativas de serviços multimodais aeromarítimos de abrangência transcontinental (RODRIGUES, 2007). “Este tipo de serviço oferece a vantagem de ser muito mais rápido que o rodomarítimo e muito mais barato do que se todo o trecho fosse coberto via aérea” (RODRIGUES, 2007, p. 118).

Além disso, o multimodal rodoaéreo também é uma opção que vem desenvolvendo-se. Essa forma de transporte busca atender a uma clientela exigente, que busca a rápida entrega de mercadorias. “Nas rotas nacionais mais longas, sua utilização para cargas de até 20 quilos torna-se mais barata do que usando apenas o modal rodoviário” (RODRIGUES, 2007, p. 119). O autor afirma que as cargas comumente transportadas por esse meio são extremamente fracionadas, de alto valor agregado e com necessidade de trânsito que não exceda 24 ou 48 horas– situação que o modal rodoviário não é capaz de cumprir, revelando-se pouco competitivo. Em 2007, as principais rotas no mercado nacional eram aquelas que ligavam o Sul e Sudeste às praças de Salvador, Brasília, Recife, Fortaleza e Belém.

Principais tarifas aéreas[editar | editar código-fonte]

Rodrigues (2007) lista as principais tarifas aéreas:

Tarifa mínima: pequenos embarques, desconsiderando peso ou volume.

Tarifa normal: aplica-se a remessas de até 45kg. Para alguns países esse valor sobe para 100kg.

Tarifa classificada: aplicada a bagagem desacompanhada, animais vivos, restos mortais, entre outros.

Tarifa quantitativa: aplica-se conforme o peso do embarque, diminuindo o valor do frete proporcionalmente a medida que o tamanho do lote aumenta. É mais barata que a tarifa normal.

Tarifa específica: aplica-se apenas a determinadas mercadorias.

Tarifas governamentais: são baseadas em acordos bilaterais.

Tarifa RPN: tarifa aplicada ao transporte noturno de correio.

Tarifa reduzida: aplica-se a jornais, livros e revistas, equipamentos médicos ou ortopédicos, entre outros.

Tarifa expressa: aplicável a pequenos lotes ou em casos urgentes. São onerosas.

 

Linhas aéreas[editar | editar código-fonte]

As linhas aéreas cobrem todo o mundo, mas de forma irregular encontrando-se uma maior densidade nos países desenvolvidos, e países recentemente industrializados

  • Vantagens:
    • É o mais rápido para transportar passageiros a médias e grandes distâncias.
    • Grande liberdade de movimentos.
    • É dos mais seguros e cômodos.
    • É o mais adequado para o transporte de mercadorias de alto valor (diamantes, instrumentos de óptica, produtos farmacêuticos, etc.) e de mercadorias perecíveis (fruta, flores, etc.)
  • Desvantagens

Aeroportos[editar | editar código-fonte]

  • Localização: os aeroportos localizam-se, normalmente longe das cidades, por questões de segurança e acessibilidade.
  • Periferia: em torno dos aeroportos desenvolvem-se bairros de hotéis, escritórios indústrias, redes de auto-estradas e de vias-férreas.

A maior parte do tráfego de produtos de alta tecnologia é feita por via aérea. Por este motivo muitas indústrias instalam-se cada vez mais, nas proximidades dos aeroportos internacionais, o que contribui para o desenvolvimento destes espaços.

Transporte aéreo no Brasil[editar | editar código-fonte]

A Aviação Brasileira cresceu muito nos últimos anos, com o surgimento de novas companhias aéreas e a modernização das demais, foi possível aumentar o número de assentos disponíveis na malha aérea e popularizar o transporte aéreo no Brasil.

As maiores empresas aéreas brasileiras são: TAM, Gol, VARIG (extinta), OceanAir, novas empresas aéreas como a WebJet (extinta), Azul estão entrando na competição com as grandes empresas, com essa maior concorrência foi possível melhorar o serviço e reduzir as tarifas.

Grandes companhias internacionais também operam no Brasil: American Airlines, Continental, United Airlines, Delta, Lufthansa, Iberia, Japan Airlines, South African Airways, British Airways, Air France, Air Canada, Copa Airlines, TAP Portugal, Turkish Airlines, Korean Air, Emirates e outras mais.

Em 2006 foram voadas aproximadamente 847.000 horas no Brasil, a grande maioria para o mercado doméstico (aproximadamente 685.000),[1] e uma pequena minoria para o internacional (aproximadamente 162.000 horas), o que demonstra um pequeno crescimento com relação a 2005 (824.000)[2]

Transporte aéreo em Portugal[editar | editar código-fonte]

Ao contrário do que se pensa em outros países, a TAP Portugal (Transportes Aéreos Portugueses), não foi a primeira companhia aérea a ser fundada em Portugal, e sim a SATA, em 21 de Agosto de 1941. A sociedade começou com o nome de "Sociedade Açoriana de Estudos Aéreos", e seu primeiro vôo foi entre as ilhas de São Miguel e Santa Maria com um Beechcraft com capacidade para sete passageiros, em 15 de Junho de 1947. A TAP foi fundada em 14 de Março de 1945, quatro anos depois da primeira companhia aérea portuguesa, e, logo depois começou a operar a primeira rota comercial entre Lisboa e Madrid, com dois DC-3, que compunham sua frota[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

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  • FERREIRA, Luiz Antonio Felix. Transporte aéreo internacional: características, custos e visão estratégica de logística. São Paulo: Aduaneiras, 2003.
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  • KEEDI, Samir. Logística de transporte internacional: veículo prático de competitividade. São Paulo: Aduaneiras, 2001.
  • Ligações aéreas: 2010. IBGE, Coordenação de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, 2013.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]