Gol Transportes Aéreos

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Gol Transportes Aéreos
IATA
G3
ICAO
GLO
Call sign
Gol Transporte
Fundada em 15 de Janeiro de 2001 (7 anos)
Encerrou atividades em {{{fim das atividades}}}
Principais centros
de operações
Aeroporto Internacional de Congonhas
Aeroporto Internacional de Galeão
Aeroporto Internacional Tancredo Neves - Confins
Aeroporto Internacional Salgado Filho
Aeroporto de Curitiba
Outros centros
de operações
Aeroporto Internacional de Guarulhos
Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães
Aeroporto Internacional do Recife
Aeroporto Internacional Castro Pinto
Programa de milhagem nenhum
Serviço VIP
Aliança comercial
Frota 82 aviões
Destinos 50 nacionais e 8 internacionais
Companhia
administradora
GLAI
Sede São Paulo, Brasil
Pessoas importantes Constantino de Oliveira Junior - Presidente
Sítio oficial www.voegol.com.br

Gol Transportes Aéreos é uma empresa brasileira de transporte aéreo. Foi criada em 15 de Janeiro de 2001.

Índice

[editar] Histórico

O primeiro vôo da empresa aconteceu em 15 de janeiro de 2001. A companhia é presidida por Constantino de Oliveira Júnior, herdeiro do grupo mineiro Áurea, um dos maiores grupos de transporte de passageiros do Brasil.

Um Boeing 737-800 da Gol
Um Boeing 737-800 da Gol

Ao final de 2003, a empresa iniciou suas vôos internacionais entre São Paulo a Buenos Aires. Em 2005 iniciou novos vôos com destino à cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra. Em 2006 começou a operar vôos diários para Santiago, no Chile.

No dia 15 de setembro de 2006, a empresa inaugurou o seu Centro de Manutenção de Aeronaves, localizado no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins), na região metropolitana de Belo Horizonte. O motivo desta inauguração foi que a empresa já possuía um razoável número de aeronaves e decidiu ela mesma fazer a manutenção de seus aviões.

O centro de manutenção cuida da frota de aeronaves da própria Gol, e também faz a manutenção de outras empresas aéreas.

Em 2007, a empresa iniciou vôos para a cidade peruana de Lima. No Brasil a empresa passou a voar para em março, para Marabá (Pará), além de ter iniciado frequências para Cruzeiro do Sul, no Acre. Em dezembro, a companhia iniciou vôos para Presidente Prudente, no estado de São Paulo, considerada a "capital do Oeste Paulista". Em janeiro de 2008, a Gol iniciou suas operações para Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro.

Em 28 de março de 2007, a GOL comprou da VRG Linhas Aéreas, também conhecida como a "nova Varig", por US$ 275 milhões, vencendo a disputa pela compra da companhia com a empresa chilena LAN. [1]

Em 25 de março de 2008, a GOL suspendeu os vôos para duas cidades do interior de São Paulo, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. Segundo comunicado divulgado pela empresa, a decisão foi tomada devido à redução de horários para pousos e decolagens no Aeroporto de Congonhas (zona sul da capital paulista), de onde partiam quase todas as rotas extintas (o vôo entre Cuiabá e Rio Preto foi igualmente suspenso). A empresa atribui ainda o fim das operações nas duas cidades, onde concorria com a TAM, à suposta baixa demanda. Analistas atribuíram o enxugamento ao mau resultado da GOL no primeiro trimestre de 2008, com prejuízo de R$ 74,1 milhões, contra lucro de R$ 91,58 milhões obtido em igual período de 2007. [2] [3]

A GOL conquistou em curto período de tempo grande participação no mercado de aviação civil do Brasil. Uma oferta de um grande número de assentos por aeronave, a crise na Varig e aviões modernos que permitiram funcionar a menores custos de manutenção, além de quadro de funcionários mais reduzido e sistema de vendas de bilhetes que diminui o índice de inadimplência

[editar] Atualmente

Em 2007, a Gol alcançou 39,5% de participação no mercado doméstico e 14,2% de participação no mercado internacional de vôos, sendo atualmente a segunda maior companhia aérea do Brasil.

O quadro de funcionários da companhia atualmente beira os 13 mil colaboradores. O lucro líquido da Gol, durante o ano de 2007, foi de R$ 268,5 milhões. No primeiro trimestre de 2008, contudo, o lucro líquido teve queda de R$ 74 milhões. [3]

[editar] Frota

Frota de aeronaves da GOL Transportes Aéreos
Aeronave Total
Boeing 737-300 10 Aeronaves
Boeing 737-700 28 Aeronaves
Boeing 737-800 44 Aeronaves
Total de aeronaves 82 Aeronaves

(01/09/08)

[editar] Compra da Varig

Em 28 de março de 2007, a Gol anunciou a compra da Varig. Este fato permitiu a empresa ampliar a sua participação no mercado internacional[3]. Foi anunciado o fim do serviço de primeira classe naquela empresa, bem como planos de incorporação de aeronaves à sua frota. O negócio foi fechado por U$ 320 milhões, sendo que o pagamento foi feito, em parte, com 10% do caixa da Gol (U$ 98 milhões), a entrega de 6,1 milhões de ações preferenciais emitidas, que representam 3% do total de papéis da companhia e o compromisso da Gol de honrar R$ 100 milhões em debêntures (títulos de empresas), já emitidos pela VRG ("nova" Varig).

[editar] Gollog

A Gollog é um sub-setor da empresa aérea Gol Transportes Aéreos que se destina ao transporte de cargas.

[editar] Acidente com o vôo 1907

Colisão (CG) - Vôo Gol 1907
Colisão (CG) - Vôo Gol 1907
Ver artigo principal: Vôo Gol 1907

Em 29 de setembro de 2006, às 16:48h, um Boeing 737-800 SFP (Short Field Performance) da companhia, prefixo PR-GTD, com 154[4] pessoas a bordo e 234 horas de vôo, desapareceu do radar do Controle de Tráfego Aéreo enquanto cumpria a etapa Manaus (MAO) – Brasília (BSB) do vôo GLO1907, cuja rota era Manaus (MAO) – Brasília (BSB) – Rio de Janeiro (GIG).

As primeiras informações, apuradas na noite do dia 29, indicavam queda decorrente do choque da aeronave com um Embraer Legacy que fazia seu vôo de entrega a um cliente estadunidense. O Legacy avariado conseguiu fazer um pouso de emergência em um campo de provas da Força Aérea Brasileira localizado na Serra do Cachimbo, em Novo Progresso, Pará. O portal de notícias G1 reconstituiu a hipótese mais provável em um infográfico do acidente.

Aproximadamente às 09:00h do dia 30 de setembro, os destroços do 737-800 foram encontrados 200 km a sudoeste de Peixoto de Azevedo, Mato Grosso, em uma região de selva densa e de difícil acesso. O Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva decretou luto oficial de três dias, devido ao mais grave acidente, até então, da história da aviação civil do Brasil e o primeiro com vítimas envolvendo o modelo 800, o mais moderno da linha Boeing 737.

O avanço das equipes militares de resgate segue lento, devido à geografia e vegetação do local. Soldados abriram clareiras na mata para que helicópteros conseguissem ter acesso aos destroços, que são procurados em uma área de cerca de 20 km² do possível local do acidente. Fontes do Exército brasileiro que se encontram no local relataram uma grande quantidade de corpos mutilados — por esse motivo, a identificação dos passageiros deve demorar meses. Vítimas encontradas a cerca de meio metro de profundidade e distantes dos demais destroços indicam que o avião pode ter se fragmentado logo após o choque, caindo em pedaços desde 11 mil metros de altura. Segundo a FAB todas as 154 pessoas, sendo 6 tripulantes e 148 passageiros morreram no local[5], causando, na época, o maior desastre aéreo da aviação brasileira.

Desde a madrugada do dia 30 de setembro, a Gol disponibilizou em seu site oficial comunicados acerca do acidente.

Após 1 ano do ocorrido, os restos da aeronave continuam no mesmo local do acidente.

[editar] Destinos

[editar] Destinos no Brasil

  • Região Norte


  • Região Centro Oeste


  • Região Nordeste


  • Região Sudeste


  • Região Sul

[editar] Destinos internacionais

  • América Central


  • América do Sul

[editar] Ver também

Referências

  1. Gol confirma compra da Varig por US$ 275 milhões, publicado em 28 de março de 2007
  2. [1], publicado em 5 de março de 2008
  3. 3,0 3,1 [2]
  4. A Gol Transportes Aéreos afirmou, por meio de um comunicado, que eram 154 e não 155 o número de pessoas a bordo da aeronave, como havia sido informado no início das investigações. A falha ocorreu pois se cadastrou uma pessoa com dois nomes diferentes. Ver o comunicado 18.
  5. Para Aeronáutica, chance de haver sobreviventes é "remotíssima"; para presidente da Infraero, é "zero"

[editar] Ligações externas

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