Aeroméxico

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AeroMéxico
IATA
AM
ICAO
AMX
Indicativo de chamada
AeroMéxico
Fundada em 1934
Principais centros
de operações
Aeroporto Internacional Benito Juárez
Aeroporto Internacional General Mariano Escobedo
Aeroporto Internacional Ignacio L. Pesqueira
Outros centros
de operações
Aeroporto Internacional Miguel Hidalgo y Costilla
Programa de milhagem Club Premier
Serviço VIP Salón Premier
Aliança comercial
Frota 69 aeronaves
Destinos 49 localidades
Companhia
administradora
Consorcio Aeroméxico S.A. de C.V.
Sede Cidade do México, México
Pessoas importantes CEO: Andrés Conesa Labastida
Sítio oficial www.aeromexico.com
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A sede da Aeroméxico

A Aeroméxico é uma empresa aérea do México com sede na cidade do México. É membro da SkyTeam Alliance. É a maior companhia aérea do México. Possui vôos para a Ásia, Europa, América Central, América do Sul e Estados Unidos. Com o fim das operações da Varig para o Japão em 2005, a Aeromexico é a única companhia aérea latino-americana que tem vôos para a Ásia.

História[editar | editar código-fonte]

1934[editar | editar código-fonte]

Aeromexico Mexico City - Acapulco ca. 1935

A companhia aérea foi fundada em 15 de setembro 1934, com o nome de Aeronaves de México por Antonio Díaz Lombardo. O 1º avião da empresa foi um Stinson SR e Julio Zinser o 1º piloto. O 1º võo foi entre a Cidade do México e Acapulco, em 14 de setembro de 1934.

Quando a Segunda Guerra Mundial começou, a empresa continuou a crescer com a ajuda da Pan Am, que era proprietária de 25% da companhia. A Aeroméxico viu algumas chances para as próximas duas décadas. De qualquer modo, durante os anos 1950, a renovação começou, e a companhia tomou controle de várias outras pequenas companhias espalhadas pelo país, incluindo Aerovias Guest (a 2º maior companhia na época) que possuía as rotas para Madri e Paris. A Aeroméxico teve aeronaves inovadoras na época como o DC-3, e DC-4.

1950[editar | editar código-fonte]

No fim dos anos 1950, os DC-4 foram trocados por Douglas DC-6 e 3 Bristol Britannia, o 1º turbopropulsor de passageiros na frota e em 1958, uma nova rota para o Aeroporto Idlewild (agora JFK) usando o mesmo Bristol Britannia. A rota Cidade do méxico-Nova York provou-se lucrativa. Em 1959, a companhia foi nacionalizada.

1960[editar | editar código-fonte]

No começo dos anos 1960, a frota da Aeronaves de Mexico (Aeromexico) incluía Douglas DC-3, Douglas DC-6, e Bristol Britannia. Em 1961, a "Aeronaves" começou a trocar seus aviões para aeronaves a jato. Os primeiros a chegar, foram 2 Douglas DC-8. Os aviões eram usados em rotas dentro do México e para Nova york. Entre 1962 e 1963, Aeronaves de Mexico (Aeromexico) fundiu a empresa Aerovias Guest Mexico com a Aeronaves de Mexico. No fim dos anos 1960, mais DC-8 foram adicionados a frota, e serviam a Europa. Em 1964, o 1ª Douglas DC-9-15 entrou para a frota, seguido de mais 9 até 1968, os aviões eram usados em rotas domésticas e para os Estados Unidos, substituindo os aviões turbo propulsores. No fim dos anos 1960, os Douglas DC-3 foram retirados da frota.

1970[editar | editar código-fonte]

Os anos 1970 trouxeram mudanças para a Aeroméxico. Em 1970, sob um plano do governo, As companhia domésticas do México foram reorganizadas em um sistema integrado de transporte sob controle da Aeronaves de Mexico. O sistema incluiam oito menores portadores, embora estes foram dissolvidos.

Durante o incio dos anos 1970, os remanescentes DC-6 e Bristol Britannia foram retirados da frota. Uma nova pintura (laranja e preto) foram introduzidos na companhia e a companhia mudou o nome para "Aeronaves de México", versão encurtada para Aeroméxico em fevereiro de 1972. Aeromexico, foi uma das lançadoras do programa Douglas DC-10-30, recebendo os dois primeiros aviões em 1974, registrados como XA-DUG e XA-DUH. No mesmo ano a companhia recebeu a entrega de 4 Douglas DC-9-32. Durante este período, a empresa era muito popular, devido ao fato de que teve muitas participações nos filmes mexicanos. Basicamente, na maioria dos filmes, algum personagem tinha que viajar, e propositalmente, viaja AeroMéxico. Os serviços para o Canadá se iniciaram no fim dos anos 1970, e mais 2 DC-9-15 foram incluídos na frota.

1980[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 1980, vieram tempos de expansão. Uma nova pintura fez parte da empresa (pintura laranja e prata), 2 DC-10-15 e um DC-10-30 foram incluidos em 1981, N10038 e N1003N, e em 1982, N3878P depois XA-RIY. Aeromexico foi uma das empresas lançadora do McDonnell Douglas MD-82, uma nova versão do DC-9, recebendo os 2 primeiros aviões em 1981. Durante o período de 1980 e 1981, 8 novos DC-9-32 foram adicionados a frota.

Em 31 de agosto de 1986, um acidente fatal ocorreu na cidade de Los Angeles, envolvendo um Douglas DC-9, durante a aproximação do Aeroporto Internacional de Los Angeles, quando foi atingido por uma aeronave de pequeno porte. Os dois aviões caíram. Todos os 64 passageiros e a tripulação a bordo do DC-9-32 morreram, como no outro avião. As investigações finais indicaram culpa da tripulação do outro avião.

Em abril de 1988, a estatal foi declarada falida. Os principais motivos foram falta de organização, uma frota de aviões com média de 20 anos, sem planos de renovação e uma administração ruim do governo. A companhia ficou inoperante por 3 meses. Em Agosto, um plano de privatização estava em andamento. Incluia a retirada de 10 Douglas DC-8 com mais 5 DC-9-15. Aerovias de Mexico, S.A. de C.V., foi estabelecida em 7 de setembro de 1988, com os principais objetivos de transportes de passageiros, cartas e cargas. A nova linha aérea retomou as atividade com 25 aeronaves (DC-9-32, MD-82/83 e DC-10) e menos da metade do quadro de funcionários.

Os principais investidores, eram bancos locais, investidores privados como Boris Irmaz ue possuía 25% da LAN Chile e 25% pilotos da união, ASPA. Revitalizada e revigorada, a Aeroméxico mudou a pintura (azul e vermelho) no começo de 1989. Durante o período entre 1989 e 1991, muitas aeronaves foram incluidas na frota: 1 McDonnell Douglas DC-10-30, 4 ex-Eastern Air Lines Douglas DC-9-31, e 10 novos McDonnell Douglas MD-88.

1990[editar | editar código-fonte]

No começo dos anos 1990, foram tempos difíceis, com o aumento dos preços do combustivel por causa da Guerra do Golfo, e uma guerra de tarifas entre as empresas domésticas como a TAESA, Saro, Aviacsa, entre outras.

AeroMéxico, uma cliente fiel da McDonnell Douglas tornou-se uma cliente da Boeing em 1990, fazendo um pedido de 26 Boeing 767/Boeing 757 com entregas para 1991 e 1996. De qualquer forma, somente 15 destes aviões foram entregues. 4 pedidos do Boeing 757 foram para a AeroPerú entre 1993 e 1996. Em 1991, a Aeromexico comprou a Aerolitoral. A frota cresceu de 27 aeronaves em outubro de 1988, para 55 em Dezembro 1992.

No fim de 1992, o Grupo AeroMexico, estava entre os investidores que falharam na aquisição da Continental Airlines. Depois daquele ano, a AeroMexico adquiriu participação de 35% na falida Aeroperú (a Delta Airlines possuía outros 35%), participação esta alienada em 1999. No fim de 1993, 2 Boeing 757 (XA-SMD e XA-SME), foram operados pela Aeroperú até março de 1999 quando a Aeroperú foi liquidada.

Entre 1991 e 1994, mais MD-82 e 83 de segunda mão foram adicionados a frota. Os 2 primeiros McDonnell Douglas MD-87 se juntaram a frota em 1993 para vôos charter e 6 novos Boeing 757 foram incluidos. Em 1992, AeroMéxico começou vôos diretos para Madri e Paris da Cidade do Mexico e começou serviços para Frankfurt via Paris e Roma via Madri. Em 1993 Aeromexico Group, tomou controle da Mexicana, a 2ª maior companhia do México. Entre 1994 e 1995, os 6 DC-10 foram retirados da frota.

No começo de 1995, no meio de uma crise no Mexico, a AeroMexico sofreu uma fraude de US$75m pelo presidente da companhia Gerardo de Prevoisin. E Grupo Cintra foi criado para evitar a falência das duas maiores empresas. Em agosto de 1995, foi possível o reestruturamento financeiro. Houve um retrocesso na frota, 3 MD-83 foram devolvidos aos seus lessors e 4 Boeing 767 para vôos para Frankfurt e Rome foram cancelados. No fim de 1996, um code share com a Delta Air Lines e Air France foi feito. 3 anos depois em 1999, AeroMexico tornou-se uma das fundadoras do SkyTeam.

Desde 1995, muitos bancos como Bancomer, que era detentor de muitas ações no grupo Grupo Cintra foram vendidos para bancos estrangeiros, o governo durante as transações manteve as ações. Novas aeronaves foram incluidas na frota entre 1996 e 2000: 4 Boeing 767, 3 Boeing 757, e 6 MD-80. Vôos para Madri e Paris começaram a ser operados diariamente.

A venda do Grupo Cintra foi anunciada depois de muitos atrasos, em Setembro de 1999. Com a eleição presidencial em 2000, tudo estava atrasado de novo. O novo governo deteve tudo até surgirem melhores condições. Quando tudo estava para ser resolvido, houve os atentados terroristas 11 de setembro de 2001.

2000[editar | editar código-fonte]

No período entre 2000-2005, a AeroMéxico teve uma média de 60 aeronaves, com mais 20 na Aerolitoral. Depois dos atentados e a Guerra do Golfo, começou um plano de renovação de frota. Começou no meio de 2003, para substituir os DC-9-32 (14) da frota, como os modelos MD-82/83, por aviões mais eficientes como o Boeing 737-700/800. O 1º 737-700 entrou em operação em dezembro de 2003. E os Boeing 767 e 757, há planos de troca por Boeing 787 e Boeing 777. A Aerolitoral trocou os aviões Fairchild Metros e Saab por aviões Embraer ERJ-145.

Em 29 de novembro de 2005, o Grupo Cintra aceitou em vender o Grupo Mexicana (Mexicana de Aviación and Click Mexicana) para uma rede de hotéis Mexicanos e Grupo Posadas por USD$165.5 milhões.

Em 29 de março de 2006, Andrés Conesa, anunciou a inauguração de voos diretos entre o Japão e a cidade do México via Tijuana. Isto foi após a compra de 2 Boeing 777-200ER. Isto fez a AeroMexio, a segunda companhia latina a voar para a Ásia depois da Varig. Mas, por causa da situação da Varig, a Aeroméxico é a única empresa até a Varig retomar os voos para a Ásia. Em 29 de junho de 2006, a International Lease Finance Corporation (ILFC) e a AeroMéxico anunciaram que a companhia ira operar 3 Boeing 787. A Aeromexico ira adquirir por meio de leasing os três 787-8 da ILFC com entregas previstas para 2010.

Subsidiárias[editar | editar código-fonte]

  • México A Aeroméxico Connect antiga Aerolitoral é uma linha aérea regional baseada no Aeroporto Internacional General Mariano Escobedo em Monterrey.
  • México A Aeromexpress é uma empresa aérea especializada em cargas, com base no Aeroporto Internacional da Cidade do México.

Destinos[editar | editar código-fonte]

Embraer 190 da Aeromexico Connect

Frota[editar | editar código-fonte]

A Aeroméxico opera uma frota padronizada em Boeing e McDonnell Douglas. em outubro de 2007 a frota constitui:

Frota Aeroméxico
Aeronave Total Passengeiros
(1ª Classe/Economica)
Rotas Notas
Boeing 737-700 42
(3 pedidos)
124 (12/112) Rotas domésticas/Internationais
México e EUA
Boeing 737-800 13 150 (24/126) Rotas domésticas/Internationais
México, Peru e EUA
Boeing 767-200ER 3 181 (21/160) Rotas Longas
Europa, Monterrey, Nova York e América do Sul
Boeing 767-300ER 7 209 (21/188) Rotas domésticas/Internationais
Europa, Monterrey, Nova York e América do Sul
Boeing 777-200ER 6 277 (49/228) Rotas domésticas/Internationais
São Paulo, Madrid,Paris, Tokyo e Tijuana
Boeing 787-8 (5 pedidos) Rotas Longas
McDonnell Douglas MD-82 3 142 (12/130) Rotas domésticas/Internationais
México e EUA
McDonnell Douglas MD-87 7 109 (12/97) Rotas domésticas/Internationais
México, América Central e EUA
McDonnell Douglas MD-88 6 142 (12/130) Rotas domésticas/Internationais
México e EUA

A idade média da frota da Aeroméxico é de anos 6.7 em 25 de julho de 2009.[1]

Aeronaves retiradas[editar | editar código-fonte]

Referências


Membros da SkyTeam Alliance
Aeroflot | Aeroméxico | Air France | Alitalia | China Southern Airlines | CSA Czech Airlines | Delta Air Lines | KLM | Korean Air

Associados: Air Europa | Kenya Airways

Futuros Associados: MEA | TAROM