McDonnell Douglas DC-9
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| Tipo | Avião comercial |
| Fabricante | |
| Capacidade | 90 passageiros |
| Custo unitário | 41,5 à 48,5 milhões de dólares |
| Comprimento | 31,82 metros |
| Envergadura | 27,25 metros |
| Altura | 8,38 metros |
| Velocidade máxima | 903 km/h |
| Peso máx. decolagem | 41.100 kg |
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O Douglas DC-9 foi um avião criado pela Douglas Aircraft Company, produzido pela McDonnell Douglas e projetado especialmente para suprir a necessidade de rotas domésticas, ou internacionais. Ele tem dois motores na parte traseira e tem dois estabilizadores na cauda que são o estabilizador vertical, e em cima dele o estabilizador horizontal, que formam a cauda em T. O DC-9 originou uma série de aeronaves produzidas de 1965 a 2006.
Na verdade, a origem dos admiráveis projetos do Boeing 707 (do qual o Boeing 737 foi originado) e do Douglas DC-8 (do qual o DC-9 foi originado ) contem algumas controvérsias muito delicadas. Por exemplo: comenta-se que, durante ou após a Segunda Guerra Mundial, o Exército Americano encontrou em território Alemão alguns trabalhos de boa qualidade desenvolvidos pela Engenharia Aeronáutica Alemã, mas ainda não inteiramente desenvolvidos e refinados.[carece de fontes]
O McDonnell Douglas DC-9 esteve envolvido no desastre de Cerritos
O McDonnell Douglas DC-9 e seus derivados da família MD-80 e, posteriormente, o Boeing 717 tiveram um enorme sucesso comercial, com mais de 2.000 unidades produzidas, mas no Brasil, curiosamente, estes modelos não tiveram nenhuma penetração de mercado, e até os dias atuais, tenta-se entender o porquê disso.
[editar] Legado
O design, similar ao contemporâneo Sud-Aviation Caravelle, continua sendo utilizado até hoje por modelos como a série da Bombardier CRJ e o Embraer ERJ-145. O DC-9 também deixou um legado de aeronaves, sendo que a última delas, o Boeing 717, foi produzido até 2006. As aeronaves derivadas do DC-9 são o MD-82, MD-83, MD-87, MD-88, MD-90, MD-95 e Boeing 717;